PdVeC* de vento em popa

Depois do insuportável peso do estado e da interferência deste na vida de pessoas e empresas, agradeçamos ao governo da geringonça o *Processo de Venezuelização em Curso. Graças ao bizarro governo, a república portuguesa tem uma página na internet que marca o dia internacional da felicidade e que, imagine-se dá pelo nome de “FELICIDADE” – assim mesmo, a gritar.

Aos poucos mas de forma consistente, enganam-se todos aqueles que julgam que Portugal ainda possuí uma cultura democrática ligeiramente acima da Venezuela.

Adenda: Como bem assinala a leitora c3lia na caixa de comentários, o Presidente venezuelano criou o vice-ministério para a suprema felicidade do povo, com os resultados conhecidos.

Advertisements

A ideia de Universidade

Liberdade e a ideia de Universidade. Por João Carlos Espada.

A liberdade de expressão não depende do número de pessoas que querem proibir uma opinião, nem de quantas a subscrevem. A missão da Universidade não deriva da opinião ou de modas passageiras dos alunos

Leitura complementar: Inaceitável: Direcção da FCSH cancela conferência de Jaime Nogueira Pinto (4).

Francisco Veloso no Imperial College London

Uma perda importante para a Universidade Católica mas também (mais) um significativo reconhecimento internacional de como a UCP, em várias áreas, difere para melhor do triste panorama do ensino superior em Portugal: Francisco Veloso troca Católica por Imperial College em Londres

Francisco Veloso vai deixar a direção da Católica-Lisbon para liderar a Business School do Imperial College London, uma das mais prestigiadas universidades e escolas de gestão do mundo, a partir do próximo dia 1 de Agosto. O académico português, com 47 anos, deixa a universidade portuguesa ao fim de cinco anos como ‘dean’ (diretor) da Católica Lisbon School of Business and Economic, anunciou o vice-diretor, Guilherme Almeida e Brito, num comunicado enviado aos antigos alunos da instituição.

A seleção de Francisco Veloso “decorre, em larga medida, da trajetória de sucesso que a Católica-Lisbon tem evidenciado ao longo destes anos”, explicam no mesmo comunicado. “O compromisso com a excelência académica, a visão global, a aposta na investigação e um foco crescente na inovação e empreendedorismo, têm vindo a afirmar a nossa escola a nível internacional”, reforçam, o que justificou que a escola atingisse “a 23ª posição no ranking das Top European Business Schools do Financial Times, a melhor de sempre para uma faculdade nacional.”

António Costa, retratos de um não-aficionado

Nacionalizado ao 

As mulheres e as quotas

Ainda que com dois dias de atraso, não quero deixar de recomendar este artigo da minha colega da Universidade Católica Portuguesa, Catarina Santos Botelho: Dia internacional da mulher: tributo ou condescendência?

Precisarão as mulheres, nos Estados de Direito contemporâneos, de medidas de discriminação positiva, tais como “quotas”? Contribuirão essas medidas construtivamente para a perspetivação das mulheres como seres dotados de igual dignidade e de idênticas capacidades físicas, intelectuais, e psicológicas? Será que manifestações coletivas de empoderamento feminino (vulgo, “girl power”) não irão precisamente surtir um efeito contrário ao pretendido, destacando as mulheres pela negativa, perpetuando estereótipos de uma visão sobrecarregada de sexualidade, da mulher-objeto, de instrumentalização de uma suposta fragilidade e inferioridade femininas, numa lógica de vitimização ou num discurso de “coitadinhas”?

In Defense of the Lecture

Um artigo com várias interpretações disparatadas sobre “neoliberalismo” mas também com vários bons argumentos sobre a importância dos formatos tradicionais de ensino: In Defense of the Lecture. Por Miya Tokumitsu.

The best lectures draw on careful preparation as well as spontaneous revelation. While speaking to students and gauging their reactions, lecturers come to new conclusions, incorporate them into the lecture, and refine their argument. Lectures impart facts, but they also model argumentation, all the while responding to their audience’s nonverbal cues. Far from being one-sided, lectures are a social occasion.

The regular timing of lectures contributes to their sociality, establishing a course’s rhythm. The weekly lecture, or pair of lectures, draws students together at the same time and place, providing a set of ideas to digest while reading supplementary material and breaking into smaller discussion sections. Classrooms are communities, and typically lectures are the only occasion for the entire group to convene physically. Remove the impetus to gather — either by insinuating that recorded lectures are just as effective or by making the lecture optional — and the benefits of community disappear.

Paideia – To look forward, one must look back

Um magnífico artigo publicado no prestigiado City Journal por Miguel Monjardino, meu colega no Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa e investigador no CIEP: A Republic in the Atlantic.

On a beautiful day in fall 2004, I walked up a mountain on Terceira Island in the Azores with six students. They were 15-year-olds, all enrolled in public high schools in the Azorean city of Angra do Heroísmo. I was 42. We talked about the Republic of Letters, a voluntary weekend program of readings and conversations that I was designing to prepare high school students for life in a university. At least, that was how I originally conceived of it. I was thinking conventionally: for most parents, academics, and politicians in Portugal, education is about skills, and jobs are the ultimate prize of a good education. As early as tenth grade, students must specialize in a particular field; grades and jobs are paramount.

But soon, I realized that I was wrong about what the Republic of Letters should be—especially as I reflected on a seminar that I had recently attended on Aeschylus’s play Agamemnon. The seminar, conducted by Anthony O’Hear at the Institute for Political Studies at the Catholic University of Portugal in Lisbon, had a huge impact on me, and I became convinced that my new program should not be about preparing students for university but preparing them for the challenges of living. Souls were more important than grades, skills, and academic degrees. Such a project, I felt, should intimately involve the ancient Greeks and classical notions of a liberal education.

Inaceitável: Direcção da FCSH cancela conferência de Jaime Nogueira Pinto (5)

Cancelamento de conferência é “acto de censura grave” e “abjecto”

Na opinião de João Taborda da Gama, comentador diário no programa Carla Rocha – Manhã da Renascença, ao lado de Francisco Assis, trata-se de um “acto abjecto”, decorrente de uma “tentativa de pensamento único, que tem mais de único do que de pensamento”. (…) Taborda da Gama anseia por “ver qual vai ser a posição oficial da reitoria da Universidade Nova” e espera “que rapidamente seja reposta a justiça e a universidade faça jus ao seu nome e à sua essência”.

Inaceitável: Direcção da FCSH cancela conferência de Jaime Nogueira Pinto (4)

Reproduzo de seguida comentário de João Vila-Chã (a partir de um seu post de hoje no Facebook), a propósito da decisão da Direcção da FCSH de cancelar uma conferência de Jaime Nogueira Pinto:

Jaime Nogueira Pinto é um nome conhecido e, presumo, está entre os melhores analistas políticos que há em Portugal. O facto de uma RGA da Universidade Nova ter determinado o boicote à sua presença como conferencista, sendo ele professor, nos espaços da Universidade, quanto a mim, denota apenas duas coisas: 1. que em Portugal ainda há demasiados imaturos a preencher as vagas da Universidade; 2. que em Portugal ainda há pessoas que de tanto falarem em democracia e nos seus valores, incluindo a liberdade de pensamento e de expressão, ainda não fazem, mesmo sendo universitários, a menor ideia do que isso seja. Não conheço os detalhes, mas não importa; o que me interessa é, de momento, apenas dizer o que sei, que é isto: uma Universidade onde não se pode discutir o que quer que seja, em paz e em liberdade, desde que o que haja para discutir seja abordado com seriedade e um mínimo de rigor e em consonância com o princípio do diálogo e da busca da verdade, é uma Universidade que desfaz parte do seu próprio nome. Não tenho nada a ver com a UNL, mas em tempos passados à mesma dei o meu pequeníssimo contributo; não estou em Portugal, mas sinto como próxima a afronta de, seja o que for que se se tenha passado, pelas notícias, ficar a saber que uma pessoa com qualificações para o fazer é formalmente impedida de proferir uma conferência sobre «Democracia e Populismo» em resposta a um convite que lhe foi feito por um grupo de estudantes. As Universidades têm o direito, e o dever, de fazerem as suas escolhas; mas não deixa de ser preocupante ficar a saber que uma Universidade como a de Lisboa ainda consegue ser um local em que estudantes reunidos em RGA e sob ameaças de violência e caos impõem a quem quer que seja dentro da Universidade a sua ignorância, o seu rancor, a sua incapacidade de dialogar e conversar de forma livre e civilizada. Um mau momento, portanto, este de que hoje se fala em Portugal.

A FCSH-UNL e o aperto do domínio da extrema-esquerda sobre o sistema universitário português

Um aspecto chave para o qual o artigo chama a atenção a propósito da decisão da Direcção da FCSH de cancelar uma conferência de Jaime Nogueira Pinto é o controlo e captura dos recursos e instituições públicas por parte da extrema-esquerda: Não foram as ameaças. Foi o medo. Por Helena Matos.

Qual o poder da tribo ululante que impediu a conferência de Jaime Nogueira Pinto na hora de se decidirem avaliações, projectos de investigação e contratações?

Continue reading “A FCSH-UNL e o aperto do domínio da extrema-esquerda sobre o sistema universitário português”

O PCP está uma geringonça

Alguém no PCP tem que colocar ordem na casa estalinista. Corre-se o risco de pensar que a Associação 25 de Abril que  ofereceu as suas  instalações para lá se realizar a conferência de Jaime Nogueira Pinto seja tida como falsa e ao serviço de uma democracia suicida.

A evolução dos truques de imprensa

 Foto: JOSE LUIS ROCA

Aqui, mesmo ao lado, pode-se.

(…)  Asumo que todas las profesiones tienen sus dificultades, pero escribir sobre Podemos te exige ser un héroe cada día”, afirma un periodista. “Evidentemente que está en juego la libertad de prensa, pero eso conlleva una erosión en lo personal terrible, porque estás afrontando un bullying y unas amenazas y un acoso terribles a diario”, sigue en referencia a las conversaciones que mantiene con los dirigentes del partido o a la mención explícita que se hace de su medio en los tuits de las caras visibles de la formación. “A largo plazo lo que están intentando hacer es deslegitimar al periodismo para que cualquier crítica sobre ellos sea ilegítima”. (…)

¿La consecuencia? “A veces no tuiteo las informaciones que sé que pueden generar una mayor contestación de los seguidores del partido hacia mí”, reconoce un periodista como resumen de las presiones que sufre en Twitter. “Y cuando has vivido 15 como esas, a la siguiente te piensas si merece la pena hacer el tema”, completa otro.

Inmediatamente después de la publicación de los tuits, los informadores son objeto de insultos en Internet por parte de usuarios de redes sociales que habitualmente tuitean contenidos de Podemos, o de bulos que propagan falsedades sobre su trayectoria profesional y personal. Incluso estos periodistas han llegado a ver mensajes con emoticonos que aparecen con una pistola.

Leitura complementar: Comunicado de APM ante el acoso de Podemos a periodistas.

Inaceitável: Direcção da FCSH cancela conferência de Jaime Nogueira Pinto (3)

Cancelamento de conferência é “acto de censura grave” e “abjecto”

“Isto é um acto de censura. Acho gravíssimo, não apenas a posição da associação de estudantes – mas, enfim, aí ainda poderemos ter em conta a sua juventude – mas que a direcção da faculdade tome uma posição desta natureza”, começa por criticar Francisco Assis. “Realmente, é um acto de censura e é ainda mais grave porque se passa no interior de uma universidade”, sublinha, considerando “absolutamente inadmissível” e “não enquadrável num Estado de Direito democrático, como é o caso de Portugal”.

Uma visão eslovaca sobre os desafios que se colocam à UE

Dia 13 de Março no Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa, que continua a ser um espaço ímpar de liberdade, reflexão e debate pluralista em Portugal.

Inaceitável: Direcção da FCSH cancela conferência de Jaime Nogueira Pinto (2)

FCSH cancela conferência de Jaime Nogueira Pinto

“Tinha sido convidado por um grupo cultural de jovens patriotas, de uma organização chamada Nova Portugalidade, para ir fazer uma conferência. Mas parece que numa Reunião-Geral de Alunos, a Assembleia Geral, que é maoista ou do Bloco de Esquerda, nem sei bem, fez um grande protesto a dizer que a conferência era uma coisa fascista, reacionária e colonialista. Parece que a contestação subiu de tom e a Associação de Estudantes exigiu à direção da faculdade, que já tinha cedido um espaço, para cancelar a conferência”, explica o escritor e politólogo ao Observador.

O socialismo a dar novos rumos ao progresso

Foto: REUTERS/Carlos Garcia Rawlins

O chavismo reina há quase duas décadas na Venezuela, um dos países que conta com uma das maiores reservas de petróleo do mundo. Com o sistema económico colapsado, o Presidente Nicolás Maduro, de quando em vez, reconhece que “há problemas económicos”, cuja culpa é dos imperialistas do costume que invejam o revolucionário estado venezuelano. De frente perante a dura realidade que criou, o governo socialista venezuelano aposta sempre no aprofundamento das soluções progressistas que tão bons resultados tem dado. Também na área da saúde, o modelo socialista é trágico exemplar.

Venezuelan plumber Marcos Heredia scoured 20 pharmacies in one day but could not find crucial medicines to stop his epileptic 8-year-old from convulsions that caused irreparable brain damage late last year.

The once giggly and alert boy, also called Marcos, could no longer sit on his own and began to shut off from the outside world.

“I called people in the cities of San Cristobal, Valencia, Puerto La Cruz, Barquisimeto, and no one could find the medicine,” Heredia, 43, said in the family’s bare living room in a windy slum overlooking an international airport in the coastal state of Vargas.

“You can’t find the medicines, and the government doesn’t want to accept that.”

Heredia ended up traveling 860 km (540 miles) by bus to the Colombian border to pick up medicine a cousin had bought him in the neighboring country. He was back at work the next day.

Venezuela’s brutal recession is worsening shortages of medicines from painkillers to chemotherapy drugs. (…)

Inaceitável: Direcção da FCSH cancela conferência de Jaime Nogueira Pinto

Assim vai a Universidade em Portugal – a importar da extrema-esquerda internacional as piores práticas de intolerância, fechamento intelectual e tentativa de silenciamento de qualquer voz discordante: Ameaças obrigam a cancelar conferência de Jaime Nogueira Pinto

Ameaças à segurança e integridade física de Jaime Nogueira Pinto, feitas por alunos da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas levaram a Direção a cancelar a conferência ‘Populismo ou Democracia: O Brexit, Trump e Le Pen’, agendada para a tarde de terça-feira, dia 7 de março, e onde o politólogo era o principal orador. “Tenho pena. Trata-se de intolerância de quem quer calar opiniões contrárias”, disse Jaime Nogueira Pinto ao CM após saber do cancelamento. O CM sabe que a decisão foi tomada após a Associação de Estudantes apresentar uma moção contra “um evento associado a argumentos colonialistas, racistas e xenófobos” e apelar à Direção para não ceder a sala onde iria decorrer a conferência.

Holodomor: o negacionismo de deputados socialistas sobre o genocídio ordenado por Estaline

Em nome da russificação, Estaline matou à fome milhões de pesssoas na Ucrânia, Cáucaso do Norte e Cazaquistão
Em nome da russificação, Estaline matou à fome milhões de pesssoas na Ucrânia, Cáucaso do Norte e Cazaquistão
Isabel Moreira,, descontraída, a cuidar da sua pele.
Isabel Moreira,, descontraída, a cuidar da sua pele.

Isabel Santos, Presidente da Comissão de Democracia, Direitos Humanos e Questões Humanitárias da Assembleia Parlamentar da OSCE; Paulo Pisco, pós-graduado em Estudos Europeus e a célebre Isabel Moreira que dispensa apresentações, foram os deputados socialistas que votaram contra no Voto de Condenação Nº 233/XIII  – Reconhecimento do “Holodomor” – Grande Fome de 1932 e 1933 ocorrida na Ucrânia, um dos crimes maiores do regime  comunista soviético.

Leituras complementares: Holodomor: o negacionismo do PCP sobre o genocídio ordenado por Estaline e Parlamento português reconhece Holodomor ucraniano como genocídio comunista.

Erdogan e a importância do jornalismo

erdogan

De acordo com Erdogan, um jornalista é um terrorista. Na melhor das hipóteses um agente secreto, cujo lugar natural é numa prisão.

Em 2013, recorde-se, a Turquia alcança mesmo a proeza de  ultrapassar o Irão e a China no número de jornalistas presos. Os mais indesejados foram acusados de terrorismo e por outros crimes contra o Estado. O então Primeiro-Ministro Tayyip Erdogan, acusava igualmente polícias, procuradores e juízes de estarem na base de uma cabala contra si, procurando envolvê-lo num alegado esquema de corrupção de grandes dimensões.

Na altura, algumas das medidas do executivo turco aprofundaram o maior controlo da internet e das redes sociais por parte do estado. Desde há muito que a liberdade é um bem escasso na Turquia.

Adenda: When The Last Barricade Falls: Remembering Unlawful Takeover Of Turkey’s Largest Daily.

O mesmo caminho socialista

antoniocostasyriza

A austeridade acabou. Grécia pede fotocópias assistência financeira.

Spicer a ser Spicer

spicer

Sean Spicer a 16 de Dezembro de 2016 afirmou que os media não deviam ser impedidos de fazer o seu trabalho, independentemente da natureza negativa da cobertura dos assuntos relacionados com a Casa Branca.

//www.washingtonpost.com/video/c/embed/7c00e7a2-facf-11e6-aa1e-5f735ee31334

Sean Spicer a 24 de Fevereiro, a impedir que vários orgãos de comunicação social assistissem a uma conferência de imprensa da Casa Branca.

A crónica falta de tomates da comunicação social

spicer

Quando o Pinto da Costa ou o Donald Trump decidem quem assiste e participa nas conferências de imprensa, barrando o acesso a orgãos de comunicação social considerados indesejados, a única resposta decente dos media eleitos passaria pelo boicote às conferências de imprensa. Até que estas sejam livres.

Aprender com Margaret Tatcher

Por terras dos Ayatollahs

Imagem: Atta Kenare/AFP/Getty
Imagem: Atta Kenare/AFP/Getty

Depois de chafurdar no jornalismo de referência reverência português, nada como um banho de realidade em que a liberdade de expressão lhes sai do corpo.

Récit de la répression contre la liberté de l’information en Iran depuis le 1er janvier 2017

“Anónimos” apoiantes de Sócrates

44

Um bom resumo de Vítor Matos e Miguel Santos, no Observador.

O modus operandi do blogger que defendia Sócrates

Escreveu sob anonimato e atacou todos os que se opunham a Sócrates. Entrou nos radares da Operação Marquês por causa das alegadas avenças pagas pelo ex-PM. Quem era e o que escrevia “Miguel Abrantes”?

Centralismo e interesses privados – obrigado directores

Directores traçam “linha vermelha”: as câmaras não podem nunca ter responsabilidades na contratação de docentes e no currículo dos alunos, dizem.

Isto é o mesmo que dizer que os municípios nunca poderão influenciar nas escolas aquilo que verdadeiramente pode melhorar a vida dos munícipes. Tudo o que de facto faz diferença na escolha duma escola (qualidade do corpo docente e projecto educativo) continua a vir mandado de Lisboa.

Os directores, com a sua linha vermelha, fazem não só o jogo do centralismo, como continuam a garantir que o preço duma escola privada continua a compensar para quem pode: lá os cidadãos podem encontrar uma escola que oferece alternativas em termos de corpo docente e de projecto educativo. Alguém com aquela visão a preto e branco que tanto por aí se lê, diria que estes directores estão a mando dos interesses privados na educação. Seja como for, quem ganhe dinheiro com colégios agradece, isso é certo.

Trump and DeVos on School Choice

Betsy DeVos foi sem dúvida uma das mais promissoras escolhas de Trump. Veremos o que consegue realizar numa área onde os interesses instalados são poderosíssimos e as reformas são extraordinariamente difíceis.

Trump promises education overhaul in meeting with Betsy DeVos, teachers

Jerónimo Martins – Management Trainee Programme

Até 28 de Fevereiro: Jerónimo Martins – Management Trainee Programme

Atenção, recém-licenciados: Jerónimo Martins abriu o Management Trainee Programme

O programa do grupo que controla o Pingo Doce tem vagas para recém licenciados de diversas áreas, como gestão, ciências, engenharia, tecnologia, artes e humanidades, tendo como objetivo que os integrantes passem pelas diversas áreas da empresa.

O Management Trainee Programme existe há 29 anos e já recrutou 600 licenciados.

Human Action – Amanhã no IEP-UCP

human_action_iep

Amanhã, a partir das 19:00, falarei sobre a obra Human Action, de Ludwig von Mises, no IEP-UCP. Entrada livre. Mais informações aqui.

Human Action – 15 de Fevereiro no IEP-UCP

human_action_iep

No próximo dia 15 de Fevereiro, a partir das 19:00, falarei sobre a obra Human Action, de Ludwig von Mises, no IEP-UCP. Entrada livre. Mais informações aqui.