Jordan Peterson vs. “Social Justice Warriors”

Stossel: Jordan Peterson vs. “Social Justice Warriors”

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O autoritarismo escolar

De vez em quando, relembrar o autoritarismo escolar. Por Mário Pinto.

O Estado não tem direito de educar. O direito de educar não é um direito político. É um direito humano, pessoal e cultural. O Estado não é nem Estado-educador nem Estado-de-cultura. Deve servir, sem discriminar, as liberdades fundamentais dos cidadãos na educação e na cultura. Está ao serviço do direito de auto-educação da pessoa. O educando está primeiro do que o educador. A escola é para o aluno; não o aluno para a escola. Portanto, deve ser o aluno a escolher a escola e não a escola a impor-se ao aluno. As escolas privadas não se impõem a ninguém. Oferecem-se à liberdade de escolha. Faça o Estado a mesma coisa, com as suas escolas.

Estoril Political Forum 2018 – “Patriotism, Cosmopolitanism and Democracy”

Estoril Political Forum 2018
25-27 June
“Patriotism, Cosmopolitanism and Democracy”
Hotel Palácio, Estoril
Preliminary Program» | Application Form»

Liberdade separatista

A Catalunha transformou-se, por magia, num paraíso libertário. Na Catalunha, os separatistas não apreciam a obra de Cervantes e não aprovam a realização de uma iniciativa política do Ciudadanos.

 

St Mary’s University Rises 25 Places in Guardian League Table

Excelentes notícias sobre a minha segunda casa em termos profissionais (onde sou um dos coordenadores do Public Policy and Public Finance Summer Course):

St Mary’s Rises 25 Places in Guardian University Guide League Table

The leap to 80th means St Mary’s is one of the highest climbers in the league table and comes after the University was named a ‘notable climber’ in the 2019 Complete University Guide rankings, and a similar jump in the most recent The Times and Sunday Times Good University Guide.

(…)

St Mary’s Vice-Chancellor Prof Francis Campbell said, “It is fantastic to see St Mary’s make such big climbs in the three major university rankings this year. We have invested in improving standards across the University and we continue to provide outstanding graduate outcomes whilst placing student voice at the heart of the community. This is a great endorsement of our investment, the work of our staff and the plans laid out in Vision 2025.”

Na segunda metade de Julho e primeiros dias de Agosto terá lugar na St Mary’s University o Public Policy and Public Finance Summer Course que desenhei e dirijo conjuntamente com Philip Booth. O curso faz parte de uma parceria de St. Mary’s com a Universidade de Warwick e terá lugar no campus da SMU em Strawberry Hill, no Sul de Londres.

PCP faz prova de vida (2): greve aos exames nacionais

Governo ameaça não reconhecer nem um dia da carreira congelada, professores avançam com greve a tudo

“Os professores não são filhos de um deus menor”, disse o sindicalista, lembrando que os restantes trabalhadores da Função Pública viram recuperados os anos de serviço que estiveram congelados. Sem perder tempo, Nogueira já falou com os restantes sindicatos — FNE incluída — e não foi difícil chegar a acordo. Mantém-se a greve já convocado às avaliações a partir de 18 de junho e juntam-se outras novas: greve aos exames nacionais, às aulas que ainda estão a decorrer até ao final do ano letivo e a tarefas burocráticas.

Conferência: RBI – Rendimento Básico Incondicional – Univ. Lusófona, 24 de Maio

Na próxima Quinta-feira, dia 24 de Maio, a partir das 17 horas estarei no primeiro painel desta conferência sobre RBI na Universidade Lusófona, em Lisboa. Mais informações aqui.

Católica Lisbon melhor escola portuguesa no ranking do “Financial Times”

Está mais uma vez de parabéns toda a equipa da Católica Lisbon School of Business and Economics: Há 4 escolas portuguesas no ranking do Financial Times. Católica é a melhor

A Universidade Católica é a grande vencedora portuguesa nos rankings globais do Financial Times, publicados esta segunda-feira, sobre formação executiva. Em relação ao ano anterior, a Católica Lisbon School of Business & Economics sobe 3 posições, tendo sido considerada a 40.ª melhor do mundo.

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The ‘Intellectual Dark Web’

I Was Liberated by the ‘Intellectual Dark Web’. Por Max Diamond.

Some, like Weiss, worry that we are now living in a culture “where there are no gatekeepers at all”—where there are no longer people who are clearly beyond the pale and who ought not to be given a platform. Weiss criticizes the intellectual dark web for not acting as gatekeepers and drawing such boundaries. But hoping that other people take the burden of drawing intellectual boundaries takes that responsibility off of the individual. The point of becoming educated is to become intellectually free: capable oneself of judging a Jordan Peterson from a Milo Yiannopoulos from a Jared Taylor, and more simply, of distinguishing a well-evidenced and well-reasoned idea from a bad one. The intellectual dark web influenced me less in regard to specific propositions and far more in my ability to reflect upon my own assumptions. That is, these thinkers have helped me become educated so that I can decide for myself what is reasonable without the aid of “guardians”—whether professors, mainstream journalists, college students, or Paul Krugman. When college protesters silence speakers, the concern is not they have the drawn boundary of reasonable speech too thin, but rather that they are undermining individuals’ ability to become educated: to learn, and to decide for themselves what are reasonable and unreasonable ideas.

“Using Voter-choice Modeling to Plan Final Campaigns in Runoff Elections” – 10 de Maio em Lisboa

Na próxima, Quinta-feira, dia 10 de Maio, mais um seminário da Arrow Workshop Series, uma iniciativa conjunta do CIEP e do CUBE da Universidade Católica Portuguesa.

“A Educação em Portugal” – Alexandre Homem Cristo, IEP-UCP, 2 de Maio

“A Educação em Portugal” por Alexandre Homem Cristo
02 Maio | 18h30-20h00
Sala de Exposições – Piso 2 Edf. BJPII

Na vida precisamos de conta-passos…

Um excelente artigo de Nuno Crato: O meu Conta-Passos.

Ao contrário dos românticos, que pensam que ter vontade e trabalhar ou estudar com gosto é o que basta para progredir, a psicologia e a gestão mostram que a avaliação é fundamental para o progresso.

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Open Day IEP – 18 de Abril

Síria: a verdade luminosa e a verdade embriagada

Fonte fidedigna (como nenhuma outra, sublinhe-se) assegura-me e aos povos que ontem, na Síria “as luzes da noite foram os 93% de mísseis derrubados”. Os crentes dariam graças, com a ajuda da força das orações. O pragmático detentor da verdade, ao som de um hino pimba nacionalista em louvor a Assad, Putin e aos teólogos iranianos, revela que quem ” espalhou o caos entre os enxames de mísseis violadores do Direito Internacional e do sono dos povos” foi um tal de “anjo da guarda das nações pobres” o  Pantsir-S1, a arma de defesa anti-aérea russa.
Graças a Eles, o “ataque americano (foi) reduzido ao ridículo pela defesa anti-aérea russa e síria. Acabou o tempo dos bombardeamentos impunes. O povo sírio de parabéns.”
Falta mesmo pouco para o regresso eminente da paz que teima em fazer-nos esperar por dias gloriosos e ordeiros, já lá vão sete anos.

Compreender o putinismo LXXXV

Estão finalmente explicados os fenómenos da santidade e do excepcionalismo  russo.

No que toca à santidade – algo que pode ser alterado a qualquer momento, assim queira o chefe Putin -, para além da verborreia propagandística, a Santa Mãe Rússia opta por nada fazer acerca do segundo ataque militar aliado (EUA, Reino Unido e França) durante a administração Trump à Síria, país que se encontra em guerra há sete anos.

A grande novidade no que toca ao ponto central do excepcionalismo russo é que os russos sob a sábia direcção de Vladimir Putin  possuem, em regime de exclusividade para o planeta Terra, a capacidade sobre-humana de ir e regressar do futuro.

A prova, imune a fake news, para os cépticos:

(…) Russian Foreign Minister Sergei Lavrov said citing data from the Swiss laboratory that the BZ toxin was used in the poisoning of the Skripals, adding that the chemical has been in the possession of the US and the UK, but has never been produced in Russia. Specialists from the laboratory finished examining the samples on April 27.(…)

Vencer o tédio é uma arte

O meu filho passou as férias da Páscoa no meu escritório; foi bom ver uma criança saber vencer o tédio. A minha crónica hoje no i.

Vencer o tédio é uma arte

Por razões várias o meu filho passou as férias da Páscoa no meu escritório. Uma pessoa vê-se perante esta inevitabilidade, planeia o que pode, convence-se de que tudo correrá bem, ao mesmo tempo que receia venha a ser o caos. Prepara-se para tudo, menos para a surpresa do que verdadeiramente acaba por acontecer. Levar o filho para o trabalho por falta de alternativa e acharmos que o miúdo merecia melhor é esquecer o que é ser criança. Que uma criança, o que mais gosta, o que mais valoriza, o que mais deseja, o que mais quer é estar com os pais.

Tomamos o pequeno-almoço, vestimo-nos, eu pego nas minhas coisas, e tu, já tens as tuas? “Sim, e levo também a carteira que hoje pago eu o almoço.” Entramos no elevador, descemos e vamos a pé pela rua, vais a pé pela rua de mão dada à tua mãe, o que uma criança mais deseja na vida, andas enquanto pensas, talvez sobre o que vais fazer, apercebo-me disso quando te ouço: “Papá, posso usar a tua máquina de fotocópias?”

Podes fazer tudo o que quiseres desde que não seja correr e falar alto e interromper quem está a trabalhar. Não peças colo às minhas colegas, embora saibamos que te vais aproximar delas, assim como quem se encosta, lança uma pergunta, deixa um comentário, faz um sorriso, deita uma gargalhada, quem é que não se desarma com uma? e depois se rende, primeiro quando te abraça, depois quando te empoleiras e sobes e lanças mais perguntas. Um sorrisinho, uma gargalhada curta, que já as tens no colo, no teu, quando é o delas que te dão.

Espreitas para ver quem entrou, quem se senta na sala de reuniões e aguarda pelo teu pai. Uns têm um ar sério, outros até parecem felizes, cumprimentam-me, contentes, e sentam-se; uns aceitam um café, outros não, nem sequer um copo de água, que se atiram logo ao trabalho; alguns nem português falam, vêm de outros sítios, de lá longe, para estar aqui perto, mesmo ao lado da sala onde estás agora a escrever, ou a fazer desenhos que fotocopias, sei que o fazes porque ouço, no meio da minha reunião, o barulho da máquina a ligar-se e a puxar o papel que vais receber, deliciado.

O dia acaba, mais um, menos um para que as férias terminem, menos um em que vais gostar de ficar naquele sítio onde se trabalha e se trata de coisas sérias, excepto quando lá estás; mais um para guardar na memória, mais um contigo, mais um inesperado, ao todos foram dez, dez dias inteiros, preenchidos, inesquecíveis. Dias que antevi com preocupação, mas que cedo percebi ser o que mais desejavas.

Trumpices

Conheço um presidente que se deu muito mal com o uso indevido do Facebook. Este, como é do conhecimento geral, é o presidente mais libertário e pacifista de sempre que exerce o mandato e “envia” bombas através do Twitter. Um senhor!

Pedófilos na creche, Síria na ONU

Não virá grande mal ao mundo nem à ONU (vénia ao engenheiro Guterres), a Síria, um país com uma história, um presente e um futuro tão ricos quanto pacíficos contribuir para o desarmamento químico e nuclear do Planeta.

Syria to chair UN disarmament forum on chemical & nuclear weapons

Não somos todos marxistas

Não somos todos marxistas. Por João Carlos Espada.

Ao contrário do que costuma ser dito sobre Marx, o que é distintivo da sua doutrina não é o impulso moral de indignação perante a pobreza das classes trabalhadoras. Esse impulso moral existiu em vastos movimentos sociais não marxistas e anti-marxistas, vários aliás de forte inspiração cristã. (…) O que foi distintivo do marxismo foi a atribuição de um carácter alegadamente científico à teoria da luta de classes. Marx reclamou ter descoberto as leis do desenvolvimento histórico, à semelhança das leis do desenvolvimento da natureza orgânica conjecturadas por Darwin. O marxismo seria por isso uma “doutrina científica” que explicava toda a história da humanidade com base em leis inexoráveis. Daí decorria que o socialismo e o comunismo sucederiam inexoravelmente ao capitalismo, da mesma forma que este sucedera inexoravelmente ao feudalismo, como este sucedera ao regime esclavagista e este, por sua vez, sucedera ao “comunismo primitivo”.

Seminário “Blockchain e a Digitalização da Sociedade” – 4 de Abril na Universidade Católica, no Porto

Seminário “Blockchain e a Digitalização da Sociedade”

As Crises Económica e Política à Luz da Escola Austríaca de Economia – 4 de Abril no Porto

Para quem esteja pelo Porto no próximo dia 4 de Abril, uma oportunidade a não perder para ouvir o Professor Ubiratan Iorio, Professor da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e Diretor Académico do Instituto Mises Brasil.

Mais informações aqui.

A atracção por ditadores

Portugal e Rússia: a “geringonça” tem as costas largas, por João Miguel Tavares. A atracção do PS por ditadores e cleptomaníacos – uma tradição que vem de Sócrates.

O Governo virou as costas aos aliados. É uma vergonha que nos sairá cara, por José Manuel Fernandes.   A diplomacia portuguesa de mãos dadas com o regime de oligarcas.

Fake news. Putin, O porteiro do Kremlin adorado por liberais variados, socialistas e integralistas lusitanos perdidos de amor por super-líderes, oferece estátuas de ditadores socialistas? A culpa é dos ingleses.

Compreender o putinismo LXXXIV

Artigo de Daniel Hannan sobre o putinismo: Putin will keep up his aggression until he encounters resistance.

(…) Putin’s experiences so far have taught him that the West is craven, sluggish, and filled with useful idiots. In the old days, the useful idiots came from the far Left. While a few of these are still around – notably the British Labor leader, Jeremy Corbyn, who seamlessly transferred his sympathy from Communist Russia to Putinite Russia – most now come from the authoritarian Right: Marine Le Pen and Geert Wilders in Europe, UKIP in Britain, and a few Trump cheerleaders in the U.S.

Putin will probe and probe until he encounters real resistance. And, so far, he hasn’t.

Public Policy and Public Finance Summer Course – London

Depois da experiência bem sucedida do ano passado, na segunda metade de Julho e primeiros dias de Agosto terá lugar na St Mary’s University, em Londres, o Public Policy and Public Finance Summer Course que desenhei e dirijo conjuntamente com Philip Booth.

O curso faz parte de uma parceria de St. Mary’s com a Universidade de Warwick e terá lugar no campus da SMU em Strawberry Hill, no Sul de Londres.

Entre os oradores convidados incluem-se o Chief Economist do Bank of England, Andy Haldane, a ex-Ministra britânica Ruth Kelly e Chris Snowdon e Stephen Davies do Institute of Economic Affairs. O programa académico inclui ainda visitas ao Bank of England e às Houses of Parliament.

Mais informação disponível aqui: Public Policy and Public Finance Summer Course.

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“Porquê a Teologia? Na universidade e espaço público”, 19 de Março na UCP

Sobre a contratação de Passos Coelho como professor catedrático convidado (2)

Passos académico ou como a espuma foge dos temas que importam. Por Nuno Garoupa.

Durante uns dias, as redes sociais (logo também a comunicação social) andaram muito comocionadas com o anúncio de que o anterior primeiro-ministro ia dar umas aulas no ISCSP como professor catedrático convidado. Ora, um ex-governante colaborar numa universidade pública nem deveria ser notícia (por exemplo, a colaboração de Paulo Portas com a Nova SBE não ofereceu grande ruído público), muito menos ser objeto de enorme polémica. É absolutamente natural que uma escola na área das políticas públicas queira a colaboração de alguém que foi primeiro-ministro. Quer para os seus conteúdos letivos (uma matéria para reflexão dos órgãos próprios da escola) quer como cabeça-de-cartaz para atrair alunos num mercado de licenciaturas e mestrados cada vez mais competitivo (para mais numa escola com uma forte ambição de afirmação interna e sem uma forte componente internacional). E, sendo um ex-primeiro-ministro (eleito democraticamente), merece evidentemente um lugar condigno. Muitos alimentaram uma enorme confusão entre catedrático (professor doutorado, agregado e concursado) e catedrático convidado (professor convidado com equiparação e salário de catedrático por decisão dos órgãos da escola). Por maldade ou por total desconhecimento, certamente, pois nunca o ex-primeiro-ministro poderia estar na tal famosa “carreira académica” quando não tem habilitações literárias, nem competência científica para tal. Contudo, é um ex-primeiro-ministro, pelo que faz todo o sentido que seja um professor convidado ao nível de catedrático, se os órgãos científicos do ISCSP assim o legitimamente entenderem.

Leitura complementar: Passos Coelho vai ser professor catedrático convidado. E pode?

“O Estado Providência em Portugal”, 14 de Março, IEP-UCP

Uma excelente oportunidade para ouvir Miguel Gouveia, um dos melhores especialistas nacionais neste tema.

Sobre a contratação de Passos Coelho como professor catedrático convidado

Um artigo que vale a pena ler no Observador, para o qual contribuí (modestamente) com a minha perspectiva sobre este tema e a muito peculiar polémica entretanto gerada em torno desta contratação: Passos Coelho vai ser professor catedrático convidado. E pode?

Feliciano Barreiras Duarte e a Universidade de Berkeley

Secretário-geral do PSD mente em currículo e universidade de Berkeley acusa-o de falsificar documento

O secretário-geral do PSD, Feliciano Barreiras Duarte, que subiu ao cargo depois de Rui Rio se tornar presidente do PSD, incluiu durante anos no seu currículo o estatuto de visiting scholar na Universidade de Berkeley, apesar de o seu nome não constar nos registos da universidade e de nem sequer ter estado lá.

Perante esta revelação, o secretário-geral do PSD, antigo chefe de gabinete de Pedro Passos Coelho no PSD e ex-secretário de secretário de Estado adjunto de Miguel Relvas, avançou que vai corrigir essa informação.

Secretário-geral do PSD retifica currículo

Feliciano Barreiras Duarte estava convencido que tinha o estatuto de ‘visiting scholar’ de Berkeley. Mas não consta dos registos da Universidade da Califórnia. Porque não o tem. Confrontado pelo SOL, o deputado diz que até chegou a pedir parecer à Comissão de Ética da Assembleia da República, mas reconhece que nunca esteve em Berkeley, porque foi para chefe de gabinete de Passos e depois para o Governo. Professora luso-americana fala em ‘falsificação’.

Vídeo: Liberalismo e os Partidos em Portugal

Deixo aqui o vídeo da tertúlia organizada pelo Instituto Mises Portugal no IEP-UCP no passado dia 22, com o nosso André Azevedo Alves com o convidado e o Vice-Presidente do IMP, Bernardo Blanco, na moderação.

Clique na imagem para aceder ao vídeo.