O anti-semitismo de Corbyn (3)

Jeremy Corbyn refuses to apologise amid row over Palestinian terrorists wreath

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Marine Le Pen e Jeremy Corbyn

Marine Le Pen na Web Summit

Marine Le Pen voltou à lista de oradores da Web Summit

The problem of faulty gender pay gap stats

Let’s quit while we’re behind, and not subject more women to faulty gender pay gap stats. Por Kate Andrews.

A emigração no Portugal pós-austeridade (2)

A emigração no Portugal pós-austeridade

Aumenta emigração portuguesa

Aumento de 4,6% nas saídas para doze países. Reino Unido ainda lidera.

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A gravidade do caso Robles e as suas possíveis implicações

Comentários meus num artigo da Lusa sobre a gravidade do caso Robles e as suas possíveis implicações: Caso Robles leva BE às contradições de outros partidos e pode beneficiar PS

A CP e o serviço público de transportes no Portugal pós-austeridade

Sauna forçada num alfa pendular. Por Manuel Carvalho.

O ar condicionado não funcionava como não funcionam as portas das casas de banho, como falta a água e papel, como há sistemáticos atrasos, como há bancos a ficar rotos. A CP é a prova da penúria do Estado que diz ter virado a página da austeridade.

CP gastou 18 milhões de euros em comboios, mas ar condicionado não funciona

As frotas da empresa responsável pelos comboios portugueses foram remodelados nos últimos dois anos, mas o ar condicionado tem falhado nos dias de maior calor. No domingo a CP cancelou a venda de bilhetes dos Alfa Pendular e Intercidades.

O caso Robles vai muito além da arrogância do Bloco de Esquerda (2)

Rir não é remédio. É placebo. Por Helena Matos.

Será que o BE manda Ricardo Robles fazer um atelier de desconstrução do senhorio tóxico que há dentro dele? Há coisas piores. Ser governado por gente desta, por exemplo.

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O dia em que os graffiti passaram a ser vandalismo… (2)

A ironia atingiu o seu climax

Ainda parece que foi ontem…

Robles “não fez nada de errado”

No BE a hipocrisia faz parte do ADN: a extrema-esquerda das mãos sujas

Desenganem-se: se não fossem hipócritas, estariam no PCP. Por CGP.

O eleitorado do BE não é absolutamente homogéneo e é natural que haja algumas pessoas sensíveis à hipocrisia que deixem de votar BE, mas não serão muitos. Uma das coisas que o seu eleitorado valoriza no BE é precisamente a hipocrisia e a incoerência. A razão pela qual o BE tem ume penetração tão grande nas classes média-alta é precisamente por lhes dar a possibilidade de sinalizar virtude sem abdicar do vício, a possibilidade de apontar o dedo ao capitalismo selvagem e beneficiar dele, apelando à revolução a partir dos restaurantes mais exclusivos da capital. Não digo com isto que não haja hipocrisia no PCP. Mas ela é mais controlada (como tudo no PCP) e, consequentemente, punida mais severamente. No BE a hipocrisia faz parte do ADN.

Ricardo Robles renuncia ao mandato

Observador:

Ricardo Robles renunciou ao mandato na Câmara de Lisboa e também ao de membro da comissão coordenadora concelhia de Lisboa do Bloco de Esquerda (BE).

Boas notícias! Ricardo Robles pode assim continuar o seu trabalho na reabilitação de prédios, para o qual já mostrou ter talento.

Não só poderá obter mais benefícios financeiros, como também Lisboa continuaria a ter cada vez menos prédios devolutos. Isto se reformulação das leis defendidas pelo Bloco de Esquerda o permitirem…

O caso Robles vai muito além da arrogância do Bloco de Esquerda

O argumento que Miguel Morgado levanta aqui é certamente oportuno e pertinente mas creio que não se deve dar por adquirido a parte “Robles pode fazer isto como qualquer outra pessoa”. Além da venda aparentemente ruinosa para a Segurança Social, há ainda em aberto, pelo menos, as questões do empréstimo de meio milhão de euros obtido junto da CGD e a rapidez e abrangência dos licenciamentos obtidos.

É possível que Ricardo Robles tenha actuado “como qualquer outra pessoa”, sem abuso da sua posição e ligações políticas e sem favorecimentos ou ilegalidades mas parece excessivo dar tudo isso como adquirido face ao que já se sabe sobre este caso.

Catarina Martins desmentida pela Presidência da República

Catarina Martins envolve Marcelo na defesa de Ricardo Robles. Belém não gostou e desmente que haja diplomas à espera de decisão

O argumento utilizado por Catarina Martins para defender Ricardo Robles dá a entender que os diplomas em causa, que justificam os “incómodos aos interesses imobiliários”, estão parados em Belém. E esta tentativa de envolver Marcelo no problema não caiu bem na Presidência.

O Presidente estava em visita oficial à Áustria quando rebentou o caso Robles, na sexta-feira, e este sábado, já em Lisboa, esteve na cerimónia em que José Tolentino de Mendonça foi ordenado arcebispo sem que, em nenhum destes momentos, tenha abordado o caso do vereador do BE na Câmara Municipal de Lisboa.

Ao Observador, fonte de Belém esclarece aliás que “não há, neste momento, nenhum diploma da Assembleia da República a aguardar decisão do Presidente”.

Mariana Mortágua, Ricardo Robles e a hipocrisia do Bloco de Esquerda

Como Mariana Mortágua atacou Robles sem saber

“Quem é rico e tem dinheiro fica com uns bons prédios em boas áreas”, criticou Mariana Mortágua na Assembleia Municipal de Lisboa em 2014. Robles estava ao lado e já tinha comprado o prédio.

O Jornal Económico e a duplicidade do Bloco de Esquerda

Exemplar em todo este caso o Jornal Económico: Nota da Direção do JE sobre o caso Robles

A Direção do Jornal Económico repudia as declarações da líder do Bloco de Esquerda.

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O caso Robles e a boa imprensa do Bloco de Esquerda

Adolfo Mesquita Nunes e Mariana Mortágua debatem caso Robles

Mariana Mortágua e Adolfo Mesquita Nunes debatem a polémica em torno de Ricardo Robles

Robles e o alojamento local (4)

Robles e o alojamento local (3)

Prédio de Robles em Alfama esteve à venda para alojamento local

O edifício que Ricardo Robles e a irmã têm em Alfama foi posto à venda como um “prédio para investimento em área prime”, cujos “apartamentos estão prontos para serem utilizados em short term rental”. Isto é, alojamento local para turistas. No anúncio da imobiliária, que foi retirado da Internet mas a que o PÚBLICO teve acesso, diz-se que esta é uma “oportunidade única em área turística no coração de Lisboa” e descrevem-se as características do imóvel: são 11 apartamentos, sendo que o maior tem 41 metros quadrados e o mais pequeno 25. Os restantes têm 28, 29, 30, 31, 33 e 35 metros quadrados. “Todos possuem cozinha equipada, vidros duplos, ar condicionado e piso em madeira tábua corrida”, lê-se no anúncio publicitário. O edifício resulta “da junção de dois prédios”, tem 728 metros quadrados e três portas para a Rua do Terreiro do Trigo. Além de 11 fracções, tem três lojas. É apresentado como estando “localizado em frente ao Terminal de Cruzeiros de Lisboa, ao lado do Museu do Fado e do charmoso Largo do Chafariz de Dentro”.

Assim, o prédio do vereador do Bloco de Esquerda na Câmara de Lisboa e da sua irmã iria muito provavelmente ser vendido a uma empresa de promoção de alojamento local, que Ricardo Robles tem apontado como um dos principais motivos para a carência habitacional no centro de Lisboa.

Robles e o alojamento local (2)

Robles e o alojamento local