“resistência identitária”

Sugiro o seguinte exercício: substituir “negro” por “branco” nesta narrativa e imaginar quais seriam as reacções…

“Uma ferramenta de resistência identitária” chamada Djidiu

Ao longo de um ano, vários afrodescendentes reuniram-se em Lisboa para dizer poesia e partilhar a experiência de ser negro. A associação Afrolis edita agora algumas dessas vozes em formato de livro. O lançamento é esta terça-feira, no Museu do Aljube.

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Os argumentos esmagadores dos criadores de Pallywood

Fonte: Dry Bones.

SNS, pós-austeridade…

Por uma vez, Ordem dos Médicos e Ordem dos Enfermeiros estão de acordo.


À atenção d@s feminist@s…

…que, estranhamente, ainda não manifestaram o seu entusiasmo perante esta possibilidade: Ivanka Trump, husband agreed she’d be the one to run for president, book says

Trumpices

Quando um presidente condiciona e sonha proibir a edição de um livro, estamos perante o mais liberal (certificado) dos presidentes ou um destacado crítico literário?

Trumpices

Steve Bannon numa relação complicada com a família Trump. Ou como costuma dizer o povo, zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades.

Donald Trump’s former chief strategist Steve Bannon has described the Trump Tower meeting between the president’s son and a group of Russians during the 2016 election campaign as “treasonous” and “unpatriotic”, according to an explosive new book seen by the Guardian.

Bannon, speaking to author Michael Wolff, warned that the investigation into alleged collusion with the Kremlin will focus on money laundering and predicted: “They’re going to crack Don Junior like an egg on national TV.”

Fire and Fury: Inside the Trump White House, reportedly based on more than 200 interviews with the president, his inner circle and players in and around the administration, is one of the most eagerly awaited political books of the year. In it, Wolff lifts the lid on a White House lurching from crisis to crisis amid internecine warfare, with even some of Trump’s closest allies expressing contempt for him.

Bannon, who was chief executive of the Trump campaign in its final three months, then White House chief strategist for seven months before returning to the rightwing Breitbart News, is a central figure in the nasty, cutthroat drama, quoted extensively, often in salty language.

 

A extrema-esquerda, o Povo e as pessoas concretas

Faz hoje três anos que publiquei este texto no Observador. Infelizmente, creio que mantém plenamente a sua actualidade: Raquel Varela, o Povo e os porcos

Medina ajuda os carenciados III

A começar pelo vice-presidente da capital do país, Duarte Cordeiro omissões. Um bom trabalho de Rui Pedro Antunes, do Observador.

Medina ajuda os carenciados II

CML, uma amiga dos seus amigos. Porreiro, pá!

Câmara de Lisboa. Avenças em gabinetes do PS chegam a aumentar 80%.

(…) Os aumentos nas avenças em causa são significativos e foram atribuídos a assessores com ligações ao PS. Catarina Gamboa, ex-dirigente da JS e mulher do secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Pedro Nuno Santos, teve um aumento de mais de 2 mil euros no atual mandato e viu a sua remuneração subir para 4.615,57 euros ilíquidos mensais. O mesmo aconteceu com o filho do blogger que assinava como “Miguel Abrantes” no blogue Câmara Corporativa, que o Ministério Público acredita ter recebido verbas de José Sócrates dirigidas ao pai para defender o antigo governante socialista: António Mega Peixoto teve um aumento da avença de 2.135,39 euros para 3.468,04 euros mensais. O mesmo aconteceu com o vice-presidente da Federação do PS de Aveiro, Pedro Vaz — número dois de Pedro Nuno Santos nesta estrutura — que teve um aumento de 2.899,11 euros, para 4.615,57 euros.

Olhando para as 34 nomeações de gabinetes de vereadores eleitos nas listas PS publicadas até agora no site Base.gov, houve 30 reconduções de membros que já estavam na autarquia no anterior mandato. Em 26 desses 30 casos houve aumentos das avenças. (…)

Notícias do moderado Irão

Falta “pernil” no Irão.

 

Uma argumentação raríssima…

João Galamba e o caso Raríssimas: “Há uma falha aqui, que é dos denunciadores à TVI”

Paula Brito e Costa: “Sinto-me muito magoada com o meu país”

Raríssimas e Vieira da Silva

Vieira da Silva foi vice-presidente da Assembleia Geral da Raríssimas

Raríssimas: Ministro Vieira da Silva conhecia irregularidades desde outubro

Raríssimas. Vieira da Silva já tinha sido alertado em outubro

US Presidents saying Israel’s capital is Jerusalem

Presidents saying Israel’s capital is Jerusalem

Continue reading “US Presidents saying Israel’s capital is Jerusalem”

Marques Mendes sobre Mário Centeno e o Eurogrupo

Luís Marques Mendes continuará – presumivelmente – a debitar semanalmente os seus recados e comentários no prime time da SIC, o que diz mais sobre o espaço mediático nacional do que sobre o próprio Marques Mendes.

Coisas fantásticas no reino da ONU

Trumpices

Há circos com espectáculos mais pobres.

Trump diz que Michael Flynn não fez nada de ilegal, mas que teve de o despedir por mentir ao FBI.

Emails Dispute White House Claims That Flynn Acted Independently on Russia.

Kushner Told Flynn to Sabotage U.S. Policy With Russia’s Help.

 

 

Retrato do herói catalão

Imagem que se tornou independente da conta @____tuan

Mr. Bean en Bruselas, por Isabel San Sebastián.

Si no hubieran provocado una catástrofe social, económica y política de consecuencias gravísimas, las andanzas del golpista catalán huido serían dignas de una película protagonizada por Mr. Bean. Porque a Groucho Marx no llega el exalcalde de Gerona. A Carles Puigdemont le faltan clase, ingenio, inteligencia y profundidad para aproximarse al genial Julius Henry, el más brillante de los magistrales hermanos. Lo de nuestro turista en Bruselas se sitúa en la órbita del personaje que interpreta en la pantalla Rowan Atkinson con el pelo engominado, sonrisas babeantes y una mirada tan iluminada como la del «president» a la fuga. Un tipo un tanto ridículo, a caballo entre lo cómico y lo patético, cuya conducta errática acaba provocando situaciones que escapan a todo control. La perfecta encarnación del friki. Solo que en este caso no se trata de un actor interpretando un guion cinematográfico con el propósito de hacernos reír, sino de un presunto delincuente escapado de la Justicia y determinado a reincidir. Un gestor acusado nada menos que de malversación de caudales públicos, prevaricación, sedición y rebelión, a quien demasiados medios de comunicación españoles otorgan honores de gran dirigente. ¡Lo nunca visto! (…)

A ética republicana da geringonça e as casas ardidas que pagam IMI II

A esquerda não tem vergonha. As cinzas vão mesmo pagar IMI.

 

Leitura complementar: A ética republicana da geringonça e as casas ardidas que pagam IMI

A ética republicana da geringonça e as casas ardidas que pagam IMI

Costa a abraçar uma contribuinte passiva cuja casa ardeu num incêndio florestal e que acaba de chegar da repartição das finanças, onde pagou o IMI.  A contribuínte não tem casa mas cumpiu o dever patriótico e cívico. Não tem nada a ver com os figurantes, a Aximage e o focus group. 

 

Ontem choquei de frente com este tweet da Margarida B. Lopes.  E pensei: mesmo para a evidente falta de nível político, ético e moral da geringonça, é mau demais para ser verdade. Erro meu.
Pelo menos 110 pessoas morreram, vítimas de incêndios florestais. Milhares ficarem sem sustento, sem nada. E o que fazem o PS, o BE e o PCP a propósito de uma iniciativa do PSD de isentar de IMI (referente a este ano e ao próximo) as pessoas que perderam as casas (prédios urbanos, rústicos e industriais)? Chumbam a proposta dos sociais-democratas, obrigando estas vítimas a pagarem IMI sobre imóveis que foram destruídos pelos fogos.
Por uma questão de higiene, vale a pena seguir a discussão na página da Margarida B. Lopes.
E para os mais distraídos em geral e em particular, aos deputados nacional-socialistas de rosto humano, a autora do tweet relembra que existem várias propostas da geringonça para isenções de IMI no OE 2018 e aprovadas na Assembleia da República.
Em resumo: a geringonça não aprovou a medida proposta pelo PSD porque entendeu não o fazer. Em jeito de conclusão: a decisão da geringonça mesmo levando em linha de conta os baixos padrões da geringonça, é monstruosa.
Às criaturas do PS, Bloco de Esquerda e do Partido Comunista que de livre vontade o fizeram, desejo que seja insuportavelmente pesada a terra que levarão em cima.

Socialism happens

A greve dos professores e a “bolha”

Por que é que os professores não têm razão (ou não têm toda a razão). Por José Manuel Fernandes.

O argumento dos professores parece imbatível: se aos outros trabalhadores da administração pública vai ser contado todo o tempo de serviço para efeitos de evolução na carreira, porque haverão os professores de ficar de fora? Mais exactamente, porque ficam de fora “nove anos, quatro meses e dois dias de tempo de serviço”, como dizem os sindicatos, contabilizando os períodos entre agosto de 2005 e dezembro de 2007 e entre 2011 e 2017?

Visto desta perspectiva a lógica sindical parece imbatível e a irritação dos professores uma maré imparável. Mas temos de ter também a perspectiva do contribuinte (serão mais 650 milhões de euros em salários de funcionários públicos), tal como não podemos perder a perspectiva de todos os que, não sendo trabalhadores do Estado, não beneficiam deste inominável princípio em que “a antiguidade é um posto”. No mundo real, aquele que fica fora do ambiente protegido em que vivem os professores e os outros funcionários públicos, não é assim. Nunca poderia ser assim. Sobretudo é cada vez menos assim.

É esta perspectiva que me interessa, pois é ela que interessa à maioria dos portugueses que pagam impostos e não sabem o que é isso de “promoções automáticas”. Pelo contrário: conhecem bem o mundo em que os empregos não são para a vida, em que as passagens pelo desemprego quase sempre se traduzem na aceitação de empregos com uma menor remuneração, o mundo em que muitas vezes se negoceiam reduções salariais e não promoções “porque sim”.

Esta greve dos professores teve o mérito de nos recordar como é diferente a “bolha” em que vivem aqueles para quem este Executivo tem governado – as corporações que vivem do Estado ou à sombra do Estado – e a dura realidade dos que têm que fazer pela vida e pela criação de riqueza.

Festa no Panteão: a culpa é do Passos, da Cristas e dos eucaliptos com dois anos

Entretanto, o site www.patrimoniocultural.gov.pt recolheu ao Panteão Nacional. Acreditemos que a culpa é do governo anterior.

Adenda “eu não fui”: (…)Quanto à presença de membros do Governo no polémico jantar, o gabinete do primeiro-ministro só esclarece que António Costa não participou. O mesmo gabinete não esclarece se qualquer outro membro do executivo esteve presente.

António Costa, o novo Odorico Paraguaçu

Festa rija no Panteão Nacional. Descubra as diferenças entre a personagem de ficção e um ser desprovido de vergonha o Primeiro-Ministro de Portugal.

Candidato a prefeito da cidade fictícia de Sucupira, elegeu-se com a promessa de construir o cemitério da cidade.[2] Apesar de corrupto e demagogo, era adorado pelos eleitores e exercia fascínio sobre as mulheres.[2][1] Era pai de Telma (Sandra Bréa) e Cecéu (João Paulo Adour).[2]

Dono de uma retórica vazia, gostava de citar filósofos e políticos, como Platão e Rui Barbosa, ou inventava frases que atribuía a personalidades.[2]

O problema de Odorico é que, após a inauguração do cemitério, ninguém mais morreu. Desesperado com a situação, tomou iniciativas macabras para concretizar sua promessa, provocando situações cômicas.

Para o futuro fica a ideia para mais eventos: só em Lisboa existem outros sete locais -Cemitério Alto de São João, Cemitério da Ajuda, Cemitério de Benfica, Cemitério de Carnide, Cemitério do Lumiar, Cemitério dos Olivais e o promissor Cemitério dos Prazeres-, que podem ser usados de uma forma moderna, festiva e progressista.  O poder local recentemente eleito promete e a Geringonça que é incapaz de cuidar dos vivos e de respeitar os mortos governa o país a cantar e a rir, de uma forma nunca antes vista. Não estranhem.

A maior fraude intelectual e moral do século XX

A fraude da revolução soviética. Por João Carlos Espada.

A revolução soviética, cujo centenário alguns celebram amanhã, foi simplesmente a maior fraude intelectual e moral do século XX.

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Sua Excelência Marcelo Rebelo de Sousa,  o jumento do dia

 Informa o ministério da administração interna no resumo de imprensa destinado a todas as polícias e outras entidades estatais que o Presidente da República é o jumento do dia.

Nesse dia, o resumo de imprensa tem logo à cabeça o artigo “Umas no cravo e outras na ferradura”, com uma fotografia de um burro com uma gravata e onde se escreve que “Marcelo Rebelo de Sousa pode passear à vontade, desde que alguém leve o jipe com os processos para homologar, o que na maior parte dos casos não é mais do que assinar de cruz”.

Referindo-se ao facto de o Presidente da República se ter deslocado aos locais dos incêndios, é dito no artigo que “Marcelo, manhoso como de costume, preferiu que a mensagem do primeiro-ministro frio e distante dos problemas prevalecesse sobre a verdade”.

Hoje, o Acção Socialista Público chama para a primeira página um spin/notícia (riscar o que não interessar) que dá voz a uma fonte anónima que adianta a propósito da comunicação de Marcelo Rebelo de Sousa sobre a resposta a dar aos incêndios que o governo foi invadido por uma onda de surpresa e de choque.

Passada a emoção governamental, estes momentos da geringonça/trolls ao serviço do estado socialista serão dos mais cómicos da legislatura. Aguardemos pelos novos episódios.

A esquerda contra a liberdade de expressão

Millennials don’t fear censorship because they plan on doing all the censoring

Matt Ridley’s fine recent Times column was hardly the first to raise the alarm about the pseudo-Soviet intolerance of the left emerging from university campuses. Yet he began with arresting statistics: ‘38 per cent of Britons and 70 per cent of Germans think the government should be able to prevent speech that is offensive to minorities.’ Given that any populace can be subdivided into a veritably infinite number of minorities, with equally infinite sensitivities, the perceived bruising of which we only encourage, pretty soon none of us may be allowed to say an ever-loving thing.

(…)

Accordingly, the young casually assume not only that they’re the cutting-edge, trend-setting arbiters of the acceptable now, but that they always will be. The students running campuses like re-education camps aren’t afraid of being muzzled, because they imagine they will always be the ones doing the muzzling — the ones dictating what words we can use (cis, not heterosexual), what books we can read (Tom Sawyer is out), what practices we can embrace (white people may not wear dreadlocks). These millennials don’t fear censorship because they plan on doing all the censoring.

Há declarações que é difícil comentar

Ministério Administração Interna: “Não podemos ficar todos à espera que apareçam os nossos bombeiros e aviões para nos resolver o problema”

Jorge Gomes, secretário de Estado, disse que têm de ser as pessoas a combater os fogos. “Temos de nos autoproteger” e “não podemos ficar à espera dos bombeiros e dos aviões”. Costa não o censura.

O rosto sem vergonha da incapacidade assassina de quem não gozou férias

“Ia-me embora, ia ter as férias que não tive. Ia resolver o problema?”

“Acho que não é o momento para a demissão. É o momento para a acção”.

As tiradas são da autoria da eterna ministra da Administração interna. Responsável política pela morte de 65 pessoas no incêndio da zona de Pedrógão e de pelo menos mais 27 29 31  32 35 mortos, ontem, em vários pontos do país.

Leitura complementar: Não faltarão afectos e juras que t@d@s fizeram o máximo.

Não faltarão afectos e juras que t@d@s fizeram o máximo

Não podemos ficar todos à espera que apareçam os nossos bombeiros e aviões para nos resolver o problema”. O autor da frase é o irresponsável Jorge Gomes, secretário de Estado da Administração Interna.

O contexto da frase do governante são 68 mortos em incêndios florestais, centenas de feridos e milhares de pessoas que perderam tudo menos a vida. Na semana que passou a ministra que tutela Jorge Gomes, afirmou que  não se demite. Que gente merdosa e incapaz.

30.000

Com as mudanças introduzidas pelo Facebook nas suas políticas internas nos últimos meses, a difusão de conteúdos nessa plataforma ficou (muito) mais difícil para projectos como O Insurgente.

Ainda assim – ou talvez: ainda mais assim – é de assinalar que a Comunidade Insurgente no Facebook ultrapassou a marca das 30.000 pessoas.

Obrigado a todos pela preferência.