A esquerda contra a liberdade de expressão

Millennials don’t fear censorship because they plan on doing all the censoring

Matt Ridley’s fine recent Times column was hardly the first to raise the alarm about the pseudo-Soviet intolerance of the left emerging from university campuses. Yet he began with arresting statistics: ‘38 per cent of Britons and 70 per cent of Germans think the government should be able to prevent speech that is offensive to minorities.’ Given that any populace can be subdivided into a veritably infinite number of minorities, with equally infinite sensitivities, the perceived bruising of which we only encourage, pretty soon none of us may be allowed to say an ever-loving thing.

(…)

Accordingly, the young casually assume not only that they’re the cutting-edge, trend-setting arbiters of the acceptable now, but that they always will be. The students running campuses like re-education camps aren’t afraid of being muzzled, because they imagine they will always be the ones doing the muzzling — the ones dictating what words we can use (cis, not heterosexual), what books we can read (Tom Sawyer is out), what practices we can embrace (white people may not wear dreadlocks). These millennials don’t fear censorship because they plan on doing all the censoring.

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Há declarações que é difícil comentar

Ministério Administração Interna: “Não podemos ficar todos à espera que apareçam os nossos bombeiros e aviões para nos resolver o problema”

Jorge Gomes, secretário de Estado, disse que têm de ser as pessoas a combater os fogos. “Temos de nos autoproteger” e “não podemos ficar à espera dos bombeiros e dos aviões”. Costa não o censura.

O rosto sem vergonha da incapacidade assassina de quem não gozou férias

“Ia-me embora, ia ter as férias que não tive. Ia resolver o problema?”

“Acho que não é o momento para a demissão. É o momento para a acção”.

As tiradas são da autoria da eterna ministra da Administração interna. Responsável política pela morte de 65 pessoas no incêndio da zona de Pedrógão e de pelo menos mais 27 29 31  32 35 mortos, ontem, em vários pontos do país.

Leitura complementar: Não faltarão afectos e juras que t@d@s fizeram o máximo.

Não faltarão afectos e juras que t@d@s fizeram o máximo

Não podemos ficar todos à espera que apareçam os nossos bombeiros e aviões para nos resolver o problema”. O autor da frase é o irresponsável Jorge Gomes, secretário de Estado da Administração Interna.

O contexto da frase do governante são 68 mortos em incêndios florestais, centenas de feridos e milhares de pessoas que perderam tudo menos a vida. Na semana que passou a ministra que tutela Jorge Gomes, afirmou que  não se demite. Que gente merdosa e incapaz.

30.000

Com as mudanças introduzidas pelo Facebook nas suas políticas internas nos últimos meses, a difusão de conteúdos nessa plataforma ficou (muito) mais difícil para projectos como O Insurgente.

Ainda assim – ou talvez: ainda mais assim – é de assinalar que a Comunidade Insurgente no Facebook ultrapassou a marca das 30.000 pessoas.

Obrigado a todos pela preferência.

70 por cento do actual governo, a dona Câncio e @s d@m@s de honor já terão tido conhecimento deste assunto?

José Sócrates, está acusado de dezasseis crimes de branqueamento de capitais, nove crimes de falsificação de documentos, três crimes de corrupção passiva de titular de cargo político e três crimes de fraude fiscal qualificada.

Anatomia de um crime.

Foto: António Carrapato-Lusa

Porreiro, pá!

Sobre o assassino que vende t-shirts

Che Guevara: o homem que desprezava a humanidade, por Rui Ramos no Observador.

The Killing Machine Che Guevara, from Communist Firebrand to Capitalist Brand, de Alvaro Vargas Llosa.

25 years ago…

Pela desmercadorização de Boaventura Sousa Santos e do Islamismo

O Professor Doutor Boaventura Sousa Santos, académico de renome internacional, anunciado nas tv’s e na grande maioria da acéfala imprensa portuguesa, gere como poucos o seu quintal, também conhecido como Centro de Estudos Sociais. Autor e patrono de  muitos  disparates, o Homem que sonha desmercadorizar o Universo, sabe-se agora que lucra com os inesgotáveis fundos provenientes da Comissão Europeia especialmente dedicados a projectos ímpares como o Islamic Human Rights Commission.

Se é conhecido o apelo do distinto académico a correntes de pensamento e acção que visam, a título meramente exemplificativo, a destruição física de Israel e do Ocidente tal como foi construído e joga todo o seu prestígio na defesa de uma coisa islâmica intitulada  Islamic Human Rights Commission (com sede no Reino Unido, local propício a infelizes incidentes), ainda consigo ser apanhado de surpresa quando é o Centro de Estudos Sociais a não desmercadorizar-se do vil metal, proveniente da ultra-liberal Comissão Europeia.
Perdoem-me a blasfémia mas por Alá, nem o Professor Doutor Boaventura Sousa Santos nem o Centro de Estudos Sociais parecem conseguir erradicar as necessidades e a ânsia de uma acumulação infinita de riqueza, obtida a qualquer preço, parecendo que se esqueceram de aplicar a si mesmos o que defendem para os outros. Em síntese, a Pacha Mama, não fica bem tratada mas o Islamismo fica bem servido. No final das contas e como bem sabe o Boaventura Sousa Santos, tudo se compra e vende.

Mas será amor reiterado à mentira?

Apareceu-me este texto à frente e fiquei indisposta. Dê as voltas que dê, não entendo a razão por que um sacerdote católico escreve um texto cheio de mentiras e aldrabices a propósito de Diana Spencer. É certo que este padre católico escreve com frequência coisas que revolvem as entranhas, mas que decida mentir à conta da Princesa Diana, que morreu há vinte anos, é algo que me escapa. Poderia dar-se o caso de querer reeditar a guerra – de que agora ninguém se lembra e que os mais novos nem deram pela conta – entre os partidários de Diana e os da família real britânica, em prol da causa monárquica. Mas nem isto tem razão de ser. A rainha aprendeu a lição com a morte de Diana, soube ser humilde e perceber que o papel que os súbditos dela esperavam se alterara – é ver por exemplo a reação da Rainha depois do incêndio de Kensington deste verão, ou depois dos atentados terroristas em Londres em 2005 -, está tudo pacificado, o filme A Rainha já mostrou o seu lado, agora até a série The Crown pretende mostrar o lado humano da soberana e os seus dilemas e lhe ganha a simpatia por todo o mundo. Porquê mentir?!

Já é bastante indecoroso ter um sacerdote católico dedicando um artigo quase competo à árvore genealógica de umas tantas pessoas e comparando quem é mais nobre e quem é mais real. Mas para que inventa a história de que alguém alguma vez chamou a Diana ‘princesa do povo’ para fazer crer que ela era plebeia (esse supremo defeito para o articulista)?! Tony Blair chamou a Diana ‘princesa do povo’, e o nome pegou, numa alusão ao enorme amor e fascínio que o povo britânico lhe dedicava, visível na catarse lacrimal coletiva que ocorreu depois de Diana morrer. Nunca ninguém lhe escondeu o título de ‘lady’, nem a ascendência na família Spencer, impossível de camuflar, que deu rebentos (pela derivação dos duques de Malborough, o primeiro chamado John Spencer) tão desconhecidos como aquele discreto primeiro-ministro durante a segunda guerra mundial, Winston SPENCER Chulchill, de quem ninguém em Inglaterra ouviu falar ou recorda.

Também é notório, pelo que vai escrevendo, que o articulista, apesar de padre católico, gostaria de um deus-juiz e não aprecia grandemente a misericórdia. Por isso aproveita para terminar o texto informando que Diana não se portou sempre como a sua posição exigia. Sinceramente, que nojo. Isto perante uma pessoa que já morreu, e que com todos os defeitos que teria (todos temos, e os de Gonçalo Portocarrero de Almada são gritantes), e problemas de saúde vários, tinha um inegável espírito de serviço, grande coragem e – algo que o articulista não percebe – empatia pelo sofrimento alheio. Mostrando o ranço que lhe vai na alma, apesar de declarar que Diana nem sempre se portou como devia, branqueia o comportamento do seu marido, falando na ‘alegada infidelidade conjugal de Carlos’. Bom, Carlos de Gales assumiu numa famosa entrevista televisiva que foi infiel a Diana. Não há nada de alegado nisto.

Enfim, não percebo o objetivo de tanta aldrabice. Mas como dizia Jesus, bem-aventurados os pobres de espírito’.

Trumpices

As trumpices a misturarem-se com o putinismo nada têm de mal. Trump e Putin são apenas dois seres humanos que querem, cada um à sua maneira, fazer render o seu pé de meia. Nesse sentido, todas as ajudas facilitam o são empreendedorismo.

Ideias com passado e com futuro

President Eisenhower on General Lee

Eisenhower Explains About General Lee (1957)

General Robert E. Lee was, in my estimation, one of the supremely gifted men produced by our Nation. He believed unswervingly in the Constitutional validity of his cause which until 1865 was still an arguable question in America; he was a poised and inspiring leader, true to the high trust reposed in him by millions of his fellow citizens; he was thoughtful yet demanding of his officers and men, forbearing with captured enemies but ingenious, unrelenting and personally courageous in battle, and never disheartened by a reverse or obstacle. Through all his many trials, he remained selfless almost to a fault and unfailing in his faith in God. Taken altogether, he was noble as a leader and as a man, and unsullied as I read the pages of our history.

From deep conviction, I simply say this: a nation of men of Lee’s calibre would be unconquerable in spirit and soul. Indeed, to the degree that present-day American youth will strive to emulate his rare qualities, including his devotion to this land as revealed in his painstaking efforts to help heal the Nation’s wounds once the bitter struggle was over, we, in our own time of danger in a divided world, will be strengthened and our love of freedom sustained.

Such are the reasons that I proudly display the picture of this great American on my office wall.

– Dwight D. Eisenhower

day by day and minute by minute (3)

The campaign to topple Oxford University’s Cecil Rhodes statue is too silly for words. Por Daniel Hannan.

“Every record has been destroyed or falsified, every book rewritten, every picture has been repainted, every statue and street building has been renamed, every date has been altered. And the process is continuing day by day and minute by minute. History has stopped. Nothing exists except an endless present in which the Party is always right.”
– George Orwell

Seja feita a obediência absoluta à vontade do estado

Face ao exposto, a CIG, por orientação do Ministro Adjunto, recomendou à Porto Editora – tendo em conta o seu relevante papel educativo – que retire estas duas publicações dos pontos de venda, disponibilizando-se para colaborar na revisão dos conteúdos das mesmas, no sentido de eliminar as mensagens que possam ser promotoras de uma diferenciação e desvalorização do papel das raparigas no espaço público e dos rapazes no espaço privado.

23 de agosto de 2017

Um grande dia para o Partido Único, o Ministério da Verdade e a Polícia do Pensamento.

Leituras complementares: 1984, George Orwell; Incapazes indignadas.

As perguntas de Fernanda Câncio numa “entrevista” no DN

A entrevistada, uma governante do PS, não tem, presumivelmente, culpa, mas é sintomático que nos dias que correm isto passe por ser uma “entrevista” no DN:

day by day and minute by minute (2)

Parece uma piada de mau gosto mas não é: Toppling statues? Here’s why Nelson’s column should be next

“Every record has been destroyed or falsified, every book rewritten, every picture has been repainted, every statue and street building has been renamed, every date has been altered. And the process is continuing day by day and minute by minute. History has stopped. Nothing exists except an endless present in which the Party is always right.”
– George Orwell

Incapazes indignadas

A Rita Ferro Rodrigues lançou mais uma vibrante campanha contra uns livros de actividades “para menino” e “para menina” da Porto Editora, em que só compra quem quer. Temo que existam questões um tudo nada mais fracturantes importantes que afectam as mulheres como a mutilação genital feminina, uma tragédia normalmente esquecida pelas progressistas de pacotilha a que temos direito.

Leitura recomendada às capazes:80% OF WOMEN IN MUSLIM SECT IN DETROIT CASE HAD FGMWomen in small Muslim sect say they have had FGM in CanadaMUTILATING LITTLE GIRLS IN MICHIGAN’S LITTLE PALESTINE A female genital mutilation horror in the Midwest.

day by day and minute by minute

“Every record has been destroyed or falsified, every book rewritten, every picture has been repainted, every statue and street building has been renamed, every date has been altered. And the process is continuing day by day and minute by minute. History has stopped. Nothing exists except an endless present in which the Party is always right.”
– George Orwell

Trumpices

Os media mainstream não dão descanso ao flip-flop que habita a Casa Branca.

Nazismo e Comunismo

Deveria ser óbvio mas infelizmente para muita gente não é.

Trumpices caseiras

António Costa inspira-se em Trump.

The Rise of the Violent Left

The Rise of the Violent Left. Por Peter Beinart.

Antifa’s activists say they’re battling burgeoning authoritarianism on the American right. Are they fueling it instead?

(…) Antifa believes it is pursuing the opposite of authoritarianism. Many of its activists oppose the very notion of a centralized state. But in the name of protecting the vulnerable, antifascists have granted themselves the authority to decide which Americans may publicly assemble and which may not. That authority rests on no democratic foundation. Unlike the politicians they revile, the men and women of antifa cannot be voted out of office. Generally, they don’t even disclose their names.

O comunismo como doença

O comunismo e o sarampo. Por P. Gonçalo Portocarrero de Almada.

Sem querer meter a foice (e nunca melhor dito!) em seara alheia, temo que o comunismo possa ser em breve reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como doença. Em plena silly season, a proposta pode parecer disparatada, mas a verdade é que o comunismo reúne todas as condições das maleitas: tem sintomas específicos, provoca reacções alérgicas, costuma ser incurável, é geneticamente transmissível e terrivelmente mortal.

O penalty de Bas Dost contra o Setúbal e o video-árbitro

É urgente implementar o video-árbitro, que certamente impediria pelo menos erros tão grosseiros como este…

«Não houve penálti, Bas Dost veio para trás, bateu em mim e caiu»

Google Goolag – James Damore

Why I Was Fired by Google

I was fired by Google this past Monday for a document that I wrote and circulated internally raising questions about cultural taboos and how they cloud our thinking about gender diversity at the company and in the wider tech sector. I suggested that at least some of the male-female disparity in tech could be attributed to biological differences (and, yes, I said that bias against women was a factor too). Google Chief Executive Sundar Pichai declared that portions of my statement violated the company’s code of conduct and “cross the line by advancing harmful gender stereotypes in our workplace.”

My 10-page document set out what I considered a reasoned, well-researched, good-faith argument, but as I wrote, the viewpoint I was putting forward is generally suppressed at Google because of the company’s “ideological echo chamber.” My firing neatly confirms that point. How did Google, the company that hires the smartest people in the world, become so ideologically driven and intolerant of scientific debate and reasoned argument?

Google: “any view not left (of) center is not welcome.”

Google Cancels “Diversity Meeting” After Employee Leaks To “Right-Wing” Websites

O PCP e o modelo chavista-madurista de democracia

PCP saúda o povo venezuelano pela defesa da democracia e da Paz

Polícia prende líderes da oposição na Venezuela

Venezuela: líderes da oposição levados para parte incerta

E há quem fale em “truques”

Ontem, António Costa usou a expressão “aproveitamento político” para classificar a polémica em torno do verdadeiro número de vítimas do incêndio de Pedrogão Grande. No dia seguinte, hoje, o DN destaca que o Presidente da República é contra “aproveitamento político das vítimas de Pedrogão”. Uma leitura do artigo do DN mostra, aparentemente, que Marcelo não usou a expressão. O título advém do critério editorial de destacar a interpretação de uma pequena parte da entrevista concedida pelo PR para se adaptar à “narrativa” lançada com as declarações do Primeiro Ministro na véspera. Enquanto, na verdade, o artigo do DN até cita o PR abundamentemente por forma a justificar um título como “Marcelo exige que governo apure tudo cabalmente”.

Note-se, no que toca a apuramentos cabais, que Marcelo Rebelo de Sousa fica ele próprio mal na fotografia. Foi o primeiro, logo no dia do incêndio, a concluir que foi feito o máximo possível, condicionando a priori o inquérito que necessariamente se seguiria. Que António Costa de queixe de aproveitamento político é que é realmente escabroso; quando o seu partido foi o primeiro, logo nos dias seguintes ao incêndio, a tentar passar responsabilidades para o anterior governo. Além disso, como lista José Manuel Fernandes, o nome de António Costa está inegavelmente ligado a múltiplas más decisões políticas no que toca a incêndios, protecção civil e floresta.

O PCP, o Augusto Santos Silva e a Venezuela

Entre o nojo e um ministro aldrabão.