Placa do “I amsterdam” retirada por ser “demasiado individualista”

O “I amsterdam”, um dos ícones da capital da Holanda, foi removido depois de uma proposta avançada pelo GroenLinks – uma espécie de Bloco de Esquerda lá do sítio. A campanha do “I amsterdam” tinha sido lançada há já quase 15 anos na capital pelo VVD (o Partido Popular para a Liberdade e Democracia, dos melhores da Europa para mim). A desculpa foi que a placa, já quase um monumento, passava uma mensagem de individualismo (veja-se lá, começa com I am) e era um sinal de turismo em massa.

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Photo by Pixabay on Pexels.com

Agora dizem que querem passar uma mensagem de “diversidade, tolerância e solidariedade”. Quando eles perceberem que a diversidade vem exactamente dessa individualidade que querem destruir e quando perceberem que é exactamente por fazerem disparates como estes que a tolerância vai diminuir, bem que podem ver a solidariedade a começar a cair.

E por falar em tolerância… em Cuba o Estado anda a prender artistas e a passar novas leis de censura. Não vão encontrar isto nas notícias em Portugal. Não vão encontrar os partidos do sistema a falar disto. Google it.

 

 

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PCP – Partido Capitalista Português

Então o PCP é acusado de querer despejar reformados para “rentabilizar” um prédio. O PCP que passa a vida a bater no proprietário e a pedir aumentos no IMI tem centenas de propriedades (a valer dezenas de milhões e várias subavaliadas). O PCP que passa a vida a bater em quem despeja também despeja. E vai-se a ver e o PCP que passa a vida a bater no especulador também especula e tem as contas a depender já há muito tempo dos negócios imobiliários. Vai-se a ver e o PCP afinal é o Partido Capitalista Português.

Ai do português-cidadão comum que compre uma propriedade, faça obras e fale em “rentabilizar” alguma coisa. Para o PCP e companhia a propriedade deve ter uma função social (entenda-se expropriar para dar às elites comunistas). Mas quando a propriedade é do PCP a história, como bem sabemos, é obviamente outra.

Isto fez-me lembrar uma frase da velha senhora: Communism was the regime for the privileged elite, capitalism the creed for the common man.

Centeno, Presidente do Eurogrupo Manda Recados a Centeno, Ministro Das Finanças

O Centeno mau (o Mr. Hyde) a enviar recados ao Centeno bom (o Dr.  Dr Jekyll).

A imagem acima foi retirada daqui.

La France

Egalité, fraternité, fiscalité.

Mais um reforço para o Clube dos Insurgentes Políticos

Dentro da vaga de novas aquisições do Clube dos Insurgentes Políticos encontram-se dois jogadores, e amigos, com elevada qualidade. O Jorge Miguel Teixeira, o qual provavelmente ainda está em treinos e por isso ainda não fez o gosto ao pé, e o João Pinheiro da Silva que já nos presenteou com este belo livre. Dentro desses novos reforços encontra-se ainda um outro que, apesar de algumas vezes mais conformista e institucional, certamente menos vezes do que aquelas em que está mais Insurgente e anti-sistema (entre a ordem e o caos como diria o Homo Deus Jordan Peterson), se apresenta, para o panorama português, como um Liberal Radical. Coisa fácil em Portugal onde qualquer não socialista é logo identificado como um radical. Para ele todo o dia é derby.

É esse o seu género. Se bem que há uns dias, pelo que me diz, em que acorda mais para o Neoliberal. É o liberal das claques. Provavelmente pela idade. O tempo passa e passará, o novo ficará para trás, o neo sumirá, o velho irá aparecendo, e aí provavelmente o seu género será Liberal Clássico. O que já vê o jogo da central. Fica mais bonito que apenas um Velho Liberal.

Para o blog este é mais um reforço que é pela liberdade individual, pela liberdade de escolha e, já noutros patamares, pela autonomia. Interessado no liberalismo inglês do século XIX (Gladstone é dos poucos jogadores que admira sem reservas, tal e qual um Jardel na área). Fascinado pelo liberalismo adaptado de Fernando Pessoa, que resulta bem como o Coentrão a defesa esquerdo, o seu jogador nacional de eleição (O Pessoa, não o Fábio). Influenciado pelo Liberalismo de Mises, Friedman e Hayek (juntamos os Paul e já posso fazer uma referência aos Cinco Violinos). Apaixonado pelos discursos de Reagan e Thatcher (apesar de muitas vezes os jogos não terem correspondido aos treinos com estes dois). Encantado com as selecções liberais dos Quatro Tigres Asiáticos.

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Na imagem, jovem promessa Fábio Coentrão Pessoa em passada acelerada em partida contra o Clube do Socialismo Fofinho (o qual tem adeptos em todos os partidos que estão no Parlamento).

Esse jovem reforço, como quem leu isto com atenção já percebeu há bastante tempo e já está cansado da brincadeira, sou eu. Sou por um Liberalismo de “não intervenção”. Viver e deixar viver. Regras gerais e abstractas, mas legítimas, para coordenar o jogo e cada um que siga os seus objectivos. Contra ditaduras. Contra a ditadura da maioria que se tem traduzido no fenómeno do politicamente correto, onde um grupo maioritário quer usar a política para impor comportamentos a outros através de um constante policiamento social. Contra a ditadura da minoria, onde um pequeno grupo minoritário com fortes interesses se une e usa a política para se favorecer e restringir a liberdade dos restantes indivíduos (seja a actual elite política que se beneficia e desenha a vida da população, sejam grandes grupos económicos – Reis do capitalismo de compadrio, sejam os sindicatos para se protegerem do mercado livre ou outros grupos de interesses sociais que têm conseguido vantagens para si à custa dos restantes cidadãos). Um parágrafo tão sério, depois de umas quantas tiradas de brincadeira de futebol. Já não se pode confiar em ninguém.

Durante as próximas jornadas escreverei não só sobre política do dia-a-dia – essencialmente será defesa dos jogadores liberais, aviso já, e comentário desportivo feroz aos jogadores socialistas e aos conservadores estatistas, mas também farei alguns resumos de obras essenciais ou que esteja a ler e ache relevante. Irei começar com A Economia numa Lição de Henry Hazlitt, antigo, e com o 12 Regras para a Vida de Jordan B. Peterson, novo. Tantas vezes fui procurar coisas depois de ver referência às mesmas nO Insurgente. Certamente haverá muita gente que o faz também. E, para terminar, até porque é muito importante, sou um orgulhoso membro do Instituto Mises Portugal e do novo partido Iniciativa Liberal. O resto vão sabendo durante a temporada.

Artigo 13 – O Fim Da Internet Tal Como A Conhecemos #saveyourinternet

A EUSSR prepara-se para acabar com a Internet tal como a conhecemos.

Podem assinar a petição online contra o artigo 13 aqui.

#saveyourinternet

Actualização do Manual da Malandragem

No capítulo VII, substituir o príncipe nigeriano que manda e-mails pelo angolano que entrega apartamentos.