Há greve porque a escola é pública

“Esta semana, ao ver os dirigentes sindicais vangloriarem-se dos efeitos das greves dos professores sobre os processos de avaliação dos estudantes, fiquei indignado.”

Destaque do meu artigo de hoje no ECO – Economia Online. Sobre os sistemas de incentivos da política em redor da educação em Portugal.

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México derrota Alemanha

Além de ser de salientar que o México é a selecção neste mundial com mais jogadores do FC Porto e de dar os parabéns ao capitão Herrera pela brilhante vitória sobre a hiper-favorita Alemanha, importa reflectir sobre o aparente sucesso da heterodoxa estratégia seguida pela selecção mexicana no estágio de preparação para o Mundial…

México sorprende al campeón del mundo

Os destaques do Alemanha-México: Herrera em todo o lado

Registado sismo na Cidade do México no momento do golo de Lozano

Feliz Dia Da Libertação De Impostos 2018!

Celebra-se hoje em Portugal, dia 16 de Junho, O Dia da Libertação de Impostos. O Dia da Libertação de Impostos representa o dia em que em média os trabalhadores deixam de trabalhar para o estado (apenas para pagar impostos e assim cumprir as suas obrigações fiscais) e passam a trabalhar para si. Na prática, somos todos trabalhadores do estado durante quase meio ano.

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O gráfico abaixo representa a evolução do número de dias de trabalho necessários apenas para o pagamento de impostos desde 2000 (fonte, fonte, fontefontefonte, fonte , fonte, fonte e fonte).

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Para terminar este post, deixo aqui este pensamento:

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Ben Shapiro sobre Star Wars

No, ‘Star Wars’ Isn’t Failing Because Of Hateful Trolls. It’s Failing Because Kathleen Kennedy Has Done A Garbage Job.

Why all this effort to blame the fans for the series’ troubles? Because we must never – ever, under any circumstances – blame Kathleen Kennedy. Kennedy, you see, is woke. The Lucasfilm story group is entirely female. Their goal, according to The New York Times: “They wanted to tell beautiful stories, fulfill the expectations of loyal fans and create meaningful female characters.” The Times gushes, “Today, the Lucasfilm story group is a diverse outlier in Hollywood: five of its members are people of color, and the team includes four women and seven men. … A new, unpublished analysis of Star Wars films shows striking progress in their representation of gender and race.”

Now, Kennedy could have had these priorities and created good movies. Instead, she didn’t. She created a bunch of goop. The Force Awakens is garbage; The Last Jedi is double-garbage. That’s because Kennedy had two choices upon being granted the helm of the Star Wars universe: (1) fast-forward fifty years, beyond the original characters, and reboot, losing the nostalgia of the original characters but gaining freshness; (2) recast the original characters and pick up where Return of the Jedi left off. Instead, in fully risk averse fashion, she chose door (3): leech off the nostalgia while introducing new characters a few years in the future. This led her to the idiotic decision to murder off all the original beloved characters in increasingly stupid fashion — and then to the doubly idiotic decision to go back and create new movies around those now-dead characters. She pissed off all of us who grew up on Star Wars, and in doing so, destroyed whatever good will existed among us for the newer batch of characters. Solo and Rogue One are good movies — but Han Solo was killed by JJ Abrams in The Force Awakens after being turned into a loser drifting around the galaxy in his iconic Millenium Falcon, the equivalent of a deadbeat dad who abandoned his family in the 1970s to trek the country in his bug van; Rogue One revolved around a set of characters who all die.

And then even the new movies were chained to the most risk averse strategy: instead of teaming Rey up with Kylo Ren (the only moment of The Last Jedi anyone liked) or killing off Finn for effect, Kennedy’s team saved Finn and essentially rebooted the series to Episode IV by splitting Kylo and Rey. All the SJW antics of the new stuff (from Solo’s odd droid-rights narrative to The Last Jedi’s class warfare-animal rights jaunt) are ancillary to the fact that Kennedy has wildly botched the landing on Star Wars.

sjwPessoalmente, o Episódio 7 era fraco mas pelo menos a fandom tinha hipóteses e teorias interessantes para fazer dezenas (centenas, milhares…) de vídeos sobre os pais de Rey, quem é Snoke, porque Luke se refugiou, como se revoltou Finn, onde estava a mulher de Luke, … (Outra visão). Agora, depois do 8? Todas as histórias foram fechadas e todos os personagens ridicularizados. Fechou até nova gerência tomar o espaço. Solo, que perdeu 50 a 80 milhões (algo novo em SW), foi vítima dos SJW. Veremos o que decide a Disney.

Estado gangster

“A palavra confiança está em crise e o Estado é o primeiro a prejudicá-la.”

Destaque do meu artigo de hoje no ECO – Economia Online. Sobre o niilismo ético do Estado português.

Mr. América – provas em calções vão acabar

O concurso de Mr. América acabou de anunciar que os seus concorrentes irão deixar de fazer provas em calções. A organização pretende que o enfoque do concurso passe a ser a inteligência, os talentos e as ideias dos concorrentes e não tanto a aparência exterior dos seus músculos.
Podem verificar o resto da notícia aqui.

Creches para todos

“Gostando-se ou não do seu conteúdo, o documento de política para a infância do PSD trata-se de uma estratégia com cabeça, tronco e membros. É assim que se vai construindo uma alternativa.”

Destaque do meu artigo de hoje no ECO – Economia Online. Sobre a proposta de política para a infância do PSD.

Che casino

“Ideias desta frente eurocéptica não agradam ao statu quo. Mas estão fortemente legitimadas pelo voto democrático em Itália. Por isso, a vontade política que segura o projecto europeu está ameaçada.”

Destaque do meu artigo de hoje no ECO – Economia Online. Sobre a crise italiana e o futuro do euro.

Liberalismo e Descentralização em Portugal

O Instituto Mises Portugal organizará, dia 24 de Abril, uma tertúlia dedicada ao tema: “Liberalismo e Descentralização em Portugal”. Terá como convidados o eterno Insurgente Carlos Guimarães Pinto e o descentralizador-mor da pátria liberal Carlos Novais. O evento realizar-se-à na Sala D. Henrique, O Navegador do Instituo de Estudos Políticos da UCP, pelas 19 horas. Adianta-se, desde já, que a organização pode não conseguir disponibilizar sofás, pelo que a audiência poderá ter que optar pelo não menos digno liberalismo de cadeira.

O Interior movimenta-se?

“O relatório do Movimento pelo Interior é muito meritório, mas parece-me um documento que enferma, ele próprio, de uma certa orientação centralista.”

Destaque do meu artigo de hoje no ECO – Economia Online. Sobre o Movimento pelo Interior e a descentralização em Portugal.

O bem e o mal comum

“A promoção da concorrência e a definição do que se não pode fazer parecem abordagens muito mais eficazes que a alternativa da micro gestão dos regulados por parte dos reguladores ou nada fazer.”

Destaque do meu artigo de hoje no ECO – Economia Online. Sobre filosofias de regulação económica.

Estratégias de combate à fraude no desporto em Portugal…

Sporting paga a árbitros para conquistar campeonato de andebol

André Geraldes seria o líder do esquema. Atual diretor de futebol do Sporting, é suspeito de ter coordenado a compra de árbitros por valores que chegavam aos dois mil euros por jogo. “Sabes como é que o c… [do árbitro] se despediu de mim? Grande abraço. Rumo ao 37! Filho da p…”, cita o diário, que teve acesso às mensagens trocadas no sistema de comunicação WhatsApp entre elementos envolvidos no esquema. Nesse caso, num jogo entre Benfica e Porto, o árbitro acreditava ter sido pago pelo clube da Luz.

Era Paulo Silva quem alegadamente pagava aos árbitros, servindo de intermediário de André Geraldes (que no ano passado coordenava as modalidades). Foi o empresário de futebol que se dedicava a recrutar novos valores, quem acabou por revelar as comunicações entre os envolvidos, depois de se ter arrependido de colaborar nos pagamentos. Disse ao Correio da Manhã ter agido por “sportinguismo”, apesar de receber 350 euros por cada árbitro corrompido. “Só fiz isto para combater a fraude que já existia nas modalidades”, justifica.

O futebol no casino financeiro

“Em Portugal, o futebol ocupa um espaço que o torna praticamente intocável. Parece ser “too big to fail”. Mas esta sensação dura até ao dia em que deixar de durar.”

Destaque do meu artigo de hoje no ECO – Economia Online. Sobre futebol e finanças empresariais.

#VEDay

O lugar da verdade

A intimidade é o lugar da verdade. Por Pedro Sette-Câmara.

Existe um movimento claro pela valorização da intimidade no Ocidente. Leitores (e não espectadores) da Ilíada, pensamos mais em Príamo pedindo o cadáver de Heitor a Aquiles, ou em Heitor despedindo-se de Andrômeda e do filho, do que nas batalhas que ocorriam aos olhos de todos: quantas pessoas se lembram de como Diomedes rouba a cena após a retirada de Aquiles?

Continue reading “O lugar da verdade”

Quem protege o trabalhador?

“A tecnologia pode hoje ajudar-nos a remover a fricção e a ignorância que impede o mercado laboral de funcionar na plenitude. E o trabalhador seria o principal beneficiado.”

Destaque do meu artigo de hoje no ECO – Economia Online. Sobre a informação enquanto bem público prestado pelo Estado.

O socialista

“A Lei de Bases da Habitação prevê a requisição forçada (expropriação) de imóveis de propriedade privada. Viva la revolución!”

Destaque do meu artigo de hoje no ECO – Economia Online. Sobre a proposta (cubana) para uma lei de bases da habitação.

Reedição de “Cataláxia” – 25 anos depois

“Cataláxia” – ou o processo social baseado nas trocas – é uma obra notável. Cada vez que releio este livro, e já o reli dezenas de vezes, reencontro a esperança, ocasionalmente ferida, de um dia almejarmos para Portugal a sociedade livre que o autor tão convictamente descreve. Uma sociedade livre de intervenção estatal e uma economia de pendor liberal porquanto “o socialista vê no indivíduo a coisa da sociedade, o liberal vê na sociedade a coisa do indivíduo” (cito Alexandre Herculano, na crónica “Herculano e o Banco de Portugal”). 

Excerto da minha introdução à reedição de “Cataláxia – Crónicas de Economia Política”. Um livro da autoria do senhor meu pai Pedro Arroja. 25 anos depois recordamos a obra original de 1993 (que é agora reeditada em papel e também em e-book). Sábado, dia 5 de Maio, às 18h00 no Edifício Heliântia em Francelos. Os leitores d’ O Insurgente serão muito bem vindos. O evento é de acesso gratuito, mas sujeito a pré-inscrição que poderá ser feita aqui.

Gloria Alvarez – Socialism does not work

 

Jovem liberal e descomplexado

Sai do sofá!!!

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Vem marchar com o Costa, o Jerónimo e a Catarina – Iniciativa Liberal desce a Av. da Liberdade ao lado da esquerda no 25 de Abril

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Talvez um dia também possas mandar nos outros!

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A falácia do imposto justo

“O imposto, seja ele o IRS ou outro qualquer, é tão-só um meio de arrecadação de receitas para fazer face à despesa pública.”

Destaque do meu artigo de hoje no ECO – Economia Online. Sobre o IRS progressivo e a função principal do imposto.

The Gender Pay Gap


Jonathan Pie – The Gender Pay Gap

Recursos adicionais:
Gender Pay Gap: The Myth That Will Not Die (Computing Forever)
There Is No Gender Wage Gap (Christina Hoff Sommers)
John Stossel – The Gender Pay Gap (John Stossel)
Do Women Earn Less than Men? – Learn Liberty (Steven Horwitz)
The Truth About The Gender Pay Gap (Stefan Molyneux)

Sun Tzu sobre a Síria… ou talvez não.

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Suspeito, no mínimo. Desafia a lógica.

Independentemente de isto ser verdade ou não, que pode bem não ser.
As reações dos líderes europeus como se fossem uma orquestra…
Há algo muito mal contado nesta história. Algo de que nunca se fala...

O que é o Deep State?

Este vídeo explica muito bem um termo popularizado nos últimos anos, mas existente em todos os países europeus desde as guerras napoleónicas e nos EUA desde a guerra civil, e do qual o exemplo mais publicitado é o “Civil Service” britânico.
Aconselho como introdução a um termo nem sempre bem compreendido:

NB: ainda a pagar a resolução

“Como é que o conjunto pré-identificado de activos não produtivos do NB passou de uma avaliação de 7,9 mil milhões de euros (pré-venda) para 5,4 mil milhões em Dezembro passado?”

Destaque do meu artigo de hoje no ECO – Economia Online. Sobre os resultados do NB e o mecanismo de capital contingente.

Tertúlia: Liberalismo e Feminismo

O Instituto Mises Portugal organizará, dia 11 de Abril, uma tertúlia dedicada a explorar a relação entre o liberalismo e o feminismo. Terá como convidadas a nossa Maria João Marques e a Ana V. Martins e realizar-se-à na Sala D. Henrique, O Navegador do Instituo de Estudos Políticos da UCP, pelas 19 horas.

Aberração paritária (2)

No seguimento de
Aberração paritária
O sexo e as quotas

Agora que a Geringonça se prepara para mergulhar o país de cabeça na fossa séptica dos identity politics (“Parlamento quer medidas de acção afirmativa para afrodescendentes), será de esperar que tal abordagem política seja liberalmente reproduzida.

Estas novas causas progressistas, que dividem para reinar, são sim boas para criar circo quando falta pão. A promoção é praticamente gratuita. Basta convencer um punhado de óbvi@s representantes das “minorias” oprimidas que existem sinistras conspirações tácitas – e nebulosas barreiras sistémicas – ao seu progresso social, económico, ou mesmo humano. E logo se criam pequenas milícias de Che Guevaras de gente muito “resolvida”, resolvida a marchar pela revolução social.

Obviamente não há nada de razoável, correcto, sensato, moral ou justo em querer que o Estado imponha discriminações positivas para este ou aquele grupo, à laia de engenharia social de inspiração egalitária. Mas o marxismo cultural vive disso.

No que diz respeito às novas leis das quotas, é confrangedora a falta de princípios liberais dos nossos representantes, e de louvar quem, na política (not you Cristas), não se deixa levar em esganiçadas cantigas.

Agora que muito se fala de novos partidos liberais, e com pena minha que a Iniciativa Liberal pareça estar rendida ao politicamente correcto, é de louvar quem se atreve a dizer que a actual lei é uma aberração sob vários pontos de vista. O mais flagrante é impor uma discriminação positiva em detrimento do mérito profissional, levando ao extremo a condição de Estado paternalista.

Paternalista.

O cisma de Centeno

“Somos todos Centeno? Não, não somos. Vem isto a propósito da tese do ministro das Finanças sobre a carga fiscal e o PIB como base da receita fiscal e contributiva.”

Destaque do meu artigo de hoje no ECO – Economia Online. Sobre o aumento da carga fiscal em Portugal.

#nãosomostodoscenteno


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“A Economia e o Futuro”, 4ª feira dia 4/04/2018

Esta 4ª feira (4/04/2018) terá lugar a 3ª sessão da edição de 2018 do “A Economia e o Futuro”, uma organização conjunta entre a Faculdade de Economia da Universidade do Porto e a Ordem dos Economistas.

Os convidados serão Manuel Caldeira Cabral (ministro da Economia) e João Miranda (fundador e CEO da Frulact). Os leitores d’ O Insurgente serão muito bem vindos. A partir das 17h00 na FEP.