Pás, pás, pás

É de pequenino que se torce o pepino.

Na Tunísia, a juventude anseia pelas festas que celebram o final dos exames. O senhor com o bigode ridículo é um professor muito querido e afamado.
Na Tunísia, a eterna pátria da Primavera Árabe, a juventude anseia pelas festas que celebram o final dos exames. O senhor com o bigode ridículo é um professor muito querido e afamado, presente em muitas festas locais.

 

A aposta na formação, o passar à prática de conhecimentos milenares que os mais brutos chamariam de islamo-fascistas (ou islamo-nazis) que norteiam o percurso profissional de uma pessoa terrorista, passa pela compreensão de um extenso conjunto de conteúdos e matérias de um curso para a vida.

 

Festa2
Dados às artes, os jovens dão largas à criatividade e representam um bravo do Estado Islâmico que convive, de acordo com as regras de etiqueta e boas maneiras, com duas pessoas que se vestem de cor de laranja e que apresentam curiosas expressões faciais.

Dar o terreno e a outra face

Tem um preço.

The mosque in Saint-Etienne-du-Rouvray was inaugurated in 2000, built on a plot of land that was donated by Saint-Etienne’s sister parish, Saint Theresa’s.

A duas semanas do início dos Jogos Olímpicos no Rio (2)

Austrália recusa-se a ocupar aldeia olímpica

A aldeia olímpica do Rio de Janeiro abriu as portas e a delegação australiana já denunciou “vários problemas, como gás, eletricidade e canalização”, recusando-se a ocupar os seus alojamentos.

A duas semanas do início dos Jogos Olímpicos no Rio

Atleta neozelandês de jiu-jitsu relata sequestro no Brasil

Jason Lee, lutador de jiu-jitsu neozelandês, foi revistado por agentes da polícia fardados que depois o sequestraram em troca de cerca de 550 dólares que ele levantou em dois multibancos.

Os restantes são Franciscanos do Alasca

A imbecilidade não respeita títulos académicos.

Entretanto na Alemanha e arredores

Um jovem refugiado afegão enquanto grita Allahu Akbar,  ataca e fere pelo menos duas dezenas de passageiros de um comboio em Wuerzburg. No Reino Unido, a BBC noticía que a polícia alemã matou o pobre atacante.

bbc
Imagem nacionalizada ao Romeu Monteiro.

Mais tarde, a BBC emenda o título para um informativo Germany axe attack: Assault on train in Wuerzburg

O atentado terrorista em Nice visto por et’s revolucionários

arnaldo

Persononificados no PCTP/MRPP, pela facção Arnaldo Matos, o eterno educador do proletariado português.

(…) Há um ano que os factos têm sobejamente demonstrado a absoluta incapacidade das forças armadas e policiais da França para impedir o sucesso dos franceses nos actos de guerra que têm estado a praticar em França.

Existe em França uma guerra civil larvar, de franceses contra franceses, promovida por elementos do povo francês contra o imperialismo e os imperialistas da França.

Essa guerra civil vai crescer cada vez mais e vai mundializar-se. Hollande e os maoistas franceses chamam-lhe terrorismo. Mas a verdade é que essa guerra é cada vez mais a guerra que os maoistas do Partido Comunista de França (m-l-m) se recusam a reconhecer como a guerra do povo contra a guerra imperialista, guerra imperialista esta que o imperialismo francês levou e leva a cabo em África e no Médio Oriente, e que, quer queiram os maoistas da França quer não queiram, está a chegar a França, ao covil dos imperialistas.

Há em França dois milhões de imigrantes portugueses e seus descendentes. Mais cedo ou mais tarde, de um lado ou do outro, esses dois milhões de portugueses vão estar envolvidos na guerra imperialista, como carne para canhão dos imperialistas franceses, ou na guerra do povo contra a guerra dos imperialistas.

De que lado é que estarão então os maoistas do Partido Comunista de França (marxista-leninista-maoista)? Em Portugal, os seus amiguinhos liquidacionistas já estão do lado do imperialismo francês e das polícias secretas portuguesas… Pobre canalha!

As lições do Ronaldo e da seleção para os meus filhos

O meu texto de hoje no Observador.

‘A segunda: o ‘que se f@#$’. Tirando o vernáculo, é mesmo este o espírito que quero ver exibido perante os meus filhos. Ao contrário do hino por estes dias tão cantado, estamos longes de ser valentes. Somos temerosos. Odiamos correr riscos porque não conseguimos lidar com um possível fracasso – como se fracassar não fosse a sina de todos nós várias vezes na vida. Um líder político que perca eleições ou um treinador que não ganhe campeonatos tem de ser corrido na hora. Deleitamo-nos com estatísticas que mostram que as novas empresas falham em números expressivos – à laia de aviso ‘ninguém de juízo se mete nessa aventura estranha de criar um negócio’. Até parece que os empresários de sucesso, sem exceção, não tiveram projetos em que só perderam dinheiro e ganharam traquejo. Temos até vários partidos políticos – os da geringonça – que veem como ofensiva a promoção do empreendedorismo.

Pelo que o espírito ‘que se f%0&’ faz muita falta. Vamos à luta, arriscamos e, se correr mal, paciência, que se… As cassandras que se calem, as carpideiras que parem de treinar para a catástrofe que se avizinha, que pior que cairmos picadinhos no chão é ficarmos na zona de segurança, na mediocridade calculada, perto das saias da mãe (em se tratando dos meus filhos, claro que estou disponível para abrir uma brecha nesta teoria) e da boia de salvação.’

O texto completo está aqui.

Tristes figuras

Imagem retirada de https://www.publico.pt/politica/noticia/a-seleccao-nacao-valente-parou-lisboa-e-foi-homenageada-em-belem-1737957
Imagem retirada de https://www.publico.pt/politica/noticia/a-seleccao-nacao-valente-parou-lisboa-e-foi-homenageada-em-belem-1737957

Ontem, quando a selecção nacional de futebol visitou o Palácio de Belém, todos os políticos presentes, de todos os partidos, decidiram competir entre si para ver quem conseguiria ser filmado a dar o maior abraço a Cristiano Ronaldo. Marcelo, claro, acabou por ganhar, mas não por falta de empenho dos seus concorrentes. Jorge Moreira da Silva, Ferro Rodrigues, Jerónimo de Sousa, Catarina Martins, o senhor do PCP que representa Os Verdes, Carlos César e Assunção Cristas fizeram um esforço ainda maior do que aquele que levou Pepe aos vómitos na final do Euro para chamarem a atenção do capitão da selecção, e a marioneta humana de Mário Nogueira conhecida por “Ministro da Educação” até imitou Quaresma a estrangular um jogador francês, mas à excepção de Marcelo, todos receberam de Ronaldo a frieza e o desprezo que mereciam. Minutos mais tarde, depois de tirada uma fotografia aos membros da equipa técnica, aos jogadores e aos dirigentes da Federação, os políticos apressaram-se a infiltrar a moldura, para assim surgirem numa fotografia colectiva que eternizasse a manifestação prática da sua trise ânsia de se mostrarem.

Como bem nota Rui Ramos, a triste figura dos “nossos oligarcas” mostra bem a sua fragilidade (e a do regime que representam), e como a por si sentida necessidade de “especularem com as emoções do futebol” é rigorosamente proporcional à fraca conta em que “o povo” que estava nas ruas a festejar os tem. Mas o que é realmente preocupante é o facto de as tristes figuras dos senhores e das senhoras que governam (ou fingem governar) os nossos destinos não se limitaram às festividades organizadas pelo indescritível Marcelo em Belém (confesso que me arrependo de me ter abstido nas “presidenciais” em vez de ter ido votar “no Tino”: o comportamento presidencial seria o mesmo, mas mais genuíno): o não menos indescritível Mário Centeno decidiu aparecer na reunião do “Eurogrupo” em que estava em causa a discussão de um eventual (entretanto confirmado) processo de sanções ao país com um cachecol da selecção ao pescoço; o futuro líder do PS em estágio na Câmara de Lisboa, Fernando Medina, decidiu decretar uma espécie de feriado municipal, como se Lisboa fosse a capital de uma qualquer país sul-americano; e durante todo o torneio, o omnipresente Marcelo e António Costa não se cansaram de viajar de Portugal para França e de França para Portugal, com o objectivo declarado de “apoiar” a “nossa selecção”, e o disfarçado mas autêntico propósito de propagandear as suas pessoas. Marcelo até se prestou a aparecer nas “flash interviews” após os jogos, normalmente reservadas a jogadores e treinadores, para espirrar uns lugares-comuns, para matar saudades dos tempos em que praticava esse exercício na TVI.

Algumas dessas viagens provocaram alguma polémica, devido aos “gastos” que elas supostamente implicam, e que o próprio Marcelo se apressou a anunciar que iria custear do seu próprio bolso (como se o seu salário de Presidente não fosse pago pelos mesmos contribuintes que de outra forma já pagariam os custos da viagem). O problema, como ninguém percebeu, não estava em Marcelo ir de avião ou em quem pagava a viagem, mas no facto de ele (e Costa, e os outros “oligarcas”) ter ido assistir a um jogo da selecção, e assim usar a popularidade do futebol e da equipa para se promover. O problema não estava nos “gastos”, estava na propaganda, e na forma como Marcelo (e Costa, e os outros oligarcas) reduz a esta a sua acção política.

Como já vem sendo habitual, um coro de gente com coração alaranjado e olhos vendados pela clubite partidária apressou-se assinalar o suposto facto de que Pedro Passos Coelho tinha sido diferente: não só não estivera presente em Belém (enviando o sempre prestável Moreira da Silva), como – segundo uma notícia do Expresso – estivera presente na final de Paris, mas não querendo ir para “a zona VIP” e preferindo manter-se “anónimo”. Segundo estas boas almas, Passos Coelho mostrava assim mais uma vez a sua postura modesta, além de um mais genuíno apoio à selecção, pois tinha ido a Paris exclusivamente com esse fim e não com o de se mostrar. Não repararam que já em jogos anteriores Passos se tinha incluído numas orquestradas fotografias divulgadas pelo site oficial do PSD em que, juntamente com outros membros do partido, se exibia a apoiar a selecção, nem se aperceberam de que a suposta discrição da sua ida a Paris perdeu imediatamente o carácter discreto a partir do momento em que foi publicitada pelo próprio site do PSD (para não falar da forma como foi plantada por uma “fonte” no Expresso). Não repararam – nunca reparam – como Passos voltou a cometer o pecado que já cometera no último Congresso do partido que lidera: o de ter uma enorme vontade de alardear uma suposta “humildade” que só por isso se demonstra ser falsa. Passos, diz a notícia do Expresso, “não quis a zona VIP”, mas não deixou de querer que a “fonte do gabinete do ex-ministro” tratasse de informar a comunicação social de que “o presidente do PSD” “preferiu ver o jogo no meio do povo anónimo”, para que ele fosse visto a não querer ser visto, e assim fazer “aproveitamentos políticos” de não querer fazer “aproveitamentos políticos”. No fundo, a sua conduta não passou de um truque propagandístico, que mais uma vez reflecte o contrário do que enuncia, e que o torna igual a Costa, Marcelo, Cristas, César e todos os que se foram humilhar a Belém, mas apenas mais hipócrita, por ter querido fingir que não estava a ser o que estava a ser.

L’Équipe: Pourquoi Cristiano Ronaldo ne gagnera jamais rien avec le Portugal

L’Équipe, 23 de Maio de 2015: Pourquoi Cristiano Ronaldo ne gagnera jamais rien avec le Portugal

Arnor Ingvi Traustason – Þakka þér fyrir

Arnor_Ingvi_Traustason

Continue reading “Arnor Ingvi Traustason – Þakka þér fyrir”

Éder: um herói improvável

eder

Éder. A vida foi-lhe dura, mas deu-lhe ouro

Herói improvável, substituto salvador. O que se diz lá fora sobre Éder

O golo segundo a segundo. E de todos os ângulos

A selecção e os ‘doutores da bola’

Estudar relvas. Por João Pereira Coutinho.

Depois de a Dinamarca ter vencido o Euro’92 vinda directamente de férias, o triunfo de Portugal seria o descrédito dos ‘doutores da bola’, que gostam de transformar o jogo em ciência. Quem não brindaria a isso?

Compreender o putinismo XLI

RamzanKadyrov

A congénere russa da comissão de recrutamento e selecção para a administração pública não fica parada no passado. Pelo contrário, é uma agência inovadora. A tal ponto que promove no canal estatal russo Rossia 1, o reality show “Team” cujo objectivo passa por encontrar o braço direito do líder checheno  Ramzan Kadyrov. Fica à consideração da Geringonça a sua aplicação em Portugal no pós-europeu de futebol.

Anacleto, sempre

anacleto

Francisco Anacleto Louçã crê que Partido Popular irá perder força em Espanha.

A antropologia, os falsos remates e as artes marciais

O esplendor de fazer exactamente o necessário

Os jogadores portugueses avaliados de zero a dez por Rogério Casanova, numa noite em que a antropologia, os falsos remates e as artes marciais usadas foram usadas para o bem patriótico.

A guerra dos tronos dos direitos humanos progressistas

castrochavez

A ditadura dos irmãos Castro continua de boa saúde e recomenda-se.

Cuba criticized the policy of singling out countries for censure, protesting against the “endless allegations against the South by the industrial North.” The delegate asked the Council, “have any countries criticized or said a word against the warmongering of the North around the world?” before providing his own answer: “No.” He continued, asking “why aren’t we hearing about the xenophobia or glorification of fascism in the North?” Contrasting Cuba’s human rights record with that of the developed world, he told delegations that “we continue to work for the promotion and protection of human rights in our nation”

Venezuela, Egipto, Coreia do Norte, Irão, China, Bielorrússia, Eritreia e Portugal, sigam os melhores exemplos e apostem tudo no aprofundamento do modelo socialista que tão bons resultados origina.

Histerismo na geringonça

geringonca

Emigração de professores: “Há semelhanças entre Costa e Passos”, diz BE

Porta-voz Catarina Martins sublinha que o partido “dispensaria a similitude” entre as palavras do atual e do ex-primeiro-ministro

Sim, podemos aguardar

podemos

Irão financiou Podemos com esquema, pelo menos, manhoso e que envolve as sinistras contas offshore. Aguardo o tratamento noticioso por parte do Esquerda.Net.

Recordar é viver

louca

O que dizer do Louçã – o Palhaço –, segundo os camaradas do PCTP/MRPP? Apenas que é o contributo possível para a indispensável união das esquerdas em geral e do Bloco em particular.

Nos últimos vinte e cinco anos, nunca houve ninguém em Portugal que fosse tão mimado, tão incensado, tão elogiado, tão lambido, tão levado ao colo e tão carregado em ombros de tudo o que é jornalista e órgão de comunicação social como esse tal de Francisco Louçã.

Com toda a imprensa burguesa, reaccionária em extremo como se sabe, a empurrar por trás, Louçã foi posto à cabeça de um bloco de oportunistas, baptizado de Bloco de Esquerda, de que se safou logo que pôde, foi levado a deputado da Assembleia da República e até foi colocado numa cátedra ali para os lados de São Bento, no Instituto Superior de Economia e Gestão, sem que ninguém se tivesse apercebido a tempo de que o homem não só não era de esquerda como não passava de um ignorante em matéria de economia e de finanças.

A imprensa tem andado tão babada com o seu menino-prodígio que, no mês passado, enquanto celebrava os quarenta anos do golpe de Otelo e dos seus capitães, foi ao ponto de transformar à sorrelfa o paizinho de Louçã num dos heróis de Abril, quando toda a gente sabe que foram os marinheiros e sub-oficiais da fragata Almirante Gago Coutinho, por um lado, e os obuses da bateria de artilharia de Vendas Novas, colocada no Cristo Rei, em Almada, por outro, quem impediu o comandante – capitão de fragata Seixas Louçã – de bombardear os homens e os carros de Salgueiro Maia no Terreiro do Paço.

Mas a basbaquice da imprensa por Louçã é de tal ordem que não lhe custa nada homenagear como herói de Abril um fascista do antigo regime, desde que seja familiar do sobredito Louçã…

Ora, este produto acabado do jornalismo português de pacotilha – Louçã – de forma indirecta, e durante a presente crise, levantou-se contra o PCTP/MRPP aí por 2012, ao acusar uma das fracções do Bloco de ter cometido o crime de seguir o nosso Partido, ao defender o não pagamento da dívida e a saída do euro.

Desde que, em 16 de Junho de 2012, atacámos, numa conferência realizada na cidade do Porto, o Syrisa e o seu aliado português – o BE -, por não se atreverem a defender a saída do euro e o não pagamento da dívida, Louçã não tem feito outra coisa senão escrever, só ou acompanhado, resmas de papel que têm um único objectivo: explicar como se deve pagar honradamente a nossa dívida, de modo a mantermo-nos no Euro e na União Europeia a todo o custo.

Mas eis que, no último domingo, na Mesa Nacional do Bloco de Esquerda, Louçã terá admitido, segundo notícia circulada pelo jornal i, que “a saída do euro pode mesmo tornar-se na única solução para o País”.

Não acredito! Será possível que o animal tenha dito semelhante coisa?!

Mas acho que sim. Disse mesmo!

É que Louçã não passa de um palhaço! Até domingo passado, Louçã sempre defendeu a permanência de Portugal no euro e o pagamento honradinho e integral da dívida pública.

Começou, aliás, por defender, no consulado de Guterres, a adesão de Portugal à moeda única, muito embora criticasse as negociações da adesão, que teriam prejudicado o País. “Mas essa entrada era inevitável”, alegou então o catedrático Louçã.

Em Maio de 2011, fez agora três anos, numa troca pública de ideias com Jerónimo de Sousa, Louçã, com aquele ar de convicta certeza que nunca abandona mesmo quando diz as maiores alarvidades do planeta, pretendeu ter esmagado, com a sua autoridade professoral, o pouco ilustrado Jerónimo, atirando-lhe a matar: “Recuso a saída do euro, porque isso seria catastrófico”; “Ficaria tudo mais caro, desvalorizaria salários e pensões e faria com que as pessoas que têm créditos à habitação passassem a pagar muito mais“.

Não se encontraria em parte alguma da Europa um pequeno-burguês mais explícito… (…)

Do Kremlin, com humor

Vlad

Gozar com criaturas divinas não dá bom resultado.

Na vanguarda

A imagem da Reuters é de duas médicas num hospital em Riade mas à primeira vista, uma delas poderia ser o Dr. Mohannad al-Zubn a evitar chatices.
A imagem da Reuters é de duas médicas num hospital em Riade mas à primeira vista, uma delas poderia ser o Dr. Mohannad al-Zubn a evitar chatices.

Um novo e aliciante desafio à medicina ou apenas uma forma de agradecimento local.

A doctor working at a hospital in Saudi Arabia has been shot for helping a woman deliver a baby.

Jordanian obstetrician Dr Mohannad al-Zubn helped a Saudi woman give birth at the King Fahad Medical City in the Saudi capital, Riyadh, last month.

The new father went to the hospital, saying he wanted to thank the doctor – but, after meeting him outside in the garden, withdrew a concealed gun and shot him at close range.

The unnamed attacker was reported to have carried out the shooting because he did not believe a man should have helped his wife give birth.  “The husband came to the hospital looking for the doctor and shot him in the chest in an attempt to kill him for helping his wife deliver a baby,” said a hospital spokesperson.

As cantigas euro-festivaleiras do PCP

Foto de Michael Campanella/Getty Images que retrata o nazi-fascismo eurofestivaleiro exposto pelo PCP.
Foto de Michael Campanella/Getty Images que retrata o nazi-fascismo eurofestivaleiro exposto pelo PCP.

Enganam-se aqueles que associam as xaropadas musicais dos Zecas e das Brigadas ao PCP. Na melhor das hipóteses, os cantautores canhotos fazem parte das relíquias dos comunistas portugueses, agora que o PCP descobriu as emoções burguesas da canção ligeira do Eurofestival. A responsável é a ucraniana Jamala que venceu o tal Festival da Canção, realizado em Estocolmo com a canção intitulada 1944 e que recorda os feitos de José Estaline na Crimeia. A canção que representava a Rússia, considerada como favorita, ficou no terceiro lugar, atrás da estreante Austrália.

Afinal, apesar da negação do comunista Mário Nogueira, o estalinismo continua vivo e de boa saúde no PCP.

(…) Pouco importará aos patrocinadores do Festival da Eurovisão que 1944 tenha sido o ano da deportação de tártaros da Crimeia. A História sabe que o imperialismo europeu nunca foi muito dado à preocupação com as tragédias dos humanos, dentro e fora do seu território. E se exemplos faltassem, teríamos o dos refugiados árabes sem refúgio, sobreviventes das guerras que os EUA e a UE levaram às suas casas e às suas vidas, agora reunidos nos campos de concentração que a União Europeia aluga na Turquia. Ou os povos da antiga Jugoslávia, vítimas de um xadrez «ocidental» diabólico, em que o sofrimento oscilou entre a morte e o comércio de órgãos humanos, patrocinado por conhecidos aliados do chamado ocidente.

Em 2016, o Tribunal Administrativo de Kiev decretou a ilegalização do Partido Comunista da Ucrânia (PCU), na sequência do golpe de Estado de Fevereiro de 2014. Ao mesmo tempo iniciou-se uma campanha de reescrita da história, traduzida no branqueamento dos crimes das forças colaboracionistas com o ocupante nazi na II Guerra Mundial e a promoção de forças paramilitares de perfil neonazi.

Mas isso é em 2016. Para os patrocinadores da Eurovisão a tarefa é a da reinvenção dos dramas que, em 1944, envolveram tártaros da Crimeia, utilizando o estafado (o criminoso) processo da apresentação simplista de «factos» vindos de um tempo que foi o da sementeira da paz, paga com mais de 20 milhões das vidas soviéticas (também de tártaros) que Jamala, esquecendo, ofende (e se ofende).

No fundo é como na Música. Pois se as notas de que se compõe a Ode à Alegria de Beethoven são exactamente as mesmas com que Jamala escreveu uma canção feita para estimular ódios esquecidos! Saiba o vasto público televisivo – e os povos do nosso mundo – distinguir a Obra da provocação.

Alguém tem notícias de Snowden?

VladFriend

State Has Put 6% of Russians Under Surveillance in Past Decade.

At least six percent of Russia’s population has been under state surveillance at some point in the last nine years, according to a report released by human rights activists Monday.

Information released by Russian human rights group Agora claims that the Russian Supreme Court received some 4,659,325 applications to monitor and record telephone communications between 2007 and 2015. The court approved almost 97 percent of these, or 4,517,515.

Assuming that each wiretap target was in conversation with at least one other person, activists calculate that six percent of the Russian population, or 8.5 million people, have been monitored by the state at some time.

“If we assume that each of the wiretaps lasted for roughly a month, that means that over the course of nine years at least six percent of the population have had their communications monitored at some point,” said report co-author Pavel Chikov.

Agora claims that a lack of accountability has left the work of the security services open to political exploitation. The report alleges that on numerous occasions Russian law enforcement agencies violated human rights without compelling criminal evidence.

Government agencies acted without evidence in 352 cases, taking DNA or other biometric information in 242 of them, according to the report. Targets included activists who demonstrated on Manezh Square in 2014 and a number of Crimean Tatars between 2014 and 2016.

In 35 cases, citizens’ movements were monitored without any evidence of a crime, while 23 targets saw electronic communications hacked by security services.

Hidden video or audio equipment was used without compelling reason on 28 occasions and in several cases covert police footage was leaked to the media. (…)

Sem “cérebro” mas com Rui Vitória

rui_vitoria

Quase no final de uma época que correu miseravelmente ao meu FC Porto, resta-me congratular os meus amigos benfiquistas e dar os parabéns a Rui Vitória pelo excelente trabalho realizado no SLB e pela construção de uma nova equipa vencedora em tempo recorde.

Não chegará para salvar uma época que foi miserável, mas resta-me agora esperar que uma vitória na Taça de Portugal (longe de certa dado o que Porto e Braga têm jogado esta época…) permita evitar uma época totalmente em branco.

Continue reading “Sem “cérebro” mas com Rui Vitória”

Penálti não assinalado de Talisca no Benfica-Nacional

Nacional, Caso, Salvador Agra, 17m: Livre largo na direita para a área, apontado por Agra, Talisca corta e os jogadores ‘insulares’ ficam a pedir grande penalidade por mão na bola. O árbitro manda seguir…

Assim se vê a força do PC

Durante o dia, o Povo Venezuelano sai às ruas para agradecer a solidariedade do socialismo. Foto: EFE,
Durante o dia, o Povo Venezuelano agradece a solidariedade do socialismo.  Foto: EFE.

No meio do caos socialista, os comunistas portugueses na “Jornada Mundial de Solidariedade com a Venezuela” –  reafirmam o ” apoio à luta do povo venezuelano” e exigem “o fim das ameaças e ingerências externas.”

A solidariedade internacional do PCP já está a dar frutos e o sonho marxista de acabar com o capitalismo foi uma vez mais alcançado: a Venezuela não tem dinheiro suficiente para imprimir notas.

De regresso à realidade, o Povo venezuelano sai para a rua para festejar o apagão diário a que têm direito, apesar da capital Caracas permanecer sem essa conquista social que cobre 75 por cento do país.

Erdogan é paz e amor

erdogan

Se ouvir alguém a insultar o Presidente turco, só tem de reportar os factos ao consulado turco na Holanda.

We ask urgently for the names and written comments of people who have given derogatory, disparaging, hateful and defamatory statements against the Turkish president, Turkey and Turkish society in general.