Ao estado a que chegou O Insurgente

oinsurgente

Parabéns ao melhor blog individual-ó-colectivo do mundo, pelo 12º aniversário.

É uma honra e uma felicidade fazer parte do O Insurgente.

Obrigado aos fundadores, ao Grande Timoneiro, ao Comandante e restantes camaradas. Um abraço especial à Elise e à Patrícia Lança.

Um agradecimento final – mas não menos importante – aos leitores.

 

Anúncios

Spicer a ser Spicer

spicer

Sean Spicer a 16 de Dezembro de 2016 afirmou que os media não deviam ser impedidos de fazer o seu trabalho, independentemente da natureza negativa da cobertura dos assuntos relacionados com a Casa Branca.

//www.washingtonpost.com/video/c/embed/7c00e7a2-facf-11e6-aa1e-5f735ee31334

Sean Spicer a 24 de Fevereiro, a impedir que vários orgãos de comunicação social assistissem a uma conferência de imprensa da Casa Branca.

A crónica falta de tomates da comunicação social

spicer

Quando o Pinto da Costa ou o Donald Trump decidem quem assiste e participa nas conferências de imprensa, barrando o acesso a orgãos de comunicação social considerados indesejados, a única resposta decente dos media eleitos passaria pelo boicote às conferências de imprensa. Até que estas sejam livres.

Aprender com Margaret Tatcher

Por terras dos Ayatollahs

Imagem: Atta Kenare/AFP/Getty
Imagem: Atta Kenare/AFP/Getty

Depois de chafurdar no jornalismo de referência reverência português, nada como um banho de realidade em que a liberdade de expressão lhes sai do corpo.

Récit de la répression contre la liberté de l’information en Iran depuis le 1er janvier 2017

É tirar o carro e o motorista a Fernando Medina, sff

Apanhei este vídeo no facebook da Sofia Vala Rocha e, depois de quase engasgar, venho aqui dizer que acho Fernando Medina pouco ambicioso. É muito pouco querer tornar um eixo de Lisboa, que percorre a cidade quase na totalidade de sul a norte, numa avenida de passeios largos (a Av. da Liberdade é a mais çarga da Europa, julgo já ter lido por aí), com esplanadas, lojas fabulosas, hotéis e por aí – e, claro, com tremendas restrições ao trânsito automóvel. Afinal há que tornar Lisboa numa cidade com trânsito ainda mais infernal. Como está ainda se chateia pouco os munícipes.

Que se queira impedir que a Av. da Liberdade seja só um sítio de atravessamento automóvel está muito bem. Que se queixa dividir Lisboa em duas partes inatravessáveis, com o eixo Fontes Pereira de Melo e Av. da República, tipo muro clintonista-trumpista, no meio, já me parece um tanto excessivo. Ou não. Se calhar o melhor mesmo é tornar Lisboa uma cidade pedonal (exceto para os carros dos membros do governo e da CML, claro). Acho que seria um grande sucesso. Sobretudo para reduzir população. Tornar-se-ia uma cidade muito mais fácil de governar e de ganhar eleições, especialmente se se desse umas casas que entretanto vagassem às clientelas socialistas – e a atribuição de casas pela CML, com finalidade de ganhar votantes PS, já é uma política perseguida por todos os socialistas municipais de Lisboa.

Só peço que, enquanto eu continuar a viver em Lisboa, o imaginativo Medina construa uns pequenos cais ao longo da margem do Tejo. Assim, quando eu quiser ir jantar à Bica, é só descer um bocadinho até ao rio e depois apanhar o barco para a secção oriental da cidade. Tipo como se lê de Londres nos livros de Dickens. Tudo pela modernidade.

“Anónimos” apoiantes de Sócrates

44

Um bom resumo de Vítor Matos e Miguel Santos, no Observador.

O modus operandi do blogger que defendia Sócrates

Escreveu sob anonimato e atacou todos os que se opunham a Sócrates. Entrou nos radares da Operação Marquês por causa das alegadas avenças pagas pelo ex-PM. Quem era e o que escrevia “Miguel Abrantes”?

Compreender o putinismo LXIV

putin

Coisas  que acontecem de forma inexplicável na santa mãe Rússia de Vladimir Putin.

Governo acaba com imposto*

geringonca

*Poluídores-gulosos-fascizantes, é apenas o fim da reavaliação do imposto sobre os combustíveis que “servia  para garantir que os consumidores não seriam penalizados se o preço do petróleo subisse.”

A propósito de prejuízos causados

socrassemprezesocrates

Recordar é viver.

Trump, Costa e Le Pen

De Trump a Costa, por Paulo Tunhas.

Se quisermos manifestar a nossa virtude e a excelência dos nossos princípios (uma pessoa fica surpreendida coma quantidade de gente que aparentemente os tem ininterruptamente presentes ao espírito) há objectos de oposição bem mais urgentes do que Trump, até porque os americanos sabem tomar muito bem conta de si, como tomaram durante muito tempo conta de nós. Em França, por exemplo. Uma vitória de Marine Le Pen nas presidenciais francesas seria incalculavelmente mais nociva para nós do que a vitória de Trump nos Estados Unidos. A ideologia e a tradição são completamente diversas, e é disso que se deve ter medo. Gritar “populismo, populismo” como se a palavra abarcasse tudo e quisesse dizer sempre o mesmo não adianta nada. E esse medo tem mesmo uma razão de ser razoavelmente definida, até porque as trapalhadas em que se encontra François Fillon por causa dos supostos pagamentos chorudos à mulher, bem como a escolha socialista de Benoît Hamon, um esquerdista absurdo, facilitam, e muito, a vida à filha de Jean-Marie. Não se compare isto, por favor, com Trump ou o Brexit. A vitória de Marine Le Pen e da velhíssima tradição que, por mais camuflada que seja, ela traz consigo seria, de facto, o fim do mundo como nós, os europeus, o conhecemos.

Ou então, por razões mais comezinhas, Portugal. Costa e os seus, na ficção incongruente que construíram, estão a levar-nos disciplinadamente para o precipício. It’s a way of life. Os juros da dívida a dez anos, que para Marcelo parecem suaves prestações mensais, são um entre muitos outros sinais. Vai uma aposta? Mais depressa Trump fará coisas boas pelos Estados Unidos, e até pelo mundo, do que Costa o fará por Portugal. Mais depressa? Muito mais depressa.

Trumpices

A sério, Sean Spicer?

seanspicer

Sean Spicer Retweets Onion Video Saying He Provides ‘Robust Misinformation’: ‘You Nailed It’

Make us poorer, again IV

trump

Vale a pena ler o artigo de opinião de Juan Ramón Rallo, Gobierno de Trump: los planes de Trump o cómo empobrecer a las clases medias de EE.UU.

(…)  Al respecto, el Peterson Instituteha estimado que una guerra comercial entre EE.UU., por un lado, y China y México, por el otro, provocaría que la economía estadounidense perdiera cinco millones de empleos hasta 2019: tanto las compañías locales que se dedicaran a exportar a China o México cuanto las empresas locales que distribuyeran mercancías importadas se verían enormemente penalizadas. Los sectores más afectados serían los manufactureros, con caídas del empleo potencial de hasta el 10%. A su vez, los estados más negativamente afectados serían Washington, California, Texas y también el cinturón industrial de EE.UU. (Michigan, Illinois, Wisconsin, Pensilvania u Ohio), los cuales sufrirían pérdidas de puestos de trabajo superiores al 4%.

En definitiva, quienes podrían salir más perjudicados de una escalada proteccionista entre EE.UU. y el resto del mundo son justamente aquellas clases trabajadoras cuyos intereses Trump dice querer defender: tanto sus rentas nominales cuanto su poder adquisitivo se verían muy negativamente afectados por una guerra comercial. Por supuesto, los habrá que piensen que el presidente republicano jamás tolerará que otros países dañen comercialmente a EE.UU., pero entonces deberá renunciar a uno de los principios expuestos en su (horrible) discurso de investidura: el aislacionismo. Recordemos que, de acuerdo con el magnate neoyorquino: “Buscaremos amistad y buenas relaciones con las distintas naciones del planeta, pero lo haremos entendiendo que todas las naciones tienen el derecho a anteponer sus propios intereses”. Si todas las naciones tienen derecho a anteponer sus propios intereses, ¿cómo rechazar que China o México represalien a EE.UU. castigando con aranceles a sus productos para así proteger a ciertas industrias locales? ¿O cómo frenar una carrera arancelaria global absteniéndote de intervenir en la política extranjera?

Una hora después de que Trump se convirtiese en presidente, la nueva Administración difundió un esbozo de las políticas que planea aplicar en energía, empleo, política exterior y comercio

Todos hemos salido ganando con la globalización de los últimos 30 años. Una guerra comercial a gran escala nos perjudicaría igualmente a todos y solo beneficiaría a los populistas nacionalistas que acceden al poder dividiendo, enfrentando y envenenando la concordia entre los distintos ciudadanos del planeta. ‘Make globalization great again‘.

O comércio gera riqueza e não é imoral, ao contrário do proteccionismo.

Leituras complementares: Make us poorer, again, Make us poorer, again IIMake us poorer, again III.

 

A verdade do padeiro

Não me dão condições para explorar, a crónica de José Diogo Quintela no CM.

Quando aceitei fazer a empresa, o objectivo era claro: tornar-me num grande patrão explorador.

Como um dos donos da Padaria Portuguesa (PP), fiquei chocado com as declarações do meu primo e sócio Nuno Carvalho à SIC, sobre o aumento do Salário Mínimo Nacional (SMN) e legislação laboral. Disse o Nuno que, com o aumento, 25% dos trabalhadores da PP, que até agora ganhavam acima do SMN, passam a recebê-lo. É um escândalo! Quer isso dizer que os trabalhadores da PP são pagos? Em dinheiro, ainda por cima? Mais indignado fico com a preocupação do Nuno com a flexibilização da lei laboral. Então a PP respeita legislação? Mau!

Não foi com esses pressupostos que entrei no negócio. Quando aceitei fazer a empresa, o objectivo era claro: tornar- -me um grande patrão explorador (passe a redundância). Basicamente, ambicionava parasitar empregados. Qualquer que fosse o negócio. Calhou a panificação por ser uma área em que não existia concorrência (quem já tinha ouvido falar em ‘padarias’?), mas que, por outro lado, já tinha um mercado estabelecido. Toda a gente se lembra das filas de potenciais consumidores à porta de lojas devolutas espalhadas por Lisboa, a acenar com notas e a dizerem: ‘Queremos pão de Deus! Como é que ninguém nos vende pão de Deus quando nós, potenciais consumidores, demonstramos enorme desejo de pão de Deus e até nos organizámos à volta de 50 localizações ideais para situar lojas que vendam pão de Deus?’

Pessoalmente, preferia um negócio que envolvesse burlar idosos, mas a padaria era a via mais rápida para me tornar num porco capitalista. Só precisámos de: 1) expropriar uma fábrica que produzia próteses gratuitas para vítimas de minas em África, para passar a fazer pão; 2) obrigar órfãos sírios a construírem lojas a troco de não lhes batermos muito; 3) adquirir vários contentores de escravos prontos a oprimir. Depois, o plano era esmifrar trabalhadores, vampirizar fornecedores, ludibriar consumidores e gastar o esbulho na compra de marfim e diamantes de sangue, como boas sanguessugas plutocratas. Descubro agora que fui enganado e não ando a espoliar empregados como era suposto. Pelos vistos, a PP cumpre leis e obrigações. Assim não é giro. Se era para isso, não me convidavam. O meu primo traiu-me. Aliás, já não vale a pena disfarçar. O leitor decerto percebeu que não somos primos. Os humanos é que têm primos. A única relação familiar que temos é que os nossos ovos foram incubados na mesma cova. Quando saímos da casca, a primeira língua bífida que lhe silvou foi a minha.

Os répteis são animais de sangue frio, de modo que não ficaremos zangados muito tempo. Em breve faremos as pazes, enquanto brindamos com o sangue de um pasteleiro (reserva de 2012, um óptimo ano) e combinamos o próximo negócio. De preferência, que envolva tortura de gatinhos ou extorsão de invisuais sem abrigo. Quando fazemos o que gostamos, o dinheiro é secundário. (…)

Make us poorer, again III

Trump’s Scrapping of TPP Will Make America Poor Again, por Shikha Dalmia.

American consumers, exporters and manufacturing will get screwed

Leituras complementares: Make us poorer, againMake us poorer, again II.

O que importa é a amizade entre as pessoas

amizade

O verdadeiro significado da amizade, está na TAP.

Amizade é a relação afetiva entre os indivíduos. É o relacionamento que as pessoas têm de afeto e carinho por outra, que possuem um sentimento de lealdade, proteção etc.

A amizade pode existir entre homens e mulheres, irmãos, namorados, maridos, parentes, pessoas com diferentes vínculos. É um relacionamento social voluntário de intimidade. Algumas bases do sentimento de amizade são a reciprocidade do afeto, ajuda mútua, compreensão e confiança.

A amizade pode ter diversas origens, como o meio em que as pessoas convivem, por exemplo, o trabalho, o colégio, a faculdade, amigos em comum, mas também pode surgir por acaso. Alguns amigos, inclusive, se chamam de melhores amigos, pois se consideram mais que amigos, um irmão de coração.

A amizade não precisa acontecer com pessoas exatamente iguais, com os mesmos gostos e vontades, e em certos casos é exatamente esse o fato que os une. A amizade tem a função de acrescentar ao outro, com suas ideias, momentos de vida, informações, ou é apenas ter alguém para dividir momentos e sentimentos.

Alguns valores, atitudes e comportamentos relacionados com a amizade podem variar de acordo com a sociedade ou com o momento específico da história.

in Significados.

Make us poorer, again II

trump

“We will follow two simple rules: Buy American and hire American”.

Donald Trump, o nacional-socialista no discurso de abertura do fim do mundo.

Leitura complementar: Make us poorer, again.

Make us poorer, again

Trump, o proteccionista.

Therefore, despite the naive proclamations from Trump about “making America great again” with protectionism and tariffs, the economic analysis above demonstrates that protective tariffs make the country imposing them worse off,on net, and that proposition is supported by 200 years of economic theory and hundreds of empirical studies. That is why economists almost universally support free trade and oppose tariffs and trade protection – because economic analysis and empirical evidence clearly show that there are always net economic losses from protectionism.

If Trump is successful with his mercantilist and protectionist trade policies, it will be average Americans who will be punished by punitive tariffs, not the Mexicans or Chinese. And while Trump’s protectionism might save some U.S. jobs in the short run, his tariffs and other protectionist measures will unavoidably lead to even greater job losses in the long run, and less prosperity and a lower standard of living for the average American. That’s not a formula for greatness, it’s a guaranteed formula for economic impoverishment.

Geringonça no eucaliptal

A assinatura do acordo de constituição da geringonça foi feita num produto nefasto, oriundo da exploração do eucalipto pelo grande capital
A assinatura do acordo de constituição da geringonça entre Heloísa Apolónia e António Costa foi feita num produto nefasto, oriundo da exploração do eucalipto pelo grande capital

O Partido Ecologista “Os Verdes” (PEV) tem a arte de existir, possuir um grupo parlamentar sem nunca se conhecer a quantidade de votos expressos em qualquer urna de votos, desde que existe, decorria o mês de  Dezembro do ano de 1982.

Este partido claramente democrático e de votações expressas muito constantes, criado pelo PCP durante a Guerra Fria por forma a acudir aos desejos ambientalistas de Moscovo e a enganar algum ecologista militante mais distraído, comtempla a “ecologia como concepção  política”. No fundo, como “portadora de uma nova forma de pensar o mundo e a organização das  sociedades. A ecologia política toma a espécie humana como uma componente da Natureza, tal  como outras espécies, constatando a sua dependência em relação a elementos naturais  imprescindíveis à sua sobrevivência – como o ar, a água, o solo, a fauna e a flora.” O PEV descobre mesmo o  demónio no planeta Terra (pois deconhece-se a sua acção noutros planetas):“os modelos liberais e  neo-liberais, que têm imperado no mundo, têm resultado no esgotamento e na delapidação dos  recursos naturais, corporizando formas de organização económica que fomentam a produção  intensiva e descontrolada e o consumismo desregulado, concentrando e intensificando sempre mais  a riqueza nas mãos de uma pequena minoria, sem pudor na negação de direitos a largas faixas da  população e na generalização da pobreza a biliões da seres humanos.” A solução apontado é o “eco- desenvolvimento”.

Quero acreditar que a convergência política na geringonaça é possível com o investimento de milhões na indústria de papel e a exploração económica do eucaliptal. As palavras do Primeiro-Ministro, António Costa são, como é costume, claras como o petróleo verde:

(…) Assinados os contratos de investimento, que vão permitir criar a maior unidade de descasque e destroçamento de madeira da Europa, o primeiro ministro plantou a ideia de reconstruir o setor florestal e explicou como fazê-lo: “valorizando os nossos recursos autóctones, que são decisivos para a riqueza do país, mas também necessariamente a plantação do eucalipto”.

Portugal precisa de melhorar a produtividade da Floresta e com isso melhorar a produtividade do eucalipto. É “o grande desafio que temos pela frente”, assume António Costa, que acrescenta que “a produtividade média por hectare é baixíssima. Não são só os matos que estão ao abandono, há muita área de eucalipto que também o está”.

Uma melhor produção de eucalipto permite responder à procura das indústrias e aumentar a produção de pasta de papel, setor onde Portugal dá cartas e que ajuda a equilibrar a balança comercial. Tal como está previsto desde 2015, na estratégia florestal nacional, a área prevista para a plantação de eucaliptos permitirá responder àquilo que é a procura crescente por parte da indústria, permitindo aumentar a produção de pasta e de papel”, afirma.

Carrega, Medina

medina

EMEL estuda alargamento da fiscalização e das multas até às 23h e ao fim-de-semana.

Acho pouco, a fiscalização devia estender-se às 24 horas do dia, todos os dias do ano. E em jeito de bónus, carregar mais nos preços durante o período de Verão, feriados e época natalícia.

Gente de bem e de pás

anjemchoudary

Recordar os benefícios da diversidade.

Members of Anjem Choudary’s terror cell are facing jail today after drumming up support for ISIS in hate speeches calling for ’40 trucks driving down Oxford Street full of explosives’.

A covert officer infiltrated the Luton chapter of the banned group Al-Muhajiroun (ALM) and secretly recorded speeches over 20 months before police swooped to arrest two extremists.

At the meetings, attended by up to 80 people including young children, the group praised ISIS and urged others to support the terror group and travel to Syria to fight.

As opções editoriais sobre crianças III

baldaia

A correr desde o início de Dezembro do ano passado nas redes sociais e nalguns orgãos de comunicação social estrangeiros, o DN resolver publicar hoje com destaque da primeira página uma fotografia de um menino morto e com direito a editorial de Paulo Baldaia.

Na altura, as informações que acompanhavam a imagem relatavam que a criança terá sido uma das dezenas de vítimas mortais e que resultaram dos disparos contra barcos na fronteira entre Bangladesh e Myanmar, por guardas fronteiriços deste último país.

E o que “extraio” do editorial do director do DN? Isto “dito” de modo mais rústico quando comparado com a pena progressista do director do DN:

O centenário DN publica a 5 de Janeiro de 2017, algo que foi difundido nas redes sociais e nalguma imprensa internacional a 5 de Dezembro de 2016 e que ao contrário do que afirma Paulo Baldaia não foi publicada em primeira mão pela CNN.

Mais. Apesar “dos riscos de manipulação que deixaram o jornalismo ficar mal” (alguém se lembra de Pallywood?), a publicação pelo DN serve para de algum modo defender a minoria muçulmana de Myanmar e “expor” as vítimas do terrorismo religioso de qualquer ponto do planeta.

A crer nessa missão, estarão asseguradas para todas as restantes edições do diário de referência português a publicação de pelo menos uma fotografia chocante, de preferência de um corpo de uma criança, o respectivo editorial justificativo e um dossier sobre o tema do dia mas sem banalizar ou aborrecer os leitores do jornal.

Talvez esteja encontrada a solução para acabar com a decadência nas vendas do DN e tirar da miséria franciscana a secção de Internacional do jornal que até à publicação da imagem do corpo de um menino nunca se interessou verdadeiramente por conflitos que não nos são próximos e que matam inocentes. Até porque o Engº Guterres irá salvar o Mundo a partir da secretaria-geral da ONU e o DN não podia deixar de cumprir o seu papel.

Sugestão de leitura complementar: As opções editoriais sobre crianças e As opções editoriais sobre crianças II.

Lula da Silva, o eterno Presidente do Brasil

Faltam-me as palavras para classificar Lula da Silva.

A/c da administração Trump

Se a indústria francesa não importasse, o preço final seria 27 por cento mais caro.  Alguém faça um tweet ao homem.

Votos para 2017

Caros leitores, caso não arranjem um amigo como o do Engenheiro José Sócrates, desejo que cultivem um pouco do espírito indomável de Jerónimo de Sousa.

Síria: back to basics XXIX

Pára tudo: a guerra acabou e a santa mãe rússia retira as tropas de uma Síria pacificada.

pravda

Ah esperai é uma notícia do renovado Pravda.

Augusto Santos Silva em alta no mercado bovino

Fotografia Rui Carmo. Reunião da concertação social, realizada em Odiáxere, Lagos.
Fotografia Rui Carmo. Reunião da concertação social, realizada em Odiáxere, Lagos.

Já recordei aos membros do governo que, enquanto membros do Governo, nem à mesa do café podem deixar de se lembrar que são membros do Governo e, portanto, devem ser contidos na forma como expressam as suas emoções, e se é assim à mesa do café quanto mais nestes novos espaços comunicacionais que hoje não são de conversa privada nem reservada e tornam-se naturalmente públicos”.

António Costa, o chefe da geringonça sobre a polémica que levou ao afastamento de João Soares.

ass1

“Ali o Vieira da Silva conseguiu mais um acordo! Ó Zé António, és o maior! Grande negociante… Era como uma feira de gado! Foram todos menos a CGTP? Parabéns…”

Geringonça de verdade