Tertúlia Ideias Radicais

O Instituto Mises Portugal organiza uma tertúlia com o sucesso brasileiro do Youtube Raphaël Lima, dia 16 de Julho às 19h no Grémio Literário. O seu canal Ideias Radicais, onde fala sobre escola austríaca de economia, política, liberalismo e libertarianismo, entre muitos outros temas, conta com 430 000 subscritores.

Lugares Limitados
Inscrição obrigatória: enviar email para misesportugal@gmail.com
Custo de entrada: 5 euros

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IMP no Podcast do Mises Brasil

O Podcast do Instituto Mises Brasil, através do eterno Bruno Garschagen, acompanha o trabalho do Instituto Mises Portugal desde a sua criação em 2012. Dessa vez, o entrevistado foi o Bernardo Blanco, que o dissertou sobre os projetos em desenvolvimento e os desafios e oportunidades para divulgação da Escola Austríaca em Portugal. Seguiu-se também uma análise da situação política portuguesa e do governo da geringonça.

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Liberalismo e Descentralização em Portugal

O Instituto Mises Portugal organizará, dia 24 de Abril, uma tertúlia dedicada ao tema: “Liberalismo e Descentralização em Portugal”. Terá como convidados o eterno Insurgente Carlos Guimarães Pinto e o descentralizador-mor da pátria liberal Carlos Novais. O evento realizar-se-à na Sala D. Henrique, O Navegador do Instituo de Estudos Políticos da UCP, pelas 19 horas. Adianta-se, desde já, que a organização pode não conseguir disponibilizar sofás, pelo que a audiência poderá ter que optar pelo não menos digno liberalismo de cadeira.

O Paciente Inglês

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Como a direita continua a não ter vergonha na cara e teima em chafurdar na mesma desonestidade intelectual de que acusa os Costas e os Galambas desta vida, acumulam-se as duras críticas à sensata posição do Governo de Portugal em relação à guerra fria entre a Rússia e o Reino Unido. Serão os mesmos que evocam uma aliança centenária, quase pretendendo fazer a equivalência entre a defesa da mesma e o patriotismo, patriotismo esse que os leva, em certas ocasiões e nas poucas partes que conhecem de cabeça, a cantar um hino que surge de uma marcha exigindo que os portugueses rasgassem essa tal aliança e pegassem em armas, o equivalente a um suicídio dos dolorosos, “contra os Bretões”. Bom povo inglês, sempre do nosso lado em Goa, em Angola, em Timor.

Bem faz o Governo em exigir prova concreta que suporte as acusações inglesas, como também faria bem em desconfiar das mesmas, sejam elas apresentadas. Não há muito tempo, a dupla Durão e Portas arrastou Portugal para um conflicto desencadeado à margem do direito internacional, cujas provas, posteriormente, se verificaram serem falsas, e que pode bem acartar as culpas da terrível situação que o Médio Oriente hoje enfrenta. Sim, PSD e CDS têm ambos sangue nas mãos e a choradeira dos seus dirigentes e apoiantes quando se deparam com imagens dos meninos sírios lembra aquelas viúvas chorosas no luto do defunto,  tendo umas semanas antes escarniado o marido à cabeceira do amante.

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O CDS Feminista

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Foi ontem anunciado que será aprovada na AR a mudança da funesta Lei da Partidade, com o aumento da percentagem prevista para 40% e o alargamento do critério a todos os órgão politicos electivos. Na minha curta jornada pelo mundo da política já conheci, pessoalmente e pela via literária, uma imensidão de opiniões dentro das próprias ideologias, mesmo dentro das direitas, diversidade essa, em muitas ocasiões, bem fundamentada. Ora eu já conheci pessoas de direita, incluindo bons conservadores, defendendo a legalização das drogas leves ou da prostituição e socialistas que se lhe opunham. Já conheci quem de direita se opusesse à liberalização do porte de arma para defesa pessoal ou fosse um ambientalista fervoroso – como este que vos fala – e socialistas que optassem pelas posições contrárias. Muito se pode escrever acerca destas questões e muito se pode e se tem teorizado sob o seu enquadramento, legítimo ou não, à luz das ideologias relevantes.
O que eu nunca conheci pessoalmente, nunca encontrei nos livros, nem nunca ouvi num podcast foi uma feminista – nos moldes em que actualmente o feminismo se enquadra, na sua terceira via – que fosse de direita. Sendo improvável a existência de um cavalo com asas, nem pelas leis da biologia nem pelas da física, é mais provável eu ter exagerado nos shots de tequila do que estar na presença da mítica criatura. O que me leva a concluir que, dada a diferente natureza entre os fenómenos da própria e os ideológicos, quando me deparo com a primeira pessoa, supostamente à direita, que se diz feminista, é mais provável essa pessoa não ser, de facto, de direita do que estarmos na presença de um cisne negro, terminando eu a indagar acerca do escombro do espectro político em que a Presidente do CDS habita. Dito isto, revivo o debate que se acendeu pelas posições tomadas, na AR, por um deputado do partido, debate esse que gerou páginas de discussão na imprensa, no Facebook, na blogosfera e nas suas caixas de comentários, pois dizia-se ser impensável o partido ser tão complacente a uma suposta violação grave da matriz do partido.

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