Maduro pede aos seus grupos paramilitares uma “resistência activa”

A Venezuela continua parada sem electricidade. Hoje é mais um dia sem trabalho e sem aulas devido a apagão. A inflação já é de vários milhões %. As pessoas atiram dinheiro às ruas. Uma caixa de notas de nada vale. Imaginem que algo, um iogurte por exemplo, custava 1 euro e em pouco tempo passava a custar 10 000 euros. É disso que falamos. Isto é o socialismo aplicado totalmente na prática.

E, apesar disto tudo estar a acontecer, Maduro continua a sua caminhada de ditador socialista que não larga o poder e pedir aos grupos paramilitares que o apoiam que comecem uma resistência activa. Tempos ainda mais perigosos se aproximam na Venezuela.

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O Sindicalista que apela à prostituição partidária

Noticia o ECO:

O dirigente da Fenprof frisou, além disso, que o “voto dos professores não é um voto que não valha nada”. Depois de ter dito que o primeiro-ministro julga que ganha votos com esta “guerra” aos professores, Mário Nogueira sublinhou que o voto dos docentes é “um voto de pelo menos, só no público, 125 mil pessoas, que têm família, vizinhos, alunos, pais com quem se relacionam bem”. “Os partidos percebem que fazer justiça e resolver um problema como este não é porque lhes dá votos, mas também pode dar votos”, acrescentou, deixando o recado às bancadas parlamentares.

Hugo Amaral/ECO

Mário Nogueira, secretário-geral da Federação Nacional dos Professores, conhecido por ser o sindicalista que diz ser professor, mas que não dá aulas há mais de 25 anos, que representa os professores. Confuso? Não, é uma comédia sindical. Já foi candidato pelo PCP e é mais um dos que, ano após ano, perpetua este regime em que vivemos.

Desta vez, o sindicalista vem apelar à prostituição partidária. Ele ainda fingiu que não queria usar o argumento do votos – leia-se “Os partidos percebem que fazer justiça e resolver um problema como este não é porque lhes dá votos”, mas logo de seguida a verdade sai e diz “mas também pode dar votos”. Mais coisa, menos coisa é do género… “partidos, quem nos defender conta com o apoio do sindicato e olha que com isso podem vir muitos votos dos professores”. O PS defende uma coisa? Pouco importa. Que mude de opinião já. Porquê? Porque pode dar votos.

Como dizia Groucho Marx, “Estes são os meus princípios, e se vocês não gostarem deles… bem, tenho outros”. É isto que o sindicalista pede aos partidos.

António Costa explica como Sócrates o ensinou a mexer nos “tachos”

“Na Cristina com os tachos: Costa cozinha no programa da SIC”, diz a notícia do Observador. Finalmente uma coisa onde o líder do Partido Socialista é eficaz: a mexer e a distribuir tachos.

E ainda houve tempo para uma revelação. Aliás é mais para relembrar, porque parece que o “povo” se esqueceu que António Costa foi durante muito tempo o número dois de José Sócrates.

PS(D) de Rio escolhe slogan igual ao do PS

Rui Rio já afirmou que queria levar o PSD mais para o centro-esquerda, já afirmou que a ideologia do PSD é a verdadeira social-democracia e que os liberais que discordam ideologicamente devem sair do partido, já afirmou várias vezes que está disponível para um acordo com Costa depois das legislativas…

O que é que faltava? Noticia o ECO: “Portugal Melhor”. PSD escolhe slogan igual ao do PS . Este slogan já é utilizado pelo PS há praticamente dois anos. Dois anos! E mesmo assim Rio e a sua equipa conseguem que o PSD copie o PS. É cada vez mais um PS(D).

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Será o Cartão de Cidadão inconstitucional?

Hoje o João Pires da Cruz escreveu bom texto no Observador: O Chip , sobre as informações que o Estado vai recolhendo de cada um de nós. Pelo meio escreve sobre algo muito curioso: será o Cartão de Cidadão inconstitucional?

Entra as mentiras da nossa constituição está a proibição de atribuir um número único e a intenção de ser uma república baseada na dignidade humana.

Dei-me conta disto quando, ao tentar matricular a minha filha de 3 anos no colégio, fui impedido pelo facto de me faltar o cartão de cidadão. Não sei se os meus caros compatriotas têm a plena consciência disto, mas para todos os cidadãos com mais de 20 dias de idade, ou seja, a partir do nascimento, é criado um chip, onde se dá um número único a todo e cada um de nós, ao contrário daquilo que estabelece de forma claríssima o artigo 35º da Constituição: “5. É proibida a atribuição de um número nacional único aos cidadãos”.

Eu bem sei que a Constituição da República Portuguesa é mais uma peça de higiene pessoal que propriamente algo para se levar a sério, mas isto é demasiado óbvio e não entendo como é que as interpretações das vestais autorizadas deram a volta a isto. Se todos os números, e não só, se juntam num chip, não há a menor das dúvidas para quem fez a 4ª classe de que há um número nacional único para os cidadãos portugueses.

Imagino que haverá um iliterato qualquer que tenha legislado que “claro que não há um número único, há 3…”, como que a dizer que o número do Cristiano Ronaldo na equipa não é o 7, porque o fato dele é um 52 e o número dos sapatos é o 45. Sim, tem todos esses números, mas o número de jogador é o 7 como o meu número único de cidadão é 194568345 (mentira!). Mas quase que aposto que a desculpa lusitana para dizer que não há um número único, é dizer que há mais do que um número único, o que eleva de forma inquestionável a quantidade de “mares” por nós nunca dantes navegados.

https://www.autenticacao.gov.pt/o-cartao-de-cidadao

José Diogo Quintela sobre a educação

Se for preciso, manifestam-se pelo direito de um emigrante argelino vir trabalhar para Portugal e, ao mesmo tempo, contra o direito de uma criança portuguesa ir estudar para outro código postal.

Grande texto de José Diogo Quintela: Fujam! É o Ranking Kong! 

A destruir todos os preconceitos socialistas contra a educação baseada na avaliação e no mérito. Também já tinha escrito o Naum apersio ezames – Sou um excêntrico que prefere um médico que tenha sido avaliado. 

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Costa e os amigos

Isto numa semana marcada por uma óptima notícia e por uma péssima notícia. A óptima notícia foi o afastamento de vários ministros do Governo de António Costa. A péssima notícia foi que Costa os substituiu imediatamente por novos ministros, ainda mais seus amigos que os anteriores. O primeiro-ministro afirmou que a remodelação governamental foi uma “separação de águas necessária”. Ora aí está António Costa, qual Moisés do Largo do Rato, a separar as águas, guiando o povo socialista rumo à vitória eleitoral prometida. Aliás, a olho nu estes dois líderes históricos são praticamente indistinguíveis: Moisés viu as águas do Mar Vermelho separarem-se para escapar ao Faraó do Egipto, e António Costa vê os vermelhos a separarem as águas para escaparem ao ónus da participação na geringonça.

Tiago Dores, aqui

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