Estónia – um país digital

Tirado do livro “Democracia Manipulada”

A Estónia digitalizou-se, mas mantendo o cidadão no centro. “Queriam ver o cidadão como sujeito, não como objecto do governo”. Nem sempre é fácil resistir ao poder que o Digital nos dá, basta ver o caso chinês.

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Polémica com mais um cartaz da Iniciativa Liberal ao lado da sede do PS

Polémica com mais um cartaz da Iniciativa Liberal perto da sede do Partido Socialista em Lisboa.

Os socialistas dizem que incentiva a cometer uma ilegalidade (buzinar sem motivo).

O Código da Estrada permite a utilização de “sinal sonoro” em caso perigo iminente. É isso mesmo que o Socialismo é: perigo! Por isso, tudo legal!

Retirado daqui

GNR identifica Presidente do PS da Junta de Ferrel (Peniche, Leiria) por alegadas agressões a duas jovens

O Partido Socialista da violência de género e do blablabla do novo feminismo vai fazer o quê? Chegaram-me relatos deste incidente há uns dias e, felizmente, o caso já chegou à imprensa. Vale a pena ler a notícia completa.

Terá sido naquele momento que foram abordadas por um rapaz “com cerca de 23 ou 24 anos”. Aproveitando o facto de os vidros estarem abertos, terá começado a perguntar às duas jovens onde é que iam a seguir, convidando-as para o acompanharem. As raparigas terão negado os convites, garante a mesma vítima, que pediu para não ser identificada. “Quando dei por isso, eram três ou quatro à volta do carro e fechei o vidro. Eles começaram a apoiar-se no carro e a abaná-lo. Começam a vir cada vez mais. Eram entre 8 a 10 pessoas“. (…)

“Na altura pensei que, se saísse do carro e mostrasse que não estava a achar piada nenhuma à brincadeira, podia ser que se fossem embora”, justifica. A jovem só conseguiu sair do carro após várias tentativas e correu para ajudar a amiga: “Ela também estava a tentar sair, mas estava outro rapaz na porta dela, a impedir que saísse. Dei a volta ao carro e abordei-o”.

O rapaz a que se refere foi posteriormente identificado pelas vítimas como sendo o presidente da Junta de Freguesia de Ferrel, Pedro Barata. “Nesse momento, deu-me um soco no maxilar. Comecei a tentar defender-me e ele agarrou-me no pescoço e atirou-me para o chão. Quem me levantou foram os amigos dele, que depois ficaram a agarrar-me os braços. Ele [o agressor] ainda me deu uma ou duas chapadas”, conta a vítima.

Naquele momento, a outra jovem que ainda se encontrava dentro do carro terá conseguido sair. “O rapaz deu-lhe um pontapé no peito [da amiga]“, disse a jovem. No auto de notícia da GNR a que o Observador teve acesso, feito com base em declarações da vítima que apresentou a queixa, consta também que a sua amiga foi ainda agredida com um “pontapé na zona lombar e outro na perna”.Terá sido naquele momento que foram abordadas por um rapaz “com cerca de 23 ou 24 anos”. Aproveitando o facto de os vidros estarem abertos, terá começado a perguntar às duas jovens onde é que iam a seguir, convidando-as para o acompanharem. As raparigas terão negado os convites, garante a mesma vítima, que pediu para não ser identificada. “Quando dei por isso, eram três ou quatro à volta do carro e fechei o vidro. Eles começaram a apoiar-se no carro e a abaná-lo. Começam a vir cada vez mais. Eram entre 8 a 10 pessoas“.

“Na altura pensei que, se saísse do carro e mostrasse que não estava a achar piada nenhuma à brincadeira, podia ser que se fossem embora”, justifica. A jovem só conseguiu sair do carro após várias tentativas e correu para ajudar a amiga: “Ela também estava a tentar sair, mas estava outro rapaz na porta dela, a impedir que saísse. Dei a volta ao carro e abordei-o”.

O rapaz a que se refere foi posteriormente identificado pelas vítimas como sendo o presidente da Junta de Freguesia de Ferrel, Pedro Barata. “Nesse momento, deu-me um soco no maxilar. Comecei a tentar defender-me e ele agarrou-me no pescoço e atirou-me para o chão. Quem me levantou foram os amigos dele, que depois ficaram a agarrar-me os braços. Ele [o agressor] ainda me deu uma ou duas chapadas”, conta a vítima. (…)

Várias pessoas que se encontravam dentro do bar começaram a aperceber-se das agressões e vieram ao exterior para tentar ajudar as duas jovens. Uma testemunha, em declarações ao Observador, disse que as viu a serem “empurradas” e “esmurradas”, tendo-se dirigido para o local onde já se tinha juntado uma multidão. Um dos clientes do bar que tentou defender as jovens acabou também por ser agredido e por cair no chão onde foi pontapeado. 

Aguardar pelo desenrolar desta história.

Observador

“As Algemas” de Fernando Pessoa

Leitura obrigatória, sobretudo para quem não conhece parte do pensamento liberal de Fernando Pessoa. Deixo aqui um excerto de “As Algemas” de Fernando Pessoa:

A legislação restritiva do comércio e do consumo, a regulamentação pelo Estado da vida puramente individual, era corrente na civilização monárquica da Idade Média, e no que dela permaneceu na subsequente. O século XIX considerou sempre seu título de glória o ter libertado, ou o ir libertando, progressivamente o indivíduo, social e economicamente, das peias do Estado. No fundo, a doutrina do século XIX — representada em seu relevo máximo nas teorias sociais de Spencer — é uma reversão à política da Grécia Antiga, expressa ainda para nós na Política de Aristóteles — que o Estado existe para o indivíduo, e não o indivíduo para o Estado, excepto quando um manifesto interesse colectivo, como na guerra, compele o indivíduo a abdicar da sua liberdade em proveito da defesa da sociedade, cuja existência, aliás, é a garantia do exercício dessa sua mesma liberdade.

Mas de há um tempo para cá — já desde antes da Guerra, mas sobretudo depois da Guerra, que teve por consequência acentuar certas tendências, e entre elas estas, esboçadas anteriormente — a tendência legislativa começou a ser exactamente contrária à do século anterior na prática e dos séculos anteriores na teoria. Recomeçou-se a restringir, social e economicamente, a liberdade do indivíduo. Começou a tolher-se, social e economicamente, a vida do comerciante.

O problema divide-se, evidentemente, em dois problemas — o social e político, e o comercial. O problema propriamente social resume-se nisto: que utilidade, geral ou particular, para a sociedade ou para o indivíduo, tem o emprego da legislação desta ordem? E o problema propriamente político é o da questão das funções legítimas do Estado, e dos seus naturais limites — um dos problemas mais graves, e porventura menos solúveis, da sociologia. Não pertence porém à índole desta Revista o tratar destes problemas, nem, portanto, sequer determinar as causas íntimas do fenómeno legislativo cuja evolução acabámos de sumariamente descrever.

É o problema comercial que tem que preocupar-nos. E o problema comercial é este: Quais são as consequências comerciais, e económicas, da aplicação da legislação restritiva? E, se as consequências não são comercial e economicamente benéficas, em proveito de quê, ou de quem, é que se julga legítimo, necessário, ou conveniente produzir esse malefício comercial e económico?

E dar-se-á efectivamente esse proveito?

É o que vamos examinar.

Examinem o resto aqui: “As Algemas”

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Lucas Pires – O Documentário

Documentário sobre Lucas Pires a ver aqui:

“O Homem (que colocava acima do Estado), as novas gerações, foram constantemente alvo do seu pensamento e acção política. Na Assembleia da República (1976-1986) destacou-se pelo estilo fulgurante, com linguagem por vezes provocadora e irónica, mas sempre elegante.

A construção da Europa – onde gozava de uma excelente reputação – foi outra das suas paixões. Foi o primeiro português Vice-Presidente do Parlamento Europeu, eleito por unanimidade e reeleito em 1998.
Em Portugal, foi o primeiro político a afirmar-se abertamente de Direita e Liberal, quando tal era perigoso ou, pelo menos, mal visto!

Bateu-se pela revisão da Constituição de 1976 (a fim de retirar a referência no artigo 2.º “a caminho do socialismo” e de acabar com o poder do Conselho da Revolução), mas esta “arma secreta da Direita” estudantil em Coimbra (anos 60) mais tarde também se empenhou na conciliação da Direita com o 25 de Abril; não via Esquerda e Direita como “Caim e Abel” e sim como “marido e mulher”!

Otimista nato e bem-humorado, via a vida a cores. A sua barba e o seu aspecto desarranjado não encaixavam na imagem da Direita.

Foi Conselheiro de Estado e, antes (1981-1983), Ministro da Cultura do VIII Governo Constitucional.

Extremamente culto e inteligente, exerceu interesse, e por vezes mesmo fascínio, junto dos Media e da Esquerda. Tinha amigos em todos os quadrantes políticos e classes sociais.”

Rui Rio e Santana não se demitem?

O PSD de Rui Rio teve o pior resultado de sempre em europeias, menos nove pontos do que nas europeias de 2009, a última vez que concorreu sozinho; e menos cinco pontos do que nas legislativas de 1983.

A Aliança de Santana Lopes (que chegou a ser o 4o partido mais notícias na imprensa) queria eleger Dois eurodeputados e esteve longe de conseguir um sequer. Acabou com zero.

Já viram alguém a pedir a demissão de Rui Rio e Santana Lopes? Ninguém pede responsabilidades? Quando Passos Coelho teve um total nacional de 31% nas autárquicas (incluindo coligações locais) obrigaram o senhor a demitir-se praticamente.

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