Portugal com o Quarto Pior Salário Médio na OCDE

Retirado daqui, podem constatar o salário médio anual para todos os países da OCDE.  Portugal, como sempre, está do lado errado do ranking – regista o quarto pior salário médio de todos os países da OCDE com um valor anual de 25,5 mil dólares (representado pela barra vermelha). Este valor contrasta com uma média de 46,6 mil dólares para toda a OCDE (representado pela barra azul). Recomenda-se que cliquem na imagem para poder ver melhor o gráfico.

Usando a mesma fonte, se analisarmos apenas os países da União Europeia, Portugal encontra-se na terceira pior posição como se pode observar no gráfico abaixo.

Por uma questão de melhor legibilidade, coloco aqui os valores também em forma de tabela.

Neste link, podem observar a evolução do salário médio anual nos diferentes países da OCDE desde 1990. A imagem abaixo refere-se à evolução, ou melhor – à estagnação – do salário médio anual em Portugal.

Nota: estes valores apresentados pela OCDE são todos apresentados em dólares constantes de 2016 e ajustados aà paridade do poder de compra (Purchasing Power Parities (PPPs)).

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Portugal Em 20 Anos

Partilho aqui uma imagem muito interesante da Pordata sobre um retrato de Portugal em 1999 e outro em 2018. Entre os factos apresentados, destaco o seguinte:

  1. O número de idosos por cada 100 jovems aumentou de 96 para 157 (um aumento de mais de 60% em 20 anos); e a tendência será para este rácio aumentar no curto-médio prazo (ver a pirâmide demográfica).
  2. O número de pensionistas em % da população passou de 33% para 40%; e a tendência será para aumentar no curto-médio prazo (ver abaixo a pirâmide demográfica).
  3. A taxa de desemprego registada em 2018 era 2,6% maior do que a taxa de desemprego que se registava em 1999.
  4. A dívida pública em % do PIB passou de 55% para 122% – tendo mais do que duplicado neste período.
  5. O crescimento económico registado no período de 20 anos é de apenas 16%, o que equivale a um crescimento anual nestes 20 anos de uns míseros 0,75% ao ano.

Para complementar o quadro acima, coloco a pirâmide demográfica da população Portuguesa retirada daqui, e cuja forma faz lembrar tudo menos uma pirâmide. Um simples olhar para o gráfico faz com que uma pessoa se aperceba dos enormes desafios com que nos teremos que deparar no curto-médio prazo.

Contra o Status Quo, Contra o Socialismo, Pela Mudança e Pela Liberdade: Domingo, Votarei Iniciativa Liberal!

Foi uma longa espera, mas ao fim de 45 anos será possível pela primeira vez em Portugal votar em eleições legislativas num partido que não é socialista, num partido que se assume frontalmente e descomplexadamente liberal.

Enquanto que o socialismo condiciona e oprime o indivíduo, o liberalismo permite que o indivíduo em liberdade persiga a sua felicidade como assim o entender, desde que não interfira com a liberdade de terceiros.

O liberalismo permite também que cada pessoa realize todo o seu potencial e que consiga usufruir do frutos obtidos através do esforço do seu trabalho, dos seus talentos, do seu engenho e do riscos assumidos por si. Hoje em dia, a grande preocupação socialista é na “distribuição da riqueza produzida” (algo muito fácil, como qualquer quadrilha o poderá atestar) e não na “criação da riqueza” – desencorajando o trabalho e o investimento. Apenas para pagar impostos, cada trabalhador em Portugal trabalha em média quase meio ano para o estado.

O liberalismo permite liberdade de escolha. Cada pessoa saberá determinar mediante os seus valores e as suas opções, a melhor escolha para si. No socialismo, é um burocrata num escritório remoto que centralmente determina o que é melhor para todas as pessoas, quer seja na saúde, quer seja na educação.

O liberalismo permite que as melhores empresas, aquelas que oferecem melhores produtos e serviços aos melhores preços sejam bem sucedidas no mercado; e que as piores empresas definhem e desapareçam. No socialismo, é o corporativismo que determina que empresas sucedem ou não à custa do contribuite, servindo as empresas para colocar “boys” dos partidos e abrindo toda a espécie de oportunidades para corrupção.

Os princípios do liberalismo não são apenas teóricos. Em todos os países onde práticas liberais foram aplicadas, foram verificados resultados positivos concretos em termos de desenvolvimento económico e humano, Isto, ao contrário das teorias e políticas socialistas e comunistas, que tiveram resultados desastrosos a todos os níveis nos países onde foram aplicadas – sempre com a explicação de que “não era o verdadeiro comunismo”.

Fundamentalmente, o liberalismo assenta na liberdade – em escolhas livres e voluntárias; ao contrário do socialismo que assenta na coerção.

Contra o Status Quo, Contra o Socialismo, Pela Mudança e Pela Liberdade: Domingo, Votarei Iniciativa Liberal!

Portugal: O Quarto País da OCDE com os Impostos Menos Competitivos

A organização Tax Foundation publicou hoje o estudo International Tax Competitiveness Index 2019 em que revela que Portugal é o quarto pior país da OCDE (só acima da França, Polónia e Itália) em termos de impostos – algo que desencoraja significativamente toda a actividade económica: o trabalho, a poupança, o consumo e o investimento.

Na imagem abaixo, pode-se observar o ranking dos países Europeus que fazem parte da OCDE.

É curioso observar que no topo da tabela, com os impostos mais baixos e portanto mais competitivos, se encontra a Estónia, um país que é tem sido sistematicamente referido – e bem – pela Iniciativa Liberal como um bom exemplo a seguir.

Se analisarmos o crescimento do PIB per capita desde 2000, enquanto que Portugal regista um crescimento de apenas 8%, a Estónia registou um crescimento de 91%.

Ainda sobre a Estónia, a sua estrutura de impostos é a seguinte (fonte e fonte):

  1. Taxa Única (flat-rate) de 20% sobre os rendimentos individuais (o equivalente ao IRS)
  2. Uma taxa de 20% sobre os rendimentos das empresas (o equivalente ao IRC), sendo que este imposto apenas incide sobre lucros distribuídos e que os rendimentos distribuídos não contam para o rendimento individual.
  3. O imposto sobre propriedades imóveis (o equivalente ao IMI) incide apenas sobre o valor do terreno, e não sobre o valor dos edifícios.
  4. Uma taxa normal de IVA de 20% e uma taxa reduzida de 9%.
  5. Tem um sistema que isenta de impostos locais os lucros obtidos no estrangeiro  por empresas nacionais (com raras excepções).

Há de facto, alternativas melhores ao socialismo.

Sondagem Diária (01 de Outubro de 2019)

Abaixo, deixo a sondagem diária da TVI/TSF/JN retirada daqui.

Deixo também a sondagem Universidade Católica/RTP/Público publicada hoje, retirada daqui e que consistiu em 3226 inquéritos.

Assinalo que cerca de quatro em cada dez eleitores em Portugal aparentemente tem a intenção de votar no Partido Socialista. E isto apesar de nesta legislatura se ter registado o seguinte (mesmo durante a conjuntura económica mais favorável que tenho memória):

  • Carga fiscal em máximo históricos de sempre
  • Mais de 116 vítimas mortais em incêndios em 2017
  • Injecção recorde de dinheiros públicos em bancos
  • Cativações do orçamento de estado em máximos históricos
  • Investimento público em mínimos históricos
  • Degradação generalizada dos serviços público
  • Número recorde de greves numa única legislatura
  • Ausência total de reformas dignas desse nome, sem qualquer medida relevante de estímulo ao investimento
  • Portugal em vias de se tornar o quinto país mais pobre da União Europeia em 2019, sendo já o terceiro país mais pobre da Zona Euroa.
  • Rede de nepotismo sem precedentes com mais de 40 familiares do PS nomeados para o governo (e em que o caso das “golas inflamáveis” será apenas um dos casos de corrupção)
  • Todo o encobrimento e encenação relacionada com o furto de material militar em Tancos

Carta da Autoridade Extorsionária

A existir uma votação para a melhor campanha eleitoral, creio que, tendências políticas à parte, a Iniciativa Liberal ganharia com maioria absoluta. Um exemplo disso é a carta da abaixo remetida pela “Autoridade Extorsionária” endereçada ao Senhor Contribuinte.

Certamente que mesmo os contribuintes mais diligentes no cumprimento das suas obrigações fiscais estarão familiarizados com o aperto no coração que sentem sempre que recebem uma carta deste género remetida pela Autoridade Tributária.