Páginas de Austeridade Que Se Viram (II) – Investimento Público Em Mínimos Da Década, Do Século e Do Milénio

Eu ainda sou do tempo em que a esquerda em Portugal defendia as virtudes do investimento público e do seu efeito multiplicador na economia; e que proclamava a urgência em aumentar o investimento publico em Portugal.

Já sem a troika por cá e sem um programa de ajustamento para cumprir, a geringonça leva o investimento público ao mínimo da década, do século e do milénio.

A imagem acima foi retirada daqui.

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Páginas De Austeridade Que Se Viram (I) – A Carga Fiscal Maior De Sempre

Ainda se lembram da austeridade e do “enorme aumento de impostos” de Vítor Gaspar quando Portugal estava sujeito a um programa de ajustamento assinado com a troika?

Já sem a troika por cá e sem um programa de ajustamento para cumprir, a geringonça carrega os contribuintes com a maior carga fiscal de sempre.

A imagem acima foi retirada daqui.

O PS e a Ética

Muito bem a Ana Catarina Mendes, a constatar o óbvio.

A imagem acima foi criativamente adaptada desta imagem original.

A Teia da Família Socialista

Parece uma mapa estelar, mas o facto é que se torna cada vez mais complicado desenhar a teia da família socialista – cada vez maior e mais complexa.

Com os devidos créditos ao Alexandre Afonso, deixo aqui então o mapa da Teia da Família Socialista, que dada a sua extensão, só pode ser devidamente apreciado clicando na imagem e fazendo zoom.

Porreiro, pá.

Somos Todos Privados

Leitura “obrigatória” n’O Observador do excelente artigo de opinião Somos Todos Privados do Carlos Guimarães Pinto, presidente da Iniciativa Liberal.

Todos os serviços do Estado são prestados por pessoas. Não sendo o Estado, por enquanto, proprietário de ninguém, então todos os serviços do Estado são prestados por privados. Excetuando aqueles regimes que levam a ideologia socialista ao seu extremo, nenhuma pessoa é propriedade do Estado. Trabalhe onde trabalhar, uma pessoa será sempre livre e terá os seus interesses privados. Um professor numa escola pública é tão privado como um professor numa escola particular. Nesse sentido, o Estado estará sempre dependente dos privados (as pessoas) para garantir os seus serviços.

[…]

A visão moralista de público versus privado esbarra num problema conceptual: somos todos privados. A defesa do serviço público não se faz exigindo que este seja prestado por organizações burocráticas e politicamente controladas. Na maioria dos casos, é exatamente o oposto. Qualquer político que esteja mais interessado na qualidade dos serviços públicos do que na extensão do seu próprio poder entenderá isto.

O Polvo Socialista Estende Os Seus Tentáculos

Creio que só em Portugal é que esta situação poderia ser considerada normal… o que significa que se perdeu toda e qualquer noção de decência, de ética, de moral e de decoro.

O Monstro

Afinal, a tal viragem da página da austeridade repetida até à exaustão pela geringonça pode ser observada no gráfico abaixo que mostra a evolução da carga fiscal em percentagem do PIB desde 1995 até 2018 e que foi retirado daqui.