Aberração paritária (2)

No seguimento de
Aberração paritária
O sexo e as quotas

Agora que a Geringonça se prepara para mergulhar o país de cabeça na fossa séptica dos identity politics (“Parlamento quer medidas de acção afirmativa para afrodescendentes), será de esperar que tal abordagem política seja liberalmente reproduzida.

Estas novas causas progressistas, que dividem para reinar, são sim boas para criar circo quando falta pão. A promoção é praticamente gratuita. Basta convencer um punhado de óbvi@s representantes das “minorias” oprimidas que existem sinistras conspirações tácitas – e nebulosas barreiras sistémicas – ao seu progresso social, económico, ou mesmo humano. E logo se criam pequenas milícias de Che Guevaras de gente muito “resolvida”, resolvida a marchar pela revolução social.

Obviamente não há nada de razoável, correcto, sensato, moral ou justo em querer que o Estado imponha discriminações positivas para este ou aquele grupo, à laia de engenharia social de inspiração egalitária. Mas o marxismo cultural vive disso.

No que diz respeito às novas leis das quotas, é confrangedora a falta de princípios liberais dos nossos representantes, e de louvar quem, na política (not you Cristas), não se deixa levar em esganiçadas cantigas.

Agora que muito se fala de novos partidos liberais, e com pena minha que a Iniciativa Liberal pareça estar rendida ao politicamente correcto, é de louvar quem se atreve a dizer que a actual lei é uma aberração sob vários pontos de vista. O mais flagrante é impor uma discriminação positiva em detrimento do mérito profissional, levando ao extremo a condição de Estado paternalista.

Paternalista.

La trampa liberticida de la brecha salarial

La trampa liberticida de la brecha salarial por Juan Ramón Rallo:

Sin embargo, la llamada brecha salarial por género, si bien existe en todos los países desarrollados, puede explicarse en gran medida por el hecho de que hombres y mujeres desarrollan un trabajo de una cantidad y calidad distintas: o dicho de otro modo, no se cobra distinto por el mismo trabajo, sino que se cobra distinto por distinto trabajo. Partiendo de un diagnóstico equivocado, terminan incurriendo en una prescripción no solo errónea sino también liberticida.

Por desgracia, el objetivo principal de la huelga feminista de este jueves es el de reclamar un mayor intervencionismo y dirigismo del Estado para conculcar los derechos y libertades de hombres y mujeres inocentes con tal de planificar una sociedad al gusto de las feministas que secundan la huelga. No se busca respetar las libertades de cada persona como tal y, a partir de ese presupuesto fundamental, tratar de modificar pacíficamente las costumbres que rigen la interacción entre los ciudadanos, sino al contrario: cercenar esas libertades individuales para imponer coactivamente un tipo de relaciones interpersonales que muchos individuos —con independencia de su sexo— pueden aborrecer. Por eso, la ideologizada huelga feminista de este jueves no ambiciona, en general, mayor libertad e igualdad, sino menor libertad y mayor desigualdad ante la ley. Manipulan los datos para manipular a los ciudadanos y que terminen aceptando un recorte en el régimen de libertades.

Trump vs. Friedman (2)

Sempre que Trump aparece com uma política iliberal – sem surpresas, as taxas aduaneiras foram extensivamente prometidas na campanha eleitoral -, aparecem logo uns camaradas, supostamente “de direita”, a defendê-la e a defendê-lo. Abaixo, Dinesh D’Souza:

Dinesh nunca leu Friedman

Um probleminha:

It’s perfectly clear that if you restrict the imports of steel, there are some workers in the steel industry who will have jobs they otherwise would not have.