seis anos de idiotice útil

Foi no dia 15 de Setembro, há seis anos, que milhares de pessoas sairam à rua, por esse Portugal fora, para desfilar ordeiros ao ritmo do bombo da extrema-esquerda. Os manifestantes protestavam contra o ‘neoliberalismo’ da Troika, a favor da preservação da sociedade clientelar do Estado, e porque estava um belo dia de fim de Verão. Ali ensaiou-se uma magnífica geringonça social, que viria a dar frutos eleitorais três anos volvidos.

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Freedoms and Liberties Lost Since 9/11

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Gloria Alvarez – Socialism does not work

 

Jovem liberal e descomplexado

Sai do sofá!!!

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Vem marchar com o Costa, o Jerónimo e a Catarina – Iniciativa Liberal desce a Av. da Liberdade ao lado da esquerda no 25 de Abril

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Talvez um dia também possas mandar nos outros!

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The Gender Pay Gap


Jonathan Pie – The Gender Pay Gap

Recursos adicionais:
Gender Pay Gap: The Myth That Will Not Die (Computing Forever)
There Is No Gender Wage Gap (Christina Hoff Sommers)
John Stossel – The Gender Pay Gap (John Stossel)
Do Women Earn Less than Men? – Learn Liberty (Steven Horwitz)
The Truth About The Gender Pay Gap (Stefan Molyneux)

Aberração paritária (2)

No seguimento de
Aberração paritária
O sexo e as quotas

Agora que a Geringonça se prepara para mergulhar o país de cabeça na fossa séptica dos identity politics (“Parlamento quer medidas de acção afirmativa para afrodescendentes), será de esperar que tal abordagem política seja liberalmente reproduzida.

Estas novas causas progressistas, que dividem para reinar, são sim boas para criar circo quando falta pão. A promoção é praticamente gratuita. Basta convencer um punhado de óbvi@s representantes das “minorias” oprimidas que existem sinistras conspirações tácitas – e nebulosas barreiras sistémicas – ao seu progresso social, económico, ou mesmo humano. E logo se criam pequenas milícias de Che Guevaras de gente muito “resolvida”, resolvida a marchar pela revolução social.

Obviamente não há nada de razoável, correcto, sensato, moral ou justo em querer que o Estado imponha discriminações positivas para este ou aquele grupo, à laia de engenharia social de inspiração egalitária. Mas o marxismo cultural vive disso.

No que diz respeito às novas leis das quotas, é confrangedora a falta de princípios liberais dos nossos representantes, e de louvar quem, na política (not you Cristas), não se deixa levar em esganiçadas cantigas.

Agora que muito se fala de novos partidos liberais, e com pena minha que a Iniciativa Liberal pareça estar rendida ao politicamente correcto, é de louvar quem se atreve a dizer que a actual lei é uma aberração sob vários pontos de vista. O mais flagrante é impor uma discriminação positiva em detrimento do mérito profissional, levando ao extremo a condição de Estado paternalista.

Paternalista.