Gloria Alvarez – Socialism does not work

 

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Jovem liberal e descomplexado

Sai do sofá!!!

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Vem marchar com o Costa, o Jerónimo e a Catarina – Iniciativa Liberal desce a Av. da Liberdade ao lado da esquerda no 25 de Abril

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Talvez um dia também possas mandar nos outros!

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The Gender Pay Gap


Jonathan Pie – The Gender Pay Gap

Recursos adicionais:
Gender Pay Gap: The Myth That Will Not Die (Computing Forever)
There Is No Gender Wage Gap (Christina Hoff Sommers)
John Stossel – The Gender Pay Gap (John Stossel)
Do Women Earn Less than Men? – Learn Liberty (Steven Horwitz)
The Truth About The Gender Pay Gap (Stefan Molyneux)

Aberração paritária (2)

No seguimento de
Aberração paritária
O sexo e as quotas

Agora que a Geringonça se prepara para mergulhar o país de cabeça na fossa séptica dos identity politics (“Parlamento quer medidas de acção afirmativa para afrodescendentes), será de esperar que tal abordagem política seja liberalmente reproduzida.

Estas novas causas progressistas, que dividem para reinar, são sim boas para criar circo quando falta pão. A promoção é praticamente gratuita. Basta convencer um punhado de óbvi@s representantes das “minorias” oprimidas que existem sinistras conspirações tácitas – e nebulosas barreiras sistémicas – ao seu progresso social, económico, ou mesmo humano. E logo se criam pequenas milícias de Che Guevaras de gente muito “resolvida”, resolvida a marchar pela revolução social.

Obviamente não há nada de razoável, correcto, sensato, moral ou justo em querer que o Estado imponha discriminações positivas para este ou aquele grupo, à laia de engenharia social de inspiração egalitária. Mas o marxismo cultural vive disso.

No que diz respeito às novas leis das quotas, é confrangedora a falta de princípios liberais dos nossos representantes, e de louvar quem, na política (not you Cristas), não se deixa levar em esganiçadas cantigas.

Agora que muito se fala de novos partidos liberais, e com pena minha que a Iniciativa Liberal pareça estar rendida ao politicamente correcto, é de louvar quem se atreve a dizer que a actual lei é uma aberração sob vários pontos de vista. O mais flagrante é impor uma discriminação positiva em detrimento do mérito profissional, levando ao extremo a condição de Estado paternalista.

Paternalista.

Aberração paritária

A propósito da nouvel aberração legislativa, “Paridade no Cu dos Outros” de CGP no Blasfémias:

 

Ban Assault Drugs

Free to Choose

“Socialists don’t like ordinary people choosing, for they might not choose socialism.”

Margaret Thatcher

La trampa liberticida de la brecha salarial

La trampa liberticida de la brecha salarial por Juan Ramón Rallo:

Sin embargo, la llamada brecha salarial por género, si bien existe en todos los países desarrollados, puede explicarse en gran medida por el hecho de que hombres y mujeres desarrollan un trabajo de una cantidad y calidad distintas: o dicho de otro modo, no se cobra distinto por el mismo trabajo, sino que se cobra distinto por distinto trabajo. Partiendo de un diagnóstico equivocado, terminan incurriendo en una prescripción no solo errónea sino también liberticida.

Por desgracia, el objetivo principal de la huelga feminista de este jueves es el de reclamar un mayor intervencionismo y dirigismo del Estado para conculcar los derechos y libertades de hombres y mujeres inocentes con tal de planificar una sociedad al gusto de las feministas que secundan la huelga. No se busca respetar las libertades de cada persona como tal y, a partir de ese presupuesto fundamental, tratar de modificar pacíficamente las costumbres que rigen la interacción entre los ciudadanos, sino al contrario: cercenar esas libertades individuales para imponer coactivamente un tipo de relaciones interpersonales que muchos individuos —con independencia de su sexo— pueden aborrecer. Por eso, la ideologizada huelga feminista de este jueves no ambiciona, en general, mayor libertad e igualdad, sino menor libertad y mayor desigualdad ante la ley. Manipulan los datos para manipular a los ciudadanos y que terminen aceptando un recorte en el régimen de libertades.

Dia da Mulher, Sempre!

Para comemorar o que deve ser comemorado todos os dias, fica um vídeo de Ayn Rand, uma mulher da Liberdade.

Trump vs. Friedman (2)

Sempre que Trump aparece com uma política iliberal – sem surpresas, as taxas aduaneiras foram extensivamente prometidas na campanha eleitoral -, aparecem logo uns camaradas, supostamente “de direita”, a defendê-la e a defendê-lo. Abaixo, Dinesh D’Souza:

Dinesh nunca leu Friedman

Um probleminha:

It’s perfectly clear that if you restrict the imports of steel, there are some workers in the steel industry who will have jobs they otherwise would not have.

Trump vs. Friedman

Racionalidade vs. Esganiçadismo

ADENDA – Aqui a entrevista completa.

Capitalism vs Cronyism

Venezuela vs. Socialismo

 

RAP dissidente

A entrevista que tanta celeuma tem levantado entre senhoras com panache de porteiros, e senhores que mendigam entrada no seu clube exclusivo – Ricardo Araújo Pereira: ‘Deixar um idiota falar é quase sempre menos nocivo do que calá-lo’:

Periodicamente, há umas porteiras, proprietárias da esquerda, do feminismo e da luta contra o racismo e a homofobia, que decidem que não fizemos o consumo mínimo obrigatório e resolvem pôr-nos na rua. Não é grave: aquilo a que chama a “quota Câncio”, a esquerda da “Égalité, Fraternité, Cala-té”, tem todo o direito de me mandar para onde quiser, incluindo para a direita. Na categoria de gente autoritária que tem problemas com o que eu digo, o PNR mandou-me para sítios piores.

Para mim, então, o politicamente correto é uma estratégia de controlo da linguagem – e, por isso, de controlo do pensamento – que não tolera a dissensão e que assenta no princípio de que certas pessoas ou grupos são demasiado frágeis para serem confrontados com determinadas palavras ou ideias. Esse princípio parece-me ser infantilizador das pessoas que se propõe proteger e, por isso, contraproducente. Eu convivo mal com a ideia de proibir discursos de que a gente não gosta.

Socialismo = Miséria

 

Big Google disagrees with you

« libertarians aren’t allowed to criticize private entities » – refutação

Obama did it first

Mea culpa, até é divertido atirar à cara da esquerdalha, às pazadas fumegantes, toda a sua hipocrisia. Agora, “X did it first” até pode servir para trollar, mas é de facto um argumento indigno. Não há honra em ser seguidor de políticas iliberais.

Reacções variadas

Estas eleições americanas foram de novo imensamente marcadas pelo social media. Há oito anos, dominavam os blogues e o Facebook. Na passada semana, foram coroados o Twitter e os vidlogs. O formato video é frequentemente evitado nos blogues, porque nenhum blogue “sério” quer passar por colecção de recortes de embeds. Contudo, há que reconhecer que é um meio sedutor. Enfim, abaixo, quatro reacções aos resultados eleitorais – de um ancap que muito aprecio, e de três esquerdistas que não alinham na berraria histérica recriminatória do momento.
Continue reading “Reacções variadas”

Identificando a gente horrível que votou em Trump

No seguimento de Trump won because -ism,

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Os primeiros 100 dias de Trump

À parte um ou outro ponto que será de saudar, o programa é pavoroso.

Continue reading “Os primeiros 100 dias de Trump”

Trump won because -ism

Já cá faltava. Alegadamente, Trump ganhou porque
– os racistas votaram contra as minorias
– os misóginos votaram contra as mulheres
– os pacóvios votaram contra os urbanos
– os homofóbicos votaram contra os LGBTQXPTO
– os ableistas votaram contra os portadores de deficiência
– os velhos caquéticos votaram contra a juventude vanguardista
– os xenófobos votaram contra os estrangeiros
– os religiosos votaram contra a razão
– os islamofóbicos votaram contra a paz
– etc etc

Está claro que alguns grupos votaram tribalmente. É sobretudo o legado “pós-racial” de Obama, que preferiu jogar golfe, entreter race-baiters, e espalhar o catecismo socialista do spread the wealth around, do que sentar o rabo e trabalhar num verdadeiro legado de políticas inclusivas – que ele mais do que ninguém poderia ter passado. E Hillary pensou que bastava usar a mesma cassete.

O que ficou foi um exército maltrapilho de social justice bullies, armado em polícia da consciência e dos costumes, que só se satisfaz fazer caças às bruxas. Ora, quão feia tem de ser a alma de uma pessoa para só ver podridão nos outros? Quão emocionalmente atrofiada é uma pessoa quando só conhece e reconhece a sua imatura versão do mundo, marcada por malvados e vítimas? Porque é que dão megafones a estes malucos?

Whatever happens

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Rand Paul reeleito senador pelo Kentucky

Com projecções de 62%, Rand Paul garante o lugar por mais seis anos.

Eleições americanas n’O Insurgente

N’O Insurgente vamos seguir a noite eleitoral dos Estados Unidos.

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DISCLAIMER – Não falaremos a uma só voz. No Colectivo há gente #ProHillary, #ProTrump, #NeverTrump e #NeverHillary; com graus diferentes de apoio a Gary Johnson, e porventura a Jill Stein; e atitudes bem polarizadas de entusiasmo, incluindo absoluta falta de pachorra para este circo. Isto vai ser divertido.

Clinton – “Living Embodiment Of Corruption”

Esgotado e gorado o hope and change de Obama, e com uma candidata sem carisma, o Partido Democrata necessitava de uma grande dose de pragmatismo centrista.

Aconteceu que esta campanha foi marcada por Bernie Sanders, um falso outsider que todavia se posicionou como reserva moral dos ideais do Progressismo, em oposição amoralidade pragmática de Hillary Clinton. Sanders acordou multidões para um renovado idealismo — um idealismo de ideias profundamente erradas do ponto de vista liberal —, mas claramente polarizante, inspirador e influente.

Subitamente toda a corrupção dos Clintons hit the fan. Os pormenores são notoriamente nojentos para quem nutre uma visão romântica do papel do Estado na sociedade. Largas facções esquerdistas votarão Hillary, mas não se coíbem agora de verbalizar repugnância por aquela criatura que não os representa.

Abaixo segue um youtube dos The Young Turks. Para quem não conhece, é um canal de referência da vanguarda progressista, insuspeito das falhas de carácter automaticamente apontadas aos apoiantes de Trump. Cenk Uygur não poupa palavras.

“C” for Corruption

O tema do enriquecimento súbito dos Clintons via abuso criminoso do aparelho do Estado passou de teoria da conspiração, para objecto de investigações independentes (por exemplo ver aqui), para “revelações” dos Wikileaks, para abertura de investigações oficiais (a menos grave das quais passa por suspeitas de incorrecções fiscais)… para denúncia pública generalizada, até por personalidades do partido, figuras públicas engajadas, e media alinhados.

Está provado que os Clintons estão no centro de uma grotesca rede de corrupção, e que a única forma de se “safarem” passa pela eleição de Hillary para o mais alto posto da nação.

Abaixo, um bom resumo:

Media Corruption

Os media – em Portugal, nos EUA, por todo o mundo – estão dominados por simpatizantes do Donald Trump. Havendo a possibilidade de Trump ser eleito, é preocupante, para o sistema constitucional americano, que os media se demitam de exercer escrutínio crítico. Exemplo abaixo.

All the fuss about Wikileaks

Porque as “revelações” Wikileaks têm saído a conta-contas, dificultando a sua contextualização, e porque são mais impressionantes stronger together, segue uma lista catita, cheia de referências, em constante actualização:

The Top 100 Most Damaging Wikileaks