Reacções variadas

Estas eleições americanas foram de novo imensamente marcadas pelo social media. Há oito anos, dominavam os blogues e o Facebook. Na passada semana, foram coroados o Twitter e os vidlogs. O formato video é frequentemente evitado nos blogues, porque nenhum blogue “sério” quer passar por colecção de recortes de embeds. Contudo, há que reconhecer que é um meio sedutor. Enfim, abaixo, quatro reacções aos resultados eleitorais – de um ancap que muito aprecio, e de três esquerdistas que não alinham na berraria histérica recriminatória do momento.
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Os primeiros 100 dias de Trump

À parte um ou outro ponto que será de saudar, o programa é pavoroso.

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Trump won because -ism

Já cá faltava. Alegadamente, Trump ganhou porque
– os racistas votaram contra as minorias
– os misóginos votaram contra as mulheres
– os pacóvios votaram contra os urbanos
– os homofóbicos votaram contra os LGBTQXPTO
– os ableistas votaram contra os portadores de deficiência
– os velhos caquéticos votaram contra a juventude vanguardista
– os xenófobos votaram contra os estrangeiros
– os religiosos votaram contra a razão
– os islamofóbicos votaram contra a paz
– etc etc

Está claro que alguns grupos votaram tribalmente. É sobretudo o legado “pós-racial” de Obama, que preferiu jogar golfe, entreter race-baiters, e espalhar o catecismo socialista do spread the wealth around, do que sentar o rabo e trabalhar num verdadeiro legado de políticas inclusivas – que ele mais do que ninguém poderia ter passado. E Hillary pensou que bastava usar a mesma cassete.

O que ficou foi um exército maltrapilho de social justice bullies, armado em polícia da consciência e dos costumes, que só se satisfaz fazer caças às bruxas. Ora, quão feia tem de ser a alma de uma pessoa para só ver podridão nos outros? Quão emocionalmente atrofiada é uma pessoa quando só conhece e reconhece a sua imatura versão do mundo, marcada por malvados e vítimas? Porque é que dão megafones a estes malucos?

Eleições americanas n’O Insurgente

N’O Insurgente vamos seguir a noite eleitoral dos Estados Unidos.

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DISCLAIMER – Não falaremos a uma só voz. No Colectivo há gente #ProHillary, #ProTrump, #NeverTrump e #NeverHillary; com graus diferentes de apoio a Gary Johnson, e porventura a Jill Stein; e atitudes bem polarizadas de entusiasmo, incluindo absoluta falta de pachorra para este circo. Isto vai ser divertido.

Clinton – “Living Embodiment Of Corruption”

Esgotado e gorado o hope and change de Obama, e com uma candidata sem carisma, o Partido Democrata necessitava de uma grande dose de pragmatismo centrista.

Aconteceu que esta campanha foi marcada por Bernie Sanders, um falso outsider que todavia se posicionou como reserva moral dos ideais do Progressismo, em oposição amoralidade pragmática de Hillary Clinton. Sanders acordou multidões para um renovado idealismo — um idealismo de ideias profundamente erradas do ponto de vista liberal —, mas claramente polarizante, inspirador e influente.

Subitamente toda a corrupção dos Clintons hit the fan. Os pormenores são notoriamente nojentos para quem nutre uma visão romântica do papel do Estado na sociedade. Largas facções esquerdistas votarão Hillary, mas não se coíbem agora de verbalizar repugnância por aquela criatura que não os representa.

Abaixo segue um youtube dos The Young Turks. Para quem não conhece, é um canal de referência da vanguarda progressista, insuspeito das falhas de carácter automaticamente apontadas aos apoiantes de Trump. Cenk Uygur não poupa palavras.

“C” for Corruption

O tema do enriquecimento súbito dos Clintons via abuso criminoso do aparelho do Estado passou de teoria da conspiração, para objecto de investigações independentes (por exemplo ver aqui), para “revelações” dos Wikileaks, para abertura de investigações oficiais (a menos grave das quais passa por suspeitas de incorrecções fiscais)… para denúncia pública generalizada, até por personalidades do partido, figuras públicas engajadas, e media alinhados.

Está provado que os Clintons estão no centro de uma grotesca rede de corrupção, e que a única forma de se “safarem” passa pela eleição de Hillary para o mais alto posto da nação.

Abaixo, um bom resumo:

Media Corruption

Os media – em Portugal, nos EUA, por todo o mundo – estão dominados por simpatizantes do Donald Trump. Havendo a possibilidade de Trump ser eleito, é preocupante, para o sistema constitucional americano, que os media se demitam de exercer escrutínio crítico. Exemplo abaixo.

All the fuss about Wikileaks

Porque as “revelações” Wikileaks têm saído a conta-contas, dificultando a sua contextualização, e porque são mais impressionantes stronger together, segue uma lista catita, cheia de referências, em constante actualização:

The Top 100 Most Damaging Wikileaks

Virtue Signalling

Chama-se virtue signalling a expressão de pontos de vista com o propósito de demonstrar uma suposta superioridade moral. Porventura esta prática fará parte da natureza humana, e terá uma função social importante, mas – como em tudo – basta meter o Estado à mistura para evidenciar tudo que tem de mau.

O virtue signalling político de primeira ordem é aquilo que foi bem descrito por Bastiat. O socialismo propõe-se alcançar resultados maravilhosos –, ora através de cuidadosas engenharias económicas e sociais, ora com medidas “meia-bola e força”–, políticas que necessitam de medidas iliberais. Quem quer que proteste contra essas políticas é acusado de nem querer que outros gozem da prosperidade prometida. Quem se opõe a boas intenções só pode ser um desviante social. Se quisermos ser caridosos, o erro aqui é de facto julgar as políticas pelas intenções, e não pelos seus resultados.

Em contraste, é louvado quem defenda publicamente tais promessas de amanhãs que cantam. Sobretudo se o fizer vociferadamente, e sobretudo se desprezar olimpicamente todas as más consequências, visíveis e invisíveis, das políticas associadas. A política do salário mínimo, e desemprego resultante, é um exemplo.

O virtue signalling político de segunda ordem vai para além das intenções, defende em primeiro lugar o que tem de ser feito. Há que meter o Estado a vigiar, inspeccionar, espiolhar, dirigir, regular, endoutrinar, controlar, censurar, proibir, corrigir, punir, extorquir, roubar, etc etc? Ora, é sabido que tudo isto é legítimo. Nem vale a pena falar de intenções, objectivos, resultados. Quem não se alinha com o poder salvítico do Estado só pode ser um desviante político, um anarca que quer que a sociedade colapse. É o misticismo da força, o culto do músculo do Estado.

Em contraste, quem alinha é considerado um estadista.

Aos desviantes há que os desumanizar. Por exemplo, o industrialista é mau, o capitalista é mau, o patrão é mau, o rico é mau, o burguês é mau. Quem teve “sucesso” na vida – por nascimento, educação, atitude, sorte, ou trabalho duro – é mau. Os piores são “neoliberais”. Há toda uma taxonomia de “maus”, em classes já preparadinhas para o two-minutes-hate progressista. E quem os defende faz parte da corja. Judeus, todos. Cães, todos. Caladinhos, todos.

Isto pode ser feito muito intelectualmente. Como pode ser feito pela turba — na rua, nas caixas de comentários. Recentemente, a propósito do “debate” sobre os impostos sobre o património, não faltou quem defendesse uma variação sobre “eu quero é carregar o meu empregador com impostos”. Mesmo que estivesse a falar do empregador/senhorio/fornecedor/cliente/etc do outro. Para não falar de óbvias demonstrações de ódio. É o credo da miséria partilhada.

Curiosamente, a maior parte das pessoas que se entretém com o primeiro tipo de virtue signalling é pródiga em likes e petições, mas não levanta uma palha, dos seus próprios meios, para corrigir os males sociais que tanto abomina.

Curiosamente, a maior parte das pessoas que se entretém com o segundo tipo de virtue signalling é pródiga a exaltar todo o tipo de fascismos virtuosos, em nome da eterna luta de classes, mas (vá lá) seria incapaz, na prática, de roubar terceiros.

Curiosamente, ambos os grupos votam vigorosamente para que o Estado vá ao bolso dos outros, e aplaudem desbragadamente todos os chávismos paridos pela nossa intelligentsia colectivista. Isto é o que passa por civilização. Esta é a suposta superioridade moral do virtue signalling socialista.

Quinze de Setembro

Há quatro anos, uns movimentos “independentes” orientados pela extrema-esquerda haviam lançado a ideia de uma manif “Que se lixe a Troika! Queremos as nossas Vidas!”. Veio realizar-se em múltiplas cidades, no dia 15 de Setembro. Compareceram todos órfãos do Muro de Berlim, muitos idiotas-úteis proclamando desinteressado ecumenismo ideológico, e uma larga populaça desorientada e cansada da “austeridade”.

Toda a esquerda gozava de sondagens favoráveis e da boa imprensa do costume. O PS via-se com uma maioria absoluta praticamente garantida, caso fossem realizadas eleições. António José Seguro foi palacianamente afastado do cargo de secretário-geral, por alegadamente ganhar eleições só por “poucochinho”. António Costa não perdeu tempo a dar mostra da sua inabilidade política, desbaratando o capital político que o partido acumulara. Aliou-se às baratas mais sinistras do regime, contando poder reinar no caos, tal como fizera na CML. Contra uma coligação que havia submetido o país a um enorme aumento de impostos, entre outros disparates políticos e económicos, perdeu as eleições legislativas.

O resultado foi a Geringonça, que proclamou o fim da contenção, e o regresso dos tempos felizes. Cada dia que passa, assiste-se a mais uma etapa na venezuelização de Portugal. O país está agora alegremente à beira da quarta bancarrota PS. Que virá. O Estado será obrigado a chamar – surpresa! – uma nova Troika. A alegre pandilha no Governo, e que suporta parlamentarmente o Governo, já se prepara para fazer figuras à Tsipras. Obrigado manifestantes.

Taxis vs Estado de Direito

Protesto contra a Uber na sexta-feira em Lisboa, Porto e Faro / em directo (Observador) – Imagine-se só que eram os Ubers a paralisar três cidades do país, depois de terem recebido dinheiro fresquinho do Estado, e depois de um anúncio público com pompa e circunstância. Com antecedência de uma semana, certos da sua impunidade, de peito cheio com o apoio de partidos políticos e órgãos de soberania. Mas trata-se dos taxis, esse fundamento intocável da República. Que ninguém se iluda: o contribuinte é expoliado para sustentar rendas imorais, pagar subsídios à descarada, garantir privilégios contra melhores serviços, e assegurar “protecção” para uma classe instalada, imobilista e medíocre, que se arroga ser monopolista de toda uma actividade profissional, fazendo reféns pessoas e cidades inteiras. As instituições de segurança pública, em particular, e as do Estado de Direito em geral, nem vê-las.

Sobre os padrões de censura no Twitter (2)

Isto já é do princípio do ano – Twitter Declares War On Conservative Media, ‘Unverifies’ Breitbart Tech Editor Milo Yiannopoulos:

Twitter has unverified the account of Breitbart technology editor Milo Yiannopoulos, effectively declaring war on conservative media by punishing the outspoken commentator for his views.

His unverification appears to be the first time a major media personality has been stripped of a blue badge by Twitter. The company refuses to be drawn on why it had taken the popular journalist and commentator’s verified status away.

Yiannopoulos’s suspension led to an immediate and massive global backlash. The #JeSuisMilo hashtag was created and quickly trended in the United States, United Kingdom, Canada, Scandinavia, Germany, and over a dozen other countries with over 50,000 tweets posted to it. Within a few hours, it was the #1 top trending topic in the U.K, U.S, and Canada and it trended globally at the #3 spot for several hours.

Para quem não conhece, Milo Yannopoulis é editor de tecnologia do http://www.breitbart.com/london/, conservador, gayzorro assumido – o seu speaking tour nos EUA tem o nome “The Dangerous Faggot Tour” -, brutalmente eloquente e absolutamente demolidor com tudo o que seja Social Justice Warriors (aqui um exemplo, mas vão procurar, Google is your friend).

Milo Yannopoulis no Youtube, Twitter (@Nero), Facebook

Amadorismo e imaturidade

A imagem que fica para a noite é a falta de preparação do PS para um resultado que já se perspectivava mesmo antes do início da campanha eleitoral. Enquanto a Coligação tinha o discurso calibrado (como com certeza o tinha para outros resultados), e a extrema-esquerda debitava a cassete, todo o PS surgia perante “as portuguesas e os portugueses” a debitar inanidades, em descontrole emocional, a acusar falta de liderança. No fim do dia, falta de capacidade de assumir o poder. Para um partido que se julga dono da República, isto não exige “reflexão”, exige tratamento.

Um ar mais respirável

A noite está no início, mas o que está claro que o PS fracassou. E fracassou feio. Uma incompetente e incompreensível viragem à extrema-esquerda desbaratou uma posição confortável que cheirava a maioria absoluta. É importante para o país que caiam todos os perderam esta grotesca aposta na syrização do país. E quem sabe Portugal um dia venha a ter uma esquerda moderna.

O País dos Fachos

O País dos Fachos por Ricardo Lima:

O português é aquele tipo que questiona o porquê de determinado fulano – ou entidade – não pagar taxas ou licenças e nunca o porquê dessas mesmas taxas ou licenças existirem. Vivemos numa luta de classes distópica em que grupos de interesses se tentam, diariamente, enterrar uns aos outros. Os fumadores que não bebem estão-se marimbando para as taxas sobre o álcool, quem bebe e não fuma aplaude as taxas sobre o fumo. Os taxistas querem ver a Uber pelas costas mas ai de quem taxe os turistas que a clientela voa – e não é para cá. Não nos entendemos. Com o mal do outro convivemos nós bem ..

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Desabafo sobre a Cultura

Desabafo sobre a Cultura por Carlos Maciel:

A tudo isto responderam-me que a distribuição da cultura era uma obrigação estatal que para alguma coisa se paga impostos. Portanto o Estado devia ser o monopolista e o planificador e que a cultura como mercadoria era uma abominação.

Irrita-me profundamente que o mundo das artes esteja cheio de parasitas que eram sustentados pelo Papá Estado e que quando lhes cortam os subsídios dizem arrogantemente que não precisam deles, mas que o Estado é que devia controlar a cultura. Ou seja o que está gente quer é uma revolução cultural como a do Mao.

Uma nota. São tempos complicados para o bolso dos contribuintes. Primeiro porque graças à criminosa gestão dos dinheiros estatais por sucessivos governos socialistas, o Estado está na penúria. Os contribuintes já estão esmifrados, mas como dócil gado contribuinte, sempre que for “inevitável” serão sempre os primeiros a serem sacrificados. Depois, porque se não há dinheiro, os palhaços protestam. Estão numa posição em que têm pouco a perder, e vão ser cada vez mais vocais. Estas “elites” são um ancien régime a ver as ameaçadas as suas rendas vitalícias, as suas avenças, as suas inquestionáveis pretensões sobre a carteira do povão ingrato. Por fim, em fim de mandato este Governo tenderá a perder a vergonha de “pagar bebidas”, como vulgar beberrão. Em fim de mandato todo o governante quererá deixar uma grandiosa obra de regime, ou seja mais uma miserável marquinha no já abusivo edifício legislativo português. E em fim de mandato, qualquer grupo de interesse que fale mais grosso será respondido com invertebrada deferência. O Senhor Secretário de Estado da Cultura, que já deu mostras de ser pessoa de fraca fibra liberal, com certeza estará na linha da frente.

Will President Rand Be Good for Liberty?

Will President Rand Be Good for Liberty? por Jeffrey A. Tucker:

There is something about politics that elicits a faux sense of certainty. No matter how many times that political action contradicts political promise, we still mostly pretend as if we know for certain what will happen when so and so wins. We know that Jim would be better than Jane, that Joan will be better than John, and so on. How do we know? By what they say in the campaign and nothing more. But the truth is that rhetoric is not decisive.

.. No single elected official has the power to change the system. The system is, in fact, largely unelected and unappointed. The bureaucracies are massive. The cumulative regulations and legislation that empowers them are monumentally complex, impossible for any single mind or any one generation to comprehend. The process of reform is messy, structured so that the special interests with the most lose get decide where it goes. It is highly unlikely that this process will result in an overall net good for the cause of human liberty.

This is why there seems to be so little relationship between promised results and actual results. Reagan was going to cut the budget. It doubled and then tripled. Bush was going to have a humble foreign policy. Instead, we went empire-building. Obama was going to break down the prison state and empower minorities. Instead, he grafted the surveillance state to the existing architecture of oppression.

One way to think about government is as a giant corporation with its own interests to better its position and power. The president is the CEO. How do you do a good job and earn the support of the stockholders and customers? Not by cutting the budget, driving down the stock price, and pulling back its market share. Everything that hurts government as an institution will be resisted at all levels and in every conceivable way. You win by boosting the prospects of the state.

This is why it is such an enormous and implausible effort to use the presidency to enhance liberty. Everything we know about government pushes against this .. we do well to keep in mind that politics is more about cosmetics than reality.

Vícios irritantes do jornalismo online – o número três vai deixá-lo banzado

Nem vai acreditar até que ponto os jornalistas online desprezam os leitores. O #12 deixou-me furioso.

Simplistic Nonsense of Global Warming “Science”

On the futility of climate models: ‘simplistic nonsense’:

.. If a system is not dominated by a few major feedback factors, it ain’t stable. And if it has a regions of stability then perturbing it outside those regions will result in gross instability, and the system will be short lived.

Climate has been in real terms amazingly stable. For millions of years. It has maintained an average of about 282 degrees absolute +- about 5 degrees since forever.

So called ‘Climate science’ relies on net positive feedback to create alarmist views – and that positive feedback is nothing to do with CO2 allegedly: on the contrary it is a temperature change amplifier pure and simple.

If such a feedback existed, any driver of temperature, from a minor change in the suns output, to a volcanic eruption must inevitably trigger massive temperature changes. But it simply never has. Or we wouldn’t be here to spout such nonsense.

The miracle of AGW is that all this has been simply tossed aside, or considered some kind of constant, or a multiplier of the only driver in town, CO2.

When all you know is linear systems analysis everything looks like a linear system perturbed by an external driver.

The point finally is this: To an engineer, climate science as the IPCC have it is simplistic nonsense. There are far far better models available, to explain climate change based on the complexity of water interactions with temperature. Unfortunately they are far too complex even for the biggest of computers to be much use in simulating climate. And have no political value anyway, since they will essentially say ‘Climate changes irrespective of human activity, over 100 thousand year major cycles, and within that its simply unpredictable noise due to many factors none of which we have any control over’

Mensagens de Natal

Está toda a gente irritada com o Passos Coelho por causa da sua mensagem de Natal. Não deixa de haver, é certo, bons motivos para tal. Não obstante, e para temperar entusiasmos, deixo-vos aqui um bonito Tesourinho Deprimente — um regresso a um passado bullshiteiro, delirante e perdulário, meros meses antes da bancarrota do país. Sem mais, fiquem com o agora 44, em pleno espírito natalício: