The Trump impeachment trap

Democrats seek to quell Trump impeachment talk: Party leaders caution against rushing into a political trap.

Democratic officials in Republican-dominated Washington view the entire subject as a trap, a premature discussion that could backfire in spectacular fashion by making the party appear too overzealous in its opposition to Trump. Worse, they fear, it could harden Republican support for the president by handing his party significant fundraising and political ammunition when the chances of success for an early impeachment push are remote, at best.

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The Democrats who are helping Trump

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Are Liberals Helping Trump?

Mrs. O’Connell is a registered Democrat. She voted for Bill Clinton twice. But she has drifted away from the party over what she said was a move from its middle-class economic roots toward identity politics. She remembers Mr. Clinton giving a speech about the dangers of illegal immigration. Mr. Trump was lambasted for offering some of the same ideas, she said.

“The Democratic Party has changed so much that I don’t even recognize it anymore,” she said. “These people are destroying our democracy. They are scarier to me than these Islamic terrorists. I feel absolutely disgusted with them and their antics. It strengthens people’s resolve in wanting to support President Trump. It really does.”

Polling data suggest many center-right voters feel the same way. The first poll by the Pew Research Center on presidential job performance since Mr. Trump took office showed last week that while he has almost no support from Democrats, he has high marks among moderates who lean Republican: 70 percent approve, while 20 percent disapprove.

% of all votes in the 14 European countries with continuous democracy since 1949

Voting and non-voting in the 14 European countries with continuous democracy since 1949

100 years of European politics in one figure

De resto, tudo bem

De resto, tudo bem! Por João César das Neves.

Portugal vive um clima de serenidade e optimismo graças ao desvio dos poucos meios disponíveis para certos grupos privilegiados pela esquerda, o que pelos vistos aclama a opinião pública e disfarça a situação. Esta é terrivelmente alarmante, mas, de resto, tudo bem.

Michael Novak (1933-2017)

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Hoje regresso, ocasionalmente, ao Observador para recordar a vida e legado de Michael Novak: Michael Novak (1933-2017): capitalismo, liberdade e verdade.

Michael Novak, que morreu esta sexta-feira, foi um dos mais esclarecidos e influentes estudiosos católicos do capitalismo democrático e em particular das suas dimensões moral, cultural e espiritual.

Trump and DeVos on School Choice

Betsy DeVos foi sem dúvida uma das mais promissoras escolhas de Trump. Veremos o que consegue realizar numa área onde os interesses instalados são poderosíssimos e as reformas são extraordinariamente difíceis.

Trump promises education overhaul in meeting with Betsy DeVos, teachers

“apesar de conservador”

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Mais espantoso ainda: apesar de conservador, não há registo de que Churchill batesse na mulher.

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Churchill College – University of Cambridge

Jerónimo Martins – Management Trainee Programme

Até 28 de Fevereiro: Jerónimo Martins – Management Trainee Programme

Atenção, recém-licenciados: Jerónimo Martins abriu o Management Trainee Programme

O programa do grupo que controla o Pingo Doce tem vagas para recém licenciados de diversas áreas, como gestão, ciências, engenharia, tecnologia, artes e humanidades, tendo como objetivo que os integrantes passem pelas diversas áreas da empresa.

O Management Trainee Programme existe há 29 anos e já recrutou 600 licenciados.

Mentiu, demitiu-se

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Outras realidades, outros padrões: Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Michael Flynn, demite-se

Michael Flynn, renunciou ao cargo ontem à noite, após informações de que teria enganado o vice-presidente, Mike Pence, sobre os seus contactos com a Rússia.

Human Action – Amanhã no IEP-UCP

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Amanhã, a partir das 19:00, falarei sobre a obra Human Action, de Ludwig von Mises, no IEP-UCP. Entrada livre. Mais informações aqui.

Emmanuel Macron

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Um artigo interessante sobre a mais promissora esperança de renovação da esquerda francesa: Who’s behind the mysterious rise of Emmanuel Macron?

Until recently, he had no visible record of political commitment. But he might be about to destroy the Socialist party

Ser Presidente da República, a perspectiva de Cavaco Silva

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“À defesa do interesse nacional juntei algumas regras de comportamento que sempre considerei que deviam fazer parte da essência de um Presidente da República: respeitar os procedimentos e regras da democracia, representar o país com dignidade, defender a estabilidade política como pressuposto das mudanças necessárias ao desenvolvimento, não me envolver em disputas ou controvérsias político-partidárias, não permitir a instrumentalização da figura do Presidente, ser isento em relação às diferentes forças partidárias e às naturais tensões entre Governo e oposição, falar verdade aos portugueses e não dizer às pessoas apenas aquilo que elas gostam de ouvir, adoptar uma atitude formal e de algum distanciamento em relação ao primeiro-ministro e aos líderes partidários para não ser visto pelos eleitores como favorecendo qualquer um deles, não alimentar tertúlias de intriga política ou de oposição a quem quer que seja. No fundo, estar ao serviço de Portugal e dos portugueses e não de qualquer grupo, ser Presidente da República e não Presidente da direita ou da esquerda, ser reserva de último recurso em caso de crise grave.”

(via AHC)

Donald Trump e a base das Lajes

Lajes: O que quer Trump dos Açores?

O Ministério dos Negócios Estrangeiros confirmou esta semana ao PÚBLICO que o futuro da Base das Lajes tem sido aflorado nos contactos que têm acontecido entre os dois países. O assunto foi abordado, antes ainda da tomada de posse de Donald Trump, pelo embaixador português em Washington, Domingos Fezas Vidal, num encontro que manteve na embaixada portuguesa com Walid Phares, o conselheiro para política internacional do novo presidente norte-americano. A reunião aconteceu no mesmo dia em que Marcelo Rebelo de Sousa telefonou a Trump a felicitá-lo pela eleição. A base na Terceira foi um dos temas da conversa, mas o teor não foi pormenorizado por Belém.

Continue reading “Donald Trump e a base das Lajes”

Human Action – 15 de Fevereiro no IEP-UCP

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No próximo dia 15 de Fevereiro, a partir das 19:00, falarei sobre a obra Human Action, de Ludwig von Mises, no IEP-UCP. Entrada livre. Mais informações aqui.

Compreender o fenómeno Trump

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Trump is no fascist. He is a champion for the forgotten millions. Por John Daniel Davidson.

America is deeply divided, but it’s not divided between fascists and Democrats. It’s more accurate to say that America is divided between the elites and everybody else, and Trump’s election was a rejection of the elites.

That’s not to say plenty of Democrats and progressives don’t vehemently oppose Trump. But the crowds of demonstrators share something in common with our political and media elites: they still don’t understand how Trump got elected, or why millions of Americans continue to support him. Even now, recent polls show that more Americans support Trump’s executive order on immigration than oppose it, but you wouldn’t know it based on the media coverage.

Support for Trump’s travel ban, indeed his entire agenda for immigration reform, is precisely the sort of thing mainstream media, concentrated in urban enclaves along our coasts, has trouble comprehending. The fact is, many Americans who voted for Trump, especially those in suburban and rural areas across the heartland and the south, have long felt disconnected from the institutions that govern them. On immigration and trade, the issues that propelled Trump to the White House, they want the status quo to change.

Leitura complementar: O Presidente Trump, as sondagens e o futuro.

Universidade Católica Portuguesa comemora 50 anos

Universidade Católica celebra 50 anos com crescimento

“Assumimo-nos como espaço de diálogo com a comunidade a nível local, regional, nacional, mas também com o mundo, colaborando com mais de 800 universidades na Europa, América do Norte e do Sul, África, Ásia e Oceania e recebendo alunos internacionais de 89 nacionalidades, conscientes de que o cultivo da qualidade académica não se esgota no reforço de quaisquer fronteiras, mas na sua superação”, destacou Isabel Capeloa Gil, numa sessão solene, realizada sexta-feira.

No que respeita à atividade interna, a reitora vincou o crescimento da instituição, apesar do contexto adverso, no que respeita ao financiamento da investigação e da prestação de serviços, decorrente da crise quase endémica da economia portuguesa. A Católica “cresceu na captação de alunos – cerca de 5% no primeiro e segundo ciclo – com assinalável desenvolvimento ao nível de estudantes internacionais. Neste campo destacam-se sobretudo os cursos de segundo ciclo leccionados em inglês, em particular gestão, estudos de cultura e ciência política, com uma variação global de 21% relativamente a 2015″.

Revista Portuguesa de Filosofia: Política e Filosofia

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Depois de em 2009 (como o tempo passa…) ter publicado numa edição da prestigiada Revista Portuguesa de Filosofia dedicada à ligação entre Filosofia e Economia (na altura dirigida por João J. Vila-Chã, SJ), regresso em 2017 (agora sob direcção de Álvaro Balsas, SJ) no fascículo “Política e Filosofia I: A Democracia em Questão”, com um artigo conjunto com o meu colega Hugo Chelo: “Discurso Contemporâneo sobre a Paz e a Guerra à Luz da Teoria da Guerra Justa: uma Leitura dos Desenvolvimentos do Magistério Católico”.

Destaco também outros dois artigos de investigadores integrados do CIEP (centro de investigação que tenho a honra e prazer de dirigir na Universidade Católica): “Hayek e a Recuperação do Ideal Democrático”, por José Manuel Moreira e “Democracia Liberal e Repúdio Iliberal: Roger Scruton e a Tradição Conservadora Anglo-Saxónica”, por João Pereira Coutinho.

Mais informações aqui.

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Particularidades da política francesa

Sex and the French Elections

Mr. Macron and his wife met when he was a 15-year-old 10th grader at a Jesuit high school in Amiens, and Ms. Trogneux was a 40-year-old married mother of three children, one of whom was in Mr. Macron’s class. Then known by her married name, Auzière, she taught French literature and ran the theater club.

Continue reading “Particularidades da política francesa”

Peste negra e igualitarismo

Want to reduce inequality? Try the Black Death.

Tight labor markets shrink income inequality by causing employers to bid up the price of scarce labor, so policymakers fretting about income inequality could give an epidemic a try. This might be a bit extreme, but if increased equality is the goal, Stanford University’s Walter Scheidel should be heard. His scholarship encompasses many things (classics, history, human biology) and if current events are insufficiently depressing for you, try his just-published book, “The Great Leveler: Violence and the History of Inequality from the Stone Age to the Twenty-First Century.” Judge this book by its cover, which features Albrecht Dürer’s woodcut “The Four Horsemen of the Apocalypse.”

The tendency in stable, peaceful and prosperous societies is for elites to become entrenched and adept at using entrenchment to augment their advantages. The most potent “solutions” to this problem are unpleasant. They are disruptions such as wars, revolutions and plagues that have egalitarian consequences by fracturing society’s crust, opening fissures through which those who had been held down can rise. Scheidel says that mass-mobilization wars give the masses leverage and require confiscating much wealth from the comfortable. Revolutions can target categories of people considered impediments to the lower orders, e.g., “landlords,” “the bourgeoisie.” And the Black Death century was particularly helpful.

Os maiores aliados de Trump (2)

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Espanto e choque. O que fazer face a Trump. Por José Manuel Fernandes.

Quase tudo aquilo que os adversários de Trump têm vindo a fazer tem contribuído para que ele reforce a sua posição. Quando os actores milionários de Hollywood fazem comícios em cada cerimónia em que aparecem, os eleitores de Trump não vacilam, cerram fileiras. Quando Obama quebra a regra do silêncio que os ex-presidentes sempre respeitam está a dar força aos que protestam, mas não a enfraquecer a legitimidade de Trump, antes a reforçá-la. Quando os órgãos de informação tratam de forma totalmente desproporcionada os protestos anti-Trump e as manifestações de apoio estão a fechar-se ainda mais na “bolha” que os impediu de perceberem o descontentamento anti-establishment que grassava (e grassa) na América que não vive nas grandes cidades.

Leitura complementar: O Presidente Trump, as sondagens e o futuro.

Pedir desculpa por dizer a verdade?

Autoridades palestinianas exigem pedido de desculpa a Guterres

O secretário-geral da ONU provocou um incidente diplomático ao dizer que na origem do Monte do Templo esteve um templo judeu, o que é rigorosamente verdade, pois era aí que se erguia Templo de Salomão

O “milagre” orçamental de 2016

O “PERES” Natal e os números de 2016. Por Joaquim Miranda Sarmento.

O milagre orçamental de 2016 resultou exclusivamente de medidas pontuais, como o PERES, e de corte no investimento.

Continue reading “O “milagre” orçamental de 2016″

Emídio Sousa – presidente do Conselho Metropolitano do Porto

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Parabéns ao Presidente Emídio Sousa, um dos mais brilhantes alunos (neste caso durante o período em que leccionei no Centro Regional do Porto da Universidade Católica) que alguma vez tive: Emídio Sousa é o novo presidente do Conselho Metropolitano do Porto

O presidente da Câmara de Santa Maria da Feira, Emídio Sousa (PSD), foi, esta sexta-feira, eleito presidente do Conselho Metropolitano do Porto, com 16 votos a favor e um voto em branco.

A eleição, por votação secreta, decorreu hoje, em reunião ordinária do CmP, no Porto, depois de Hermínio Loureiro ter renunciado em dezembro ao cargo de presidente da Câmara de Oliveira de Azeméis e, por inerência, da liderança deste órgão autárquico da Área Metropolitana do Porto (AMP).

O nome de Emídio Sousa para presidente do CmP foi proposto esta manhã pelo presidente da Câmara da Maia e líder da distrital do PSD do Porto, Bragança Fernandes, que o classificou como “um homem que agrega e não desagrega, um homem de consensos”.

Os maiores aliados de Trump

Incisivo, brilhante e claro, como (quase) sempre, Daniel Hannan: Donald Trump’s enemies will keep him in power.

There’s a viral video from Washington DC on Inauguration Day. Anarchists have started a fire on K Street, prompting a public-spirited Trump supporter to turn up with a fire extinguisher. The crowd jeers as he puts out the flames, then throws things, then attacks him. It’s hard to watch the clip without your sympathy swinging, however slightly, to Trump’s supporters and, by extension, to the president himself.

Truly, Trump’s best friends are his detractors. That’s the sort of aphorism that columnists like to toss out, but, on this occasion, it is literally true. Donald Trump would not have been elected without the hysterical, inchoate rage of the other side; and that continuing rage seems set to prop him up in office.

Leitura complementar: O Presidente Trump, as sondagens e o futuro.

One day after the 44th anniversary of Roe V. Wade

Trump reinstates ban on US funds promoting abortion overseas

President Trump on Monday morning signed an executive order blocking foreign aid or federal funding for international nongovernmental organizations that provide or “promote” abortions.

The order comes one day after the 44th anniversary of the Roe V. Wade Supreme Court ruling that made abortion legal, and days before the annual “March for Life” in Washington on Jan. 27.