A mentira dos testes explicada

Governo garante que a capacidade de fazer testes está a ser aumentada, mas fonte da DGS diz que há uma “discrepância entre um discurso político e a realidade”: “Portugal tem poucos testes”

Muito boa peça sobre a situação dos testes. Dividida em 5 partes:

  1. Quantos testes estão a ser feitos? Não se sabe. Pelo menos, 13.674
  2. Há testes suficientes? “Portugal tem poucos testes e é evidente que devia estar a fazer mais”, diz fonte da DGS
  3. Afinal, qual é a capacidade diária? 4 mil, 9 mil ou 30 mil?
  4. O que está a faltar? Kits, dinheiro ou recursos humanos?
  5. Portugal perde no ranking onde a Islândia e Coreia do Sul são exemplos (mas com espinhos)

4 pensamentos sobre “A mentira dos testes explicada

  1. A pergunta relevante é: os testes são assim tão impostantes?
    A resposta só pode ser “não”. Em particular, porque uma pessoa que hoje não está infetada daqui a dois dias já poderá estar, pelo que, seria preciso estar sempre a repetir os testes para acompanhar o estado de infeção de cada pessoa.

  2. Há muita gente a procurar soluções para esta pandemia e, já que o nome de Trump vem sempre negativamente à baila, foi testado um cocktail de drogas em Marselha que pode ser uma das vias de salvar vidas que estejam em fase terminal do ataque do Covid19. Os testes feitos são em número limitado e não reúnem dados suficientes para garantir eficácia no tratamento da doença. É ainda experimental mas os franceses têm tido uma percentagem alta de sucesso.
    Dito isto, e após consulta com especialistas, Trump sugeriu que se devia pensar em aplicar essa terapia aos doentes americanos mais graves dentro dos parâmetros da politica “Right to try” (vao saber o que é no Google). Gente às portas da morte não perde nada em tentar.
    Aqui fica um exemplo do resultado dessa terapia

    https: //video.foxnews.com/v/6144310180001?playlist_id=6097749916001#sp=show-clips

    Não vejo este assunto falado em Portugal. Porquê? Tivemos, no antigo Hospital do Ultramar uma das maiores referências mundiais na pesquisa e busca de tratamentos de doenças tropicais. Encontramos tratamentos e vacinas para muitas dessas doenças. Que aconteceu a esse tesouro de conhecimento?

    O inominável diz que ” não falta nada no SNS”? Falta sim. Falta ser proactivo em vez de reactivo e andar a reboque do que os outros fazem noutros lados. Ter iniciativa tem riscos? Tem. Mas é isso que os verdadeiros líderes fazem assumindo os riscos e as responsabilidades. Não temos líderes desses em Portugal.
    A sorte dos americanos é terem por lá um líder que o é na verdade. Um líder que tem o que os políticos de carreira, que ele não é, não têm: TOMATES.

  3. Carlos Guerreiro

    Luís Lavoura

    “A resposta só pode ser “não”. Em particular, porque uma pessoa que hoje não está infetada daqui a dois dias já poderá estar, pelo que, seria preciso estar sempre a repetir os testes para acompanhar o estado de infeção de cada pessoa.”
    O Luís descobriu a pólvora para salvar o SNS. Proíbem-se os testes. Para quê realizar testes se amanhã podem ser negativos… Deve participar da DGS, veja lá que aqueles malandros exigem dois testes negativos para dar alta a um doente internado ( https://www.dgs.pt/directrizes-da-dgs/normas-e-circulares-normativas/norma-n-0042020-de-23032020-pdf.aspx ), mas só entra em vigor dia 26, se os contactar pode ser que eles corrijam e assim poupamos uma pipa de massa!
    Até acho que poderíamos não ficar por aqui, no caso das doenças que tendem a agravar, para quê realizar exames ou tratamentos?

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