Todos os partidos votaram contra privatizações da RTP, TAP e CGD propostas pela IL

Tirando o caso da TAP, onde CDS e PSD se abstiveram, em todas as propostas de privatização da Iniciativa Liberal ninguém votou a favor, tirando a IL claro.

Nem é só pelo dinheiro que se poderia vir a obter disto, é mesmo porque não há motivo para o Estado ter um canal de TV, um banco e uma companhia aérea. E mesmo para quem acha que algum destes constitui um serviço público – não é o meu caso – não há motivo algum para esse serviço público não ser prestado por privados.

O conceito de serviço público tem de ser mudado neste país. Serviço público é o padeiro local que vende pão a 10 cêntimos a toda a gente. Não é um banco estatal que precisa de 5 mil milhões de euros de impostos. Alguém que explique isto à direita portuguesa.

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33 pensamentos sobre “Todos os partidos votaram contra privatizações da RTP, TAP e CGD propostas pela IL

  1. Filipe Bastos

    Privados podem prestar serviço público, mas o exemplo do padeiro não colhe: este vende o pão ao preço que quer e que pode. Não o dá a todos; vende-o a quem paga e terá o seu lucro.

    Serviço público, Sr. Blanco, é pago por todos e prestado a todos. É a razão de ser do Estado, é a civilização: saúde, educação, segurança, justiça, infra-estruturas, transportes, água, esgotos, e sim, electricidade e comunicações.

    Tudo isto, transversal ao país e à economia, deve ser público. O público, embora mal gerido por pulhíticos, é de todos. O privado, com todas as qualidades que possa ter, é só de alguns.

    A CGD. Além de ser um activo, mais uma vez: só os estados ou uma entidade transnacional devia poder criar e emprestar dinheiro. A CGD age como qualquer banco privado, i.e. é um parasita e um mamão. Mas privatizá-la não corrigirá isso; só a tornará um mamão ainda pior.

    Se as pessoas tivessem qualquer noção sobre os bancos e o sistema monetário, acabar com a Banca seria uma prioridade mundial.

  2. André Silva

    Filipe Bastos, para de ser atrasado mental ignorante de esquerda (perdoe-se aqui os múltiplos pleonasmos). É que dói ver a triste figura que continuamente fazes por aqui. Causas vergonha alheia, estás a ver?
    Qual é que é na realidade a tua dificuldade em entender o óbvio? De quantas formas diferentes é que precisas que te expliquem que 1+1 = 2 ? Conseguiste tirar sequer a 4.ª classe? Sinceramente, que burróide me saíste.

  3. Francisco Miguel Colaço

    A CGD foi o banco que, de longe, mais pediu dinheiro dos cofres públicos.

    Certo. Mas também é o banco que mais paga para os cofres públicos. Este ano dará 400 milhões de euros (salvo erro) de dividendos ao Estado.

    Não sei se a CGD, em média ao longo dos anos, dá mais aos cofres públicos do que aquilo que deles retira. Seria algo a investigar.

  4. Filipe Bastos

    André, convinha contra-argumentar alguma coisa, está a ver?

    Se quiser podemos brincar aos insultos depois. Que tal cavalgadura direitista? Palerma boçal direitalha? Otário lambe-cus de mamões?

  5. Filipe Bastos, podes continuar para aí e por aqui a ganir, grunhir e escoicear como o burróide cãomunista completo atrasado mental que és (perdoe-se os sucessivos pleonasmos), que isso não irá alterar o facto de seres precisamente isso: um burróide cãomunista completo atrasado mental (uma vez mais perdoe-se os sucessivos pleonasmos).
    Contra-argumentar o quê, se nada entendes e o pouco que entendes não queres ou finges não entender, mesmo o óbvio e que é por si só evidente a qualquer pessoa com a inteligência de um chimpanzé médio com 2 anos de idade (i.e., ligeiramente mais capaz do que tu)?
    O que tu defendes é os modelos que dão nas Venezuelas, Cubas e afins, quando não mesmo numa URSS, China Maoísta ou Coreia do Norte – tudo embrulhado numa fantochada de pseudo-socialismo/social-democracia “nórdico” que não existe nem nunca existiu, e que em Portugal nos tem guindado sistematicamente aos últimos lugares do pelotão. Queres que te explique que 1+1=2 de quantas formas diferentes, diz lá, atrasado mental?
    Acorda para a vida, pá. Vai estudar, vai aprender, tira um curso a sério (não o do teu ídolo Sócrates), vai trabalhar a sério, viaja, lê, APRENDE, e só depois fala em lugar de dizeres baboseiras atrás de baboseiras, que até dá dó.

  6. ATAV

    André Silva

    Credo! Que respostas tão agressivas e virulentas. E tudo porque o Filipe Bastos desmontou facilmente a sua demência num post anterior. Eu deixo aqui o link para quem quiser ver. (comentários 14h52 e 16h27)

    https://oinsurgente.org/2020/01/10/um-pais-parado-de-mao-estendida-a-espera-do-estado/

    Ou será que ficou histérico apenas porque o Filipe defende que a banca seja um sector 100% público? Gosta assim tanto de Ricardos Salgados, Jardins Gonçalves, Oliveiras e Costas e Fernandos Ulrichs?

    Entretanto deixe-me tentar resolver a sua equação:
    1+1= Viva Salaz… er… Quero dizer… Mais liberalismo e menos socialismo!

  7. Atrasado ATÁVICO, da próxima põe mais vaselina para não te magoares tanto.
    Depois, faz como a outra do Ronaldo e vai ao Hospital (privado; não entupas desnecessariamente o sector público, que já rebenta pelas costuras com a péssima gestão dos teus cãomaradas sóxulistas), para levares pontos nos lanhos.
    No fim, complementa com hirudóide para melhor cicatrização.
    É assim que todos os teus cãomaradas fazem. E pelos vistos com sucesso, pois fartam-se de serem enrabados e gostam tanto que estão sempre a repetir a dose.

  8. “Ou será que ficou histérico apenas porque o Filipe defende que a banca seja um sector 100% público? Gosta assim tanto de Ricardos Salgados, Jardins Gonçalves, Oliveiras e Costas e Fernandos Ulrichs?”

    Mais uma vez mostras a tua natureza..
    Eu não preciso de gostar de alguém para reconhecer a liberdade dessa pessoa (s) fazer, criar. Entre as quais se incluí criar um banco.
    Ao contrário de ti e do Filipe Bastos que precisam de violência para o impedir.

  9. ATAV

    André Silva

    Então homem? Essa linguagem… O Salazar fartou-se de matar gente mas não consta que utilizasse esse vernáculo para falar com os outros. O Salazar ficaria desiludido consigo.

  10. ATAV

    lucklucky

    “Mais uma vez mostras a tua natureza..”

    A natureza de alguém que não gosta de pôr todos a pagar pelos desmandos de meia-dúzia? Finalmente acertou!

    “Eu não preciso de gostar de alguém para reconhecer a liberdade dessa pessoa (s) fazer, criar. Entre as quais se incluí criar um banco.”

    É estranho como os liberais consideram que a liberdade de alguns criarem bancos é mais importante do que a liberdade de todos não pagarem pelos crimes e incompetência de trafulhas. Mas na realidade faz todo o sentido se partirmos do principio que os liberais só querem saber dos ricaços. Todos os outros são carne para canhão. Comer, calar e pagar…

    “Ao contrário de ti e do Filipe Bastos que precisam de violência para o impedir.”

    É preciso clarificar que para o lucklucky violência é alguém ser obrigado a pagar impostos e haver regulação que impeça a abertura de bancos de vão-de-escada que irão onerar os contribuintes quando forem à vida. Enfim…

  11. Ah…

    então não notaste que é a mesma nível de controlo e lógica de violência para impedir bancos de existir que ao mesmo tempo força os contribuintes a pagar.

    Que tal leres os posts aqui do Insurgente sobre o assunto em vês de enganares as pessoas. Assumindo a tua boa fé.

  12. ATAV

    “Ah…
    então não notaste que é a mesma nível de controlo e lógica de violência para impedir bancos de existir que ao mesmo tempo força os contribuintes a pagar.
    Que tal leres os posts aqui do Insurgente sobre o assunto em vês de enganares as pessoas. Assumindo a tua boa fé.”

    O quê? Não está muito perceptivel mas presumo que isto signifique que obrigar os contribuintes a salvar bancos é atentar contra a liberdade deles.

    Não resgatar bancos bancos é uma péssima opção porque as falências bancárias arrastam a economia toda atrás. Foi o que aconteceu na Grande Depressão.

    E foi por isso que, em 2008 quando os bancos começaram a falir, todos os governos acorreram para garantir os depósitos. Governos da direita conservadora à esquerda progressista incluindo a direita liberal e esquerda terceira via, todos eles tiveram que intervir. Seria pior para os cidadãos se não o tivessem feito.

    E é por isso que, tendo em conta o risco sistémico, a proposta de uma banca 100% pública não é completamente descabida. Afinal, em caso de insolvência, os contribuintes estão sempre entalados, portanto mais vale irem recebendo os dividendos quando as coisas correm bem.

    Que tal ler livros de história e economia sobre o assunto em vez de enganar as pessoas. Assumindo a sua boa fé

  13. Filipe Bastos

    Pobre André, confunde agressividade com assertividade. Se calhar a namorada deixou-o a pão e água, a frustração sai assim.

    Parece um jovem gorila a bater na peitaça.

    Como já disse ao Francisco Colaço, em fóruns aceito e compreendo quaisquer divergências, só não entendo esta hostilidade para com o contraditório. Esta tendência para tornar espaços que podiam – deviam – ser de debate, numa echo chamber de pensamento único.

    Faz-me sempre confusão como grupos de pessoas se juntam, na internet ou fora dela, apenas para repetir as mesmas coisas e concordar uns com os outros. Qual é o interesse, qual é a graça?

    Não é só a direita, a esquerda faz o mesmo, mas é a direita que se diz livre e aberta e etc. Vê-se. Estes ‘insurgentes’ estão bem é a bater palminhas uns aos outros. Se é que são palminhas.

  14. Oscar Maximo

    É indiferente votar sim ou não, o Passos estava mandatado pela troika para privatizar a RTP e foi o que se viu.,

  15. Filipe Bastos

    “E foi por isso que, em 2008 quando os bancos começaram a falir, todos os governos acorreram para garantir os depósitos. Governos da direita conservadora à esquerda progressista incluindo a direita liberal e esquerda terceira via, todos eles tiveram que intervir. Seria pior para os cidadãos se não o tivessem feito.”

    Pelo contrário, ATAV, pior foi o que fizeram. Devia-se ter aproveitado para acabar com a Banca, não para pagar-lhe os desvarios.

    Seria difícil na mesma, mas não acabávamos a pagar calotes a mamões sociopatas, que hoje mamam tanto ou mais que antes. Como sabe, a riqueza ficou ainda mais concentrada. Ninguém aprendeu nada, zero; a próxima crise será ainda pior.

    Continuamos reféns da Banca, dos sacrossantos ‘mercados’, deste absurdo sistema monetário que cria triliões do ar, onde mais de 90% da riqueza não tem ligação à economia real, e do mamanço da dúzia de DDT que controlam todas as ‘alternativas’ desta partidocracia viciada.

    Há muito que o sistema precisa de reforma; de um reset à riqueza, ao poder, à democracia, a muita coisa. Quanto mais o adiarmos pior será.

  16. ATAV

    Filipe Bastos

    “Pelo contrário, ATAV, pior foi o que fizeram. Devia-se ter aproveitado para acabar com a Banca, não para pagar-lhe os desvarios.”

    Por acaso está a sugerir que os estados tivessem deixado tudo ir abaixo com os bancos?

    Tem noção do sofrimento que isso iria causar? Seria ainda pior que a Grande Depressão porque o Hoover ainda fez qualquer coisa. Tarde e pouco mas foi melhor que nada…

  17. Filipe Bastos

    “Por acaso está a sugerir que os estados tivessem deixado tudo ir abaixo com os bancos?”

    Tudo não, ATAV: a Banca. O facto de uma pessoa de esquerda confundir ambos, rejeitando qualquer alternativa, é sintomático do sucesso deste modelo capitalista-chupista e da pervasividade do seu dogma.

    Até sermos capazes de questionar este sistema, jamais será possível mudá-lo. E é assim que a máfia banqueira nos quer: amedrontados e convencidos de que sem banca privada o mundo acaba.

  18. ATAV

    “Tudo não, ATAV: a Banca. O facto de uma pessoa de esquerda confundir ambos, rejeitando qualquer alternativa, é sintomático do sucesso deste modelo capitalista-chupista e da pervasividade do seu dogma.”

    A Grande Depressão deu-se porque o Estado decidiu não salvar os bancos e não existia “lender of last resort”. Os bancos faliram um atrás do outro e com eles foi a economia atrás.

    E em 2008 também decidiram deixar o Lehman Brothers ir à falência para “moralizar o sistema”. O resultado foi a contaminação do sistema financeiro mundial e todos os estados tiveram que ir apagar o fogo resultante. Mesmo assim foi o rastilho que despoletou a crise da dívidas soberanas.

    Ou seja, isso de deixar apenas os bancos irem à falência não é opção. É tudo ou nada. Daí ser chamado “risco sistémico”.

    E isso de ser a esquerda que está com medo e que quer manter o sistema é uma patetice. Governos de todos os quadrantes intervieram para evitar uma nova grande depressão (mas a resposta deles quando a crise chegou aos cidadãos foi uma vergonha). Em Portugal estava o Sócrates que era esquerda terceira via mas na Alemanha estava a Merkel que é democrata cristã.

  19. ATAV

    Filipe Bastos

    Uma pequena lição de história. Conhece o Andrew Mellon? Era um banqueiro riquíssimo que serviu como secretário do tesouro nos Estados Unidos nas presidências de Harding, Coolidge e Hoover antes e durante a Grande Depressão. Ele essencialmente defendia que os estados deviam reduzir os impostos dos mais abastados para que estes pudessem “investir” na economia e trazer o crescimento económico para todos. Ele baixou o imposto sobre o rendimento e diminui-lhe a progressividade e reduziu substancialmente o imposto sucessório.

    Certamente reconhecerá este tipo de politica. Já foi chamado de Reaganomics, trickle-down economics ou supply-side economics. Mas na altura ficou conhecido como mellonomics. O resultado foi um disparar da desigualdade e da financeirização da economia que contribuiu para a Grande Depressão.

    Em suma e nas suas palavras: era um “mamão” que queria beneficiar outros “mamões”.
    E porque estou a falar disto? É simples… Quando a Grande Depressão aconteceu o presidente da altura, Hoover pediu-lhe conselho sobre o que fazer. A resposta dele:
    “liquidate labor, liquidate stocks, liquidate farmers, liquidate real estate… it will purge the rottenness out of the system. High costs of living and high living will come down. People will work harder, live a more moral life. Values will be adjusted, and enterprising people will pick up from less competent people.”

    Soa a familiar? É basicamente o que você defende. E, curiosamente, o que a escola Austríaca – muito popular nesta casa de doidos – também defende. Basta procurar um pouco e verá os símbolos do Instituto Mises espalhados por todo o lado, especialmente nos avatares do João Cortez e Ricardo Campelo Guimarães.

    E já agora sabe quem é que teria maior probabilidade de se safar nessa selva? Os “mamões”, que teriam mais recursos para sobreviver nesse antro de miséria humana.

    Para concluir a história, o conselho do Mellon foi tão demente que nem o Hoover caiu nisso. E no meio da Grande Depressão sabe o que o Mellon decidiu fazer? Austeridade… Foi por isso que foi corrido dali para fora e acabou a vida a contas com a justiça por fraude fiscal.

    Filipe, tenha cuidado com as politicas que defende. Na politica não há originalidade. O que se defende hoje, já outros defenderam antes…

  20. ATAV

    Filipe Bastos

    “Continuamos reféns da Banca, dos sacrossantos ‘mercados’, deste absurdo sistema monetário que cria triliões do ar, onde mais de 90% da riqueza não tem ligação à economia real, e do mamanço da dúzia de DDT que controlam todas as ‘alternativas’ desta partidocracia viciada.”

    A espécie humana já experimentou padrão-ouro em ditaduras sem partidos. O resultado? Ganharam os “mamões” enquanto a maioria da população ficou a chuchar no dedo.

  21. ATAV

    Esqueci-me de dizer que o pessoal do instituto Mises também adora o padrão-ouro. “Sound Money” é como lhe chamam. Não passam de parvoíces que só dão cabo do crescimento da economia e beneficiam os mais abastados (os mamões).

    Mas nesta casa e para a Escola Austríaca só os ricos é que contam. Todos os outros são sacrificáveis…

  22. Isso mesmo, blá, blá, blá, Wisker Saquetas!
    Por muitas voltas que se dê, sempre vamos dar à verdadeira diferença que existe entre a direita e a esquerda. A primeira quer dar aos mamões mais uma parte daquilo que os miseráveis têm. O limite é deixa-los morrer na valeta…
    Essa é a razão porque a esquerda política se apoia no voto dos miseráveis, prometendo travar a mama e transferir a diferença para os miseráveis…

  23. Filipe Bastos

    ATAV,

    É natural que pense dessa forma se, como eu, estudou economia na ortodoxia que jamais questiona a banca privada ou o sistema monetário. Não é fácil pôr em causa tanta certeza.

    Creio que identifica bem as maluquices desta casa e da direita em geral, mas acaba por chamar malucos a todos os outros que não insistem nessa certeza, ou no seu centrismo à Blair – para não dizer à Pinto de Sousa – que na prática muda zero.

    Muda zero: continua refém do mesmo sistema, da mesma partidocracia viciada, da mesma banca e dos mesmos omnipotentes ‘mercados’. A pouquíssima riqueza que redistribui hoje voltará amanhã aos mesmos mamões, com juros, na inevitável próxima crise e no próximo programa de ‘austeridade’. Não vê que é cíclico?

    Sem tornar a democracia semidirecta, qualquer avanço será revertido pelos fantoches políticos. Sem mudar a banca privada esta continuará a criar dinheiro do ar – dinheiro que seremos nós a pagar, com juros. Sem acabar com a ditadura dos ‘mercados’, a economia real continuará a afastar-se dos triliões inventados por computadores. E sem alterar a forma como criamos e distribuímos o dinheiro, o resto não irá funcionar.

    Não sei se conhece um contemporâneo do Andrew Mellon, também americano, chamado Willis Overholser. É dele o seguinte:

    «The present Federal Reserve System is a flagrant case of the Government’s conferring a special privilege upon bankers.

    The Government hands to the banks its credit, at virtually no cost to the banks, to be loaned out by the bankers for their own private profit. Still worse, however, is the fact that it gives the bankers practically complete control of the amount of money that shall be in circulation.

    Not one dollar of these Federal Reserve notes gets into circulation without being borrowed into circulation, and without someone paying interest to some bank to keep it circulating.

    Our present money system is a debt money system. Before a dollar can circulate, a debt must be created. Such a system assumes that you can borrow yourself out of debt.»

    Isto é de 1936. Oitenta anos depois, nada mudou. Excepto para pior.

  24. “O quê? Não está muito perceptivel mas presumo que isto signifique que obrigar os contribuintes a salvar bancos é atentar contra a liberdade deles.”

    As pessoas não eram accionistas por isso não têm nada de pagar.

    “Não resgatar bancos bancos é uma péssima opção porque as falências bancárias arrastam a economia toda atrás. Foi o que aconteceu na Grande Depressão.”

    Não foi o que aconteceu na grande depressão. que só se chama “grande” precisamente pela intervenção desastrada de política.. Que aliás começou pelo proteccionismo.

    Tal como a crise de 2008. Política. Quem é que garantia os empréstimos . Fannie Me e Freddie Mac e que organisação eram : estatais

    Não as impediu de falirem pois não?

    No combate do Estado contra a Prosperidade, o Capitalismo foi sempre baixando o preço dos produtos além de lhes adicionar mais capacidade. Por isso enquanto em 1970 um aspirador custava mais que um ordenado mínimo hoje custa 1/10.
    Ao invés os custos da Política dispararam. Uma licença, a quantidade de pessoas necessário para produzir algo praticamente não baixou no Estado. E com a violência do Estado do seu lado os custos disparam exponencialmente. Por isso o Estado Moderno precisava no início do século XXI de crescimentos de mais de 3% ao ano e isso fez o estado dar todas as benesses aos

    Por exemplo os Institutos Nacionais de estatísticas nunca detectaram nenhuma inflação apesar de os preços das casas dispararem.
    Note-se como o Jornalismo de cultura Marxista nunca fala de como nunca soaram alarmes.

    Os que mamão no capitalismo como você e o Filipe obviamente estão se nas tintas para as pessoas.
    Se não por exemplo teriam defendido que por exemplo a propriedade do Novo Banco deveria ter sido distribuída por cada cidadão português. Obviamente que vocês o não defendem porque a vossa mama é a do Estado a sangrar o Capitalismo. Por isso querem que o poder seja do grupo que controla o Estado..

  25. ATAV

    Filipe Bastos

    “…mas acaba por chamar malucos a todos os outros que não insistem nessa certeza, ou no seu centrismo à Blair – para não dizer à Pinto de Sousa – que na prática muda zero. ”

    Não sou um fã da esquerda terceira via. Prefiro uma esquerda um pouco mais à esquerda para que a direita também tenha o seu espaço no centro. Diminui o aparecimento de extremistas.

    “Sem tornar a democracia semidirecta, qualquer avanço será revertido pelos fantoches políticos.”

    O único pais decente com um sistema destes que tenho conhecimento é a Suíça. Acho que se fosse implementado em Portugal a coisa degeneraria em populismo bacoco tipo Brexit.

    “A ditadura dos mercados”. Isto foi a principal causa da crise das dívidas soberanas. Como os países perderam instrumentos cambiais e monetários para a Europa, quando veio um ataque especulativo à divida de alguns dos países mais frágeis e as instituições europeias não fizeram nada, os juros soberanos dispararam e os países ficaram insolventes. Agora que esses países têm as costas quentes graças à intervenção do BCE, as taxas de juros estão em mínimos históricos.

    Nota: o défice externo dos países do sul também teve a sua quota parte das culpas, tal como o preconceito de alguns lideres europeus (ética de trabalho protestante vs laxismo do sul). E a Grécia é considerado um caso especial, visto que até agora ninguém consegue explicar bem o que se passou nesse pais. E vir dizer que foi o “socialismo” é primário e ridículo…

    “E sem alterar a forma como criamos e distribuímos o dinheiro, o resto não irá funcionar.”

    Sim, hoje em dia a maioria dos economistas concorda que a desigualdade é problemática e tem que ser domada.

    Quanto à citação do Willis Overholser posso adiantar que o BCE (tal como outros bancos centrais) já andou a considerar o “Helicopter Money” que é uma abordagem bastante heterodoxa às crises e à deflação, aliás como era também o “Quantitative easing” antes de 2008.

    Também não me incomodaria muito que a banca fosse 100% pública. Mas pessoalmente preferia que fosse um sistema misto, 70% público e 30% privada (em volume de crédito). Mas, tendo em conta o risco sistémico, defendo a aplicação de uma regulação bancária opressiva e punições draconianas para os gestores bancários. A mim incomoda-me bastante que o gestor faça um disparate e ser a instituição a comer com a multa.

  26. ATAV

    Lucklucky

    “As pessoas não eram accionistas por isso não têm nada de pagar.”

    O problema de ser sistémico é exatamente esse: meter ao barulho pessoas que não são perdidas nem achadas na coisa.

    “Não foi o que aconteceu na grande depressão. que só se chama “grande” precisamente pela intervenção desastrada de política..”

    Que demonstração exuberante de “New Deal denialism”. Obrigado, lucky! Mises ficaria orgulhoso. Mas então explique-me lá porque enquanto estiveram lá o Mellon e o Hoover que fizeram pouco ou nada, crise foi piorando. O Mellon até fez austeridade para equilibrar o orçamento. Para ele o défice era a prioridade… Mas depois de entrar o Roosevelt a coisa foi melhorando. Claro que houve aquele período em que o Roosevelt foi na conversa dos austeritários da altura e fez cortes orçamentais para diminuir o défice. Sabe como é que este período ficou conhecido? Roosevelt Recession. Tudo coincidências certamente…

    “Que aliás começou pelo proteccionismo.”

    Está a referir-se às tarifas Smoot – Hawley, promulgadas pelo Hoover em 1930, um anos após o inicio da crise. Foi este o protecionismo que foi responsável pela Grande Depressão?

    “Tal como a crise de 2008. Política. Quem é que garantia os empréstimos . Fannie Me e Freddie Mac e que organização eram : estatais
    Não as impediu de falirem pois não?”

    OK. Então a crise de 2008 foi por causa destas duas instituições públicas. Não teve nada a ver com a revogação da lei Glass- Steagall para liberalizar o sector financeiro, o corte dos orçamentos e recursos dos reguladores financeiros (achava-se que o mercado regular-se-ia a si mesmo), instituições financeiras que empacotavam hipotecas prime e subprime em CDOs que eram vendidos como produtos seguros, os CDS que supostamente eram seguros contra o risco mas na realidade disseminaram o risco pelo sistema financeiro nem com as instituições financeiras privadas a assumirem riscos brutais devido a ganância pura e dura.

    Resumindo, foi por causa de duas instituições públicas de hipotecas, não por causa da financeirização da economia, de uma bolha no mercado imobiliário ou mesmo da decisão estúpida de deixar cair o Lehman Brothers que contagiou o sistema financeiro internacional..

    Já agora essas instituições sobreviveram e os contribuintes já recuperaram a totalidade do dinheiro colocado na Fannie Mae e Freddie Mac.

    “No combate do Estado contra a Prosperidade, o Capitalismo foi sempre baixando o preço dos produtos além de lhes adicionar mais capacidade. Por isso enquanto em 1970 um aspirador custava mais que um ordenado mínimo hoje custa 1/10.”

    Mas que pancada tem você com os electrodomésticos em promoção? Continua a trabalhar na Moulinex ou sempre vai abrir a Mammom Apliances Lda?

    “Ao invés os custos da Política dispararam. Uma licença, a quantidade de pessoas necessário para produzir algo praticamente não baixou no Estado.”

    Isto não é verdade! A introdução de novas tecnologias reduziu a quantidade de recursos humanos a realizarem tarefas administrativas tanto no público como no privado.

    “E com a violência do Estado do seu lado os custos disparam exponencialmente.”

    Você tem uma maneira engraçada para dizer que o Estado aumentou as suas funções sociais e recolhe mais impostos para as pagar. Um bocado melodramático de mais para o meu gosto.

    “Por isso o Estado Moderno precisava no início do século XXI de crescimentos de mais de 3% ao ano e isso fez o estado dar todas
    as benesses aos”

    Aos? Não posso comentar o que não está escrito.

    “Por exemplo os Institutos Nacionais de estatísticas nunca detectaram nenhuma inflação apesar de os preços das casas dispararem.”

    Sabe que a inflação é calculada a partir dos preços de muitos itens? A habitação é apenas um deles…

    “Note-se como o Jornalismo de cultura Marxista nunca fala de como nunca soaram alarmes.”

    Jornalismo marxista tipo O diabo, o Observador ou o Sol? Ou será a imprensa económica tipo o Jornal de Negócios e o Eco?

    “Os que mamão no capitalismo como você e o Filipe obviamente estão se nas tintas para as pessoas.”

    Claro! É por isso que venho para aqui pedir mais redistribuição, mais estado social e menos desigualdade. Colocar dinheiro no bolso das pessoas e fornecer-lhes educação, saúde e segurança social é não querer saber delas. Mas cortar isto tudo para encher os bolsos dos ricos já é um acto de bondade…

    “Se não por exemplo teriam defendido que por exemplo a propriedade do Novo Banco deveria ter sido distribuída por cada cidadão português.”

    E a propriedade do BES foi distribuída por todos. Mas como aquilo tinha mais passivos que activos (falência é isso mesmo), o pessoal recebeu o que havia: as dívidas. O problema foi esse mesmo! Por causa da trafulhice do Ricardo Salgado nós todos pagamos bem caro.

    “Obviamente que vocês o não defendem porque a vossa mama é a do Estado a sangrar o Capitalismo.”

    Assim descrito até parece um filme do Godzilla com dois monstros a lutar entre si. Santo Deus! E não faz sentido nenhum: o estado é um conjunto das instituições que controlam e administram uma nação, enquanto que o capitalismo é um sistema económico.

    “Por isso querem que o poder seja do grupo que controla o Estado..”

    Ao contrario dos liberais, que não querem nada a ver com o estado. É por isso que estão sempre a tentar corromper decisores políticos, capturar reguladores e andam sempre de mão estendida pedinchar subsídios, alcavalas e isenções fiscais.

  27. Filipe Bastos

    Lucky, como se vê discordo do ATAV em muita coisa.

    Pois repito: têm sorte em tê-lo cá. Está informado, é metódico e tem pachorra bastante para vos explicar coisas. Não que sirva de muito; a maioria dos insurgentes é como o Steven Seagal.

    Sabe que nos filmes há dois tipos de herói. O mais comum leva porrada, partem-no todo, e no fim ganha: o Rocky, o Rambo, o Van Damme, etc. Depois há o outro tipo, o que mal sofre um arranhão: é o Steven Seagal.

    Do início ao fim do filme, o Seagal é o mais cool, o mais alto, o mais forte, o que sabe tudo e tem sempre razão. Nem admite levar um tabefe, quanto mais perder uma luta. É, mais que imbatível, inatingível.

    Assim é a malta por aqui: não admite a menor sombra de dúvida, o menor argumento contrário. Munidos dos seus Bastiat, Mises, Hayek e da sacerdotisa Ayn Rand, dominam A Verdade, logo não há o que discutir. Já tudo se sabe, tudo se descobriu, pode-se fechar a loja.

  28. André Silva

    FILIPE BASTOS
    Impressionante o topete, o verdadeiro desplante com que acusas os outros daquilo mais fazes. Lembras aquela velha piada: “ó filha, chama putas às outras antes que te chamem a ti”. Tu és a típica filha.
    Vai-te mas é cagar.

  29. ATAV

    Filipe Basto

    “Do início ao fim do filme, o Seagal é o mais cool, o mais alto, o mais forte, o que sabe tudo e tem sempre razão. Nem admite levar um tabefe, quanto mais perder uma luta. É, mais que imbatível, inatingível.”

    Conheço um filme onde esta convenção é subvertida. Mal o Seagal aparece toda agente parte do principio que vai ser mais do mesmo mas ele morre logo no inicio antes da acção começar. Chama-se “Executive Decision”.

    Quanto ao Steven Seagal propriamente dito, este vídeo de 14 segundos descreve com exactidão o que penso do visual desse individuo.

  30. Filipe Bastos

    Sempre classy, André.

    ATAV: é verdade, mas nem aí o vemos morrer: só presumimos que morreu. O meu favorito é “On Deadly Ground”, aquele no Alaska. É mais que uma obra-prima: é uma obra-tia.

    Manuel: apoiado.

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