Contra o Status Quo, Contra o Socialismo, Pela Mudança e Pela Liberdade: Domingo, Votarei Iniciativa Liberal!

Foi uma longa espera, mas ao fim de 45 anos será possível pela primeira vez em Portugal votar em eleições legislativas num partido que não é socialista, num partido que se assume frontalmente e descomplexadamente liberal.

Enquanto que o socialismo condiciona e oprime o indivíduo, o liberalismo permite que o indivíduo em liberdade persiga a sua felicidade como assim o entender, desde que não interfira com a liberdade de terceiros.

O liberalismo permite também que cada pessoa realize todo o seu potencial e que consiga usufruir do frutos obtidos através do esforço do seu trabalho, dos seus talentos, do seu engenho e do riscos assumidos por si. Hoje em dia, a grande preocupação socialista é na “distribuição da riqueza produzida” (algo muito fácil, como qualquer quadrilha o poderá atestar) e não na “criação da riqueza” – desencorajando o trabalho e o investimento. Apenas para pagar impostos, cada trabalhador em Portugal trabalha em média quase meio ano para o estado.

O liberalismo permite liberdade de escolha. Cada pessoa saberá determinar mediante os seus valores e as suas opções, a melhor escolha para si. No socialismo, é um burocrata num escritório remoto que centralmente determina o que é melhor para todas as pessoas, quer seja na saúde, quer seja na educação.

O liberalismo permite que as melhores empresas, aquelas que oferecem melhores produtos e serviços aos melhores preços sejam bem sucedidas no mercado; e que as piores empresas definhem e desapareçam. No socialismo, é o corporativismo que determina que empresas sucedem ou não à custa do contribuite, servindo as empresas para colocar “boys” dos partidos e abrindo toda a espécie de oportunidades para corrupção.

Os princípios do liberalismo não são apenas teóricos. Em todos os países onde práticas liberais foram aplicadas, foram verificados resultados positivos concretos em termos de desenvolvimento económico e humano, Isto, ao contrário das teorias e políticas socialistas e comunistas, que tiveram resultados desastrosos a todos os níveis nos países onde foram aplicadas – sempre com a explicação de que “não era o verdadeiro comunismo”.

Fundamentalmente, o liberalismo assenta na liberdade – em escolhas livres e voluntárias; ao contrário do socialismo que assenta na coerção.

Contra o Status Quo, Contra o Socialismo, Pela Mudança e Pela Liberdade: Domingo, Votarei Iniciativa Liberal!

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9 pensamentos sobre “Contra o Status Quo, Contra o Socialismo, Pela Mudança e Pela Liberdade: Domingo, Votarei Iniciativa Liberal!

  1. JMS

    Vi, por um mero acaso, a entrevista do CGP ao RAP e, confesso, gostei muito.

    Vi honestidade, sinceridade, e boa fé na defesa dos princípios que o CGP defende. Não diferem muito daquilo que defendo há muito e, o meu voto no PSD há vários anos, sempre o encarei como um mal menor.

    Nas europeias votei IL.

    Nas legislativas estou dividido entre o voto “útil” no PSD ou o voto com o “coração” na IL.

    Sinceramente, ainda não sei.

    Mas sei que vou votar.

  2. Filipe Bastos

    «Hoje em dia, a grande preocupação socialista é na “distribuição da riqueza produzida” (algo muito fácil, como qualquer quadrilha o poderá atestar)»…

    Fácil? Estranho. Então porque é Portugal um dos países mais desiguais da UE, e mais desigual do que a maioria da OCDE?

    Como pode haver fortunas de dezenas, centenas, milhares de milhões? Como pode o Sr. Mello, por exemplo, valer 1.200 milhões de euros = 17.000 anos de um salário líquido de 5.000€ /mês (mais do quíntuplo do salário médio nacional)?
    Terá começado a trabalhar no Paleolítico?

    E no mundo, como podem 8 (oito) pessoas deter tanta riqueza como metade da Humanidade? Se o socialismo não é solução, se o Estado também não, e se a riqueza está cada vez mais concentrada, que propõe o Sr. Cortez?

  3. Andre Miguel

    “como podem 8 (oito) pessoas deter tanta riqueza como metade da Humanidade”

    Filipe,
    chama-se a isso principio de Pareto, é inevitável e faz parte da natureza de qualquer sistema. Vulgarmente conhecido como a regra 80-20 (80% da sua produtividade é obtida em 20% do seu dia de trabalho, 80% do trabalho produtivo da empresa é feito por 20% dos seus trabalhadores, etc).
    A nossa escolha deverá ser entre a liberdade e a acumulação de capital (liberalismo e capitalismo) ou o totalitarismo e acumulação de poder (socialismo, marxismo, etc). A escolha é óbvia.

  4. Filipe Bastos

    André, sei o que é o princípio de Pareto. O André sabe o que é uma falsa dicotomia?

    Nunca seremos todos iguais, e ainda bem, mas tudo o que é humano tem limites, e em tudo na vida há razoabilidade e há excesso. A riqueza não é excepção. Porque o seria?

    Tal como contemos os nossos impulsos animais, não andamos à mocada, não arrastamos as moças pelos cabelos, não defecamos na rua, etc., temos o dever civilizacional e moral de conter o nosso egoísmo e a nossa ganância, sobretudo quando tantos vivem com privações e miséria.

    A escolha, a haver alguma, é entre um mundo mais justo e equilibrado, e um mundo cada vez mais injusto, desigual e insustentável. O caminho pode não ser o socialismo – uma palavra carregada que vicia qualquer discussão – mas também não é certamente o caminho que trilhamos hoje.

  5. André Miguel

    “temos o dever civilizacional e moral de conter o nosso egoísmo e a nossa ganância, sobretudo quando tantos vivem com privações e miséria”

    O nosso único dever moral é não limitar a liberdade dos outros. Só isto bastaria para fazer do mundo um local melhor.

  6. Filipe Bastos um extremista socialista que tem medo da palavra socialista.

    É sempre interessante como as criticas aos ordenados dos outros – são sempre os outros – nunca é feita contra os artistas nem contra os desportistas.

  7. Filipe Bastos

    Ainda bem que fala nos artistas e desportistas, LUCKLUCKY. Além da sua excessiva remuneração por mero entretenimento, as ‘celebridades’ são duplamente nocivas: não só contribuem para a desigualdade extrema, como a normalizam.

    Graça a elas, a malta habitua-se ao excesso e à injustiça; aprende a vê-los como algo inevitável, até desejável. O Ronaldo, ou outro bronco mamão qualquer, ganha mais num dia ao pontapé do que alguém numa vida inteira de trabalho? Merece! Neste mundo vale muito mais ser futeboleiro, actor ou cançoneteiro do que estudar e trabalhar? É a vida! Etc.

    E em vez de se revoltar, a carneirada submete-se. Em vez de tentar mudar seja o que for, passa a sonhar com os programas de ‘talentos’ na TV, ou que o pirralho lá de casa jogue no Benfica. Passa a aceitar a desigualdade, o triunfo dos mamões, com a ilusão de um dia se juntar a eles.

    Acha isto extremista? Se calhar devia sair mais, Lucklucky.

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