Social Credit System chega à América

Uh-oh: Silicon Valley is building a Chinese-style social credit system

In China, scoring citizens’ behavior is official government policy. U.S. companies are increasingly doing something similar, outside the law.

SesameCredit.jpgEste artigo depois descreve em detalhe como seguradoras podem fazer os prémios cobrados depender de fotos nas redes sociais, o software de um bar pode recusar entrada a um cliente que tenha dado problemas num outro bar a milhares de quilómetros de distância, os condutores Uber agora classificam passageiros, e claro podem ser excluídos de redes de comunicação como WhatsApp, Facebook, …

O que fica a faltar é um acordo entre os grandes (Google, Apple, Fb, Amazon, Microsoft,…) para fazer um sistema como o Chinês para nos excluir a todos (sim, ler este blog vai dar uma pequena penalização por cada dia de acesso) de fazer actividades como: compras on-line, compras em lojas com cartão Visa ou MasterCard, aceder a Netflix ou tv cabo, usar um smartphone, …

Fiquem agora com uma pequena descrição do sistema chinês, e por inerência do que nos espera no futuro se no ocidente não houver oposição suficiente ao sistema.

In China, Your Credit Score Is Now Affected By Your Political Opinions – And Your Friends’ Political Opinions

China just introduced a universal credit score, where everybody is measured as a number between 350 and 950. But this credit score isn’t just affected by how well you manage credit – it also reflects how well your political opinions are in line with Chinese official opinions, and whether your friends’ are, too.

 

 

5 pensamentos sobre “Social Credit System chega à América

  1. mg42

    Mas, não era a Uber de que aqui a malta apologista da “liberdade”, não há muito tempo andava a defender, e que nos vinha libertar das correntes desses sacanas esclavagistas e exploradores de bigode da antral, hum ?

    Mas, mas, “isso não é o capitalismo”…

  2. JgMenos

    O corretês é a base cultural dos sistemas totalitários em formação, e directo herdeiro dos que existiram no passado.
    Do chavão ao corretês, do braço ao alto (mão aberta ou fechada) ao eco censor em rede digital, são meras modernizações do mesmo mal: o horror ao contraditório, a crença sem razão, a razão sobre evidências falsas.
    As Luzes que iluminaram os espítitos ofuscadas por twirs relampejantes.

  3. Atentem que empresas partilharem informação sobre clientes problemáticos é coisa que vem desde 1920. Primeiro nos Estados Unidos, depois em todo o Mundo.

    Quem passa cheques carecas de um banco fica em lista nos bancos todos. Quem anda a comprar um vestido, usar uma vez e devolver depois para receber o dinheiro da compra de volta como sistema fica em lista. As empresas perceberam que assim se protegem mutuamente de intrujões.

    Outra coisa é negar aos conservadores e aos liberais capacidade de comprar e vender — como já há muito está predito — por causa das suas opiniões, e não pelo seu comportamento. Este é o sistema chinês e o sistema de Silly-Con Vale Tudo (Grafia Intencional!)

  4. É melhor ler-se «libertários» onde disse «liberais».

    O mundo anda às avessas e a linguagem anda imprecisa. Os ditos liberais são os novos fascistas, impondo tudo a todos.

    As minhas desculpas pela imprecisão, de que só agora dei conta.

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