Geringonomics: Portugal Cai Seis Lugares No Ranking Mundial de Competitividade

Portugal perde seis lugares no ranking mundial de competividade de 2019 passando da posição 33 para a posição 39 entre 63 países analisados. Apenas o Chile regista uma queda maior, perdendo sete posições (fonte e fonte).

Avante, Geringonça!

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12 pensamentos sobre “Geringonomics: Portugal Cai Seis Lugares No Ranking Mundial de Competitividade

  1. Rão Arques

    PORQUE SERÁ
    O amplo histórico de Costa entre contradições e ações mais ou menos acinzentadas no mais alargado âmbito, estando prontas a ser bem temperadas de picante e ao alcance de um simples clic. ninguém agita para apurar..
    Porque será que consegue pôr o país de alto a baixo em estado de reverencial respeito e acagaçado medo.
    FORA COM AS MULETAS

  2. uau, então o investimento público em educação é bom para a competitividade? Espetáculo!!! E eu que julgava que os professores fossem uns funcionários públicos parasitas e inúteis… Afinal até são bons para a competitividade…

    Isto neste blogue vê-se cada contradição…

  3. ATAV

    Ora bem. Vamos lá ver… Os Emirados Árabes Unidos em 5º, o Qatar em 10º (a escravatura aparentemente aumenta a competitividade), a China está imediatamente à frente da Finlândia, tal como a Tailândia que está à frente do Reino Unido e a Arábia Saudita da Bélgica. Finalmente o Cazaquistão está à frente da Estónia (que os liberais tanto apreciam), Espanha, Portugal e o Chile (outra coqueluche dos liberais).

    Sim senhor. Que belo ranking! O João Cortez devia tentar passar os olhos por estes documentos antes de os utilizar para justificar as suas opções politicas!

    E que tal começar a utilizar rankings de qualidade de vida para efeitos de comparação? Ou pelo menos os rankings de respeito pelos direitos humanos que é o mínimo exigível…

  4. ATAV

    é claro que os Emirados Árabes Unidos são altamente competitivos – não têm impostos sobre o rendimento, porque ganham dinheiro à custa do petróleo (e do turismo), logo são muito competitivos para uma empresa que lá se instale.

    O problema dos Emirados Árabes Unidos é que ninguém consegue imitar a competitividade deles, porque ninguém tem as condições específicas e irrepetíveis deles, nomeadamente o petróleo, a situação geográfica, as ótimas condições sociais para a prática da escravatura, etc.

    E é este o problema destes rankings todos que se fazem, metem todos os países no mesmo saco, como se todos fossem iguais e pudessem seguir as mesmas políticas para obterem os mesmos resultados.

    Enfim, estes rankings são talvez muito úteis para executivos que querem saber onde localizar as suas empresas, mas não são úteis para políticos aprnderem como governar países reais, com as suas condições específicas.

  5. ATAV

    Luís Lavoura

    Está enganado. Se os Emirados fossem competitivos havia muitas empresas lá. Como não são, ninguém vai para lá. Ou seja, a metodologia utilizada para produzir este ranking não presta! Dá para ver porque os resultados não fazem sentido nenhum! O ponto de vista que estou a defender é esse mesmo!

    “O problema dos Emirados Árabes Unidos é que ninguém consegue imitar a competitividade deles, porque ninguém tem as condições específicas e irrepetíveis deles, nomeadamente o petróleo, a situação geográfica, as ótimas condições sociais para a prática da escravatura, etc.”

    Já agora, acabou de considerar que a escravatura é boa para a competitividade? Fiquei com essa ideia e agradecia que me pudesse esclarecer…

  6. Eduardo Menezes

    Avance a “muralha de aço” do Cem Tino para justificar a queda.
    O autarca de Santo Tirso já disse que não podia estar presente e apresentou justificação que já foi aceite pelos seus superiores

  7. André Miguel

    Oh Luisinho o Dubai importa petróleo! Abu Dhabi é que tem produção de petróleo nos EAU.
    O que o Dubai tem é uma enorme liberdade económica, sendo o trading e serviços financeiros a sua grande fonte de rendimentos.

    Isto de opinar sobre o que não se conhece dá disparate…

  8. André Miguel,

    Vai deixar que a verdade e os factos estraguem uma boa desculpa?

    Seu insensível!

    (Aposto que os nossos escarralhados não sabem o que é uma confederação e como se distingue de uma federação.)

  9. Nuno

    Quando não se gosta das conclusões dos dados faz-se cherry picking com alguns casos para pôr tudo em causa, é uma técnica banalíssima e reveladora de que não se quer discutir o que está em questão.

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