Partido Libertário: Estado Mínimo, Liberdade Máxima

Caros leitores: o Partido Libertário encontra-se actualmente em processo de constituição e para isso são necessárias 7.500 assinaturas. Por isso, se concordam com a existência de um partido contra-corrente que defende os direitos inalienáveis de todos os seres humanos: Vida, Propriedade e Liberdade, pedia-vos que colaborassem no processo de recolha de assinaturas usando este formulário e que remetessem as mesmas assinaturas pelo correio para a seguinte morada:

Maria Baldinho
Partido Libertário
Apartado 2055
EC Matosinhos
4451-901 Matosinhos

Citando parte do texto do Alberto Gonçalves na sua crónica n’O Observador As direitas a que Portugal tem direito:

Partido Libertário. O Partido Libertário encontra-se em fase de recolha de assinaturas para se constituir oficialmente como tal. Colaborem, por favor: além de eu conhecer por lá gente decentíssima, possui um programa em prol da liberdade com o qual, salvo pormenores, é humanamente impossível discordar. Com sorte, o PL cumprirá o seu destino e nunca chegará a oficializar-se. Avaliação: não se metam nisto.

Para mais informação sobre o Partido Libertário podem seguir os os seguintes links:

A Liberdade conta convosco!

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8 pensamentos sobre “Partido Libertário: Estado Mínimo, Liberdade Máxima

  1. mg42

    ##A Liberdade conta convosco!

    Que criatividade retórica…

    É isso mesmo pela LIBERDADE. É bom ver que vocês vão competir pelo direito de “propriedade” da palavra em causa, juntamente com o falecido Arnaldo Matos.

    ubservador.pt/2019/02/22/marcelo-rebelo-de-sousa-arnaldo-matos-ficara-na-memoria-de-todos-como-um-defensor-ardente-da-liberdade/.

    Espero que seja também de uma forma “ardente”…
    Mas receio que a marca já esteja registrada.

    Mas sempre podem fazer como aqui os vossos outros camaradas liberotários iniciais. E acompanhá-los no 25/4 na subida da avenida da Liberdade ®

  2. Vocês são a favor do direito à propriedade, mas não abrem o bico quando os Estados Unidos da América roubam (é o termo apropriado) uma companhia petrolífera (a Citgo) a outro Estado (a Venezuela), ou quando bloqueiam o acesso dos seus legítimos donos a contas bancárias que detêm em bancos americanos.
    Parece-me que para os Libertários deste mundo os direitos libertários nunca se aplicam nas relações internacionais.

  3. Luís Lavoura

    São a favor do comércio livre mas não dizem nada quando a União Europeia proíbe os seus cidadãos de negociarem livremente com, por exemplo, empresas russas.
    Por exemplo, os agricultores portugueses estão proibidos de venderem a fruta que produzem à Rússia.
    Os libertários querem liberdade dentro dos seus países, mas quando se trata de política internacional aceitam pacificamente que o Estado imponha proibições aos seus cidadãos.

  4. mg42

    50 % de Crescimento num década e redução da pobreza
    50% corte fiscal
    50% de corte de despeza e privação
    “Mais voluntarismo” ??

    Peço desculpa, mas isto não uma lista de propostas de gente adulta, mas sim uma lista de desejos de natal de miúdos pequenos.

    E já agora, porquê 50%, porque não 75% (se é que me entendem para quem acompanha as coisas do outro lado do atlântico), hum ?

  5. Carlos Saraiva da Rocha

    Onde impera a IGNORÂNCIA e a DEMAGOGIA SOCIALISTA não há lugar para a LIBERDADE. Como Hayek descreveu no seu livro “O Caminho da Servidão “.

  6. Pingback: Nós Não Somos Socialistas: Nascidos a 5 de Julho – O Insurgente

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