Estado fiscal de devassa

“Não está em causa o combate à evasão fiscal, mas sim o equilíbrio entre a esfera individual e privada dos cidadãos e a acção pública e colectiva exercida através do Estado.”

Destaque do meu artigo de hoje no ECO – Economia Online. Sobre o acesso do Estado português às contas bancárias de residentes nacionais.

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6 pensamentos sobre “Estado fiscal de devassa

  1. impostos pelo estado e para o estado :
    – cerca de 75% de impostos e taxas na factura da electricidade
    – cerca de 150% de impostos na factura de combustiveis (gasolina/gasoleo)
    – 23% de imposto IVA em tudo que se compra
    – IRS/IRc
    – IMI e AIMI sobre a classe media ( pobres e ricos não pagam nada)
    – IMT e IS
    – Outros impostos e taxas
    Agora querem visualizar as contas bancarias , possivelmente ( eu considero uma certeza) para lançarem novo imposto confiscando parte dos montantes nelas depositados.
    Com este panorama fiscal como podemos classificar o s governos que temos tido e os politicos que os têm composto e os deputados que estao e têm estado na AR? Não têm estes a obrigação de ver este panorama e como detêm o poder , altera-lo ?
    Com este panorama , como classificar os portugueses que trabalham e produzem para sustentar esta situação imposta por quem tem estado no poder?

  2. Portugal, país democrata, onde não se pode ter dinheiro, não se pode ter casa, não se pode ter carro, não se pode ter filhos, não se pode comer muito sal, não se pode comer muito açúcar, não se pode estar doente, não se pode ter educação, não se pode dizer um piropo, não se pode sequer dar um pontapé num cão que nos morda. Portugal, só bom para os estrangeiros e para os ricos.
    Portugal vai a caminho duma nova bancarrota, e quando chegar está o caminho aberto para confiscar as poupanças de quem as tem, e não será só dos que têm 50 mil euros.
    Em 2011 não havia dinheiro para pagar reformas, nem pensões, nem salários aos funcionários públicos, tivémos que pedir ajuda internacional que nos obrigou a sacrifícios de que ninguém gostou. Hoje a dívida é muito maior, os encargos mais pesados, os impostos no limite – na próxima bancarrota vai ser pior, e vem aí.

  3. André Miguel

    AB,
    E aposto que troika já não cai na armadilha do TC. Querem pilim? Primeiro mudem a Constituição, mudem, extingam, fechem, despeçam quem devem despedir e só depois falamos. Não o farão. Vão a todas as poupanças e à propriedade. Vai uma aposta? Talvez aí vejamos “coletes” a sério na rua. Não vai ser bonito.

    Relembro que, salvo erro em 2011, o FMI já tinha recomendado limitar as pensões mais altas a 5 mil euros o que permitiria uma poupança de 500 milhões. repito: 500 MILHÕES…

  4. No feudalismo pagava-se a quinta (20%) ou a quarta (25%).

    A Igreja dava alojamento e prestava os cuidados de saúde da época gratuitamente.

    E agora?

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