Vou apurar tudo, Rui

rio

7 pensamentos sobre “Vou apurar tudo, Rui

  1. JMS

    Eu sei que ainda só estamos no dia 11 de Janeiro mas, e, até agora, é o post do ano. Fabuloso.

    Parabéns Rui Rocha.

  2. Rão Arques

    AINDA HÁ SOPA?
    Marcelo Rebelo de Sousa diz que “a vida do PSD é com o PSD”
    “Presidente da República recebe Luís Montenegro na segunda-feira”.

  3. Martim Moniz

    Entretanto temos mais um diagnóstico assertivo sobre “o circo politico-mediático”vigente: “A entrevista televisiva de um ex-presidiário com currículo racista continua a inspirar alertas alusivos ao avanço do fascismo. Quem chegou a Portugal durante a semana convenceu-se de que o país está praticamente nas mãos de “skinheads”, restando apenas bolsas de heróicos resistentes na clandestinidade. Quem já andava por cá, porém, hesita se deve confiar na histeria ou nos factos. Se escolher os factos, estes garantem que a ideologia (?) do sr. Machado não possui representação parlamentar e que o próprio PNR entusiasmou nas legislativas 27 mil eleitores, ou meio por cento dos votos. Não são números avassaladores.

    Significa isto que a nossa querida pátria está salva de extremismos perigosos? Pelo contrário. Um sexto da AR, correspondente à vontade de um milhão de cidadãos, é composto por comunistas de duas igrejas. Por sua vez, os comunistas aliaram-se ao segundo partido mais votado, que aproveitou o arranjo, superior a 50% da AR, para formar governo e mandar nisto. Entretanto, o partido mais votado em 2015 decidiu passar o último ano a implodir-se e, à “direita”, sobra o CDS, para os que acham que o CDS é de direita e merece sobrar. Recear extremismos em Portugal é o mesmo que Stevie Wonder recear a progressão da miopia. No fim de contas, se as contas não forem feitas por sociólogos ou “activistas”, Portugal encontra-se entregue à esquerda e, por inerência, à extrema-esquerda, ou, no jargão em voga, os “democratas”. ( Gonçalves hoje no Observador)

  4. Carlos Gonçalves

    Martim Moniz, isto é bem melhor:

    “Uma senhora que conviveu anos com um popular larápio sem nunca desconfiar da origem do respectivo dinheiro quer agora saber quem pagou quatro ou cinco cartazes da Iniciativa Liberal, liderada pelo meu amigo Carlos Guimarães Pinto. Por graça, a dita senhora julga-se jornalista. Por sorte, escreve num epitáfio que se julga um jornal.
    Agora que entramos em 2019…”

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