Salvar a Europa!

“O título (“Salvar a Europa de si própria”) é pujante, mas depois de lido o texto, a pujança dá lugar à pungência.”

Destaque do meu artigo de hoje no ECO – Economia Online. Mais um manifesto…

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5 pensamentos sobre “Salvar a Europa!

  1. Luís Lavoura

    a progressividade fiscal é a melhor maneira de matar o incentivo à produção, e os impostos sobre a propriedade individual representam o roubo institucionalizado ao nível do Estado

    Falta de clarividência. Todos os impostos sobre o rendimento desincentivam a produção – quer sejam progressivos quer não sejam. Pelo contrário, os impostos sobre a propriedade não desincentivam a produção. Portanto, se o critério para os impostos é o incentivo à produção, então os impostos sobre a propriedade são altamente vantajosos.
    Por exemplo, se eu pagar sempre um elevado imposto sobre uma determinada casa que possuo, mas não pagar nada sobre a renda do aluguer dela, então eu tenho um grande incentivo para arrendar a casa. Se, pelo contrário, eu não pagar nada de imposto por possuir a casa, mas pagar um elevado imposto sobre a renda, então eu tenho um grande incentivo para não arrendar a casa e deixá-la vazia e inútil.

  2. Imposto sobre a propriedade é roubo puro ! Porquê?
    Porque o dinheiro da compra da propriedade já pagou os impostos devidos sobre o rendimento . Trata-se de poupança pura , tal como um deposito bancario também é poupança pura. Em qualquer destes dois casos o único imposto com alguma legitimidade seria o imposto sobre os rendimentos quer prediais quer de contas bancarias . Donde se conclui que IMI e AIMI é puro vandalismo e roubo institucional de “estado” ,e é fruto de mentes invejosas , injustas e intelectualmente rastejantes dignas do grupo do “ali-baba”.

  3. Mesmo se não houvesse imposto sobre rendimento, haveria o imposto sobre o seu uso (compra de bens ou serviços) e, assim sendo, o imposto sobre propriedade (do bem) será dupla tributação.

    Está o Luís Lavoura a preconizar apenas e unicamente imposto sobre propriedade?

  4. Luís Lavoura

    Rogério Alves

    Está o Luís Lavoura a preconizar apenas e unicamente imposto sobre propriedade?

    Não, não estou a preconizar isso. Mas certamente que acho que seria vantajoso aumentar o imposto sobre a propriedade (IMI) em troca de diminuir o IRS sobre as rendas e o IMT.

    A intenção do meu comentário era apenas apontar uma contradição flagrante do texto do Ricardo Arroja. Ele rejeita impostos que desincentivem a produção, mas ao mesmo tempo rejeita impostos sobre a propriedade, os quais têm a vantagem de não desincentivarem a produção. Fica-se sem se saber o que é prioritário para o Ricardo: não desincentivar a produção, ou não taxar a propriedade.

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