Não Existe Dinheiro Público, Apenas Dinheiro Dos Contribuintes

Tão ou mais actual hoje em Portugal como no Reino Unido em 1983 (fonte)

One of the great debates of our time is about how much of your money should be spent by the State and how much you should keep to spend on your family. Let us never forget this fundamental truth: the State has no source of money other than money which people earn themselves. If the State wishes to spend more it can do so only by borrowing your savings or by taxing you more. It is no good thinking that someone else will pay—that “someone else” is you. There is no such thing as public money; there is only taxpayers’ money.

Prosperity will not come by inventing more and more lavish public expenditure programmes. You do not grow richer by ordering another cheque-book from the Bank. No nation ever grew more prosperous by taxing its citizens beyond their capacity to pay. We have a duty to make sure that every penny piece we raise in taxation is spent wisely and well. For it is our party which is dedicated to good housekeeping—indeed, I would not mind betting that if Mr. Gladstone were alive today he would apply to join the Conservative Party.

Protecting the taxpayer’s purse, protecting the public services—these are our two great tasks, and their demands have to be reconciled. How very pleasant it would be, how very popular it would be, to say “spend more on this, expand more on that.” We all have our favourite causes—I know I do. But someone has to add up the figures. Every business has to do it, every housewife has to do it, every Government should do it, and this one will.[…]

When there is only so much money to spend, you have to make choices, and the same is true of Governments. It is sometimes suggested that Governments can opt out of these choices. They cannot. Let me for a moment take the subject which we have so much debated, the Health Service.

People talk about a “free” service. It is not free. You have to pay for it. Five years ago, just before I came into No. 10, a family of four was having to pay on average through various taxes some £560 a year for the Health Service; this year that same family will have to pay £1,140 a year, more than double. Let me put it another way. This year, the Health Service is costing over £15,000 million—half the total yield of income tax.

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3 thoughts on “Não Existe Dinheiro Público, Apenas Dinheiro Dos Contribuintes

  1. Argumentos de treta. Toda a infraestrutura que nos foi legada pelos antepassados, material e cultural, que representa uma vasta maioria da nossa riqueza colectiva, mais os recursos naturais que o sangue deles defendeu, são património colectivo que o Estado pode administrar.

    De preferencia em benefício geral, mas já se sabe como as coisas são.

    Agora estes argumentos de caloiro filósofo que acha que tem direito “ao que é seu”, sem meter na balança o que recebeu de mão beijada, impressionam pouco.

  2. mg

    Patati, patatá…

    Year UK Public Net Debt-total £ billion
    1979 88.60
    1980 98.20
    1981 113.80
    1982 125.20
    1983 132.50
    1984 143.60
    1985 157.00
    1986 162.50
    1987 167.80
    1988 167.40
    1989 153.70
    1990 151.90

  3. EuroCent, é verdade que esse património coletivo existe e me chegou de mão beijada pago pelos meus pais e avós. Mas eu gostava de deixar também património aos meus filhos e netos. E as políticas despesistas cretinas (contra as quais Tatcher vociferava) bem como uma revolução de cariz excessivamente esquerdista levaram-nos a 4 falências desde o 25 de Abril, e ao desbaratar do património empresarial e Estatal. Levou 40 anos (quase duas gerações) de tempo e de impostos a montar o Plano de Electrificação Nacional, desde os anos 50 até aos anos 90. Levou uma falência para vender as sobras da EDP ao desbarato. A nossa democracia destruiu a Banca por duas vezes em 40 anos – primeiro com as nacionalizações, depois com o peso e opressão do Estado na fase Sócrates em conivência com banqueiros a quem o Estado deu demasiado espaço. Foi o Estado quem destruiu a PT, manobrando para evitar que o “merceeiro do Norte” tomasse conta da mama do regime para a livrar dos políticos. E podia continuar, e continuar e continuar…eu prefiro alinhar com os “argumentos do caloiro filosófico” do que com este regabofe semi-venezuelano em que vivemos. Antes que nos tornemos na Venezuela da Europa.

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