O socialismo destruiu a Venezuela

Venezuela’s great socialist experiment has brought a country to its knees

For years, Venezuela has been one giant economic laboratory, its 32 million citizens reduced to guinea pigs. The Maduro regime has been condemned worldwide (except by Jeremy Corbyn, who rang Maduro to congratulate him on his election victory and refuses to denounce him). Maduro’s latest experiment is telling, and may well lead to greater economic catastrophe and even massive famine.

Socialist principles are at stake: if the economy will not behave, issue edicts. If money is short, then borrow — or print — more of it. If prices are rising, enforce price freezes. Venezuela is imposing a huge version of ideas that Corbyn has been proposing in miniature. The world can now see the results.

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17 thoughts on “O socialismo destruiu a Venezuela

  1. Manuel Assis Teixeira

    3.000.000 de refugiados! A esquerda aqui não rasga as vestes! Está em silencio total!

  2. JP-A

    Um laboratório na Europa:

    “A CP suprimiu o comboio Mira Douro, que faz percurso turístico, para que locomotiva fosse utilizada no comboio do PS que vai levar militantes socialistas do Porto a Caminha.A CP suprimiu o comboio Mira Douro, que faz percurso turístico, para que locomotiva fosse utilizada no comboio do PS que vai levar militantes socialistas do Porto a Caminha.”

  3. A. R

    Os comunistas são uns falhados. Aquele regime é brutal e extremamente cruel: nem ajuda humanitária deixa entrar.

    Bem o rosto da barbárie suprema estalinista, trotskista.

    Não esquecer o apoio do BE/PCP/CGTP e PS a esta matança.

  4. André Miguel

    MM a fazer-se de parvo outra vez. Quem cala consente.

    E não bastou todas as vezes que se congratularam pelas vitórias “eleitorais” de Chavez e Maduro?

  5. Octavius

    Lá estão os insurgentes a bolçar as suas habituais patacoadas.

    A única Venezuela que morreu – e ainda bem! – foi a Venezuela capitalista, onde os burgueses exploravam os trabalhadores a seu bel-prazer.
    Até pode ser verdade, como vocês dizem, que a antiga Venezuela capitalista era um país riquíssimo em comparação com a actual. Mas a riqueza de um país é um conceito burguês absolutamente inútil para qualificar o bem-estar dos trabalhadores, que é o que realmente interessa. Na antiga Venezuela capitalista os trabalhadores podiam dispor de luxos supérfluos com que o capitalismo comprava a sua servidão mas viviam subjugados. Hoje, na Venezuela Emancipada, podem não dispor desses luxos fúteis mas já não estão às ordens do patronato, mas apenas de si prórpios, através do Estado que os representa.

    Acham mesmo que os trabalhadores venezuelanos, agora que finalmente provaram a emancipação, vão querer voltar aos velhos tempos em que tinham poder de compra suficiente para adquirir um rolo de papel higiénico sem terem de ganhar a lotaria primeiro, mas viviam, ao mesmo tempo, aprisionados à tenebrosa grilheta do capital? Um escravo rico continua a ser um escravo. Mas um trabalhador no socialismo é livre, mesmo que tenha de comer os vizinhos para não morrer de fome.

    Pobrezinhos mas anti-capitalistas, deveria ser o lema do socialismo.

    A Revolução continua.

  6. A. R

    Há que prestar homenagem a Augusto Pinochet que no momento certo, com uma extraordinária clarividência do trajecto que levava o Chile ( a inflação já ia nos 2000%), travou a paranóia comunista e derrubou a ditadura de Allende. Evitou assim no Chile a desgraça e a tragédia humanitária que a Venezuela é hoje,

  7. A.R., há de reparar que todos esses links (com a exceção do do Francisco Sarsfield Cabral, mas esse não é uma fonte primária, mas mais um a repetir a ladainha “o Bloco apoia Maduro”) referem-se ao governo Chavez, não ao governo Maduro.

    Eu, pessoalmente, acho que Maduro é simplesmente o Chavez 2.0 e que se esse estivesse vivo a Venezuela estaria na mesma situação em que está (basicamente, Chavez teve a sorte de morrer antes do petróleo começar a baixar de preço, e assim muita gente consegue convencer-se de que se ainda fosse ele no governo estaria tudo bem). Mas, efetivamente, no tempo dele ainda não havia a crise económica e mesmo a repressão não era tão intensa (provavelmente porque havia menos descontentamento) – logo, nem o PS nem o Bloco (nem, já agora, os sectores do PSD que também eram chavistas entusiastas, como o Alberto João Jardim a certa altura) apoiam ou apoiaram “a matança” (que ainda não tinha começado em força).

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