O anti-semitismo de Corbyn

Why Corbynism Is a Threat to Jews Throughout the Western World

Even his close advisors are astonished by the Labour leader’s refusal to act on the party’s crisis with British Jews. This is why Corbyn can’t and won’t face up to anti-Semitism on the left – and why it will have international consequences

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13 thoughts on “O anti-semitismo de Corbyn

  1. Os resultados esperados do jornalismo Marxista do The Guardian, Telegraph, Publico, Expresso, AP, SIC etc…

    Vejam lá como nenhuma deles portugueses pergunta ao António Costa porque é que o Labour ainda faz parte da Internacional Socialista.

    isto é só o começo.

  2. Lucklucky,

    Há direita — autodenominada — estatista que não tem base marxista. Agregá-los com os marxistas é um desfavor aos seus argumentos, pois com base numa pequena inconsistência se derruba todo o resto do edifício, mesmo se esse estiver sólido e bem construído.

  3. De direita? é só ler o Telegraph e procurar por artigos sobre desigualdade, favorecimento racial, favorecimento sexual, pro aborto… boa parte do que está lá é pensamento marxista. E sempre catalizador de mais política, logo mais estado.
    Onde está o elogio à criação , à invenção?


    Uma das grandes obras do jornalismo dos últimos 50 anos é recompensar quem se preocupa menos com os seus civis.
    Se Israel não investisse em sistema de alarme, em abrigos, em mísseis anti rockets/morteiro centenas ou milhares de civis tinham morrido.
    Nessa altura os jornalistas estariam todos contentes…

  4. Lucklucky,

    Are we reading the same Telegraph?

    Quanto a Israel, prefiro os regimes democráticos — como Israel — e tenho natural desconfiança em autocracias do século VII — como os que estão à volta.

  5. Lucklucky,

    Agora já posso dar uma resposta um pouco mais elaborada.

    O Telegraph não é marxista, assim como o PSD e o CDS não são, na sua essência, marxistas. Nem todos os bunodontes são porcos — também os homens são bunodontes — e nem todos os estatistas são marxistas. A prenissa essencial do marxismo é a colectivização dos meios de produção. O regisme marxista distingue entre propriedade privada e propriedade pessoal, e rejeita a primeira, mas não a segunda. Os meus sapatos são minha propriedade pessoal, enquanto o tractor que uso para arar um campo tem de ser propriedade privada.

    Ora, a direita estatista não abomina a propriedade privada, mas usa-a para engrandecer e controlar o Estado. E nisto não são marxistas. E fazem dos marxistas uns meninos de coro, ou de coiro.

    O Telegraph, o Die Zeit, o ABC, o La Repubblica e o Observador não são marxistas. São algo tão perversos como os marxistas: os globalistas. Os globalistas usam os marxistas para semear o caos, e venderão a seu dia a solução — que implica eliminar o marxista e o marxismo, num governo globam militarizado e autocrata como a humanidade não viu, dir-se-ia que desde os tempos de Nimrod, o grande caçador.

    Os globalistas estão a soldo do Soros e controlam grande parte do espectro político. Quando alguém enriquece depressa e se mete a defender acções que levarão ao enfraquecimento do Ocidente, esse é globalista. Obama, Cameron, May, Macron, Merkel, John McCain, Balsemão, Rui Rio, Sócrates, António Costa, Ana Gomes e Marisa Matias, pertencem a esse grupo, a quem riqueza e impunidade até ao fim dos tempos é prometida em troca de votar da maneira adequada quando isso lhes é requerido. Apenas Marisa Matias, dos que enumerei, pode ser vagamente chamada marxista — eu classifico-la situacionista, Marisa Mentias ou barregã de língua, conforme me encontre mais ou menos viperino.

    Nunca verá Rui Rio a votar uma lei que limite imigrantes de países suspeitos, porque esses imigrantes são necessários para estimular o caos que levará os povos a trocar liberdade pessoal por segurança num governo global e tirânico. Mas pode vê-lo a votar contra as nacionalizações de empresas de transporte, o que diz logo que ele não é marxista. É qualquer outra coisa, mais dissimulada e talvez muito pior no que não é economia.

    Robles e a Catarina dizem o que dizem e fazem o que fazem (€€€) porque pensavam ter cobertura de cima. A perna saiu-lhes curta, porque o PS necessita dos votos do BE para sobreviver e a ordem que veio de cima é a de matar o porco — um dos géneros de bunodontes. O público aderiu, e isso é a razão pela qual os globalistas não tomam o poder de uma vez por todas: os povos revoltar-se-iam. Primeiro há que desarmar os cidadãos e que controlar bem a hierarquia militar e as forças de segurança, do general ao praça. Estão mais perto a cada dia que passa, mas ainda longe.

    Defendo por fim que não se deve chamar marxista a quem claramente não o é — e isso é facilmente demonstrável. Chamemos-lhe pelo seu próprio nome: globalistas, arautos da Nova Ordem Mundial.

    Os marchistas, vermilhóides ou escarralhóides, são apenas os meninos de coiro, e vão levar no coiro quando deles não mais se necessitar. Espere a guerra, que não tarda, para ver a face verdadeira dos esbirros a soldo do Kissinger e do Soros.

  6. mg

    O Francisco está a falar destes “globalistas” ?
    O lucky telefona ao Stefan molineux
    gostei da parte que ele diz : the Rabbi in my high school said don’t give blood to non Jews”. E depois ainda temos que ouvir os franciscos “mormós” a falar que quanto eles são “nossos grandes aliados”…

  7. “A premissa essencial do marxismo é a colectivização dos meios de produção.”

    Não. A premissa essencial do Marxismo é obter o Poder.
    Se obter e manter o poder incluí controlar os meios de produção então colectivize-se, se não for necessário e basta uma regulação draconiana então regule-se com a vantagem que cada falha na produção poder ser colocada nas culpas do “capitalista”. E hoje é isto o Marxismo, está-se geralmente nas tintas para colectivizar a não ser que seja produção de petróleo e transportes.

    Os resultados nunca interessaram ao Marxista desde que tenha obtido o Poder.
    Pobreza? definhamento e anemia da sociedade? degradação? militarismo?
    São supremacistas sociais pois nem sequer têm o conceito de limites ao poder.
    O Marxismo é uma reacção à modernidade em que falsa intelectualidade mascara a defesa do regresso à discricionariedade total do poder.

    Quer o Telegraph e outros bebem da cultura dominante, que é o Marxismo. por isso dividem o mundo entre exploradores e explorados, entre opressores e vítimas, é só ler os textos feministas, pro-racistas – claro anti branco(grupo designado opressor) .

  8. Francisco Martins Colaço: “A premissa essencial do marxismo é a colectivização dos meios de produção.”

    Lucklucky: “A premissa essencial do Marxismo é obter o Poder.”

    Eu diria que a premissa essencial do marxismo é que o motor da história é a luta de classes definidas a partir das relações de produção (e no último parágrafo do seu comentário o Luckclucky realmente aproxima-se disso, ao dizer que o Telegraph é influenciado pelo marxismo por dividir o mundo “entre exploradores e explorados, entre opressores e vítimas”).

  9. Discordo.
    A premissa essencial do Marxismo é obter o Poder.

    O Racista forja grupos baseados na cor da pele,
    O Marxista -supremacista social- forja grupos baseados em divisões sociais que ele próprio cria e/ou explora e aumenta, incluindo se necessário baseados na cor da pele, no sexo, nas relações laborais, riqueza, religião, etc. o que estiver à mão e der para aproveitar no contexto do momento ou numa narrativa mais vasta.

    Por isso num dia um Marxista pode estar numa cerimónia gay e falar de direitos dos gays e no dia seguinte pode estar a elogiar e participar numa cerimónia de um Islamista que defende o apedrejamento de gays.

    E isto não é problema ético algum para o Marxista. Pois a única ética que tem é fazer tudo para obter o poder para instituir a sociedade “justa”.

    E basta obter o poder para se poder dizer que é justa.

    A divisão entre exploradores e explorados e opressores e vítimas tem pouco que ver com relações de produção.
    Porque é que os trabalhadores brancos são white trash, rednecks?
    Porque são hoje uma resistência cultural ao poder Marxista que deixou de precisar deles.
    Os “cubanos de Miami” disto com asco e trejeitos são que parte da relação de produção? nenhuma…
    O desprezo pelos merceeiros vem de quê?

    —–
    É assim o Telegraph:

    Male, pale and stale university professors are to be given “reverse mentors” to teach them about unconscious bias, under a new Government funded scheme. Under the project, white men in senior academic posts will be assigned a junior female colleague from an ethnic minority as a mentor… Prof Jon Rowe, who is overseeing the project at Birmingham University, said he hoped the scheme will allow eminent professors to confront their own biases and leave them “feeling quite uncomfortable.”

    https://www.telegraph.co.uk/education/2018/08/09/male-pale-stale-university-professors-given-reverse-mentors/

    ——

    E o jornalismo português ainda não perguntou ao PS porque é que o Labour ainda faz parte da Internacional Socialista…

  10. O globalização não é marchista. O marxista é o cão de fila do globalista. É um peão dispensável.

    Os globalistas e os marxistas querem ambos o poder absoluto. Se o Soros fosse realmente marxista, iria arriscar o seu pescoço — os marxistas têm um registo histórico que, enfim, não augura grande sorte aos ricos.

    Globalistas usam os marxistas, que julgam usar os globalistas. Mas ambos se odeiam viperinamente. E ambos se combaterão no fim. Infelizmente para nós, ganharão os globalistas. Se os marxistas são o inferno certo, os globalistas são o super-héros dissimulado.

    A Mentias, as Mortéguas, a Cacarina, o Loução, o Jiró-menos e os seus sequazes podem começar a fazer os testamentos. Quem os vai sacrificar é muito mais esperto do que eles.

    Pista: o que acontece a ex-marxistas que se convertem em globalistas? Ganham meio milhão por duas palestras em Portugal e Espanha. E deixam de querer endossar as Ocasio-cortez desta vida.

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