Political Correctness Debate ft. Stephen Fry and Jordan Peterson

Political Correctness Debate ft. Stephen Fry, Jordan Peterson, Michael Dyson, Michelle Goldberg

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11 thoughts on “Political Correctness Debate ft. Stephen Fry and Jordan Peterson

  1. Um bom debate que devia ser visto por muita gente. Para começar, porque é um debate, e o debate está cada vez mais condicionado pela esquerda radical e SJWs, e embora seja mais parcial a uns argumentos que outros, a clareza e educação de todos os intervenientes agradou-me. Fossem todos os debates assim e chegaríamos a algum lado.
    Pessoalmente creio no indivíduo, não no colectivo. Um indivíduo pode pertencer sem contradições a vários colectivos, por isso é inútil etiquetá-lo a um só, como os colectivistas fazem.
    Uma pessoa pode ser simultâneamente afro-descendente, gay, mulher, republicana, e dentista, e terá de gerir duma maneira dinâmica o facto de pertencer a esses colectivos, que até podem ter conflitos de interesses enquanto colectivos. Supondo que será alvo de racistas pela raça, de predadores sexuais pelo género, de discriminação pela orientação sexual, de estigmatização pela opção política, e de uma alta probabilidade de suicídio pela situação profissional – mas, no final do dia, quando regressa a casa e à família, é o indivíduo, o Manuel ou a Maria, não um colectivo qualquer.
    Justamente por pertencermos a muitos colectivos somos indivíduos. Devíamos ser tratados igualmente como indivíduos, com os mesmos direitos, oportunidades e deveres, mas respeitando a individualidade.
    Como tem sido noticiado – não o bastante – a esquerda radical tem conseguido evitar debates que não lhe interessam, muitas vezes com recurso à violência. Atribuo isso ao medo que a esquerda tem do debate livre, e à noção da fragilidade da sua própria ideologia – será melhor impedir o debate do que deixar em aberto a hipótese de serem mostradas as falhas no edifício ideológico.
    Como apontou Fry, o efeito de tentar impôr pela força um pensamento colectivo, um comportamento colectivo, negando a individualidade, polariza a sociedade e cria anticorpos violentos.

  2. mg

    “Devíamos ser tratados igualmente como indivíduos, com os mesmos direitos, oportunidades e deveres, mas respeitando a individualidade.”

    Aí, que bonito gostei….. Olhe o meu sonho individual é andar na rua Nú. Não imaginam a liberdade que é , a de poder andar na rua e sentir o vento a bater nas coisas . A roupa oprime o meu corpo. Infelizmente as normas do colectivo da sociedade e da democracia, não “respeitam a minha individualidade” e “discriminam-me” só por querer andar na rua como vim ao mundo . O patrão liberal despediu-me, o dentista afrodescendente recusou-se como paciente, o meu amigo mórmon acusou-me de ser pervertido e imoral e expulsaram-me do culto, as mulheres republicanas e as não republicanas gritaram socorro e chamaram-me de predador sexual e as mães, de pedófilo. O/A policia transexual prendeu-me, o psiquiatra gay disse ao juiz que eu tinha uma anormalidade mental e era um perigo para as crianças e para a sociedade. O juiz muçulmano condenou-me a 50 chicotadas, e Estado democrático multou-me e mandou-me para a cadeia. E tudo o que eu queria era simplesmente andar Nú como vim ao mundo , e que não me fosse imposto o comportamento colectivo que me “nega a individualidade”.

  3. Como o compreendo. Eu gosto de pesca, mas não me deixam practicar essa pacífica actividade nos lagos dos parques públicos. Tenho um amigo que gosta de caça, e não o deixam atirar aos pombos nas praças com chumbo 25 – e ainda dizem que os pombos são uma praga!
    Eu aconselho-o a persistir. Saia de casa nú, e se o enviarem para uma prisão continue a sua luta, como tantos grandes homens fizeram. Dispa-se. Ande nú na prisão. Vai ver que aí será apreciado.

  4. mg

    Enviei uma carta ao Stephen Fry, contei-lhe o tormento de abuso e discriminação por que estou a sofrer, respondeu-me por telefone dizendo: “Comporte-se” homem. Seja uma pessoa normal como todos os outros, vista-se tal como toda gente quando se apresenta a publico.” Isto enquanto ouvia um som de fundo da voz de um imãn a cantar a submissão ao islão lá mesquita da cidade…

  5. mg

    …da cidade que é só nada mais nada menos que a capital do império britânico gerida por um mayor muçulmano com afiliações à irmandade muçulmana, que por só por coincidência foi eleito com os votos esmagadores dos muçulmanos que vivem na cidade e que já são maioria. Perguntei-lhe se ele não se sentia preocupado dado a sua orientação sexual, Disse-me o Fry a seguir: deixe-se de comportamentos colectivos da sua identidade étnica e culturais, que isso é mau porque “gera polaridades”, viva a sua individualidade … e o cântico do imã continua a se ouvir como som de fundo…

  6. “In many jurisdictions, it is not illegal to be naked in public if your intent is simply to be unclothed and not to incite or satisfy sexual arousal.”

  7. mg

    Aguente lá os cavalinhos sim. Afinal de contas quando ouço a berraria que as tuas amigas esganiçadas fazem e o exibicionismo dos teus namorados nas paradas do orgulho. Penso que talvez o islão não seja assim uma tão má ideia,. A elas levavam com uma burka na cabeça e seriam apedrejadas até deixarem de berrar, no teu caso serias levado para um quarto de hotel de 5 estrelas no ultimo andar e atirado pela janela abaixo.

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