O Estado Come Tudo e Não Deixa Nada

A ler, João Miguel Tavares no Público: O Estado Come Tudo e Não Deixa Nada.

Resultado: o dinheiro, como está dito no artigo, “acaba por ir sempre para os mesmos” – universidades, institutos, cursos de formação profissional com os quais andamos há 40 anos a prometer desenvolver o país, sem sucesso. O Portugal 2020 é um quadro de apoio ao desenvolvimento económico de Portugal, mas como nesta terra se considera que o Estado é o único e verdadeiro motor de desenvolvimento, as empresas ficam a chuchar no dedo e o dinheiro acaba retido nas redes do Terreiro do Paço. Nem vale a pena protestar. O socialismo é mesmo isto. E parece que os portugueses gostam muito.

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4 thoughts on “O Estado Come Tudo e Não Deixa Nada

  1. André Miguel

    Não fossem os fundos europeus e Portugal já tinha venezuelado há muito.
    Estamos completamente rotos, falidos, de rastos e mão estendida, sem sustentabilidade alguma. E com a divida que carregamos, mais a bomba demográfica, nem me atrevo a imaginar como estará o rectângulo…

  2. Tem razão, o dinheiro acaba por ir sempre para os mesmos, sendo que dentro desses “mesmos” se incluem jornalistas e comentadores de TV que, independente da cor que anunciam professar, nunca fazem um reparo ao MRS, raramente ao AC, mas sem nunca esquecer as críticas ao Trump…

  3. «Não fossem os fundos europeus e Portugal já tinha venezuelado há muito.
    Estamos completamente rotos, falidos, de rastos e mão estendida, sem sustentabilidade alguma.»

    Os fundos europeus nunca representaram nem 1% do PIB. Contudo, a sua acção foi devastadora, pois distorceu a economia para o não transaccionável: construção civil. formação profissional.

    Os males da formação que foi dada (em oposição a formação útil e com retorno), esgotam-se, salvo dívida pela comparticipação do Estado Português,
    no momento em que termina. O que foi construído tem de ser mantido ou entra em ruínas, além de perpetuamente figurar em dívida que não será paga tão cedo.

    Ao contrário do que diz, os fundos europeus foram-nos perniciosos e são a razão principal da inadequação das nossas empresas. Estranhamente, quando as empresas agiram por si, no pico da crise, começaram a exportar.

  4. Caro Colaço.

    Calculo que para si o problema de os empresários privados terem ROUBADO o dinheiro da formação ao invés de a aplicarem em formação útil seja culpa do estado e dos comunistas. Claro.

    Mas se todos os problemas fossem esses estávamos nós bem.

    O problema é que a UE não dá as esmolas a troco de nada – em troca temos de adequar a nossa política monetária e económica aos interesses da alemanha. Sendo que um dos interesses da alemanha é deitar-nos abaixo para nos usar como reserva de mão de obra barata…

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