Intolerance and discrimination against Christians in Europe – 2018 report

Observatory’s Newly-Released Report: Over 500 Documented Cases in 2016 and 2017

The cases in Observatory’s report for 2016 and 2017 represent the range of hostilities Christians experience in their daily lives: from the ‘squeeze’ of interference with religious liberty, parental rights, freedom of expression and conscience, to the ‘smash’ of physical attacks, and vandalism of churches and cemeteries.

This report explains the terminology used by the Observatory to describe the situation for Christians in Europe, provides examples, and offers recommendations to policymakers, opinion leaders, and the public.

“Along with brutal attacks on Christians and Christian buildings, monuments, and cemeteries, we have also seen Christian-run businesses financially ruined, Christians being forced to choose between their moral values and their professions, Christian student groups silenced on campuses, and overreaching governmental interference with parental rights. The fundamental rights of freedom of religion, conscience, and expression are rendered meaningless if they cannot be freely exercised by all Europeans,” noted the Observatory’s Executive Director.

Read more and download the Report as free pdf

Anúncios

30 thoughts on “Intolerance and discrimination against Christians in Europe – 2018 report

  1. Alguns desses “casos” são aquilo que noutro contexto levaria logo uma acusação de “snowflakes”. Exemplos:

    “German Greens Created “Anti-Feminist” Wiki;
    Targeted Christian Public Figures” (página 40), “Lottery’s Advertisement Featured Model Posing as Crucified Jesus” (página 41), “Pro-Abortion Activist Dressed as Bishop; Handed out Abortion Pills at “Communion”” (página 42), “Catholic Pro-Life Student Union President Ousted” (página 42), “Italian Television Presenter Attacked Online for Wearing Rosary & Holy Medals” (página 43), “Rome Bus Stops the Target of Offensive Images” (página 44), “Columnist Calls Immigration Minister’s Crucifix Necklace a Symbol of Xenophobia” (página 45), “Polish Prosecutors Investigate Play for Offending Religious Sentiments” (página 45), “Mallorca Gay Men’s Chorus Dress as Nuns” (página 46), “Media Campaign Targets Priest for Upholding Church Doctrine” (página 48), “Las Palmas Prosecutor Investigated Performance of Drag Queen as Christ” (página 51), “Muslims Encouraged to Marry Christians to Spread Islam in Spain” (página 51), “Journalist Called Bishop Sexist and Homophobic” (página 51), “Mongolia Magazine Puts “Transgender Jesus” on Cover” (pagina 52)….

    E isto olhando só para uma dúzia de páginas – e diria que apresentar os casos “procurador investiga alguém por esse alguém ter ofendido a religião” (vejo pelo menos dois) como exemplos de intolerância e discriminação CONTRA os cristãos (presumivelmente intolerância e discriminação por parte da pessoa que está a ser investigada) é algo entre o bizarro e o risível.

    Sim, há montes de casos graves (como igrejas atacadas e incendiadas), mas esse relatório soma esses casos com casos de “alguém disse mal da igreja católica” ou “católico praticante perde as eleições para a associação de estudantes”.

  2. > soma esses casos com casos de

    Os progressistas têm um dos mais belos casos de duplipensar que o camarada Orwell não chegou a ver.

    Por um lado, todas as culturas são igualmente válidas e merecem existir e continuar a florescer.

    Por outro lado, quem exprimir opiniões diferentes das deles merece “consequências”. No mínimo ser despedido e ostracizado como no bloco soviético dos anos sessenta.

    Não admira que os putos andem a ficar catatónicos.

  3. Os conservadores têm um dos mais belos casos de duplipensar que o camarada Orwell não chegou a ver.

    Por um lado, se alguém diz mal dos “progressistas”, das feministas, dos LGBTs, das minorias étnicas (incluindo daquelas que até são mais conservadoras que os conservadores), é alguém que desafia a patrulha do politicamente correto (e se alguém se incomodar são snowflakes que se ofendem com qualquer coisinha).

    Por outro lado, se alguém diz mal ou ofende o cristianismo ou uma das suas denominações, é um incidente de intolerância e discriminação.

  4. «No mínimo ser despedido e ostracizado como no bloco soviético dos anos sessenta.»

    Burros, esses soviéticos dos sessenta! Nos anos 30, eles tinham soluções mais cabais e definitivas para essas dissidências.

  5. É verdade que não foi exatamente perder eleições – foi perder uma espécie de referendo revogatório, em que os estudantes da associação deliberaram destitui-la (na sequência de ter impedido a associação de divulgar informação relacionada com o aborto). Mas não me parece que a diferença seja muita. Mas pronto, seria realmente mais correto eu ter escrito “católica praticante perde votação para se manter na presidência da associação de estudantes”.

  6. Ou, dado o caso, que até é público: «católica praticante foi afastada da sua posição inusitadamente por ter uma convicção contrária à manada sicária em relação ao aborto.»

    Talvez seja esta a parangona.

  7. «Por outro lado, se alguém diz mal ou ofende o cristianismo ou uma das suas denominações, é um incidente de intolerância e discriminação.»

    E é. Mas com essa intolerância e discriminação lido eu bem. Mas devem ser arroladas como exemplo para o futuro.

    O que é que acontece aos artistas que caricaturam Maomé?

    Façamos uma estatística rápida dos atentados religiosamente motivados na Europa:

    CRISTÃOS: 0%
    BUDISTAS: 0%
    HINDUS: 0%
    SIKHS: 0%
    ANIMISTAS: 0%
    MAOMETANOS: 100%

  8. Ou “dirigente de uma associação afastada da sua posição pelos associados por discordarem da forma como ela, motivada pelas suas convicções, estava a dirigir a associação” (chamar a isso “intolerância e discriminação” é como dizer que um primeiro-ministro que é afastado por uma moção de censura está a ser vítima de intolerância e discriminação).

  9. Por acaso, o mais mortífero atentado na Europa até foi feito por sikhs (e por uma facção bastante rigorosa em matéria religiosa, logo nem se poderá dizer que foi só motivação étnica-nacionalista e não religiosa).

    Quanto ao ponto de que é intolerância/discriminação ofender ou dizer mal do cristianismo, isso é a tal atitude que quando aplicada a outro grupo qualquer levanta logo acusações de “snowflakes”, “brigada do politicamente correto”, “já não se pode dizer nada que fica logo tudo ofendido”….

  10. “Façamos uma estatística rápida dos atentados religiosamente motivados na Europa:” — está-se a referir aos últimos 5 minutos ou 3000 anos? Pois coisa que nunca houve nesta Europa foi intolerância religiosa…

  11. Será verdade que a Duma tem legislação sobre estas “minudências”?
    E que a aplica?
    Se calhar é por se tratar de “exóticos” ortodoxos…em censurável cumplicidade com o “Czar” – é só obervar o ceremonial do Novo Ano “deles”…
    Una primitivos e uns atrasados, “tá” bem de ver, nada em comum com o frutuoso diálogo tolerante e multicultural do Ocidente…

  12. > atentados religiosamente motivados na Europa

    Isso não inclui os racionalistas iluministas, pois não?

    Desde que esses tipos descobriram a razão e o progresso no século 18, as matanças tem sido mais que muitas.

    Piores que o Islão do século 7.

  13. Miguel Madeira, eu sem abrir o relatório já imaginava o que seriam os actos de discriminação e intolerância, você ainda se deu ao trabalho. O estado laico português também sofre de discriminação e intolerância, quando o Presidente da República se curva para beijar o anel ao papa, quando há uma concordata com Vaticano que rouba recursos, quando Coimbra altera o nome da ponte Europa para ponte Rainha Santa Isabel, quando ao arrepio da constituição há um partido com a designação Partida Cidadania e Democracia Cristã PPV/CDC. Exptuando os casos de crimes, a restante intolerância e discriminação é equivalente à que um obeso sofre.

  14. Guna,

    O que aconteceu há séculos não rebenta a perna de vítimas inocentes hoje.

    Se quer persistir nessa idiotice de reviver o passado para desmomorizar o presente, vejamos primeiro o número de vítimas das diversas metásteses do marchismo: fascismo, nacional-socialismo, socialismo soviético.

    Tire primeiro a trave do seu olho.

  15. ShakaZoulou,

    Também é dos tipos que acha que a estação de Santa Apolónia tem de ser renomeada?

    Saíu-me cá um iconoclasta!

    (Em declaração, sou cristão, mas não sou católico, e não tenho qualquer devoção por beatos e santos. Mas não me choca que metade dos topónimos de Portugal sejam São Sicrano e Santa Fulana. Ninguém morre por isso.)

  16. Guna,

    Essa luta é políticamente motivada. Que eu saiba, uns querem o Reino Unido fora da Irlanda, outros dentro. Não tenho ouvido que querem proibir o catolicismo ou o protestantismo de um lado ou de outro. Não estamos a falar da Guerra das Rosas nem das Guerras de Orange.

    Sabe que pode aproveitar os cursos do RVCC enquanto existirem, não sabe? Dava-lhe jeito voltar a estudar.

  17. “A ETA e o Anders Breivik são progressistas politicamente motivados”

    Creio que o Anders Breivik, ainda que ateu ou agnóstico, considera-se “civilizacionalmente cristão”, ou coisa assim.

    Quanto à Irlanda do Norte, acho que há uma certa assimetria entre as partes: o IRA afirma-se como exclusivamente político (e o Sinn Fein defende frequentemente posições “bloquistas” em questões como o aborto ou o divórcio, bastante hostis às da igreja católica); já os Lealistas usam/usavam frequente retórica contra os “papistas”, organizavam protestos contra escolas católicas em bairros protestantes, comemoram regularmente as vitórias dos exércitos protestantes na guerras orangistas, e têm ou tiveram organizações com nomes como “Ordem de Orange” ou “Partido Unionista Protestante” (o atual DUP).

  18. Miguel Madeira,

    Os protestantes podem vociferar, mas não consegui saber de registos de padres assassinados na Irlanda do Norte.

    A luta é política. É um caso de nacionalidade, não de religião.

  19. Miguel Madeira,

    Tenho um comentário em moderação que responde ao seu do tal atentado Sikh na Europa. Basicamente, não sabia dele e não está nas listas de atentados praticados por Sikhs nem das listas de vítimas. As ligações devem impedir a aprovação.

    Aliás, a única vítima de nome europeu, Ribeiro, era de Goa e estava no Punjab.

  20. Se eu puser links também ficaria bloqueado no fltro, mas no que respeita a ataques lealistas a igrejas, cerimónias ou sacerdotes católicos (ainda que realmente sem padres mortos), é googlar “Loyalists attack Catholic homes and churches”, “Loyalists ‘linked’ to Catholic church fires “, “Priest forced to leave his home after `vicious’ attack by a loyalist bomb” ou “Loyalist protesters attack Catholics on way from Mass in Ballymena”; por outro lado, apesar do aparente anticlericalismo do Sinn Fein, encontra também noticias de padres católicos secretamente envolvidos com o IRA, o que indicia que dessa parte também há algo de religioso (ou pelo menos de identitário derivado da religião) na luta.

    Diga-se que não consigo encontrar referências ao tal padre francês morto pelo IRA.

  21. Miguel Madeira,

    Não estava na página da Wikipedia. Mas, mais uma vez, tem uma conotação política e não religiosa.

    As organizações como os Tigres Tamil querem o seu próprio estado. Na Índia e os católicos e protestantes são atacados por hindus e muçulmanos, não, ao que sei, por tipos do Kalistão ou pelos Tamil. Os islamitas querem a proibição de prática de todas as outras religiões que não, dentro do maometanismo, a seita particular deles. Lembro que xiitas contra sunitas ainda faz correr mais sangue. Por enquanto.

    Há que distinguir violência política e étnica de violência religiosa. Uma quer a separação, o Estado, a conquista. A última quer a supressão de todas as outras correntes religiosas. Uma culmina (culminação no sentido militar) com a separação, ou a independência. A última com o fim de todos os hereges, seja por extermínio, por assimilação forçada ou por expulsão, não tendo fronteiras étnicas.

    A violência na Irlanda do Norte configura uma guerra política e não religiosa. A culminação é a aquisição da transferência para a República da Irlanda, ou a manutenção do Reino Unido, consoante o lado. Os britânicos também têm católicos (cerca de 10% da população) e esses são ou neutros ou unionistas. A fronteira é étnica — irlandeses nativos contra descendentes dos invasores ingleses do Sec. XV em diante.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.