Licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais – IEP-UCP

Apresentação Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa

Está em curso a 1ª fase de candidaturas à melhor Licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais em Portugal – a do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa.

O concurso aos cursos da UCP é local, pelo que a opção “Universidade Católica Portuguesa” não está incluída no concurso nacional, devendo a candidatura ser feita directamente junto da UCP.

Leitura complementar: The U.S. Declaration Of Independence: Its Foundations As Key For Better U.S.-European Understanding.

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4 thoughts on “Licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais – IEP-UCP

  1. Eu entendo q professores convidados queiram promover as licenciaturas q lecionam.. Mas para q diabo serve uma licenciatura em “Ciência Política e Relações Internacionais”?!?
    Se os putos q para aqui vão aprendessem a ser soldadores iam ter uma carreira muito mais produtiva e (com elevada probabilidade) ganhar bem mais dinheiro…!
    PS: se isto servir para algo q não seja gastar os €€ dos papás, sff informar-me; estou à disponisão para reconhecer q estava errada, se houve argumentos válidos contrários aos meus.

  2. Sai mais uma fornada de políticos fanatizados no neoliberalismo pela “católica”.

    Digo “católica” porque aquilo de católico só tem o nome. Não passa de um centro d propaganda dos interesses corporativos da casta empresarial.

  3. mg

    Qualquer curso que tenha o nome “ciência” antes de qualquer titulo de curso académico, a única coisa que podem ter a certeza é que não é ciência….e que quando terminarem vão exercer o cargo numa caixa de supermercado.

  4. C3lia,

    «Mas para q diabo serve uma licenciatura em “Ciência Política e Relações Internacionais”?!?»

    Serve para o mesmo que serviria um curso de soldadores numa sociedade onde todos fossem soldadores.

    O problema não está no curso em si. Precisamos de pessoas que conheçam os mecanismos das relações entre países e, se tiverem olho para o negócio e a alma na economia, podem granjear muitos bons acordos entre países — que beneficiam os portugueses directamente na carteira e nas condições de vida.

    Não precisamos de tantos negociadores, concedo isso. E, especialmente, não precisamos de meros papagueadores de catarpácios. Precisamos de pessoas com olho e vista, capazes de perceber oportunidades económicas noutros lados e de fazer a ponte ou o túnel até essas oportunidades. Infelizmente, o perfil dos nossos embaixadores e de pessoas com relações internacionais é falto nessa vertente, sendo estes meros funcionários à espera de tacho e — depois de o obter — com desempenho defensivo e rotineiro.

    Um negociados que consiga a abolição de tarifas alfandegárias com a Rússia ou com a China fará mais pela economia nacional que todos os papagaios escarralhados que por aqui andam. No caso da Rússia, as exportações andam pelos 200 milhões de euros anuais, enquanto as importações andam pelos 1500 milhões de euros. A Rússia tem onze mil linhas tarifárias. Bastava uma redução em 50% dos valores das tarifas — que incidem muito sobre o que nós exportamos, que são produtos de consumo — para, em avaliação crua, duplicar as exportações. O licenciado que for responsável por isso, nesse cenário, iria juntar 200 milhões de euros à economia portuguesa. Acha pouco?

    Antes que me acuse de ser um dos licenciados em relações internacionais, sou engenheiro, mecânico, e de perfil profissional técnico — dos que sujam as mãos.

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