Cuban infant mortality and longevity: health care or repression?

Cuban infant mortality and longevity: health care or repression? Por Gilbert Berdine, Vincent Geloso e Benjamin Powell.

Highlights

Cuban healthcare statistics are flawed.

The health achievements are in part the result of repressive methods.

The health achievements are in part the result of policies that are unrelated to health care provision.

Ongoing political changes in Cuba following Fidel Castro’s death offer an opportunity to evaluate his regime’s legacy with regards to health outcomes. The common assessment is that Cuba’s achievements in lowering infant mortality and increasing longevity are among the praiseworthy outcomes of the regime—a viewpoint reinforced by studies published in US medical journals (Campion and Morrissey 1993; Cooper and Kennelly, 2006)1 We argue that some of the praise is unjustified. Although Cuban health statistics appear strong, they overstate the achievements because of data manipulation. Moreover, their strength is not derived from the successful delivery of health care but rather from the particular repressive nature of the regime which comes at the expense of other populations.

(…) Centralized planning has disadvantages. Physicians are given health outcome targets to meet or face penalties. This provides incentives to manipulate data. Take Cuba’s much praised infant mortality rate for example. In most countries, the ratio of the numbers of neonatal deaths and late fetal deaths stay within a certain range of each other as they have many common causes and determinants. One study found that that while the ratio of late fetal deaths to early neonatal deaths in countries with available data stood between 1.04 and 3.03 (Gonzalez, 2015)—a ratio which is representative of Latin American countries as well (Gonzalez and Gilleskie, 2017).2 Cuba, with a ratio of 6, was a clear outlier. This skewed ratio is evidence that physicians likely reclassified early neonatal deaths as late fetal deaths, thus deflating the infant mortality statistics and propping up life expectancy.3 Cuban doctors were re-categorizing neonatal deaths as late fetal deaths in order for doctors to meet government targets for infant mortality.

(…) Misreporting to meet fixed targets is not the only reason for the low infant mortality rate. An ethnographic study of the Cuban health system showed that physicians who worried that a mother’s behavior might lead to missing the centrally established targets will prescribe the forceful internment in a state clinic (casa de maternidad) so that they may regulate her behavior.4 Physicians often perform abortions without clear consent of the mother, raising serious issues of medical ethics, when ultrasound reveals fetal abnormalities because ‘otherwise it might raise the infant mortality rate’ (Hirschfeld 2007b:12).5

Coercing or pressuring patients into having abortions artificially improve infant mortality by preventing marginally riskier births from occurring help doctors meet their centrally fixed targets. At 72.8 abortions per 100 births, Cuba has one of the highest abortion rates in the world.6 If only 5% of the abortions are actually pressured abortions meant to keep health statistics up, life expectancy at birth must be lowered by a sizeable amount. If we combine the misreporting of late fetal deaths and pressured abortions, life expectancy would drop by between 1.46 and 1.79 years for men.

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15 thoughts on “Cuban infant mortality and longevity: health care or repression?

  1. A. R

    A mortalidade infantil é baixa porque só registam as crianças com 1 ano de idade: quem morre com menos de 1 ano não existiu.
    Quanto à excelência na saúde relembra-se o caso do Hospital Mazorra, os hospitais sem agulhas, sem fios de sutura, sem vidros nas janelas, sem elevadores, sem produtos de limpeza, etc, etc.

  2. O sistema de saúde de Cuba não sendo extraordinário como querem fazer parecer os esquerdistas, mas tem algum mérito considerando as atenuantes, um sistema demasiado colectivista sobre embargo do maior país vizinho que seria naturalmente o maior parceiro economico. È o país com maior racio de patentes médicas sobre ppc, tem uma das maiores esperanças média de vida, comparando com os países vizinhos e com países com ppc idêntico, para isto contribui tanto o elevado investimento em saúde em termos percentuais do orçamento, uma forte aposta na formação de quadros, como outro ponto que eu realmente admiro, é de todas as pessoas têm médico de família bastante pessoal, tendo por isso um acompanhamento médico regular e estável, o que leva a prognósticos médicos em fases prematuras de problemas de saúde. Em conclusão em termos de eficiência de investimento sobre resultados pode-se considerar Cuba um dos países mais bem sucedidos.

  3. De facto deve dar imensa azia aos liberais que um pequeno país do terceiro mundo, sob bloqueio e sabotagem económica há duas gerações tenha uma maior longevidade da população e menor taxa d imortalidade infantil do que os neoliberais estados unidos.

    É uma VERGONHA para os Friedman e companhia.

  4. Sim é uma grande vergonha assistir à maciça emigração de americanos para Cuba, arriscando as suas próprias vidas em travessias perigosas para puderem usufruir do paraíso comunista.
    Se Cuba não tivesse construído um muro os EUA teriam ficado sem população.
    Desenvergonhado Friedman e companhias.
    Rui Silva

  5. O bloqueio é apenas dos Estados Unidos e das suas empresas. Porque raio é que os cubanos quereriam negociar com os Estados Unidos, o expoente do inferno capitalista, segundo os cubanos? O consumidor dos fatos de treino Nike já está a fazer tijolo, logo que lhes iriam comprar?

    Bem Cuba tentou com a Zona Económica de Mariel. Um flop, sob todas as métricas. Poucos querem arriscar investir em Cuba.

  6. Que o SHAKAZOULOU não sabe escrever, vê-se: “um sistema demasiado colectivista sobre embargo do maior país vizinho”; que o ORK não sabe ler, é outra evidência quando evoca para Cuba a “maior longevidade da população e menor taxa de imortalidade infantil do que os neoliberais estados unidos”. Que estamos condenados a aturar esquerdistas desta natureza, estamos.

  7. A. R

    O único embargo que a longa noite cubana pode lamentar é o embargo que a própria realiza sobre a democracia, a liberdade, o pluralismo e o respeito pelos direitos humanos.
    Quanto á longevidade: a fome moderada prolonga a vida mas os cubanos deviam poder decidir se passam fome ou não.

  8. Tiro ao alvo não sou esquerdista mas também não sou fundamentalista, não é por Cuba ser uma ditadura de esquerda que tudo é mau e que não se podem encontrar bons exemplos. A aposta na medicina preventiva sobre a curativa parece-me uma boa aposta. Se a fome moderada tivesse uma grande influência sobre a longevidade, a esperança média de vida da Venezuela estaria em crescimento

  9. A. R

    “a esperança média de vida da Venezuela estaria em crescimento”: a fome em Venezuela é profunda: dá para comer ratos, cães, gatos e os animais do zoológico. Fala-se em canibalismo já!

    Já por duas vezes a comunidade internacional teve que acudir a Cuba por causa da fome. Um dos dos caso foi o da retinopatia: uma doença ocular causada por falta de vitaminas.

  10. Reparem que o artigo defende que os números da esperança de vida são igualmente empolados por os nados-vivos que morrem nos primeiros meses serem contados como nados-mortos.

    A estatística nesses países é o que um comunista quiser. Já várias vezes dei o exemplo da China, onde variáveis correlacionadas dão resultados estranhamente díspares. Como crescimento económico e milhas transportadas ou consumo de energia.

  11. O que eu disse é que o SHAKAZOULOU não sabia escrever, pois escreveu assim: “um sistema demasiado colectivista sobre embargo do maior país vizinho”, deveria ter escrito “um sistema demasiado colectivista SOB embargo do maior país vizinho”. Se errou por distracção, as minhas desculpas.
    E não se deixe enganar pelos números que as nossas esquerdas referem em relação a Cuba – de uma maneira geral estão falseados, como no post se denuncia, sendo errado compará-los com os números dos países democráticos..

  12. Caro Rui Silva.

    Se vocês continuarem a aplicar as vossas “reformas estruturais” é possível que consigam reunir outros indicadores do nível de vida abaixo dos padrões de muitos países do terceiro mundo.

    Para já vocês estão conseguir excelentes resultados.

    Já conseguiram que a rica América tenha 40 milhões de pobres e dez milhões de sem-abrigo.

    Yes you can!

  13. Caro Colaço.

    Como você está fradinho de saber, os EUA e as empresas americanas controlam o essencial da região económica onde Cuba está inserida.

    Mas continue a tentar atirar-me areia para os olhos.

  14. Caro tiro ao alvo.

    Você não acerta uma.

    Que Cuba tem maior longevidade e menor taxa d imortalidade infantil são números aceites pelos próprios EUA.

    Que os EUA têm quarenta milhões de pobres e dez milhões de sem-abrigo, com tendência a crescer no longo prazo, também pode confirmar em qualquer meio de informação americano.

    E sim, é uma vergonha.

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