Grupo de trabalho para acompanhar “cabras sapadoras”…

Governo cria grupo de trabalho para acompanhar “cabras sapadoras”

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8 thoughts on “Grupo de trabalho para acompanhar “cabras sapadoras”…

  1. O cumulo da inutilidade da coisa seria sedea-la em Lisboa. Mas são bem vindos este tipo de projectos, sendo Portugal susceptível ao flagelo dos incêndios florestais é inconcebível não seremos pioneiros em técnicas de combate e prevenção que possamos exportar tal como a Holanda exporta técnicas de prevenção de enchentes e gestão da água. Gastando-se tanto dinheiro no combate a incêndios podia-se deslocalizar algum para experimentar desde drones de vigilância a engenhos explosivos pré colocados ao exército atacar incêndios não com água mas sim com bombas, ao desenvolvimento de mantas isolantes gigantes que funcionem como corta fotos ou muitas outras técnicas

  2. Shaka Zulu,

    Pegando na sua ideia, instalaremos uma conduta larga desde o Ministério das Finanças, no Terreiro do Paço, até às principais florestas. Consta que, quando o BCE terminar o QE, aquilo mete tanta água que se afunda.

  3. Oscar Maximo

    Recomendo ao grupo de trabalho chapéu de abas largas e óculos anti UV.
    No caso de algum dia saírem do ar condicionado.

  4. Finalmente, alguém faz alguma coisa para derrotar o vexame que acabou por desgraçar o sr.Sousa.

    “Quem cabritos vende / e cabras não tem / de algum lado lhe vem”

    Batalhão especial de cabras, “oh yeah” …

  5. Já que o sistema de combater grandes fogos com água tem-se mostrado bastante falível é de procurar outras soluções mesmo que fora da caixa e se algo em que se justifica gastar recursos é na protecção do território das vidas humanas e a prevenir calamidades.

  6. Shaka Zulu,

    Cora de brincadeiras, estou completamente de acordo. O processamento animal da biomassa é um dos modos de evitar incêndios.

    Contudo, ao modo socialista, vai acabar de haver doze funcionários por cabra. Onze e meio deles em Lisboa.

  7. ShakaZoulou

    Francisco não seja desconfiado, o grupo vai trabalhar sem remuneração o governo conseguiu que grupos de escoteiros para trabalharem de borla, claro que será necessária ajudas de custo apoio, a despesas de representação e deslocação e talvez formar mais uma fundação financiada pelo estado e sedeada em Lisboa

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