The ‘Intellectual Dark Web’

I Was Liberated by the ‘Intellectual Dark Web’. Por Max Diamond.

Some, like Weiss, worry that we are now living in a culture “where there are no gatekeepers at all”—where there are no longer people who are clearly beyond the pale and who ought not to be given a platform. Weiss criticizes the intellectual dark web for not acting as gatekeepers and drawing such boundaries. But hoping that other people take the burden of drawing intellectual boundaries takes that responsibility off of the individual. The point of becoming educated is to become intellectually free: capable oneself of judging a Jordan Peterson from a Milo Yiannopoulos from a Jared Taylor, and more simply, of distinguishing a well-evidenced and well-reasoned idea from a bad one. The intellectual dark web influenced me less in regard to specific propositions and far more in my ability to reflect upon my own assumptions. That is, these thinkers have helped me become educated so that I can decide for myself what is reasonable without the aid of “guardians”—whether professors, mainstream journalists, college students, or Paul Krugman. When college protesters silence speakers, the concern is not they have the drawn boundary of reasonable speech too thin, but rather that they are undermining individuals’ ability to become educated: to learn, and to decide for themselves what are reasonable and unreasonable ideas.

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28 thoughts on “The ‘Intellectual Dark Web’

  1. The intellectual dark web influenced me less in regard to specific propositions and far more in my ability to reflect upon my own assumptions.

    É a melhor frase de todo o artigo. Necessitamos da opinião dos outros para poder ver bem a nossa.

  2. Caro Colaço.

    Você deve ser bipolar.

    Ainda um post mais abaixo está a pedir para eu me ir embora deste blog para poder passar a desconhecer a minha opinião.

    Nesse post mais abaixo, para si, ser ignorante parece ser muito importante, o mais importante, para poder manter as suas ideias.

    E agora vem para aqui enaltecer a extrema importância importância de conhecer a opinião dos outros ?

    Vocês já não diz coisa com coisa ou simplesmente aplaude tudo o que digam os comissários políticos neoliberais deste blog ?

    Você diz uma coisa, mas entretanto o comissário político diz exatamente o oposto – mas você aplaude com o mesmo vigor com que tinha acabado de afirmar exatamente o oposto…

    Já percebi porque é que você considera toda esta propaganda bronca “brilhante” – é brilhante por inerência, assim como o papa é infalível por inerência de função.

    Tudo o que é escrito aqui você afirma que é brilhante – mesmo que dez minutos antes de ser aqui escrito você tenha dito que é uma coisa estúpida.

    Passou a ser escrito no órgão de propaganda da causa ?

    Então nem que seja a coisa mais burra do mundo passa a ser brilhante !!!

  3. André Miguel

    Epa ó Troll já todos conhecemos a tua opinião pá! E sim, aqui pertencemos todos ao lado negro da força, queremos dominar o mundo e subjugar todos os marxistas, fascistas e comunistas. Conheces o slogan “the only good comunist is a dead comunist”? Pois é isto. Desampara a loja.

  4. A questão é o que fazemos todos nós para promover estes influenciadores.

    É suficiente o youtube os colocar todos os dias à minha frente? será que não devíamos fazer algo para que outros também acederem a estes conteúdos?

    Jordan Peterson, Ben Shapiro, Jonathan Haid, Dave Rubin, Onkar Ghatem etc, etc….

    E podemos achar piada a owen benjamin, Steven crowder e até Milo?

    quem nos terá que dar autorização? o PS? como deu para atacar o Socrates.
    Será que não está no nosso adn a liberdade?

  5. Intellectual dark web.

    E com este termo rocambolesco os neolibs podem sonhar que vivem na clandestinidade, uma aventura de capa e espada.

    Quando na verdade esses conteúdos são de livre acesso a toda a gente.

    Já estou a imaginar o Colaço de mascarilha e capa de zorro, a satar entre os “meandros ocultos da dark web” que neste caso são todos os serviços da internet. Qualquer pessoa tem imediato acesso a todos os videos desses “intelectuais clandestinos” no youtube e no google.

    É o que se chama a “dark” da treta porque está plenamente exposto á luz de todos os holofotes.

    Já chamar intelectuais áquilo na maior parte dos casos é abuso.

    Quem conheça um Milo sabe que tem a profundidade intelectual de um Goucha convertido á extrema-direita.

  6. Caro Mons.

    Não se preocupe que todas essas pessoas são sobejamente promovidas pela imprensa main-stream.

    Todos vimos artigos de página inteira até sobre os radicais da alt-rigth.

    Tudo isto é tão “dark” como um carrocel de feira cheio de luzes coloridas.

  7. André Miguel

    É precisamente por isso que o liberalismo perde o combate com o marxismo e o politicamente correcto. Os liberais aceitam e defendem a liberdade de expressão, sem limites ou tabus, ao contrário dos marxistas que boicotam conferencias, censuram obras, anulam discursos, abafam tudo aquilo com que não concordam. Daí o nome ” Intellectual Dark Web”, são vozes abafadas, marginalizadas pelo marxismo cultural, que só com dedicação e empenho as conseguimos ler e ouvir.
    Até um marxista como Mick Hume já se converteu e na sua excelente obra -“Trigger Warning” – aborda esta temática.

  8. «É precisamente por isso que o liberalismo perde o combate com o marxismo e o politicamente correcto.»

    Discordo. Os que suprimem o discurso razoável da oposição acabam sempre derrotados. Ninguém suprimia mais discurso do que a URSS e a China e a primeira caiu. A última devagarinho, um para trás e dois para a frente, num curso de décadas, vai-se abrindo à imprensa livre e à democracia.

    Perdemos o combate com o marxismo porque os neototalitários vencem quando os que prezam a liberdade deixam de querer falar. Porque permitem que eles dominem a linguagem.

  9. Ora, André, quando os povos se vêem imbuídos nus estado totalitário, começam os samizdate nas máquinas de fotocópia ou na Internet. Os samizdate fazem-se hoje em sítios não sancionados pela opinião oficional — aliás, a opinião do Soros. Isso de escrever verdade factual irrita o Soros mas ele sabe que, tal como aconteceu com o cristianismo que ele tenta suprimir, quanto mais perseguido mais metastizado se tornará.

    Qual é então o plano de combate? Ridicularizar os cristãos e os conservadores e culpá-los por tudo o que nunca fizeram. A perseguição aos cristãos forma alianças estranhas (feminazis, maçonaria e islamotralha, por exemplo), as quais não se compreendem sem a necessidade de combater o cristianismo moderno e tudo o que representa: o primado do indivíduo e os valores familiares tradicionais. Favores têm de se pagar e quem contrata com o diabo há que lhe fazer o frete.

    A invasão dos maometolos na Europa, trazidos por mações e por femitolas e pela mais abjecta escarralhada, não é mais do que o episódio duzentos e trinta e quatro da guerra que se faz ao cristianismo. Há boas notícias para eles: a guerra está a duas ou três décadas do fim. As más notícias é que lhes são piores: o desfecho ser-lhes-á deveras adverso.

  10. Não nos esqueçamos que foi o cristianismo e o capitalismo que enriqueceram as pessoas de tal forma que começaram a ter valores morais e a exigir o fim da escravatura, o bom tratamento dos prisioneiros e o sufrágio universal. Em nenhuma outra civilização surgiram tais vontades tão fortemente e num tempo tão curto. Os gregos tinham escravos, os russos servos — libertados apenas em 1860 — e nem lhe falo da servidão abjecta imbuída na cultura indiana e na legislação chinesa e japonesa. O comunismo foi um retrocesso que reviveu a escravatura sob outro nome e encheu as campas.

    Se hoje nos indignamos com a condição das mulheres no Islão, com a escravatura no Sudão e com a pobreza perene e ubíqua em outras partes do Mundo, devemos essa consciência ao cristianismo, à idade das luzes e ao capitalismo, nesta ordem. Apenas lembro uma coisa: a quem tem o estômago a rugir pouco ou nada preocupa a condição das crianças no Burkina Faso ou a sobrevivência dos golfinhos de nariz de garrafa ou a poluição no Rio Mondego.

    Se posso escrever isto, se posso me preocupar com estas coisas, à economia de mercado o devo. Prova: o que é o Электроника С5 e (Elektronica S5) porque é que usamos antes derivados do Intel 8080?

  11. André Miguel

    “Perdemos o combate com o marxismo porque os neototalitários vencem quando os que prezam a liberdade deixam de querer falar. Porque permitem que eles dominem a linguagem.”

    Concordo.

    O que também acontece porque o ocidente não quer conflitos, não quer o confronto e para discutir. Chegar a conclusões e refutar ideias contrárias é necessário esse confronto, é necessário sair da zona de conforto e questionar tudo o que damos como certo e adquirido.
    Se perdemos este confronto com o marxismo regredimos enquanto civilização. Se é na duvida que nasce o conhecimento, vamos deitar o método cientifico para o caixote do lixo? Não acredito que sejam capaz deste tiro no pé, mas da mente (ou ausência dela) de um marxista devemos esperar tudo.

  12. André Miguel

    “Não nos esqueçamos que foi o cristianismo…”

    Não precisa de me dizer isso, sou Cristão Católico e praticante. E com orgulho da nossa história, tradições e herança cultural do ocidente.

    O que a juntar a heterosexual, branco, liberal e capitalista faz de mim automaticamente um fassista candidato aos novos Gulags! ehehehehe

  13. “Não nos esqueçamos que foi o cristianismo e o capitalismo que enriqueceram as pessoas de tal forma que começaram a ter valores morais e a exigir o fim da escravatura” — a pobreza é desculpa para não ter valores morais?!?!?! O que é que andou o cristianismo a fazer durante… 18 séculos (1800 anos se não conseguir fazer as contas)? E não se esqueça que, por exemplo, na Inglaterra aquando da abolição, os escravagistas é que foram indeminizados – parece que em termos relativos este foi o maior “bailout” da história… – não os escravos… belos valores esses!!! E o actuais beneficiários de tamanha generosidade podem procurarem-se aqui: http://www.ucl.ac.uk/lbs/

  14. André Miguel

    “a pobreza é desculpa para não ter valores morais?”

    Sim é, pois a pobreza não é só material.

    O Guna exemplificou de forma perfeita como o marxismo manipula o discurso.

  15. Guna,

    É estulto e ignaro confundir o catolicismo medieval com o cristianismo. Fosse ele tão puro, nunca Martinho Lutero teria pregado bulas em Vitenberga.

    Pior é não perceber que os católicos dos dois últimos séculos não são iguais aos medievais. A idade das luzes trouxe o cristianismo de volta. Para protestantes, católicos e ortodoxos também.

    Pense apenas nisto: Cheia Guevara mandou matar em La Cabaña, de admissão própria, numa única semana, mais do que toda a inquisição em Portugal em três séculos e meio. Tenho mais medo de um regime burocrático do que de um teocrático, e olhe que não desejo nenhum deles.

    E os campos de trabalho da URSS são pura escravatura. Se vamos falar de escravos, temos por onde começar. Por admissão da SOVSTAT, milhão, cento e cinquenta mil mortos nos campos em vinte anos. Bem pior do que as travessias transatlânticas de escravos em três séculos de abominação.

  16. André Miguel

    Francisco, foi muito antes das luzes. A recuperação do humanismo inerente à doutrina cristã começou no renascimento, foram os grandes artistas renascentistas que recuperaram os valores humanistas greco-romanos, dos quais o cristianismo bebeu influências (mas que as esqueceu na idade das trevas).

  17. André Miguel,

    A idade das luzes começou no fim da Baixa Idade Média, nos conventos e nas universidades da Europa. Infelizmente, confinou-se muito aos conventos e às universidades até que a máquina a vapor tirou pessoas dos campos e as colocou nas cidades, onde se criou uma opinião pública. Foi essa opinião pública que iria fazer nos séculos XIX e XX as lutas pelo fim da escravatura, pela democracia parlamentar e pela ideia de dignidade do Homem.

    Se qualquer um quiser tomar-se de razões comigo, atacando os europeus em África, pode desde já saber que vi com os meus olhos como os chineses tratam os negros. E como os negros se tratam uns aos outros, desde que não sejam da mesma tribo, subtribo, clã ou família (estes termos existem).

  18. Retribuamos na mesma moeda. Antes ser apelidade de neoliberal do que de neototalitário. Somos racistas? Eles é que o são, pois tratarão diferentemente crimes e pessoas, consoante as raças.

    Somos xenófobos? Perguntamos à assistência o que essa palavra quer dizer — noventa por cento não sabe o que é o radical grego xenos. Eles é que são xenófobos, pois têm medo de falar a verdade sobre alguns estrangeiros, com medo das represálias ou dos olhares deles.

    Somos homofóbicos? Isso quer dizer o quê, que temos medo do que é similar? Será por isso que eles lançam os de quem têm medo em prisões, especialmente se são da mesma confissão — o melhor matador de comunista é o comunista, e esta é a verdade histórica.

    A escarralhada é que é xenófoba, racista e homofóbica. E perfeitamente imbecil, mas isso já sabemos todos e carece axiomaticamente de prova. Por onde passa, tudo destrói. Preocupa-se tanto com a pobreza que não cessa de a alimentar com mais pobres — coisa a que se excluem os membros superiores do parretido. São exclusivistas e criadores de miséria.

    Temos de dominar a linguagem. Comecemos por lhes chamar neototalitários até que a máscara lhes caia. O resto dos termos virá de apupão, chamado por eles.

  19. André Miguel

    Neototalitarios… não está mal visto. Boa dica.

    Quanto a racismo está mais que visto, basta saber qual foi o partido que mais se opôs ao fim da escravatura nos EUA. Aposto que muitos esquerdoides nem sabem! Vou mais longe: impor pela força uma igualdade que a natureza desmente só sinaliza, logo reforça, essas diferenças que se querem neutralizar.

  20. > Fosse ele tão puro, nunca Martinho Lutero teria pregado bulas em

    O protestantismo tem um elemento de soberba (o que em inglês chamam “smugness”) que tenho dificuldade em conceber em católicos tão variados como o S.Francisco pedinte, um Papa Bórgia ou o mais sábio jesuíta.

    Não estou a ver nenhum deles a ir martelar desafios teológicos em portas. Pregar aos peixes, talvez, em portas, não.

    É por essas e por outras que o termo “deserving poor” tem falta de tradução numa cultura que prefere o “fazer bem sem olhar a quem.”

  21. Caro Miguel.

    Tretas.

    Eu sou censurado em quase todos os sites neoliberais e até neste, que é uma excepção, a maior parte da claque neolib das caixas de comentários está desesperada por eu ainda não ter sido censurado.

    A vossa liberdade de expressão vale tanto quanto isso.

  22. Concordo a 100% com tudo o que o Colaço e Miguel escrevem sobre o comunismo.

    Mas não posso deixar de achar graça a que falem como se o comunismo hoje fosse uma grande ameaça e como se todos os que não forem ultra-conservadores extremistas sejam comunistas.

  23. «É por essas e por outras que o termo “deserving poor” tem falta de tradução numa cultura que prefere o “fazer bem sem olhar a quem.”»

    «A alegria da pobreza,
    É esta grande riqueza
    De dar e ficar contente»
    A minha casinha. Popularizada pela Milu, artista dos anos 50 e 60.

    Uns podem achar que alguns merecem ser pobres pela inacção, e têm a expressão. Outros, mais cá do Sul, acham que há virtude na pobreza e, portanto, todos a merecem e devem ter por omissão. Haver tal termo deixa de fazer sentido nessas culturas.

  24. Caro Colaço.

    É-se pobre por “inacção” ?

    A maior parte dos pobres trabalha mais que os pseudo-intelectualzecos neoliberais armados em campeões.

    Precisavas era de trabalhar no duro toda a vida, na agricultura ou nas obras, por uma miséria, a ver se deixavas de gozar com os males dos outros.

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