Open letter to protest Mr. Trump’s proposed tariffs

Uma excelente e muito importante iniciativa: Open Letter to Ph.D. Economists on Tariffs. Por Walter E. Block.

I am writing to you in behalf of a committee organizing an open letter to protest Mr. Trump’s proposed tariffs on steel and aluminum, in particular and his protectionist policies in general. The committee consists of me, Walter Block, Loyola University New Orleans, Deirdre McCloskey, Emerita, University of Illinois at Chicago, Michael Munger, Duke University and Vernon Smith, Chapman University (Nobel Prize in Economics, 2002).

1028 economists signed an open letter in opposition to the Smoot-Hawley tariff of 1930, and it is our hope that we can mobilize more signatures than that to oppose President Trump’s proposed steel and aluminum and general promotion of tariffs. We do not fool ourselves into thinking such a letter will cancel this administration’s protectionism any more than the anti Smoot-Hawley letter stopped that pernicious policy. Mr. Trump seems adamant regarding this disastrous policy of his. But, we do not know what else to do as members of our profession other than to put ourselves on the record that we, at least, disapprove of this interference with international trade. On the other hand, Bush reversed his mercantilist executive action in a year, and this time congress is making sounds of acting to limit Trump’s executive power. If we can’t change the world we at least make it plain that we won’t let it change us. So, please, consider signing on to the following open letter petition:

“The more radical of us favor a US unilateral declaration of free trade with all other nations, regardless of their own tariff and quota policies. This was the position favored by such luminaries as Milton Friedman. The less radical of our number support international trade agreements such as Nafta, Cafta, EU, WTO TPP and GATT as a means of trade liberalization. But all of us disapprove of Donald Trump’s present protectionist initiatives. We take note of the fact that one of the reasons for the economic success of the US is that it constitutes a gigantic internal free trade zone. What is obviously true for this large microeconomic example cannot be utterly false for the entire world.”

If you are willing to list your name alongside those of this committee, please respond, giving me your present academic affiliation and the date and place of your Ph.D. Please use this format: Walter E. Block Ph.D. Columbia University, 1972; Professor of Economics at Loyola University New Orleans

Hopefully, we will amass more than 1028 names. The committee intends to publicize this letter and all signatories when in its view sufficient support is garnered. Please forward this letter to all eligible people you know and ask them to join me in this initiative.

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16 thoughts on “Open letter to protest Mr. Trump’s proposed tariffs

  1. mg

    Concordo, os EUA que entreguem toda a capacidade de produção industrial à China e que fiquem apenas com o lucrativo negócio e enorme gerador de emprego, dos facebooks e das redes sociais. Tenho a certeza que quanto as botas dos chineses lhes baterem à porta, eles poderão defender-se com “ashtags”, e aplicar-lhes um embargo económico aos “likes”.

  2. Trump compreendeu que o neoliberalismo globalizador vai falir todos os estados ocidentais e que o caos resultante pode por em risco até os ricos como ele.

    Daí estar a tentar um regresso ao liberalismo nacionalista típico do Séc.XIX servindo-se do facto de parte do objectivo interno do neoliberalismo globalizador já estar atingido e contabilizado nos bolsos dos ricos – o empobrecimento das classes média e baixas.

    Trump acha que já os tem onde quer e que pode continuar a empobrecê-los e esmifrá-los sem deitar completamente abaixo o estado americano – que pode ser necessário aos capitalistas americanos.

    Daí estar a tentar parar a deslocalização que é a verdadeira razão de todo o ocidente estar a caminho da bancarrota.

    Quanto aos neoliberais, esses não pensam, só vêem cifrões.

  3. André Miguel

    Concordo. O protecionismo é uma arma de dois bicos, não funciona. Se o aço ou alumínio chinês é mais barato para quê comprar nacional? As tarifas aduaneiras apenas servem para aumentar o custo de produção via matéria prima.

  4. A. R

    A china primeiro vende abaixo do preço, arruína a industria estrangeira e depois faz o preço que quiser. Agora vejam as tarifas e os truques que a China usa para evitar pagar tarifas ou bloquear importações: as exigências que a China impõe suplantam as que a Europa exige. Isto não é comércio justo e livre.

  5. André Miguel

    A.R., a China vende abaixo de que preço?! Os custos de exploração chineses para produtos de baixo valor é imbatível: impostos, mão de obra, taxas portuárias, procedimentos e trâmites aduaneiros, tudo é mais barato que nos EUA ou Europa. As nossas economias só são mais competitivas nos produtos de elevado valor a acrescentado. Já reparou que a Ferrari ou a Porsche, p. ex., não têm fábricas na China?

  6. AR o Brasil nos anos oitenta também quis impulsionar a indústria informática, com tarifas aduaneiras, mas como era de prever o resultado não foi o esperado, para meia dúzia de empregos o resto da população brasileira pagava três vezes mais por um computador equivalente a um importado e portanto uma dificuldade para ter empregos e economia na área das tecnologias de informação.
    Quando a China exporta aço e alumínio para os EUA, estes exportam a commodity Dólar, o problema é quando a commodity Dólar é baseada em crédito, não sendo real

  7. André Miguel

    A.R., está a dar-me razão. Num mundo globalizado as tarifas aduaneiras não são barreiras, basta possuir uma trading noutro país que não a China, a carga fazer um transbordo, emitir um certificado de origem et voilá! Nao é facil de controlar… A coisa funcionaria se todos os países que compram à China o fizessem, mas corriamos o risco de uma espiral de retaliações sem fim…
    A meu ver este caso do aço a coisa está mal contada, pois trata-se de uma matéria prima, se fosse aplicada a produtos acabados faria sentido, mas assim será a produção americana que sairá mais cara e os seus produtos menos competitivos.

  8. Imaginando a ideia idiota do Trump obrigar a Apple a deslocalizar a produção dos iPhones da China para os EUA, um bando de norte americanos de 150kg com dedos da largura de toros com vista cansada tanto no trabalho como no lazer devido aos ecrãs de smartphones, televisões e computadores, a tirar baixa por qualquer dorzinha ou tristeza que se chama depressão. O iPhone passaria de produto de gama alta para exclusivo, isto se a Apple aceitasse continuar a fabricá-los sem obter lucro ou muito baixo com a consequente perda de empregos relacionados com desenvolvimento de software, aplicações e ganhos de produtividade que muitas pessoas retiram do uso iPhone.

  9. A guerra comercial que os EUA estão a perder para a China é que esta usa o dinheiro de Monopoly o qual os EUA fazem querer ao mundo de que é real e investem em África e sudeste asiático com a garantia de recebimento de verdadeiras commoditys, petroleo, metais, alimentos ou usufro das infraestruturas construidas.

  10. Em comparação com o expansionismo do EUA, provocar a guerra e e negociar o investimento com os fantoches, mas que não pega de estaca porque a facção perdedora da guerra tenta boicotar o investimento norte americano. O expansionismo chinês vai dar melhores resultados. A China negoceia com todos, sem consultar dados acredito de que investimento chinês na Coreia do sul, Vietname e Filipinas seja superior ao investimento norte americano nestes paises

  11. Se alguém me conseguir dizer porque é que a China (através das Três Gargantas) comprou a EDP, esse poder-me-á dizer da justiça ou injustiça da decisão de Trump.

    O problema é ter de escolher dar um tiro no pé esquerdo ou no pé direito.

  12. André Miguel

    Francisco, não percebo a ligação do seu comentário com o post. Pode ser menos esotérico e mais directo?

  13. André Miguel,

    5em tudo a ver. Mas estou a tentar ser como aquele patologia do Q.

    Sabem que este ano finalmente a China conseguiu produzir aço para as bolas das esferográficas? Vejam lá como o conseguiu, depois de duas décadas a falhar e a importar do Japão.

  14. Faça Trump o que fizer, alea jacta est, e vai dar estouro.

    O Ocidente está minado por dentro. A fortaleza não se aguenta com uma quinta coluna a fazer o trabalho do inimigo.

    DF-41. Eis a chave.

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