Free to Choose

“Socialists don’t like ordinary people choosing, for they might not choose socialism.”

Margaret Thatcher

Anúncios

28 thoughts on “Free to Choose

  1. E entretanto esta ordinária apoiou o golpe de estado de Pinochet, que derrubou um governo eleito democraticamente.

    Grande defesa da democracia !

    Grande prova do liberalismo como defensor da liberdade !

    Estes liberais são mesmo aldrabões.

  2. Ah, o governo eleito democraticamente derrubado por Pinochet era SOCIALISTA.

    A ditadura militar apoiada por Tatcher que assassinou milhares de pessoas era LIBERAL.

    Exatamente o contrário do que a ordinarona disse.

    Vocês deviam era ESCONDER estes vídeos que provam que são uns completos aldrabões.

  3. Orc Ragnarok,

    Já ouviu falar de cacerolazo?

    Este tipo de protesta ocurrió por primera vez en Chile en contra del gobierno de la Unidad Popular dirigido por Salvador Allende (1970 – 1973), por el desabastecimiento de productos que se vivía en esa época. Convocadas de boca en boca, al caer la noche, en los barrios más acomodados de Santiago mujeres y niños salían a los balcones de sus departamentos y a los jardines de sus casas para hacer sonar las cacerolas.87​ También el 1 de diciembre de 1971, en el centro de la capital chilena, un grupo de mujeres marchó y golpeó sus cacerolas en oposición al gobierno.10​ La marcha se replicó en varias ciudades del país y se reiteró en numerosas ocasiones con el nombre de “marchas de las cacerolas”.

    Veja o que o Salvador Allende queria fazer — cough!, suspender o parlamento, cough! — nos dias antes que o Pinochet tomou o poder. Tentou primeiro com o poder judicial de los «viejos de mierda».

    «Los partidarios del gobierno iniciaron una campaña atacando a los «viejos de mierda» del Poder Judicial. Allende respondió en junio a la Corte Suprema, argumentando que las autoridades no podían prestar amparo policial de forma indiscriminada, pues ello podía conducir a situaciones que atentarían contra la paz social y el orden público, de allí que las autoridades se vean constreñidas a sopesar el uso de la fuerza pública. Concluyó diciendo que existe una «manifiesta incomprensión por parte de algunos sectores del Poder Judicial […] del proceso de transformación que vive el país y que expresa los anhelos de justicia social de grandes masas postergadas, lleva en la práctica a que tanto la ley como los procedimientos judiciales sean puestos al servicio de los intereses afectados por las transformaciones».​ La Corte consideró que la respuesta del mandatario distorsionaba la ley, exageraba la trascendencia de la tarea administrativa y rebajaba la función judicial, acusando a esa carta de ser «un intento de someter el libre criterio del Poder Judicial a las necesidades políticas del Gobierno, mediante la búsqueda de interpretaciones forzadas para los preceptos de la Constitución y de las leyes»

    Pinochet pelo menos ainda mantinha a população alimentada e havia um simulacro de estado de direito. Com Allende, nem uma nem outra.

  4. Luís Lavoura

    Esta Thatcher também não devia gostar muito da liberdade, pois foi ela quem cunhou a expressão TINA: “There Is No Alternative”. Se não há alternativa não há liberdade.

  5. Caro Colaço.

    Se Allende tinha sido eleito democraticamente e, tal como o nosso presidente, tinha poderes para dissolver o congresso isso era um decisão legitima.

    Quando a você afirmar que um golpe de estado com o assassinato de milhares de pessoas é mais democrático ilustra bem a ideia de democracia dos liberais.

    Ou concordam com vocês ou vocês assassinam os opositores.

    – “cacerolazo”

    Sim, houve protesto contra Allende, que não foram reprimidos.

    Ao passo que vocês assassinavam quem protestasse contra a ditadura do estado liberal de Pinochet.

    Um dos casos mais conhecidos foi um casal de estudantes queimados vivos por militares por protestar contra o vosso estado liberal-terrorista.

  6. Orc Ragnarok,

    «Se Allende tinha sido eleito democraticamente e, tal como o nosso presidente, tinha poderes para dissolver o congresso isso era um decisão legitima.»

    Estamos conversados. Eis as suas cores.

    Finalmente o diabo revelou-se como diabo.

    «Sim, houve protesto contra Allende, que não foram reprimidos.»

    Tem a certeza de que não houve repressão violenta? Leia bem a história. Se for à Wikipedia em espanhol conhece-a melhor do que o panfleto cor-de-rosa escrito em português.

    O que aconteceu é que as tropas se recusaram a reprimir e juntaram-se pouco a pouco a golpistas como Pinochet e Ochoa. Como no fim da URSS, da guerra em Angola — história que sei bem, pois foi-me contada em quase primeira pessoa, e a resposta a quem é o que acabou com a guerra é João de Matos.

    Simplesmente não houve tempo para se passar das duzentas vítimas das milícias que apoiavam o Allende. Quanto a Pinochet, era ditador, mas pelo menos mantinha as barrigas cheias. Estupidamente, se não fosse ditador teria aproveitado o sucesso económico que duplicou o dinheiro na bolsa dos chilenos em uma década. Felizmente, a democracia no Chile ainda fez melhor, o que prova que é sempre melhor uma democracia não geringôncica que uma ditadura, luminária ou não.

    Nos anos 80 as pessoas EMIGRAVAM para o Chile do resto da América Latina. Siga as pessoas. Engana a um, não engana a mil. Nem a cem mil.

  7. mg

    Os libérias gostam muito de dar liberdade para escolher…

    “The Liberal Democrat leader told his party’s spring conference that many older voters wanted ‘a world where passports were blue, faces were white”

    dailymail.co.uk/news/article-5487845/Cable-Brexit-voters-driven-nostalgia-faces-white.html#ixzz59eCmhqtK

    A Inglaterra de hoje governada por liberais conservadores.
    foxnews.com/world/2018/03/12/right-wing-journalist-lauren-southern-denied-entry-to-uk-purportedly-over-criticism-islam.html


  8. Luís Lavoura,

    «Esta Thatcher também não devia gostar muito da liberdade, pois foi ela quem cunhou a expressão TINA: “There Is No Alternative”. Se não há alternativa não há liberdade.»

    A alternativa a ser erudito, incisivo e inteligente é ser um pedaço d’asno como o António Costa. Sem alternativa não há liberdade.

    Folgo que nos tenha lembrado que o Luís sempre seguirá a alternativa, desde que, como no Cântico Negro do Mário de Sá Carneiro, não seja por aí, sem definir o tal aí. Seja pois como o seu Costa, a navegar à vista dos penedos com o óculo ao contrário.

    Cego que guia cego cairá conjuntamente na cova. E lá vêm os que não são cegos ter de fazer um resgate pela quarta vez.

  9. A. R

    “o golpe de estado de Pinochet, que derrubou um governo eleito democraticamente.” Não aprendes: morres mais ignorante que quando nasceste: só lês o avante. O filho da puta Allende -racista, xenófobo e eugenista- foi eleito democraticamente com uma pequena margem e com vários truques, Assim foi Hitler eleito.

    Logo depois de eleito mandou às malvas a constituição de forma ilegal, montou milícias, mantinha um arsenal às suas ordens (ilegal) e rodeou-se de conselheiros cubanos e a sua guarda era de militares estrangeiros. Não era um governo do Chile para chilenos era um pau mandado de Cuba que em dois anos destruiu a economia, levou a inflação a milhares por cento e jjá grassava fome.

    Pinochet ouviu o clamor desesperado do Povo e fez o que o Povo na rua lhe pedia: o filho da puta suicidou-se e não deixou saudades. Evitou uma Venezuela que é uma desgraça humanitária com mais de 300000 mortes: aumento de criminalidade, fome, fuzilamentos sumários, doença.

  10. Caro Colaço.

    Ah, a democracia fez melhor que o teu ditador neoliberal ?

    Ainda bem que reconheces.

    Sabes qual foi o partido que sustituiu o teu querido ditador ?

    Foi o de Allende – e contrariamente ás tuas tretas não tentou implantar nenhuma ditadura comunista e desenvolveu mais o país do que no tempo da tua ditadura.

    De qualquer maneira o Chile sempre foi um dos países mais desenvolvidos da América do sul e um dos que sempre atraiu mais imigrantes, até europeus, não foi o teu ditadorzeco que criou essa situação.

    E apesar do teu ditador ter tido o apoio massivo dos EUA, aumentou s pobreza no Chile – as benesses económicas foram só para os empresários, o grosso da população ficou pior.

    Ou achas que perdeu o plebiscito por a ditadura ser uma maravilha ?

  11. Caro AR.

    Só tretas.

    Allende levou com a crise mundial dos anos 70, tal como os EUA.

    Em todo o mundo ocidental a inflação disparou por essa altura.

    Simplesmente vocês aproveitam as crises para se infiltrarem e piorarem as coisas com a tina como desculpa.

    Só que Chile houve alternativa.

    A merdah do vosso ditador foi corrido e o partido de Allende voltou ao poder sem que acontecessem nenhumas dessas desgraças que você está para aí a ruminar.

    Pelo contrário, os resultados económicos foram melhores do que durante a ditadura.

  12. Orc,

    A crise do pitróil não foi em 72. Foi em 73. Em 72 a economia do Chile já havia descido.

    Quanto ao Pinochet, os seus sucessos na economia são inegáveis. Ele, como todos os ditadores, foi um excelentíssimo pedaço de asno: as sociedades florescem quando há liberdade e estado de direito. Tempos de concordar que é apesar de tudo menos mau viver em ditadura com barriga cheia — como a do Pinochet — que viver em ditadura com a barriga a perguntar o que há para jantar — como o caso de Cuba. É claro que as antecipações de encontro com o Crador são também diferentes. Fala-se em 3000 no Pinochet e 100000 (número por baixo) em Cuba.

    Se quer um elogio à economia do Chile durante o regime, leia o insuspeito Gabriel García Márquez. Não fui eu que escrevi. Foi ele, um dos ícones da escarralhada. O livro é LA AVENTURA DE MIGUEL LITTIN CLANDESTINO EN CHILE e as páginas a ler são as da primeira impressão do García Márquez disfarçado quando retorna ao Chile. Um livro fascinante.

    Infelizmente, o idiota do Pinochet nos anos 80 começou a renacionalizar e, pior, não conseguiu libertar o Chile da monopsonia do cobre. Em 1982 o cobre desceu e desceu concomitantemente a economia do Chile. Felizmente os chilenos tiveram cabeça suficiente para não substituir uma ditadura que lhe é antipática por outra que lhe desperta alguma reprimida simpatia.

    Se Cuba não acreditasse nas maravilhas do mercado livre, porquê o Porto de Mariel?

  13. Caro Colaço.

    Você não tem vergonha nenhuma de falar do que não sabe ?

    Você NUNCA leu esse livro de Marquez.

    Em primeiro lugar, não foi Marquez que foi ao Chile disfarçado, ele apenas passou a escrito o relato de viagem do tal Littin.

    Em segundo lugar o livro não defende a vossa querida ditadura, antes pelo contrário, denuncia o enorme aumento da miséria popular por detrás dos lucros fabulosos dos grandes empresários..

    Por detrás da fachada brilhante as classes médias e pobres viviam cada vez pior.

    Ao menos leia o livro, pode ser que aprenda alguma coisa do que são as vossas ditaduras.

    Quanto aos relatos de mortos nas ditaduras, você limita-se a pegar nas estimativas máximas para as ditaduras de esquerda e nas mínimas para as de direita, não referindo que se trata de estimativas e do critério que usou para as escolher as “melhores” e as “piores” segundo se trate da vossas ditaduras ou as dos outros…

    Na verdade, o número de mortos para a ditadura cubana não parece ser muito maior do que a de Pinochet.

    Se acrescentarmos que a ditadura de Pinochet durou 17 anos e a cubana 60 anos e que grande parte dos mortos em Cuba eram eles próprios torturadores e assassinos da ditadura liberal anterior do Presidente Baptista – ele próprio responsável por milhares de mortos, temos que, na pior das hipóteses serão equivalentes.

    “La organización Archivo Cuba, con sede en Miami, señala, por ejemplo, que en el más de medio siglo que lleva la Revolución se fusilaron a 3.116 personas y otras 1.166 fueron ejecutadas extrajudicialmente, aunque reconoce que es “muy difícil” saber los números exactos.”!

  14. Ork,

    Por acaso li o livro de García Márquez, e até o tenho.

    Os números de GINI que eu tenho são outros, vindo de uma tese de mestrado da Universidade de Santiago. Tive de os investigar há algum tempo por causa de uma outra coisa. Vou ver se lhe passo o URL. Na ditadura o coeficiente de Gini andava pelos 0.48 (na segunda parte destrambelhou, quando o Pinochet se armou em nacionalizador) e na democracia, até 2001, pelos 0,55 a ,57. Nunca se chegou aos 0,65. Onde é que foi buscar os seus números?

    Encontrei o URL. É este: http://repositorio.uchile.cl/tesis/uchile/2011/ec-lambrecht_p/pdfAmont/ec-lambrecht_p.pdf Na página 19, tabela 5.

  15. «Na verdade, o número de mortos para a ditadura cubana não parece ser muito maior do que a de Pinochet. »

    3000 é aproximadamente maior que 100000. Faça uma empresa e pague-me 100000 por mês. É pouco mais de 3000, afinal.

    Shanta pachência!

  16. Caro Colaço.

    Você diz que leu o livro e nem sabe o que está escrito na introdução ?

    Você diz que leu o livro e não sabe que o livro denuncia o aumento da pobreza por debaixo da fachada para turista ver ?

    Você é é um grande tretas…

    E depois desta treta toda dou-lhe uma declaração de um instituto de investigação de refugiados cubanos anticastristas que afirma terem sido executadas umas 4000 pessoas desde a revolução cubana e vocè finje que não vê e continua a dar-lhe com os 100 000.

    Vocês estão bem é para vender banha da cobra.

  17. «Accredited author, Mario Lazo in his book Dagger in the Heart : American Policy Failures in Cuba, placed his, now dated, 1968 estimate at 50,000 deaths. For some to cavalierly disregard such death toll estimates as “lunatic estimates from the exile community” is beyond callousness.»

    Em 1968, 50000.

    «Miguel A. Faria’s book, Cuba in Revolution (2002), op. cit., pp. 415-416, states the following: “Since Fidel Castro took over the island in 1959, the best figures that we can glean is that between 30,000 to 40,000 people either have been executed en los paredones de fusilamiento (in the firing squad wall) or have died in the hands of their communist jailers. Mr. Faria also estimates: “The best conservative estimate is that between 30,000 to 40,000 Cubans have perished attempting to flee Castro’s regime, mostly succumbing in the treacherous waters of the Florida Straits.»

    Não se esqueça de 30000 a 40000 pessoas mais que morreram a tentar fugir do paraíso.

    «The Harvard-trained scholar Armando Lago, in his book The Black Book of Communism, first published in French, (1997) then in English 1999, made an attempt to list Castro’s deaths since 1959. So far the deaths of 97,000 persons have been named, each confirmed by at least two sources.»

    Deixe de citar o Avante, ou de limitar as mortes da ditadura às execuções judiciais.

    Quanto ao Miguel Littin, realmente li o livro há muitos anos. Foi esse livro que me fez mudar o que pensara sobre a ECONOMIA da ditadura de Pinochet e também na Argentina. De qualquer forma, prefiro a democracia com mercado livre. É a cereja em cima do bolo.

  18. Caro Colaço.

    Pode mentir à vontade.

    – O grupo que eu citei é anticastrista e só fala em 4000 excuções.

    Com mortes devidas a naufrágios etc vão até às 9000.

    Você pode citar até milhões de mortos de outras fontes, isso apenas indica que o número na realidade é difícil de definir e todos os números avançados são duvidosos.

    Você simplesmente escolheu o número maior porque lhe dá mais jeito.

    – Você NÃO leu o livro, porque o livro NÃO DEFENDE O REGIME ECONÓMICO DE PINOCHET.

    O livro DENUNCIA O AUMENTO DA POBREZA no Chile de Pinochet.

    O livro NÂO alega que Marquez viajou para o Chile, mas LOGO NA INTRODUÇÃO explicita que o escritor apenas passou a escrito o relato do jornalista da TV que realmente fez a viagem.

    Por isso você NÂO leu o livro porque não conhece praticamente nada do mesmo.

    Provavelmente leu alguma coisa a respeito nestes sites de propaganda neoliberal da treta que distorcem completamente a realidade com mentiras e meias verdades e como você é um fanático que não pensa, aceita estas tretas de propaganda como se fossem verdades absolutas.

  19. Caro Ork,

    Já li o livro há muitos anos. Alguns pormenores passaram-se. Mal andaria eu se conseguisse recordar-me de todos os pormenores de todos os livros que já li. As décadas pesam. O que eu verdadeiramente retive do livro foi o assombro com que Littín passava pelas novas avenidas e via as diferenças na Capital que alguns anos antes deixara. Aliás, teve de ir aos bairros pobres para encontrar quem ainda achasse que Allende era o seu presidente.

    LEIA O LIVRO DE UMA VEZ VOCÊ. Leia a passagem pelas novas avenidas de Littín.

    O facto de não ter acontecido ao Pinochet o que aconteceu ao Chausescu deve dizer muito acerca do sentimento dos chilenos em relação a ele. Não sendo flor que se cheirasse, conseguiu ser menos mau que o Allende. Pelo rumor das caçarolas, não admira que o Allende se cercasse de guardas cubanos.

  20. E como não o insultei, espero o mesmo tratamento. Se persistir em o fazer, tratá-lo-ei como o láparo que nem sabe que os tártaros INVADIRAM a Criméia, expulsando os nórdicos descendentes dos finlandeses no Sec. XIII.

  21. Caro Colaço.

    Mas qual insulto ?

    Por ser o considerar fanático ?

    Como quer que eu o descreva ?

    Você diz que, de um livro que denuncia a repressão e a miséria das classes médias e populares sob o regime de Pinochet só reteve a parte que elogiava a limpeza das avenidas !!!!!!!!!!!!!

    Como quer que eu descreva uma enormidade destas ?

    Nem se trata aqui do livro ser bom ou mau, mas de você o descrever EXATAMENTE ao contrário do que é.

    Então está bem, vou tentar descrever a situação sem o ofender.

    Você é então MUITOOOOOOOOO DISTRAÍDOOOOOO e das coisas só retém exatamente tudo o que for útil à sua ideologia e “esquece” absolutamente tudo o resto.

    Está bem assim ?

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.