La trampa liberticida de la brecha salarial

La trampa liberticida de la brecha salarial por Juan Ramón Rallo:

Sin embargo, la llamada brecha salarial por género, si bien existe en todos los países desarrollados, puede explicarse en gran medida por el hecho de que hombres y mujeres desarrollan un trabajo de una cantidad y calidad distintas: o dicho de otro modo, no se cobra distinto por el mismo trabajo, sino que se cobra distinto por distinto trabajo. Partiendo de un diagnóstico equivocado, terminan incurriendo en una prescripción no solo errónea sino también liberticida.

Por desgracia, el objetivo principal de la huelga feminista de este jueves es el de reclamar un mayor intervencionismo y dirigismo del Estado para conculcar los derechos y libertades de hombres y mujeres inocentes con tal de planificar una sociedad al gusto de las feministas que secundan la huelga. No se busca respetar las libertades de cada persona como tal y, a partir de ese presupuesto fundamental, tratar de modificar pacíficamente las costumbres que rigen la interacción entre los ciudadanos, sino al contrario: cercenar esas libertades individuales para imponer coactivamente un tipo de relaciones interpersonales que muchos individuos —con independencia de su sexo— pueden aborrecer. Por eso, la ideologizada huelga feminista de este jueves no ambiciona, en general, mayor libertad e igualdad, sino menor libertad y mayor desigualdad ante la ley. Manipulan los datos para manipular a los ciudadanos y que terminen aceptando un recorte en el régimen de libertades.

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11 thoughts on “La trampa liberticida de la brecha salarial

  1. A liberdade de ser pago abaixo do devido.

    Essa é a liberdade de facto assegurada pelo liberalismo á maior parte da população – aí reconheço que a ambos os sexos. Mas não iam deixar escapar este pretextozinho cultural para pagar ainda menos ás mulheres. É uma questão de aproveitar todas as oportunidades para pagar abaixo da tabela.

    E adorei aquela das mulheres supostamente recusarem as promoções!

    As empresas até insistem em as promover, as mal agradecidas é que não querem !

    Lindoooooooo !

    Outra gira é os cargos superiores serem ” mais exigentes” em termos da vida pessoal.

    Como se não houvesse muitos trabalhos de base onde se trabalha mais horas e o trabalho é mais desgastante, mais pesado e até mais perigoso que muitos cargos de chefia.

    É mesmo treta liberal no estado puro.

    Enfim, tirando estas tretas liberais é verdade que em parte é verdade a critica ao feminismo porque as mulheres de facto trabalham menos horas.

  2. Luís Lavoura

    modificar pacíficamente las costumbres que rigen la interacción entre los ciudadanos

    Resta saber se esses “costumes” também foram instaurados “pacificamente” ou se, pelo contrário, constituem a expressão de uma imposição e de uma falta de liberdade.

    Lá por uma coisa ser “costume” não quer dizer que seja boa nem que reflita liberdade.

  3. AA

    « Resta saber se esses “costumes” … constituem a expressão de uma imposição e de uma falta de liberdade. »

    Seria uma abordagem legítima ir por aí. Identificando e levantando as restrições à liberdade.

  4. AA,

    Os trabalhadores não têm liberdade de: 1) optar por outro trabalho; 2) criar o seu próprio posto de trabalho ou 3) votar com os pés, mudando para outras paragens?

    Que eu saiba é no socialismo dos marchismos vários que se coartam essas liberdades, a de escolher a sua profissão, a de criar a sua própria empresa e a de emigrar livremente.

    Se comunistas, socialistas, mulheres, negros, muçulmanos ou quaisquer outros acham que estão a ser injustamente tratados no mercado de trabalho, não faltam mulheres, negros ou muçulmanos que criaram o seu próprio posto de trabalho e que afincada e honestamente ganham a sua substância. Faltam socialistas e comunistas, mas esses são-nos conhecidos e já sabemos que dali não se espera senão tanga e parra.

  5. AA

    Francisco, concordo. Mas não tenho nada contra que se analisem ditos costumes e que se levantem iliberalismos resquiciais. Sendo que existindo (existem?), nunca são motivo para redistribuição de “oportunidades” ou outras engenharias sociais/económicas afins, tão queridas aos progressistas de turno.

  6. AA,

    Mais uma vez, o Estado não deve meter-se na relação livre entre empregador e empregado. Salvo coerção para trabalhar ou não cumprimento do acordado, não há caso de justiça.

    A própria existência de um salário mínimo mantém os salários baixos, ao dar um referencial de encosto ao emperresário (grafia intencional!). Não sejas isso era propriamente a intenção do legislador. Porém nada me espantaria.

  7. Caro Colaço.

    Para vocês, neoliberais, devido pagar o máximo dos máximos possível aos gestores e o mínimo dos mínimos possível a todos os outros trabalhadores, se necessário violando os contratos.

  8. Caro Colaço.

    Deixa ver…

    És contra a que o estado se meta nas relações económicas entre os cidadãos, inclusive é contra a que estabeleça e defenda direitos laborais.

    Mas já és a favor que o estado intervenha ao máximo na defesa do direito de propriedade.

    Espertalhão.

  9. Caro Colaço.

    1) As condições d trabalho são semelhantes na maior parte das empresas.

    2) Por definição só uma pequena minoria consegue criar empresas.
    Se todos fossem empresários ao mesmo tempo, as empresas iam todas à
    falência no mesmo instante, porque não haveria força de trabalho para
    fazer funcionar as empresas.

    3) Sim, forçar grande parte da população à emigração é o truque das elites
    de mentalidade terceiro-mundista para ultrapassar a ineficiência das
    próprias elites – a sua própria ineficiência.

    Assim um empresariado incompetente, que não consegue modernizar o
    país, consegue viver á custa das remessas dos imigrantes que revitalizam
    a economia.

    Entretanto isso dá cabo do país, da demografia, das famílias e da vida das
    pessoas forçadas a ser exiladas da pátria.

    Mas isso não importa nada às elites empresariais que só querem viver à
    custa dos outros.

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