Adolfo Mesquita Nunes e Francisco Rodrigues dos Santos

Adolfo Mesquita Nunes e Francisco Rodrigues dos Santos: as duas figuras mais interessantes do actual CDS.

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10 thoughts on “Adolfo Mesquita Nunes e Francisco Rodrigues dos Santos

  1. Este Nunes não é o que assumiu a homosexualidade ?

    Pronto.

    Vamos ter uma data de pessoal da caixa de comentários a bradar que é marxismo cultural.

    Porque no passado glorioso do ocidente não havia gays.

    Claro que nem o Ricardo coração de leão se livrou da fama, mas se calhar aquilo não era bem o que estavam a pensar…

  2. lucklucky

    É bem possível que o jornalismo marxista tenha-lhe dado plataforma – tradução promoveram-no ao darem~lhe tempo de antena, ao convidarem-no para comentar, ao pedirem-lhe uma opinião – por ser homossexual e claro por ser favorável ao aborto.

    Tivesse opinião diferente e nunca teria sido promovido e lhe dado plataforma pelo jornalismo marxista.
    A direita “moderna” existe para tornar válido os valores de esquerda deixando uma margem para manter a ficção de que ainda é de direita.

    Quer o PSD quer o CDS são partidos que só existem porque os jornais querem manter a ficção democrática, pois já não há lá nada.
    A Cristas e o Rio os dois bem promovidos e mesmo assim não parecem querer liderar coisa alguma. Não há ninguém que queira liderar o PSD ou CDS porque é o vazio. Esses dois só são líderes porque foram empurrados.

  3. lucklucky

    A Overton Window do jornalismo é muito diminuta – obviamente por ser Marxista – só quem diz certas coisas é promovido com artigos extensos, fotos com arte e cuidadas e assim receber o reconhecimento publico que dá para poder ser líder.
    Se a RTP, SIC ou TVI passam a convidar senhor ou senhora X para os seus programas só esse reconhecimento vale milhares de votos mesmo que não tenha mais nada. Basta isso para a liderança estar assegurada.
    Têm é de dizer coisas que agradam aos jornalistas porque ninguém vai para o jornalismo para informar e dar notícias, vai para pregar os seus valores.

  4. Mario Figueiredo

    No seguimento do comentário de LuckyLucky, essencialmente o regime socialista em Portugal está consumado há já umas 3 décadas.
    É certo que o CDS por vezes se apresenta na franja do socialismo marxista que está nos genes da política portuguesa. E também posso dar de barato que uma nova geração, liberta do estigmas de Abril, está a dar sinais de querer quebrar com a tradição socialista do CDS.
    Mas também não é menos verdade que este CDS de hoje ainda é o CDS do estado social; que defende o sistema de pensões, que sugere a presença do estado e o seu fortalecimento na economia do país, que promove impostos, enfim… um CDS agarrado ao modelo da social democracia. É um partido de esquerda definitivamente, e conservador sem dúvida, à falta de qualquer elemento na sua história recente que ajudasse a colocá-lo à direita da política portuguesa.
    É só mais um partido do regime. Sem cor, sem cheiro e sem sabor, que ajuda a conservar a política enlatada que temos.

  5. lucklucky

    Quer o CDS quer o PSD adoptam várias das causas onde o Marxismo se monta.

    Quantos do PSD e CDS protestaram contra o Totalitarismo – indo ao ponto de intervir na composição da direcção de uma empresa – e Marxo-Corporativismo das quotas sexuais?

  6. Caro Luckie.

    Os países comunistas nunca tiveram cotas de mulheres nem se conhecem grandes estadistas comunistas mulheres. São quase ausentes nos governos e direções dos partidos comunistas.

    É verdade que a questão da igualdade de género arrancou no inicio das revoluções comunistas. Mas chegou a um certo ponto e parou.

    Onde mais se colocou nos ultimos 70 anos e onde apareceu a questão das cotas e se afirmaram grandes estadistas mulheres e governos cheios de mulherio foi nos países capitalistas.

    O que vocês dizem equivale a dizer que os regimes de Metkel ou de Tatcher são mais marxistas que a URSS, a China de Mao ou a o Coreia do Norte, o que é de um ridículo atroz.

    Na verdade a luta pela igualdade de género está na tradição do liberalismo.

    O que se passa é que vocês simplesmente chamam marxista a tudo o que não gostam.

    Se não gostarem do bife acusam a vaca de marxismo,

  7. Cristóvão N.

    Igualdade de género não significa equidade de representação. Esta última, é sim, algo de esquerda.

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