Grid Girls comentam decisão da F1

Furiosas, grid girls se manifestam contra decisão “ridícula” da Fórmula 1

Grid girl

Uma decisão ridícula, a vários níveis.

Não só a roupa não é “escassa”, como não é “provocativa”: se isto é que é provocante, por favor juntem-se aos evangélicos mais radicais da década de 90 que ajudaram a eleger W na década seguinte (2000 e 2004) e que estas feministas tanto criticavam.

Além disso, a Rebecca e as colegas faziam isto de livre vontade. Onde está o Girl Power? Então agora as mulheres são tão incapazes de tomarem as suas decisões que têm de ser outras a tomar as decisões por elas.

E claro, o Wage Gap. Se querem que o grupo de todas as mulheres ganhe mais que o grupo de todos os homens, não ajuda acabar com empregos pagos acima da média, empurrando assim estas mulheres para empregos que paguem menos. Além de claro, retirar um emprego em que as colocava nos media e lhes dava acesso a outras carreiras (por exemplo, pilotar elas mesmas, como o exemplo no artigo).

Congrats women, you have just played yourselves…

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26 thoughts on “Grid Girls comentam decisão da F1

  1. Miguel

    Estranho o insurgente estar a criticar uma organização privada, que representa várias marcas privadas também, por uma opção que é sua é legítima. Se a organizadora do mundial de f1 considera desnecessário e desactualizado ter mulheres de roupa justa a segurar em tabuletas, quem são vocês ou quem quer que seja para colocar em questão uma decisão estratégica de uma entidade?

  2. Eu não estou a criticar, eu estou a rir.
    Estes cromos se seguem o que dizem as feminazis bem burros são.
    São Livres de fazerem o que quiserem, não são é imunes à crítica ou à sátira.
    E quem perde são as raparigas.

    Além disso, o Miguel não deve ler muito o blog…
    Aqui critica-se tanto públicos como privados. Todos cometem erros.
    Acontece é que fica SEMPRE a ideia que fosse isto uma instituição pública, o ridículo seria bem maior, pois a decisão seria bem mais estranha.

  3. mg

    Acho bem, o gajedo vive tanto obsessivo com a “igualdade” e com a dessexualização das gajas, que vão acabar vestidas com um saco da cabeça aos pés. É que estas manias não são nenhuma novidade da história. Já têm mais de 2000 mil anos, e acabam sempre da mesma maneira…
    Em relação à F1, isso ainda existe ? E alguém ainda assiste a isso para além dos kuwaitianos e dos pakistaneses ?

  4. hey quando é que se elimina o “life gap”, as mulheres no geral vivem mais 4-8 anos que os homens, não me parece justo – proponho uma lei que proíba as mulheres de viverem mais anos :^)

  5. Miguel

    Ok. Se ainda acha fazer parte da normalidade ter um desporto dominado por homens, onde antes de ver os carros a acelerar se podem ver umas ladies em trajes menores a segurar em tabuletas, algo de facto não vai bem. Mas a mim a medida parece me sensata do ponto de vista da gestão de uma marca. Se fosse uma lei ou instituição pública, o caso mereceria uma análise mais profunda. Do ponto de vista de gestão de uma marca que está a perder clientes (adeptos do desporto em questão), considero uma medida sensata e em linha com um mundo menos oco. E sim, leio o insurgente e concordo com uma boa parte das opiniões sobre economia, mas noutras áreas nem por isso.

  6. Miguel, talvez tentar captar mais audiências para a modalidade não passe por torna-la mais aborrecida, já viu alguém dizer “não vejo F1 porque de vez em quando aparecem umas moças bonitas”?

    Em que é que esta decisão vai “salvar” a modalidade? As feministas das faculdades de letras e artes vão passar a ver F1?

    Sim é uma modalidade predominantemente dominada por homens, quer em participação quer em audiência, mas e depois? Parem de tentar enfiar as mulheres em tudo o que é lado, também têm direito aos seus espaços fora dos interesses masculinos, assim como os homens também gostam de ter as suas coisas.

    Curioso é ver que quem apoia tais coisas depois também é a favor da legalização da prostituição, isto faz sequer algum sentido?

  7. Depois talvez se queiram perguntar porque é que por exemplo existe o campeonato de xadrez masculino e feminino, e o que iria acontecer se fosse apenas um. Iam dar mais tempo e pontos às mulheres nos jogos para estarem representadas nos resultados finais? Ia ser o “chess gap”.

  8. Oscar Maximo

    É simples, se o Miguel não quer este desporto dominado por homens, é propor quotas para mulheres pilotos, mulheres mecânicas, ou ainda, Taças para Senhoras.
    Note-se que nem Michelle Mouton nos rallys, nem Judit Pulgar no xadrez, precisaram dessas discriminações.

  9. Miguel,

    E que desporto é dominado por mulheres?
    A solução é então acabar com o desporto?
    Ou proibir cherleaders em todos os desportos?
    Ou proibir mulheres em roupa de praia, por exemplo no voleibol de praia?

    Esse seu raciocínio é tão emocional e desprovido de lógica que nem sei o que você está a propor.

  10. “olha filha, apareceres nas corridas a entregar o prémios aos vencedores é imoral e proibido, mas se quiseres podes ir ali para a esquina ser uma corajosa trabalhadora sexual que nós apoiamos a tua bravura”

  11. tenho um amigo que padece de esquerdismo que há uns anos disse-me que preferia que a sua filha fosse prostituta que o seu filho fosse para o exército
    deve ser um tema comum

  12. lucklucky

    “Estranho o insurgente estar a criticar uma organização privada, que representa várias marcas privadas também, por uma opção que é sua é legítima”

    Não sabe o que é o mercado livre Miguel? Para começar é precisamente a livre critica – seja positiva ou negativa- a tudo e a todos.

    O autor criticou a legitimidade da F1 o fazer? : Não.

    Percebe a diferença que a legitimidade de alguém para fazer algo é independente de ser ou não criticável um determinado acto?

    Para um esquerdista este conceito é muito difícil pois na concepção totalitária da vida que têm tudo o que é criticável é para ser proibido.

    Os outros não pensam a assim.

  13. Miguel

    Gosto dessas conotações e conclusões aceleradas 🙂 . Repito: em praticamente todos os campos de economia e visão do papel do estado, revejo me numa maioria dos posts do insurgente. Nestas questões de adequação a tempos mais modernos no que concerne à igualdade e aos modos de lá chegar, claramente não. Senão vejamos: o que é que a f1 ganha(va) em ter as mulheres bibelot a carregar uma placa? O que é que na prática elas estavam lá a fazer? Traziam algo de interessante, necessário, a uma competição motorizada desportiva? Se a empresa gestora concluiu que havia ainda nuances de machismo em ter um grupo de jovens mulheres a passear no alcatrão antes do início de uma corrida, pode se compreender e apoiar tal decisão ou pode se criticar como aqui estão a fazer. De resto, não estava a criticar inicialmente a postura do Ricardo ou o direito à crítica sobre o tópico, posso ter escrito de forma demasiado expedita e saiu assim, talvez também reflexo da forma como expôs o caso. A mim parece me louvável e apenas natural que empresas contemporâneas concluam que grupos de mulheres a passear de guarda chuva ou guarda sol não tragam benefício nenhum ao propósito do evento, que são carros a acelerar por um pódio. A sério que ninguém vê ali resquícios de algo antigo, “digno” mais de outros tempos do que de hoje em dia? Percebo que pessoas com 50 anos e mais fiquem tristes porque as coisas (mesmo estas “de bronze”) mudam, mas custa me um pouco a crer que pessoas mais novas não vejam algo de objecto humano no propósito das “grid girls”. Ate pela terminologia se reduz as pessoas. grid girls. “ Miúdas da grelha de partida.” Saravá aqui antecipado aos thumbs down, çoal.

  14. Acho que sim, as mulheres bonitas não deviam ser usadas por empresas ou entidades para promoverem os seus produtos ou serviços – tal coisa é uma objectivação do hetero-patriarcado e como tal devia ser proibida, onde é que já se viu esta mentalidade do milénio passado de deixar as mulheres aparecem a desfilar em pistas de alcatrão, e ainda por cima ganharem dinheiro com isso!!! que nojo.

    inshallah irmão

  15. “Nestas questões de adequação a tempos mais modernos”
    ““digno” mais de outros tempos do que de hoje em dia”

    parece a minha tia de 54 anos a falar, ela também é assim toda modernaça e para a “frentex”, também tem 4 gatos?

    O que o leva a pressupor que algo que aconteça hoje em dia é automaticamente melhor que algo que aconteceu no passado? É apenas por ser num ano em que o número é maior? Sente-se na onda do progresso e avanço? Sente-se mais inteligente por ter mais tecnologia? Olhe que um grego há 2200 anos atrás conseguiu provar que a terra é esférica e calcular aproximadamente a sua circunferência usando apenas paus e a olhar para o sol sem nunca ter saído da sua cidade. O que faz com o seu smartphone?

    A roda já foi inventada há muito tempo ó amigo.

  16. lucklucky

    Tom Jobim começa assim:

    “Ai que coisa mais linda mais cheia de graça…”

    “…mas custa me um pouco a crer que pessoas mais novas não vejam algo de objecto humano no propósito das “grid girls”..”

    E então? nós somos vistos e muitas maneiras e isso é que traz riqueza. Uma grid girl é bonita, trás mais humanidade ao óleo, à mecânica da F1 , do mundo dos carros. Contraste, diversas culturas.

    Basicamente o que você quer é tirar o corpo da mulher da vida publica.
    As mulheres podem ser mulheres sem o seu corpo? sem a sua maneira de andar? Só poderão andar de calças?

    A seguir vai pedir quotas para as mulheres feias serem actrizes de topo, modelos e apresentadoras de TV?
    Vai proibir a Catarina Furtado ou a Cristina Ferreira de serem apresentadora?

    http://www.telegraph.co.uk/news/2017/02/28/women-raf-no-longer-allowed-wear-skirts-parade/

    https://www.theguardian.com/artanddesign/2018/jan/31/manchester-art-gallery-removes-waterhouse-naked-nymphs-painting-prompt-conversation

    Isto nem é ficar iguais aos homens. É apagar a mulher e as caraterísticas físicas que atraem os homens.

  17. Gabriel Orfao Goncalves

    Agora o lóbi gay vai ocupar o espaço que retirou às mulheres: procurem por “grid boys”.

    Podiam ter implementado um código de vestuário, o que para uns seria aceitável, e para outros – como eu – risível. Já só falta mesmo dizer às mulheres como se vestirem para sair à noite… ou de dia. Se calhar o melhor mesmo é fazer como no Islão: as mulheres não saem de casa sem estarem devidamente acompanhadas e “emburkadas”.

    Voltando atrás: a decisão não foi de acabar com a roupa justa ou qualquer outra coisa que fizesse impressão a estes pan… Não. Foi mesmo acabar com as grid girls e substituí-las por grid boys. Ou seja: pane****agem. E a panel**ragem não admite 50/50 mulheres/homens: então agora uma mulher ia ocupar o espaço que pode ser ocupado por um homem? Nem pensar: só homens, que isso é que é bom – para a panel***agem.

    Ainda há dúvidas de que isto é o lóbi da pan******gem? (Eu distingo entre homossexuais e pane*****gem. Se não conseguem distinguir perguntem às vossas avós.)

    http://autoweek.com/article/formula-one/sebastian-vettel-goes-thumbs-down-grid-boys-f1-monaco-grand-prix

    «
    “What was that?!” Ferrari driver Sebastian Vettel said.

    He was referring to the absence of grid girls, as they were all replaced by male models wearing short jeans and white sandshoes.

    “You get there and park behind George or Dave, what’s the point?” Vettel added.

    »

  18. Gabriel Orfao Goncalves

    Isto está tudo doido. Isto só a tiro.

    Este então é já o lóbi dos pedófilos.
    Já não serão as “grid girls” nem os “grid boys”. São os “grid kids”. Imaginem o que se protestaria se tivessem substituído as “grid girls” por… crianças do sexo feminino! (E muito bem se protestaria!) Como são meninos/rapazinhos, ninguém diz nada (que eu saiba; e até agora; corrijam-me se estiver enganado).
    Se isto for para a frente e se daqui a 10 anos estalar um escândalo relativo a crimes contra crianças… aqui já estava o prenúncio:

    http://www.bbc.com/sport/formula1/42950040

    Olhem-me para o que esta fêmea escreve aqui. Hilariante a última parte. Hilariante, delirante, demente.

    «Less than a week after confirming that it would no longer use grid girls at races, Formula One announced they’ll be replaced by grid kids starting with the 2018 season. The grid kids will be actual children—and the children are our FUTURE—not adult women whose very being is lessened by others repeatedly referring to them to as “girls.”»

    https://jalopnik.com/adorable-grid-kids-will-replace-grid-girls-at-f1-races-1822728768

    Boa, as “raparigas da grelha” já não vão ser exploradas. Agora vão meter crianças ao barulho. Quem se lembrou disto só pode ser um Fã dos Popós, ou seja, um “Grand” FdP.

    Olha, se calhar o próximo passo é a Victoria Secret deixar de ter modelos femininas… e passar a ter meninos. O melhor é não lhes dar ideias…

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