A dádiva da dívida

Maria de Fátima Bonifácio e Rui Ramos sobre a dádiva da dívida. Hoje às 19h30 no Grémio Literário, em Lisboa.
[ilustração: Helder Ferreira]

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15 thoughts on “A dádiva da dívida

  1. JMS

    Camaradas!

    Não esquecer a homilia semanal que estará disponível nos canais de informação (?) na tv cabo do nosso próspero país

    Os nossos camaradas de esquerda e extrema esquerda, através das suas sábias palavras, levar-nos-ao a níveis de estupidez nunca antes conseguidos.

    Não esquecer de assistir em silêncio e com um ar sério. Concordando sempre, como é óbvio.

    CIG Heil! CIG Heil! CIG Heil!

  2. Caro Miguel.

    “Mama” ????

    O BCE estabilizar o sistema financeiro europeu é mama ?

    Vocês liberais tanto querem estar pelos ricos contra os pobres que até estão contra tudo o que beneficie o nosso país.

    Porque não se mudam para a Arábia Saudita ?

    Aí poderão adular o rei, que é rico e até ultraconservador como vocês gostam.

  3. André Miguel

    Caro Orc, se v. Exa. não conhece os princípios básicos de economia, como p. ex. o que são juros, não serei eu quem o vai ensinar. Estude.

  4. A dívida é o mecanismo pelo qual os credores se apropriam das mais-valias (do PIB) gerado pelas empresas que se instalaram em Portugal praças ao crédito concedido pelos credores.

    Pescadinha com rabo na boca!.

    Tentem acabar com a dívida, e verão o que acontece às empresas que dão pelo nome de “investimento estrangeiro”. Vão bugiar para outro país que aceite “trabalhar a crédito”.

  5. bem, ainda fico à espera que se faça uma separação dos diferentes tipos de dívida, por exemplo: existe a dívida dos pobres coitados, depois existe a dívida de outros que até têm alguma manobra devido à sua capacidade económica, e por fim existe a dívida de potências ou super potências mundiais militares, esta dívida final é bastante diferente das outras, porque é incobrável, logo, não existe 🙂

  6. MANOLOHEREDIA

    Já vi que só pode ser licenciado em economia. Se fosse licenciado em medicina seria um venerável escolápio, e contribuiria de forme decisiva para a sustentabilidade do sistema de segurança social português.

  7. MARIALVA,

    A dívida portuguesa deve-se à estricta vontade do povo português que votou e continuou a votar e persiste em ir votando e nunca deixa de votar nos partidos que mais fazem dívida.

    Não é justo portanto que esta seja repudiada.

  8. Caro Francisco Miguel Colaço, não escrevo que deva ser repudiada, deve ser paga sim. Faço apenas uma observação amadora que existem diferentes tipos de dívida e colocar a “divida” num pedestal como se fosse algo universal e a mesma coisa para todos é algo tolo

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