Twitter is suppressing life-affirming speech

Petition to Twitter

Twitter’s stated mission is to “give everyone the power to create and share ideas and information, instantly, without barriers,” while also claiming that “fighting against censorship and for free expression is ingrained in the company’s DNA.”

Yet, Twitter is suppressing life-affirming speech and advertising, calling such ads “offensive” and “inflammatory.”

While Twitter has reversed its decision to ban U.S. Representative Marsha Blackburn’s pro-life advertising, it has yet to lift its ban on similar advertising by national pro-life organization Live Action.

I implore you to live up to the stated values of your company and the spirit of the First Amendment with consistency and remove all bans on opinions affirming life and human dignity, a belief that is held by millions of Americans and Twitter users.

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24 thoughts on “Twitter is suppressing life-affirming speech

  1. Mario Figueiredo

    “O Twitter não vos deve uma plataforma.”

    O argumento que uma empresa, por prestar um serviço gratuito, não tem obrigações para com os seus clientes é uma parvoíce pegada do ponto de vista económico e de marketing, nem tem qualquer relação com a realidade. É apenas mais uma daquelas frases do conformismo consumista feitas por utilizadores débeis mentais, ora fãs do serviço, ora com uma agenda própria, e depois repetida até à exaustão pelos macaquinhos de imitação da Internet, incapazes de por um segundo pensar pela sua própria cabeça.

    Incapazes de pensar, por exemplo, como em tantos, tantos, outros casos, as empresas alteram estratégias, produtos, campanhas, ou executam pedidos de desculpa devido ao input ou pressão dos seus consumidores. Incapazes de pensar como a relação de uma empresa com o o mercado é a relação da empresa com os seus clientes. E que um produto gratuito passa exactamente pelos mesmos processos — como tantas vezes já demonstrado na história recente das plataformas online que nasceram e morreram na Internet.

  2. A Tiwitter não tem a obrigação de dar voz á senhora Blackburn.
    Como empresa privada que é, faz o que der na real bolha dos seus proprietários.
    Pelo menos é o que constantemente se vende neste blog.
    Enfim, isto são os liberais a torcerem o nariz quando provam o seu próprio veneno.
    O facto desta senhora se opor á neutralidade da Internet ainda torna o caso mais picante.

  3. Mario Figueiredo

    Ainda nesta conversa? Mas desde quando os direitos inegáveis de uma empresa impossibilitam que se lhe façam criticas ou se procure fazer pressão para fazer valer um ponto de vista? Mas vocês estão todos malucos, ou também já começam a defender que é proibido criticar empresa privadas ou que não se pode fazer quaisquer tentativas de levar uma em empresa a mudar uma política ou estratégia?

    Mas vocês sabem o que raio é Liberalismo, para estar para aí a falar dos liberais isto ou aquilo? É que nem percebem o que é valor da Liberdade para um liberal. Ao ponto de acharem que existe aqui alguma espécie de contradição.

    Ó camarada EMS, liberal é isto (aprenda que eu não durarei para sempre): SOU A FAVOR DO ABORTO, mas estou aqui a defender o direito à palavra de quem é contra o aborto. E faço-o tanto junto do governo, como junto de uma empresa privada se me é permitido.

  4. Pe

    Mário Figueiredo, é uma pena não saber argumentar sem recorrer ao insulto.

    Podia responder ao resto, mas não vou perder um meu tempo. Com todo o respeito, vá-se foder.

  5. lucklucky

    “O Twitter não vos deve uma plataforma.”

    O que tem uma coisa que ver com a outra?
    Alguém está pedir a intervenção do Estado para o Twitter ser obrigado a dever uma plataforma?

    Como és um totalitário obviamente para ti uma crítica a algo implica sempre a intervenção do Estado.
    Vê-lá se percebes os direitos sobre os outros que crias.

  6. Caro EMS

    De facto é divertido.

    Os liberais estão sempre a arengar que as empresas fazem o que querem e tal.

    Mas quando alguma se volta contra eles, os liberais descobrem de repente os valores da responsabilidade social das empresas – aplicável só quando lhes convém, claro..

  7. Caro Mário.

    O valor da liberdade, para um liberal, é que demonstraram os maiores líderes liberais, desde Mises, Hayek, Friedman etc, ao apoiarem o fascismo e as ditaduras de gajos como Pinochet ?

    Encostarem-se ao estado para defender os seus interesses é que os liberais mais fazem.

  8. Caro LUCKLUCKY

    Sim, embora não admitam, vocês costumam recorrer ao estado sempre que vos dá jeito.

    Mas não são só contra a intervenção do estado quando se trata de defender o suposto direito das empresas fazerem tudo o que lhes der na gana.

    Também são contra a intervenção da sociedade civil, como sindicatos, grupos de pressão etc.

  9. Caro Mário.

    “sou a favor do aborto”

    Eu não tenho opinião formada sobre o assunto.

    Mas aproveito essa sua declaração de certa forma inesperada, para lhe perguntar a si porque raio as plataformas e movimentos mais extremistas ditos “liberais” se costumam identificar com os valores mais conservadores, alguns mais próprios do ancien régime do que propriamente do liberalismo.

    A maioria das vezes parece usarem o conceito de “liberdade liberal” apenas como uma desculpa para permitir que os empresários possam fazer tudo o que lhes der na gana sem qualquer limitação ética ou responsabilidade social.

    Mas quanto ao resto defendem os valores mais conservadores e freiráticos possíveis e são contra a maioria das liberdades sociais obtidas pelo liberalismo político.

    É que não dá a bota com a perdigota.

  10. Mario Figueiredo

    “porque raio as plataformas e movimentos mais extremistas ditos “liberais” se costumam identificar com os valores mais conservadores, alguns mais próprios do ancien régime do que propriamente do liberalismo.”

    Os únicos movimentos extremistas ditos “liberais” que conheço, são os movimentos erroneamente chamados de “liberais” de esquerda, e mais correctamente chamada de esquerda radical. É uma infelicidade que o conservadorismo de direita, na sua critica ao liberalismo, se tenha apropriado do termo para ajudar a criar uma confusão entre Liberalismo Social e Socialismo, pretendendo que as duas são a mesma coisa. O que é um perfeito disparate. Isto é mais visível no EUA quando se lêem títulos como “Liberais atacam o direito à vida!”. Um conhecedor fica imediatamente a saber que o autor é um conservador de direita. Já na Europa o termo Liberalismo é usado mais correctamente. Mas infelizmente a influência de videos do youtube da direita conservadora e dos media conservadores Americanos, está claramente a introduzir o erro no léxico dos papagaios deste lado do Atlântico.

    Já focando na sua pergunta mais directamente, os movimentos que descreve são movimentos puramente conservadores. São social e politicamente conservadores. O único liberalismo que praticam é o liberalismo económico. Isto se estivermos a falar dos conservadorismo mais representativo nos EUA. Porque outros movimentos conservadores há que não têm qualquer espinha liberal (por exemplo, o Tea Party). Tudo o resto é o resultado infeliz da má utilização do termo Liberalismo pelo establishment conservador dos EUA que resulta que procura enfraquecer o discurso liberal de direita ao mesmo tempo que ataca a esquerda. Exemplos: https://www.youtube.com/results?search_query=liberals

  11. Pe

    Olha o lucky com os seus espantalhos. Que tem isto de totalitário? Ou eu não posso criticar a crítica?

  12. Euro2cent

    Eu acho divertidíssimo os mesmos que exigem às pastelarias que façam bolos de casamento com dois noivos logo a seguir virem insistir que se corte o pio a quem não gostam de ouvir.

    Porque os privados podem e não podem fazer o que querem, conforme o que seja ou não “correcto”, pela definição deles, que é a que vale porque … é pah, porque são esclarecidos e progressistas, e os outros não, pronto. E leis não são para aqui chamadas, há “consequências” (i.e. linchamentos soft) e acabou.

    Oh Orwell, pah, “duplipensar” era a tua tia e fez amor livre.

    (E nem sequer sou liberal, e entendo que possa haver uma censura séria. Estas chachadas hipócritas é que são demasiado desonestas intelectualmente.)

  13. Boa confusão que vai para aqui.

    Uma empresa privada fornece um produto (óbvio). Cabe a cada um dos clientes continuar a consumi-lo, ou não.
    Se há clientes que se sentem melindrados por verem alguns dos seus direitos violados, ou comem e calam, ou abdicam do consumo desse produto e passam a consumir outro, seja ele substituto, ou não. O livre mercado proporciona alternativas, sendo que a livre escolha entre elas o melhor mecanismo de feedback que pode existir.

    O facto desse produto ser gratuito não implica que não possam haver críticas, porque a decisão do preço do produto parte única e exclusivamente da empresa.
    Defender que não se pode criticar algo só porque é gratuito arranja equivalência no falacioso pressuposto de que a decisão de um preço 0 para o produto é da responsabilidade do consumidor… o que é errado.

    O resto são só espantalhos e ad hominem

  14. Holonist

    Caro Helder Ferreira, portanto o que diz e que se o cliente nao concorda “move on”, mesmo que seja uma recusa de servico. Muito bem, concordo. So e pena nao terem dito isso aos paneleiros que exigitam um bolo em forma de pila a um pasteleiro cristao que acabou condenado em tribunal por nao ter prestado o servico.

    Se a esquerda nao tivesse double standards, nao tinha standards nenhuns.

  15. mg

    Caros “liberais”, o fornecimento de plataformas sociais, implica como está a ser evidente a sua utilização para a expressão politica. Quando as empresas que oferecem um “medium”, participam activamente em propaganda e agendas politicas, e deliberadamente bloqueiam expressões politicas opositoras. Deixam de estar enquadradas dentro do paradigma do livre mercado de oferta de produtos e serviços, e estão deliberadamente a participar em propaganda e subversão politica da democracia de um país. Não podem por um lado exigir terem a liberdade de acção e expressão, e ao mesmo tempo que limitam a liberdade de outros, naquilo que é a prestação de um serviço universal. E não se surpreendam quando o fogo lhes chegar ao rabo, sob a forma de violência politica, como a ultima consequência da acção politica, porque é nesse jogo que estão a jogar.

  16. mg

    Então oh camarada Helder, só uma questão: Quando ao seu filho lhe for recusado a venda de um medicamento exclusivo que lhe salva a vida, porque o camarada manifesta opiniões politicas que a corporação que lhe vende e detém a exclusividade do medicamento considera antagonista à sua agenda politica, e como tal manifesta o seu direito a não o fornecer. O camarada pega na “arma”, ou encolhe os ombros e levanta o rabinho como um cobardola eunuco, e diz prontos o meu filho vai morrer, “vou comer e calar”, “vou abdicar do consumo desse produto e passar a consumir outro, seja ele substituto(que não existe), ou não” ? Que a o divino “livre” mercado corporativo seja louvado.

  17. MG, ficaste triggered com alguma coisa que eu tenha escrito? Denoto tensão. Talvez um chá para acalmar?

    No que toca aos dois comentários (não sei bem qual é a sustentação lógica do 2º, já que tresanda a falácias, mas vou deixar passar e responder): cada bem é produzido para ser consumido. A decisão de consumo parte do cliente. Logo, se o cliente quiser consumir o bem A consome. Caso contrário, não consome. Independentemente das razões que levam a que tome essa decisão. Parece-me lógico e simples de entender.

    Eu, enquanto liberal, manifesto-me contra a supressão da liberdade de expressão imposta pelo twitter. E cabe-me a mim continuar a consumir o produto, ou deixar de o consumir, quer haja, quer não haja alternativa. De igual modo, por ser liberal, manifesto-me contra a intervenção governamental neste assunto, seja ela para repudiar o comportamento de uma empresa privada, seja ela para lhe dar o beneplácito.

    Enquanto liberal acredito no mercado livre como o mais eficiente mecanismo de feedback que existe.

  18. mg

    O camarada helder, diga lá segundo seu “liberalismo” quais foram as “falacias” que afirmei ? O helder acabou de comprovar que para si é tudo uma questão de produtos e consumo. Nada há mais de valor . Mandem o Platão para o lixo. Por falar em “valor”, por acaso o helder enquanto “liberal” não tem o nada para dizer sobre o bitcoin, não ?

  19. lucklucky

    “Olha o lucky com os seus espantalhos. Que tem isto de totalitário? Ou eu não posso criticar a crítica?”

    Claro que pode. E eu critiquei a sua opinião por ter pressupostos falsos.

  20. «Enquanto liberal acredito no mercado livre como o mais eficiente mecanismo de feedback que existe.»

    Na verdade não é o melhor. É o único que presta. Todo o planeamento científico redunda em miséria generalizada e lojas vazias.

  21. MG,

    Todos temos valores para além do estrito material. Contudo, esses valores não são transaccionáveis nem podem entrar numa análise económica.

    A malta aqui parece não saber que «mercados» é coisa que não existe: é composto pela vontade de comprar e vender de toda a população humana. Por princípio, os governos não devem coartar a vontade de um indivíduo, salvo quando essa vontade não se faça em desrespeito de leis justas ou entrando nas expectativas razoáveis de outros indivíduos face a leis justas.

    Para começar, as nossas leis não são justas, tendo sido progressivamente desviadas pelos interesses que detestam os mercados e a concorrência — esta última se no seu sector.

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