“resistência identitária”

Sugiro o seguinte exercício: substituir “negro” por “branco” nesta narrativa e imaginar quais seriam as reacções…

“Uma ferramenta de resistência identitária” chamada Djidiu

Ao longo de um ano, vários afrodescendentes reuniram-se em Lisboa para dizer poesia e partilhar a experiência de ser negro. A associação Afrolis edita agora algumas dessas vozes em formato de livro. O lançamento é esta terça-feira, no Museu do Aljube.

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13 thoughts on ““resistência identitária”

  1. E se for: “Ao longo de um ano, vários luso-descendentes reuniram-se em Paris para dizer poesia e partilhar a experiência de ser emigrante”?.

  2. lucklucky

    “Ao longo de um ano, vários luso-descendentes reuniram-se em Paris para dizer poesia e partilhar a experiência de ser emigrante”?.

    O que é que isso tem que ver com raça? A propaganda do Publico é racial.

  3. Mario Figueiredo

    Quando aqui há uns anos atrás os activistas dos direitos civis marchavam e lutavam por uma sociedade sem barreiras raciais, nunca lhes terá passado pela cabeça que os seus próprios filhos iriam hoje estar a levantar novamente essas barreiras. Quando ontem se defendia que devíamos todos viver como irmãos, hoje fazem-se manifestações sobre o orgulho de ser preto e condenam-se expressões sobre o orgulho de ser branco. Quando ontem se defendia direitos iguais, hoje condena-se a mulher branca que usa afro.

    O actor Morgan Freeman tem toda a razão quando uma vez disse que antes o problema do racismo era que não se falava dele. E que hoje o único problema do racismo é que não se deixa de falar dele.

  4. André Miguel

    Ser negro na Europa deve ser deveras traumatizante e bem pior que ser negro na África, governada por negros, dos dias de hoje…

  5. mg

    Está a começar é a se levantar uma resistência identitária , mas não é dessas minorias auto vittimizadas, mas sim daqueles que não querem ver as suas nações e culturas milenares transformadas em torres de babel balcanizadas, num admirável mundo novo, socialista neoliberal aka ((globalista)) . Estamos nos anos loucos do novo século, tick tack ,tick tack…

  6. Já alguém ouviu de fantochadas deste tipo no território que vai do leste do Danúbio até uma terreola chamada Vladivostock ( indo sempre em frente, calro…)?.
    E se “aquilo” é grande…

  7. Luís Lavoura

    Não duvido que, em Angola, vários lusodescendentes se encontrem para partilhar a experiência de serem brancos.

  8. Mario Figueiredo

    Luís Lavoura, os lusodescendentes brancos em Angola têm mais que fazer do que se reunirem para lamentar o racismo a que são sujeitos todos os dias naquele país. Estão lá para trabalhar e engolir a merda que lhes atiram todos os dias na rua.

    Nem a sociedade daquele país permitiria reuniões dessa natureza. Ao contrário do nosso Portugal onde ainda existem algumas garantias de direitos e liberdades,incluindo afrodescendentes a viver cá.

  9. Luís Lavoura

    Um preto Português, em Luanda ou seja onde fôr, é português. Não é “lusodescendente”. Um lusodescendente é um indivíduo que não é português mas é descendente de portugueses.

  10. André Miguel

    Luís, tinha muita coisa para lhe contar do meu dia a dia em Luanda, mas dada a imbecilidade do seu comentário abstenho-me de alinhar pelo seu diapasão.

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