A doença do centralismo

Sim, a ideia de enviar o Capoulas Santos e o Ministério da Agricultura para a Zebreira ou o Vieira da Silva e o seu (com sentido de propriedade, mesmo) Ministério da Segurança Social para as ilhas Selvagens apraz-me de sobremaneira, mas não iria resolver o problema do centralismo. O problema do centralismo é outro. É este:

http://observador.pt/opiniao/a-doenca-do-centralismo/

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9 thoughts on “A doença do centralismo

  1. JP-A

    “O primeiro-ministro não explicou de quem surgiu a ideia de tal investimento mas foi direto sobre o que acha: “Não sei de quem foi a ideia – mas uma coisa eu sei, tenho pena de não ter sido minha. Porque a ideia é uma ideia boa”.”

    “O Governo não empurrou a Santa Casa para o Montepio. Foi uma sugestão, diz Vieira da Silva”

    Eu era capaz de sugerir um descarga de porrada.
    Mas é apenas uma sugestão.

  2. Euro2cent

    E ao lado, no Observador, lá está o Espadinha a escorrer unto acerca do Churchill e da liberdade, com tanto entusiasmo como dantes tinha sobre o Estaline e a ditadura do proletariado.

    Há malta que precisa de religião …

  3. mg

    “Ninguém no seu perfeito juízo, e que não tenha vivido na União Soviética, acreditaria que milhões de pessoas submetiam currículos para um qualquer ministério que depois distribuía as pessoas pelo país”

    Os liberais têm a lata de usar a já extinta União soviética como exemplo, nos seus ensaios retóricos, ao mesmo tempo que suportam o aqui ao lado centralismo do politburo Europeu. É que nada do que assemelha lá se assemelha à união soviética, desde a completa violação da soberania democrática dos povos membros, à fobia às identidades nacionais e suas fronteiras, as 700 mil páginas de regulamentismo centralizado que vai ao ponto da regulação do tamanho dos pepinos. Até à intervenção nas escolhas ministeriais, enviados comissários politicos colaboracionistas, que depois de cumprida as suas missões, regressam ao politburo europeu premiados para cargos no comissariado tecnocrático europeu. Não há aliado melhor ao socialismo internacionalista, que o liberalismo globalista.

  4. Mario Figueiredo

    “Os liberais têm a lata de usar a já extinta União soviética como exemplo, nos seus ensaios retóricos,”

    Isto porque o PCP não o faz, nunca o fez, e jamais o fará.
    Ainda no passado mês de Outubro não o fizeram.

    Força camarada! Arre chiça penico! Abaixo os liberais carago! Viva o comunismo fosga-se!

  5. André Miguel

    “vai ao ponto da regulação do tamanho dos pepinos”

    Pode mostrar onde podemos ler isso?

    Obrigado.

  6. União Soviética, União Europeia.

    Muda o nome, muda o método, muda a aspereza, mas o objectivo é o mesmo: controlar a economia e o indivíduo através de uma burocracia impiedosa e do condicionamento de ideias.

  7. André Miguel

    Francisco,

    Isto sobre bananas, algo importado e que a UE não produz… e logo no inicio do documento podemos ler esta preciosidade: “Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições”

    Ou seja: é conversa para boi dormir e paga com os nossos impostos. Enfim…

    Mas onde anda o texto sobre os pepinos? Fiquei curioso.

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