O caso Raríssimas e o Estado (2)

O país pequenino onde uma mão lava a outra. Por José Manuel Fernandes.

A Raríssimas não é raríssima. Pior: se virmos como desde o topo do Governo a um pouco por todo o Estado há demasiados amigos e familiares, percebe-se que o exemplo até vem de cima. E ninguém estranha.

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4 thoughts on “O caso Raríssimas e o Estado (2)

  1. maria

    Os governos PS sempre foram uns mãos largas. São 100.000 de cada vez desde Soares. Este vai a caminho. Com jeitinho ainda revertem os abençoados 300.000 emigrados.

  2. Luís Lavoura

    um pouco por todo o Estado há demasiados amigos e familiares

    Não é somente “por todo o Estado”, é também por todas as empresas privadas. Não se trata de um vício específico do Estado, trata-se de um vício de Portugal.

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