Jerusalem deve ser capital de Israel?

Ou ainda este, sobre Chuck Schumer. Entretanto o que vejo hoje no Público?

Trump vai nesta quarta-feira reconhecer Jerusalém como a capital de Israel

Decisão contraria décadas de diplomacia norte-americana para o Médio Oriente. Espera-se onda de protestos e teme-se violência.

Realmente, nunca nenhum Presidente Americano disse o que Trump disse… Enfim.

Se querem criticar Trump, o que é perfeitamente normal em democracia e Trump como todos os políticos até dá muitas oportunidades, pelo menos façam-no de forma honesta.

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20 thoughts on “Jerusalem deve ser capital de Israel?

  1. lucklucky

    Claro que deve.

    É o Publico jornal Marxista – E foi Marx que escreveu e desejou um mundo sem Judeus.

  2. Discutir a decisão é inútil. O certo é que centenas de pessoas (árabes, judeus, e, provavelmente, europeus) vão morrer para Trump aliviar a pressão que gerou a delação premiada do General Flynn. Tal como uns desgraçados sírios foram gazeados quando o caso apoio de Putin à sua candidatura atingiu o seu auge. (ou, vamos diversificar, uns tuaregues do Mali foram bombardeados quando Hollande caía a pique nas sondagens). Isto é tudo tão evidente que confrange.

  3. 1. o islão é uma religião de paz e harmonia, os muçulmanos são uns fofos
    2. não façam nada que possa chatear o islão e os muçulmanos se não começam a partir tudo e a entrar em guerras

    alguém ainda tem que me explicar como é que a cultura e comunicação ocidental consegue conciliar estes dois pontos que habitualmente tanto exprime

  4. Expatriado

    Quanto a ser a Capital de Israel, já o era desde os tempos pré-romanos e DEVE ser reposta. É justo que seja!!

  5. A questão não deve ou não ser a capital de Israel. Claro que deve ser, tem de ser, e, para todos os efeitos práticos, já é. Mas é algo de evidente para a comunidade civilizada (ou era) que a institucionalização desse facto deve ter lugar no âmbito da resolução geral do problema que decorre de Israel ocupar militarmente e gerir como bem entende, desde há CINQUENTA anos, território que não lhe pertence (é Israel que o reconhece, ao não anexar esse território), e que administra do mesmíssimo modo que o regime do “apartheid” administrava os bantustões que criou: fingindo que existe auto-governo. Se Israel quer profundidade estratégica, então que anexe Gaza e a margem esquerda e confira aos seus 4,5 milhões de habitantes os direitos e deveres que constam da Constituição Israelita. Se não quer isso (e percebo que não queira, porque passaria a ter tantos árabes como judeus), então que saia dos territórios, porque o colonialismo acabou em 1975. Isto é uma evidência para cristão, judeus e muçulmanos, sendo que estes últimos, naturalmente, levam a mal (até porque lhes é indiferente os voto judaico na Florida ou os dos evangélicos que acham que a existência do Estado de Israel prenuncia a segunda vinda de Cristo).

  6. Meu caro, enquanto existirem seres humanos vai existir colonialismo.
    Bem, talvez até nem sejam necessários humanos, no futuro podem muito bem ser máquinas a fazer.

  7. “O colonialismo acabou em 1975”, nominalmente, claro. Porque parecia mal, saía caro, dava muito trabalho, e se consegue exactamente o mesmo resultado, com menos gastos, e de modo moralmente inatacável, através das elites locais. Aliás, seria um exercício interessante (mas que da esquerda à direita ninguém tem vontade de fazer) comparar o número de vítimas do colonialismo em África (milhões, sem dúvida, ao longo de cinco séculos) com as dos regimes nativos que lhe sucederam (milhões, sem dúvida, mas em seis décadas).

  8. JPT,

    A capital de Israel é Jerusalém. Ninguém de bom senso pensa altramente. A única democracia da região é Israel. Os únicos na região que não querem atacar a Europa — após terem dado cabo de Israel — é Israel.

    Na prática, mais vale deixar que Israel fique com toda a região. One state solution. Deem tudo aos israelitas: teremos menos problemas, menos refugiados, menos sacripantas escarralhados a rasgar vestes e, principalmente, as gentes desses territórios beneficiarão com Israel no comando.

    Eu nem sou judeu, mas à vista do que fizeram em sete décadas, se Israel quiser tomar conta desta choldra à beira mar plantada, apenas peço para que não tenhamos de aprender hebraico. Não gosto muito de línguas com consoantes fricativas — e falo três.

  9. JPT,

    20% da população israelita é muçulmana, com representação no Knesset. Já agora, veja quantos saltam os muros incisivos para se tornarem cidadãos palestinianos.

    É um número deveras redondo, fácil de decorar.

  10. Expatriado,

    Nos tempos pré-romanos, Israel não existia após terem sido exilados para a Assíria. Apenas as famosas e indescobertas dez tribos sobreviveram, mas não contam a história porque, pesando sabermos ter havido um registo delas, esse texto nunca foi encontrado.

    No que se chama Israel estava Judá. A capital de Judá era Jerusalém. Aliás, a então chamada terra de Jerusalém estendia-se até às margens do mar Morto. Sabemos isto por textos epigráficos, encontrados nos pergaminhos do Mar Morto.

    Debate-se se Cesaréia de Filipe era ou não terra de Jerusalém.

  11. lucklucky

    A ocupação da Alemanha – e a sua partição – foi o quê JPT?
    Quando é que acabou? não foi quando se concluiu a desnazificação?

    Então que tal o JPT aplicar a bitola Europeia?

    Já agora Angola está ocupada? É um Bantustão?

  12. mg

    Oh camarada Francisco, pergunte lá ao camarada Lucky, que é um absoluto defensor do direito unilateral de secessão dos individuos, se os tais 20% de muçulmanos que vivem em Israel quiserem declarar e agir unilateralmente para secessão dentro do território de Israel, e se o governo de Israel levar até às ultimas consequências para impedir tal acção, que o Lucky considera um “direito absoluto universal” , o Lucky vai virar-se contra o governo do Estado de Israel e defender a divisão territorial para os 20% de muçulmanos, ou mete a viola no saco e muda de convenientemente de “principios” como groucho marx ?

  13. Stalenin

    Já não é a primeira vez que o prezado LUCKLUCKY aqui vem escrever que “foi Marx que escreveu e desejou um mundo sem Judeus”.

    Gostava de lhe pedir se podia fazer o favor de explicar mais detalhadamente essa sua interpretação do texto de Marx. Pode, por favor, elaborar um pouco mais sobre a ideia de “um mundo sem Judeus”? Fico sem perceber se o que está a querer dizer é que Marx era uma espécie de Hitler avant la lettre ou se, simplesmente, não compreendeu o que Marx escreveu (a crer que leu o texto e não apenas um esboço de quinta categoria num site brasileiro).
    Se possível, será que podia também citar aqui alguma passagem que suporte a sua afirmação de que “Marx […] desejou um mundo sem Judeus”?

    Obrigado.

    STALENIN

  14. lucklucky

    MG, não tenho problemas nenhuns. Mas aceita as consequências de uma eventual guerra estilo WW2?
    Agora para si o que pensa de um país para os Curdos, Assírios, Cristão Coptas, Alawitas, ou mesmo os Palestinianos por exemplo pedirem independência da tribo Árabe da Jordânia etc?


    Sim Marx era um Hitler avant la lettre; embora o ódio aos Judeus de Marx não fosse por raça mas por a cultura judia não permitir o poder totalitário socialista que Marx queria na sociedade.
    A cultura Judia que sempre existiu perene, mesmo no meio de outras sociedades e culturas e isso foi visto por Marx como um obstáculo fundamental ao totalitarismo Marxista.
    A visão de sociedade totalitária que Marx tinha não poderia aceitar culturas com esse grau de independência e individualismo… Por isso para Marx o Judeu era um alvo a abater e os argumentos eram os habituais do anti-semitismo: Judeus eram amantes do dinheiro. etc etc…pretextos e causas acessórias. Não porque tinham dinheiro. Mas por causa da independência da sua cultura.

    Por essa razão para Marx o Judaísmo era para destruir porque era uma fonte de poder independente da uniformização e caminho único -por isso totalitário- de Marx.

    No fim quer Hitler quer os herdeiros de Marx dedicaram-se a exterminar os Judeus : seja os racialmente Judeus sejam os culturalmente Judeus.

  15. David

    Grande parte da elite bolchevique era Judaica, que foram financiados pelos Judeus de Wall Street e os Judeus eram os únicos que se podiam movimentar dentro e fora da União Soviética. O comunismo e o judaísmo sempre andaram de braço dado como a própria enciclopédia judaica o admite, afinal os gentios não podem ter propriedade porque não são humanos.
    Mas o judeu age sempre como a vitima, e faz questão de relembrar os goyim dos 6 goriliões do holocausto.
    O judaísmo é uma religião de ódio com praticas barbaras como o Brit milah (principalmento quando seguido pelo Metzizah b’peh) que não deveriam ser aceites numa sociedade civilizada.

  16. lucklucky

    O que é que tem?

    Quando é que a Itália reconheceu a União Soviética? Em 1925.
    Um dos primeiros países Ocidentais a fazê-lo.

    Quem chegou ao Poder em 1925: Benito Mussolini

    Sabes quem foi?

    Sabes que a Regia Marina enviou 3 contra-torpedeiros a visitarem Leninegrado em 1925?

    Sabes que em 1930 3 Submarinos italianos visitaram Batum no Mar Negro – na altura porto da Marinha Soviética?

    Que a Ansaldo(controlada pelo IRI) vendeu navios patrulha à NKVD em 1934.

    ——-
    Agora qual foi a cultura que em vez de obrigar todos a seguirem um único socialismo permitiu vários ou pouco socialismos com os diversos kibbutz?

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