O Feminismo mata mulheres – como homens agora evitam fazer CPR a uma mulher

Women are less likely to receive CPR ‘because people are reluctant to touch their breasts’, study finds (outros: Verge, US News, Elle UK)

Women are less likely than men to receive CPR from a bystander and more likely to die, a new study suggests.

Researchers believe it might be down to a general reluctance to touch a woman’s chest and move clothing out of the way for better access.

Only 39 percent of women suffering cardiac arrest in a public place were given CPR versus 45 percent of men, and men were 23 percent more likely to survive, the study found.

It involved nearly 20,000 cases around the country and is the first to examine gender differences in receiving heart help from the public versus professional responders.

Se virem uma mulher a precisar de CPR na rua, corram… na outra direção. Afinal, hoje simplesmente dar um beijo já pode ser considerado “violação”. Não é só a Bela Adormecida que hoje não seria salva (more) , são mulheres reais. Parabéns feministas.

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5 thoughts on “O Feminismo mata mulheres – como homens agora evitam fazer CPR a uma mulher

  1. Há alguma evidência que isso seja um resultado de feminismo (p.ex., dados comparativos demonstrado que essa relutãncia tem crescido de 1970 para cá)? É que parece-me que tanto o feminismo (via “é assédio”) como o tradicionalismo (via “fica mal”) podem produzir esse resultado.

  2. Realmente não li, porque só achei o abstract – mas no abstract não vejo nada dizendo que esse efeito se tenha tornado mais comum ultimamente, ou que seja mais frequente nas localidades onde o feminismo é mais popular, nem nada do género. O que diz é isto:

    ” From 2011-2015, the ROC registry contained 27,481 SCA events. Excluding pediatric, EMS witnessed, and healthcare facility arrests, 19,331 were analyzed. Mean age was 64±17; 63% were male. B-CPR was administered in 37% events and varied by location. Overall, 35% females and 36% males received B-CPR in the home (p=ns), and 39% females and 45% males received B-CPR in public (p<0.01). In the multivariate regression, among the public, males had increased odds of receiving B-CPR compared to females (OR: 1.23 (95% CI: 1.01-1.49), p=0.03). There was no significant difference in likelihood of receiving B-CPR by gender in the home (OR: 0.94 (95% CI: 0.87-1.01), p=ns). In a multivariate model, B-CPR was significantly associated with survival to discharge (OR: 1.64 (95% CI: 1.49-1.80), p<0.01), and males had a 23% increased odds of survival compared to females (OR: 1.23 (95% CI: 1.12-1.36), p<0.01)."

    Que conclusão se extrai daí sobre uma eventual relação com o feminismo (ou com o próprio "agora" no título do post)? Como digo, a relutância em abrir em blusa de uma mulher e pressionar-lhe o peito pode vir tanto de homens com medo de acusações de assédio, como de "cavalheiros à moda antiga" (aliás, se calhar é mais semelhanças práticas entre feminismo e tradicionalismo do que ambos os lados gostariam de admitir…).

    Mas se o AB me arranjar um link para o estudo mesmo, agradecia (talvez lá dentro tenham informação mais detalhada que permita chegar a uma conclusão – estilo dizerem que a probabilidade de uma mulher receber um CPR é menor em 2015 do que em 2011).

  3. Luís Lavoura

    Se os homens têm relutância em tocar o peito de uma mulher (estranha), o que é que isso tem a ver com feminismo? Nada!!!

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