Antes o paraíso que o inferno fiscal

A minha cróninca no i. Sobre os paraísos, porque o bom agora são os infernos fiscais.

Antes o paraíso que o inferno fiscal

Veio a lume mais uma investigação sobre os paraísos fiscais, revelando uma lista de pessoas muito ricas e famosas que têm dinheiro, ou fizeram investimentos, em empresas offshore. Claro está que a notícia foi dada como sendo um mal a que se tem de pôr termo. Seguindo-se a conclusão mortífera: se não fugissem, pagávamos menos impostos, como se o problema fosse a pouca receita e não a excessiva despesa.

Entretanto, leio estas notícias e pergunto-me: quando é que nos tornámos tão amigos dos cobradores de impostos? Atenção, caro leitor, não vá por aí, não caia na esparrela de me confundir com os que defendem a fuga aos impostos, as fraudes fiscais e os crimes económicos. Nem todas as ligações a offshores são crime ou sequer eticamente reprováveis. Claro que há paraísos fiscais ligados a atividades criminosas, mas ligados a atividades criminosas também estão vários Estados e não é por isso que o conceito de Estado deve ser posto em causa.

Ademais, há Estados falidos porque mal governados. E, porque mal governados, Estados que se tornaram verdadeiros infernos fiscais. Nesses locais, o cidadão tornou-se um suspeito permanente que é preciso fiscalizar por tudo e por nada, a torto e a direito, não vá ele não entregar a dízima, perdão, não pagar o imposto. Até porque o imposto é muito mais alto que a maldita dízima contra a qual essa ideia peregrina que foi a liberdade dos cidadãos se insurgiu e através da qual se estabeleceram os valores que (ainda) regem a nossa sociedade.

E veja-se ainda isto: existem infernos fiscais, como é o caso de Portugal, para os nacionais, que são paraísos fiscais para estrangeiros. Não deixa de ter graça, mas é bastante demonstrativo da forma como se condiciona a informação, que o governo português seja contra as offshores, para onde foge dinheiro que podia ir para o seu bolso, mas já incentive regimes jurídicos para outros cidadãos não pagarem cá impostos.

Porquê, então, tanto barulho? Porque, e esta é fácil, os Estados estão endividados. Portugal é dos piores, mas poucos escapam. Assim, as offshores, que antigamente até eram aceitáveis, tornaram-se um inimigo. Primeiro, porque há nelas muito dinheiro a que é preciso deitar a mão; segundo, porque é preciso um culpado. Falta dinheiro? Claro que a resposta não é a má gestão de maus governos, mas a fuga de capitais. Uma hipocrisia múltipla. Os Estados faliram porque somos mal governados; os ricos vão sempre fugir porque podem; e os remediados, a nova classe média, é que cá ficam presos para pagar a dízima, perdão, para suportar a carga fiscal.

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34 thoughts on “Antes o paraíso que o inferno fiscal

  1. Os estados faliram porque sempre foram governados por representantes dos ” ricos” . Estes não têm patria e a riqueza que acumularam à custa dos povos está segura e tax free nos paraísos fiscais que mandaram os governos criar . Os ” ricos” nunca pagaram os impostos que deviam pagar.

  2. Nem pisam. Saem do Mercedes para a passadeira vermelha e daí para o iate ou avião privado que as levarão aos offshores. E é assim que deve ser. Abaixo os impostos!

  3. “Seguindo-se a conclusão mortífera: se não fugissem, pagávamos menos impostos, como se o problema fosse a pouca receita e não a excessiva despesa.” – no entanto, muitos desses ricos gostam de usufruir os frutos dessa excessiva despesa!

  4. André Miguel

    Imposto é roubo legalizado. O Estado não tem o direito de nos confiscar pela força o benefício do trabalho. Se ninguém tem o direito de interferir na liberdade de alguém, então o Estado devia manter as mãos longe dos nossos bolsos.

  5. André Miguel,

    «Se ninguém tem o direito de interferir na liberdade de alguém, então o Estado devia manter as mãos longe dos nossos bolsos.»

    E como é que o Costa e metade do Pei-Ésse viveria? Eles só têm graus em Carteirismo por Via Legislativa da Universidade de Gamanço do Tejo.

  6. lucklucky

    Os estados faliram porque sempre foram governados por representantes dos ” ricos” .

    As mentiras continuam.
    O Estados falem porque a sua população é composta por muitos Afonsos que querem dinheiro pela violência – ou seja pelos impostos sem objecção de consciência – e quando chegam ao limite dos ditos fazem dívida.
    E os Afonsos vão todos contentes até estoirar, 15% do PIB, 60% do PIB, 90% do PIB, 115% do PIB, 130% do PIB.
    Depois dizem é culpa dos ricos, é culpas dos neo bla bla bla….

    Até é trágico-cómico ver a Democracia durante 40 anos a viver às custas da Ditadura Salazarenta.
    Se a Ditadura Salazarenta gastasse ao mesmo ritmo,vocês que só pensam em dinheiro dos outros tinham sido todos comprados e nem 25 de Abril teria ocorrido.

  7. @ Afonso
    “Não sabia que havia aqui tanto comunista que defende a abolição do estado.”

    Caro Afonso, eu também não sabia que os comunistas defendem a abolição do estado, mas, graças à informação supra que tão generosamente partilhou neste blogue, a minha cultura política melhorou consideravelmente.

    O meu bem-haja e continue a transmitir-nos os seus conhecimentos, o que lhe agredeço penhoradamente.

  8. Caro Dário,

    No estádio supremo do socialismo o estado extingue-se . ” o governo das pessoas dá lugar à administração das coisas ”

    Marx, Engels ou Lenin ….. Um deles

    Sempre ao seu dispor

  9. Caro Afonso,

    O comunismo ou fase suprema do socialismo é inatingível porque utópico. E a tentativa de o alcançar custou 100 milhões de mortos, pelo menos, pois há historiadores que apresentam cifras maiores. É muito morto em nome de uma fantasia (sangrenta).

  10. Mais ainda, na prática, os comunistas construiram estados totalitários. A utopia nunca passou do papel em que foi escrita e de boas intenções está o inferno cheio.

  11. Halifax

    Nem percam tempo com este Afonso, é mais um a soldo que anda pelos blogues e sites sempre com a mesma cartilha. São fáceis de identificar porque respondem sempre os mesmos pontos . Quase que podia ter uma conversa comigo mesmo e adivinhar o que ia responder.

  12. Afonso,

    Não seja chico-esperto, o capitalismo não fez mortos nenhuns. Capitalismo é palavra inventada pelo socialista marxista Werner Sombart num artigo que escreveu em 1906, nem Marx a usou em O Capital.

    O “capitalismo” que refere é a economia de mercado que produz tudo aquilo que você consome, comida, roupas, habitação e inúmeros serviços. E a economia de mercado baseia-se na liberdade dos agentes económicos prosseguirem os seus fins, desde que não prejudiquem terceiros e não na imposição de directivas autoritárias por planificadores centrais comunistas em nome da realização de uma utopia.

    O “capitalismo” não escraviza as pessoas como o socialismo pois NÃO é um sistema económico dirigido centralmente em nome de uma racionalidade tecnocrática. Se há sistema económico “anárquico” é a economia de mercado, assente na liberdade de acção estabelecida e garantida pelas regras de actuação dos agentes económicos criadas pela lei.

    E não me venha dizer que se trata de “lei burguesa” porque isso é polilogismo marxista, um truque retórico de Marx, segundo o qual cada classe social – e ele entendia-as como entidades estáticas, à boa maneria vitoriana, e não como hoje as entendemos, como classes sócio-económicas, havendo, em princípio, mobilidade social ou entre classes – tem uma lógica própria, pelo que o proletariado não se pode libertar da dominação burguesa sem a ajuda da “vanguarda” esclarecida, isto é, dos comunistas.

    Cantigas, ó Ana, cantadas por Ti Rita à Maria, eis o que é o todo o socialismo, independentemente das denominações.

  13. André Miguel

    O Afonso morde a mão que o alimenta e veste, porque é fácil ser comunista num país capitalista, fosse ele para Cuba e a conversa era outra.
    Mas tem razão quando diz que o estado supremo do socialismo é o fim do Estado, Ayn Rand explicou muito bem como e porquê. A Venezuela tá quase o exemplo acabado disso mesmo.

  14. Dário,

    Reformulo a pergunta . Já contabilizou os milhões mortos que a economia de mercado produziu ao longo da história ?

    “O ” capitalismo” não escraviza as pessoas ….” Considera então que os USA não eram na altura da escravatura uma economia de mercado para usar a sua “linguagem do império” ? E não vale a pena mais considerandos

  15. Aónio Lourenço

    Muito dos milionários ficaram-no à custa da má gestão dos estados: juros das dívidas soberanas.

  16. Mario Figueiredo

    “Já contabilizou os milhões mortos que a economia de mercado produziu ao longo da história”

    Nenhum que esteja registado e seja do consenso mais ou menos generalizado entre historiadores de todo o mundo, e que possa depois ser usado como argumento bem fundamentado.

    Mas, já no Comunismo foram. números redondos, 70 milhões somente entre os três grandes, Stalin, Mao e Pol Pot. Depois mais uns 30 milhões praticados noutros regimes comunistas, principalmente na Europa de Leste, mas notáveis também os casos históricos da Etiópia, Coreia do Norte, e Vietnam. Todos estes casos beneficiando de um consenso alargado entre historiadores de todo o mundo.

    Portanto pode continuar a tentar usar esse argumento de que o Capitalismo matou muita gente. Não convence ninguém a não ser os próprios comunas assassinos ou comunas branqueadores da história. Mas ao menos em regimes capitalistas você não será preso, deportado ou morto e atirado para uma vala comum pelas suas afirmações anti-capitalistas.

  17. Mario Figueiredo

    Os videos do youtube. É mesmo aí que toda a gente vai à procura de responsabilidades históricas. Logo no shot acima se vê a qualidade histórica da informação apresentada. Gosto particularmente da referência ao tráfico de escravos e a atribuição das culpas ao capitalismo, pelas acções do islamismo político na Indonésia.

    São tão bons estes comunistas que até branqueam quem os matou aos milhares para atacarem o tal de Capitalismo.

  18. Aónio Lourenço

    @Mario, sendo eu um anti-comunista por ser um regime tirânico, sou sempre avesso a essa contabilidade de merceeiro, mais propagandista do que propriamente factual e racional.

    O tabaco, altamente propagandeado por uma sociedade mercantil e capitalista, onde o lucro está à frente da saúde das pessoas, onde a publicidade e o marketing são chave d’ouro para o sucesso do produto, matou apenas no século XX cem milhões de pessoas. Dir-me-á que ninguém foi obrigado a fumar. Dir-lhe-ei que numa visão macro, isso é um falso argumento, visto que comparamos tipos de regime e as suas consequências para as populações. E falei apenas do tabaco! O automóvel mata por ano 1,3 milhões de pessoas. A poluição do ar e as alterações climáticas valores da mesma ordem de grandeza. E sim, grande parte dessas consequências são devido ao facto de vivermos numa sociedade capitalista, onde o lucro está à frente dos interesses do planeta e da saúde das pessoas.

  19. «E sim, grande parte dessas consequências são devido ao facto de vivermos numa sociedade capitalista, onde o lucro está à frente dos interesses do planeta e da saúde das pessoas.»

    Sim, porque na China o ambiente é pristino e o ar completamente límpido. E a água dos rios, então… cristalina.

    Viva a sociedade capitalista. Quando as pessoas têm dinheiro no bolso, começam a interessar-se por ambiente e por qualidade de vida. Sendo do interesse de uma grande parte dos indivíduos, o ambiente realmente melhora. Pessoas com fome não se preocupam com o lixo na rua.

    Eis a consequência ambiental do comunismo.

    Apenas quem nunca viveu em África, na China ou na Índia pode glosar os males supostos da economia de mercado e da liberdade de oportunidades.

  20. Mario Figueiredo

    O tal de “Capitalismo” para esta gente é tudo o que não seja eles. O que é uma péssima maneira de definir o que quer que seja. Portanto com gente assim, o capitalismo é também a China moderna e a Rússia moderna, e, claro, o António Costa onde não obstante já vão no terceiro orçamento de estado capitalista aprovado com os seus votos. Com gente assim só dá para rir.

    Depois temos o outro estilo de comunista. Os envergonhados. Aqueles que, como exemplificado acima pela excelência da intervenção do Aónio, dizem não ser comunistas mas depois mandam umas postas de pescada que nem ao comunista lembra. Do género o tabaco é uma invenção do capitalismo as mortes por tabaco devem-se ao capitalismo.

    A estupidez graça na nossa sociedade, isso sabemos todos. Nos queixamos disso mesmo todos os dias. Mas é sempre bom ver com os nossos próprios olhos que não se trata de invenção. Que realmente existe gente assim e que são infelizmente a maioria do país.

  21. Aónio Lourenço

    Na China e na Índia funcionam economias de mercado. O Mário usa a técnica de muitos comunistas: racionalidade zero e comentários ad hominem.

  22. Mario Figueiredo

    Você anda a saltitar por aqui sem pouso ou poleiro. Por isso perdoo-lhe por não saber. Mas um dos seus excelsos colegas comunistas que consigo trolam o Insurgente, ainda à dois ou três dias definiu economias de mercado como sendo capitalismo. Portanto vá lá acusar de falta de racionalidade o raio que lhe parta, ó alérgico ao fumo de tabaco capitalista.

    Quanto ao ad hominem, eu não sigo os mesmos preceitos dos hipersensíveis copinhos de leite socialistas de género indiferenciado e a partilharem as suas casas com uma família de refugiados. Eu reclamo o meu direito a ofender. E a ofender muito! Só procuro não ser boçal porque não gosto. Mas sabendo que os meninos da mamã reclama independentemente do tipo de alteração climática , estou preparado para de imediato ignorar qualquer tentativa de me acusarem de boçalidade.

    Portanto em bom português comunista, toma lá um manguito!

  23. Aónio Lourenço

    “Em bom Português” escrever-se-ia “ainda dois ou três dias”! Mas já vi que prefere o debate das ruas ao debate da Razão. Junte-se à CGTP!

  24. Mario Figueiredo

    “Mas já vi que prefere o debate das ruas ao debate da Razão”

    Debate da Razão com avençados que dizem que o tabaco capitalista mata milhões? Debate da Razão com avençados que exigem que se discuta as alterações climáticas quando se lamentam 107 mortos por negligência do governo? Você se enxerga, ou a sua ignorância já atingiu o nível da comédia?

    Com tipos como você não há lugar para a Razão. Vocês já perderam a razão à muito tempo, tanto a razão como fonte de raciocínio, como a razão como fonte de verdade. Vocês vivem a vossa alegoria da caverna, propositadamente ignorantes do mundo à vossa volta e do mal que criam e as vidas que destroem. Aqueles que constantemente vocês lançam na pobreza, os que obrigam a imigrar e afastarem-se das suas famílias, as injustiças sociais que vocês criam, o sofrimento que causam pelo mundo enquanto se banham na corrupção mais abjecta. E os piores de todos, aqueles que como você defendem tudo isto em nome de uma ideologia partidária que nem sequer entendem e se recusam a aceitar que à muito que foi corrompida e não mais representa quem se diz seu campeão.

    Não à razão para si nem para os seus, camarada Aónio. É a si e aos seus que tenho a agradecer me ver obrigar a emigrar pela segunda vez e me afastar da minha família. De hoje não conseguir ter uma conversa com a minha filha mais velha porque ela mal me vê como pai. De ter deitado muita lágrima e até sangue quando à 7 anos atrás vocês me tiraram tudo o que tanto lutei para conquistar.

    E ver você, meu grande canalha, defender esta gente, me mete nojo. Defender presidentes da assembleia da república que se estão a cagar para o segredo de justiça, ministros que roubam microfones, toda uma corte que atirou este pais para o fundo do poço e a mim para fora do país. Estás muito enganado, meu grandecabrão, se pensas que eu quero ter algum tipo de discurso racional contigo. Sabes sabe lá o que isso é, bandalho. Nem percebes que a moralidade que pensas ser o teu poleiro é na realidade a mais abjecta imoralidade onde chafurdas. O Porco que se tornou senhor da quinta. Tu e aqueles que representas.

  25. Mario Figueiredo

    É como disse, e muito bem, alguém antes de mim: É fácil ser socialista no capitalismo. Vocês não têm o mínimo entendimento dos princípios e valores que dizem defender. Tão cegos que estão pelo vocabulário ideológico, já nem conseguem distinguir o bem do mal e se desprenderem o tempo suficiente para perceber o quão corrompido todo o vosso ecossistema se tornou. Todo ele poluído por gente menor, sem qualquer capacidade moral, ética ou intelectual para assumirem um papel de liderança numa sociedade. E é por isso que até temos presidentes de assembleia da república, o 2º mais elevado cargo da nação, que se estão a cagar para o segredo de justiça.

    Vocês nem se apercebem que representam hoje o ideário do Mal para cada vez mais gente, que se vai acumulando ao número dos que vocês provocaram sofrimento. Muito menos conseguem ter um entendimento do mundo à vossa volta em que os valores que dizem defender não são de todo vosso exclusivo. Muito antes pelo contrário. Mas mesmo assim fabricam causas (ambiente, refugiados, género), para esconder de vocês próprios o monstro feio em que se tornaram. Causas que nem sequer entendem e são inteiramente incapazes de discutir aprofundadamente. Mas isso não os impede. Porque sempre é melhor pintarem a cara do que se olharem no espelho da verdade e da moralidade.

    Não. Não há qualquer espaço para a Razão com vocês. Apenas lugar para a Luta. Aquela Luta que vocês dizem ser só vossa e feita nas ruas, é hoje a luta de um outro tipo de monstro que vocês estão a ajudar a criar e que está a começar devagar a mostrar a sua cara. Nós.

  26. Aónio Lourenço

    Deixa lá o miserabilismo lusitano e faça-se Homem. Camões também emigrou e é herói nacional. Também sou emigrante e não me queixo do fatalismo. Foi graças ao vígaro do Sócrates que saí do país e hoje estou mutíssimo melhor. Abandone também os seus anátemas dicotómicos pois o mundo não se divide entre capitalismo e comunismo. Entre 8 e 80 há 71 números!

  27. REenato

    Comunistas são mesmo mentirosos doentios e psicopatas. Cigarro… bebida…poluição, são males “capiltalistas”. Os cigarros russos sem filtro não matavam ninguém, os russos não bebiam até morres, a água e o ar eram limpos,, e chernobil nunca existiu,
    E para que tanto disparate, tanta loucura? Para querer dizer que, visto que, visto que morriam pessoas nos países “capitalistas” (entendidos como qualquer regime que não fosse marxista) e visto que não havia mortes e sofrimento decorrentes de poluição, cigarros, etc nos países marxistas (Oh! insanidade!!!) os governos marxistas estavam moralmente justificados em prender, torturar, matar quem quisesse. E isso é “discussão racional”!!!

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