Grande PCP

PCP contra taxa do sal:

Jeronimo felizO PCP está contra a taxa sobre os alimentos com elevado teor de sal.

A deputada comunista Paula Sá diz ao Jornal de Negócios que “o PCP não acompanha a posição do governo”, porque a solução passa pela prevenção e “não deve ser pela via fiscal”.

A proposta incluída no Orçamento do Estado para o próximo ano incide sobre produtos como bolachas, batatas fritas ou biscoitos que tenham mais de dez gramas de sal por um quilo de produto.

Finalmente, uma proposta do PCP para o OE2017 com a qual concordo a 100%, carago!

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19 thoughts on “Grande PCP

  1. AB

    Não tem nada a ver com António Costa ter cometido o deslize de dizer que o PS e o BE ainda não têm a maioria absoluta.

  2. Ricardo,

    Não sei se chegou a notar o gradiente alto da palavra «prevenção». Eles previnem a ingestão excessiva de alimentos através de 1) acabar com a existência de alimentos e 2) colocar em campos de trabalho colónias de emagrecimento toda a gente que, por caturrice contra-revolucionária, persistir nesse hábito taralhoco que é procurar alimentar-se.

  3. Mario Figueiredo

    Francisco,

    Até porque de outra forma seria impossível perceber a palavra “prevenção”. Se os alimentos ditos saudáveis são geralmente mais caros, necessariamente não poderá nunca existir um modelo de saúde preventiva que sirva para um aumento do seu consumo. Ainda para mais num país onde a esmagadora maioria da população é pobre ou está no seu limiar.

    A grande ironia é que até para contrariar o governo que apoia explicitamente através do seu voto no parlamento, o PCP dá um tiro ao lado. Não lhe passou pela cabeça, sei lá, que baixar os impostos de alimentos saudáveis seria a forma de realmente começar a combater o problema da má alimentação.

    (nota: se é que esse problema existe ou tem uma dimensão merecedora de decisões legislativas ou fiscais. A verdade é que tudo isto se trata de fazer crer que existe um problema generalizado onde ele não existe, apenas para recolher uma nova fatia em impostos. E o PCP não vale a pena vir para aqui dar berro na rua enquanto assina por baixo dentro da sala).

  4. Vamos às realidades:
    Há mais de meio século que se iniciou o estudo do efeito das Gorduras e do Sal (Cloreto de Sódio) na saúde humana. Em Framingham, Massachusetts. Em voluntariado, metade das pessoas comeriam o seu habitual enquanto que a outra metade comeria alimentos comprados em lojas criadas para o efeito (comida com pouca gordura saturada e com pouco sal). Este estudo ainda prosegue com os netos e bisnetos dos ‘pioneiros’.

    Comparou-se quem comia gorduras saturadas (origem animal; sólidas à temperatura ambiente) com quem comia as insaturadas (origem animal; fluidas à temperatura ambiente). Nos primeiros anos notou-se que havia baixa do colesterol (o ‘mau’) e um risco menor de enfarto em quem comia das insaturadas.
    Nos 20 anos seguintes, além de pouco sal, passou-se a usar as gorduras insaturadas.

    Há dados incontornáveis sobre a alimentação, a obesidade e o envelhecimento arterial (tromboses, enfartos, etc). Desde 1945 e até uns 15 anos depois, as estatísticas nacionais dos países que sofreram a IIGGM mostravam uma notável redução na incidência e na mortalidade das doenças cardio-vasculares. España também passou fome (tivera uma guerra civil até às vésperas da IIGGM. Em Portugal não houve nudanças.

    Os estudos sobre o sal aconselharam a sua redução porque as crianças habituadas a ‘pouco sal’ viriam a ter menos hipertensão arterial e doenças das artérias depois dos 40 anos. Conclusão esta vinda pelos anos 1980.

    Sabemos que as gentes sub-saarianas trocavam pedras preciosas e ouro por sal. Não sabiam fazer salinas e, durante séculos estiveram ‘nas mãos’ dos árabes que exploravam e guardavam minas de sal-gema naquela zona. Os negros transpiram muito com o calor e, por este, perde-se sal. Depois, estiveram nas nossas mãos; levávamos caravelas cheias de sal para eles.

    Desde o século XX que se conhece que o sal é fundamental para uma pressão arterial normal e para manter os rins a funcionar normalmente. E em casos de doença, as decisões pertencem a quem sabe.

    O Prof. Fernando de Pádua teve um papel importante, pela TV, para ‘educar’ o povo a comer com menos sal. E, desde os padeiros, passou-se a fazer comida com menos sal.

    Há uns — ¿15? — anos a redução do sal veio por Lei. Muita gente assistiu a pequenos almoços no ‘café’ — galão e sandes mista. O povo abria a sandes e polvilhava as duas partes interiores com sal; fechava e comia com o galão. Quanto mais leis, mais corrupta a república, escreveu Cornelius Tacitus.
    Ou: “A lei é ordem; e uma boa lei é uma boa ordem”, de Aristóteles.

    Já chega…
    O resto é politiquice

  5. Mario Figueiredo

    Caro PITA,

    O facto de sal, gorduras e açúcar causarem problemas de saúde é inquestionável e um dado cientifico. Ninguém no seu perfeito juízo questiona isso.

    O que está em causa aqui é a dimensão da acção governativa sobre um problema que o Governo não quer demonstrar que realmente existe em Portugal.

    Por outras palavras, responda o PITA a esta pergunta: estamos como nação realmente tão afectados por maus hábitos alimentares que se justifica uma acção do estado? E porquê sobre a forma de impostos? Tanto mais que mesmo com o imposto adicional estes alimentos ditos Maus, vão continuar mais baratos que os ditos Bons. Num país em que o nível de esperança de vida não para de aumentar, como justificar que existe um problema alimentar grave e quais são os dados cientificos que sustentam tal tese?

    Mas PITA, atenção! Exijo de si na resposta o mesmo pendor cientifico com que decidiu pontuar a sua intervenção. Não me venha para aqui com argumentos de banha da cobra. Para isso basta o governo em funções.

  6. PITA,

    Prega ao coro.

    O problema aqui não é não acreditarmos que o sal e as gorduras saturadas têm efeitos nocivos. É acreditarmos que o indivíduo deve ser soberano nas escolhas que faz sobre aquilo que come, desde que conheça os riscos inerentes a cada curso que decida tomar.

    Os vermilhóides detestam que o Francisco Colaço e o PITA tenham capacidade de escolher. Eu adoro a capacidade de escolher. E escolherei o melhor para mim, ou o pior, vivendo em cada um dos casos com as consequências das minhas escolhas.

    Comunistas, já nem na Rússia. O Vladimir Putin já inaugurou o Muro da Dor, com pedras das diferentes colónias penais da GULAG. Só mesmo em Portugal é que podem falar e ser levados a sério pela pasquinice merdiática.

  7. A chamada livre escolha é muito boa , mas tem um problema . Depende do dinheiro que eu tiver no bolso . Se tiver 20 euros posso ir de táxi para casa . Se tiver 5 euros tenho de ir de metro.

  8. Este ainda é mais mentiroso do que Lenine. Apre!

    Tão depressa abriu a boca contra as comissões de conta da Caixa G Depósitos como tão depressa a fechou.Tão credível como uma pedra de gelo ao sol.

  9. Holonist

    Mario, a gordura faz o que? Antes de exigir coerencia e dados aos outros convinha nao dizer asneira ( basta olhar para o desastre que as gorduras deviam ser substituidas por hidratos seguidos do desastre com a crise de obesidade em finais de 80s)

  10. pita

    Ora ainda bem que (Mario Figueiredo e Francisco Miguel Colaço) estamos de acordo.
    Uma pessoa não deve escrever um tratado nuns comentários. Não há algum problema alimentar em Portugal. Aqui e noutros locais sempre haverá alarves ou doidos. Para mim, o SN de Saúde deveria chamar-se SN de Doença. Só quem está doente e, acima de tudo se for o sustentáculo duma Família, precisa de TODO o apoio.
    O tal é desnecessário para o fumador que vai morrer de cancro (pode ser do pulmão); então até pode, se quiser, continuar a fumar até deixar a Vida.

    Nicolás Gómez Dávila: A liberdade é o direito a ser diferente; e a igualdade é a proibição de o ser.

    É patetice rotular os maços de tabaco. A Philip Morris paga bem ao estado e já antes da IIGGM sabia que tabaco ‘fazia’ cancro.

    Quando escrevi, creio que lá deixei que quando um governo quer melhorar a saúde com leis e impostos é um pulha, um gatuno. Nada justfica uma acção estatal — porque as pesoas têm que ser livres: Para a vida, para o proveito que dela fazem, para a doença e para escolher a funerária.

    A ‘esperança’ de vida tem aumentado pelas simples acções de Saúde Pública tomadas no início do Século XiX (não foram da autoria do cão de água).
    Ruas largas (o bacilo da tuberculose, num escarro, morre com um banho de sol), águas tratadas (não é só aquedutos), esgotos (acabou-se o ‘lá vai água’; o sr costa resolveu acabar com a manutenção dos esgotos em Lisboa e, daí, as cheias). Muito menos importantes foram os antibióticos. Muito mais as vacinas.
    Trabalho pensado em muitos, entre os quais realço Ricardo Jorge e Curry Cabral, que levaram a Saúde Pública a sério.

    E, para terminar, por hoje, Ana Catarina lembra-me a definição de ‘ bom português’ nos anos 1950-60, aprendida com os colegas de Campo de Ourique (Pedro Nunes); aquele que bebe uma garrafa de tinto às refeições, é do benfica e dá porrada na mulher.

    Até sempre.

  11. Mario Figueiredo

    Este blog está a ser invadido por esta canalhada da esquerda e seus afiançados de polegar esticado no ar.

    Agora até temos este caramelo a dizer que o imposto é porque o estado está a preocupado com a nossa saúde. Isto está bonito, está. Qualquer esperança na obediência às mais básicas regras da dialéctica é para esquecer com estes nhurros.

  12. O maior problema dos comunas e da esquerdalhada em Portugal não é a agenda económica, pois nessa parte já meteram a viola no saco e até o PCP hoje viabiliza orçamentos onde o objectivo principal é respeitar o DÉFICE.
    O maior problema é a falta de t…..para terem uma politica de justiça que persiga a corrupção e trate da saúde à criminalidade. Agressão que o país hoje viu que ocorreu em Coimbra, é o sinal claro da impunidade que vigora num sistema de justiça tutelado pela esquerdalhada.
    Importa não esquecer que foi esta mesma esquerdalhada que aprovou a legalização de imigrantes cadastrados violentos, tornando este um paraíso para criminosos

  13. De novo, vamos às realidades:

    Há mais de meio século que se iniciou o primeiro estudo do efeito das Gorduras e do Sal (Cloreto de Sódio) na saúde humana. Em Framingham, Massachusetts. Em voluntariado, metade das pessoas comeriam o seu habitual, enquanto que a outra metade comeria alimentos comprados em lojas criadas para o efeito (comida com pouca gordura saturada e com pouco sal). Este estudo ainda prosegue, com ideias adicionais, nos netos e bisnetos dos ‘pioneiros’.

    Simplificando, há dois tipos de gorduras na nossa alimentação: as ‘saturadas’ (quase todas de origem animal e sólidas à temperatura ambiente) e as ‘insaturadas’ (quase todas de origem vegetal e fluidas à temperatura ambiente).
    As gorduras dos animais polares têm de ser, predominantemante, insaturadas; senão, eles não se poderiam mover envolvidos em gorduras sólidas. Por isso, os Esquimós (que comem gorduras dos animais polares) têm pouca aterosclerose.

    Comparou-se, clínica e laboratorialmente, quem comia gorduras saturadas com quem comia gorduras insaturadas. Nos primeiros anos notou-se que havia redução do colesterol total. Uns 20 anos depois, descobriu-se que havia vários tipos de tranporte de colesterol no sangur (como gordura, é insolúvel na água). Havia descida dos diversos tipos de colesterol, e o ‘mau’ (o nas LDL) reduzia-se mais; e que passava a haver menor risco de enfarto em pessoas que comiam mais gorduras insaturadas.

    Há dados incontornáveis sobre a alimentação, a obesidade e o envelhecimento arterial (tromboses, enfartos, etc): a Aterosclerose. A seguir à IIGGM, durante uns 15 anos as estatísticas nacionais dos países que sofreram a IIGGM mostraram uma notável redução na incidência e na mortalidade nas doenças cardio-vasculares. España também passou fome (tivera uma guerra civil até às vésperas da IIGGM. Em Portugal não houve mudanças.
    Nos países pobres não há Aterosclerose. Aí só nos ricos e gordos.
    Nos 20 anos seguintes, aconselhou-se a que para além de pouco sal, se preferisse as gorduras insaturadas.

    Os estudos sobre o sal aconselharam firmemente a sua redução quando se confirmou (pelos anos 1980) que as crianças habituadas a ‘pouco sal’ viriam, depois dos 40 anos, a ter menos hipertensão arterial e doenças das artérias.
    Sabemos que as gentes sub-saarianas, pelo sal negociavam pedras preciosas e ouro. Não sabiam fazer salinas e, durante séculos estiveram ‘nas mãos’ dos árabes que exploravam (e guardavam) as minas de sal-gema naquela zona. As pessoas transpiram muito com o calor tropical e pelo suor perde-se sal. Com sal insuficiente não haverá pressão arterial eficaz, nem sequir para correr, para fugir. Depois, estiveram nas ‘nossas mãos’; levávamos caravelas cheias de sal para eles, após termos eliminado os árabes do negócio.

    Desde o século XX que se conhece que o sal é fundamental para uma pressão arterial normal e para manter os rins a funcionar normalmente. Mas em casos de doença, as decisões serão diferentes e pertencem a quem sabe.

    O Prof. Fernando de Pádua teve um papel importante, pela TV, para ‘educar’ o povo a comer com menos sal e com menos açúcar; Dona Maria de Lurdes Modesto ajudou muito (trabalhava para a Becel). E, desde os padeiros, passou-se a fazer comida com menos sal. Passando a haver engenhos de refrigeração, reduziu-se o sal como conservante (peixe, enchidos, conservas, etc).

    Há uns (15-20) anos a redução do sal na massa do pão, foi determinada por Lei. Na altura, muita gente assistiu a pequenos almoços tomados no ‘café’ — galão e ‘sandes’ mista. O povo abria a ‘sandes’ e polvilhava os interiores da metades com sal; fechava a ‘sandes’ e comia-a, acompanhada pelo galão (em geral com dois pacote de açúcar).

    “Quanto mais leis, mais corrupta a república”, escreveu Cornelius Tacitus.
    Ou:
    “A lei é ordem; e uma boa lei é uma boa ordem”, de Aristóteles.

    Já chega…
    _________________________________________________________________

    Ora ainda bem que (Mario Figueiredo e Francisco Miguel Colaço) estamos de acordo.
    Uma pessoa não deve escrever um tratado nuns comentários. Não há problema alimentar algum em Portugal. Aqui, e noutros locais, sempre haverá alarves ou doidos. Para mim, o SN de Saúde deveria chamar-se SN de Doença. Só quem está doente e, acima de tudo se for o sustentáculo duma Família, precisa de TODO o apoio.
    O apoio económico é desnecessário (em alguns países avançados) para o fumador que vai morrer de cancro (pode ser do pulmão); então até pode, se quiser, continuar a fumar até morrer.

    Nicolás Gómez Dávila: A liberdade é o direito a ser diferente; e a igualdade é a proibição de o ser.

    É patetice rotular os maços de tabaco.
    A Philip Morris paga bem aos governos; já antes da IIGGM a sua Direcção sabia que o tabaco ‘fazia’ cancro. O negócio domina as gentes, mesmo sendo criminoso.

    Vejam a carta que esta empresa mandou para a República Checa, dizendo que com a morte precoce dos fumadores, o governo poupava em tratamentos.
    • The Wall Street Journal.
    Em: https://www.wsj.com/articles/SB995230746855683470
    “Philip Morris Cos. officials in the Czech Republic have been distributing an economic analysis concluding that cigarette consumption isn’t a drag on the country’s budget, in part because smokers’ early deaths help offset medical expenses.”
    • British Medical Journal, 2001 Jul 21; 323(7305): 126.
    Em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1120774/
    “Officials in the Czech Republic have been given an analysis, commissioned by the cigarette manufacturer, which suggests that the economic benefits of smoking to the country far outweigh the harmful effects. Rather than being a drain on healthcare resources, smoking actually saves the country more than £100m ($140m) a year because of the premature death of smokers, concluded the Massachusetts based consulting firm Arthur D Little International, which carried out the analysis.”

    Quando escrevi, creio que lá deixei a noção de que, quando um governo quer melhorar a saúde com leis e impostos, não é mais do que um bando de facínoras, de gatunos. Nada justifica uma acção estatal — porque as pessoas têm que ser livres: Para a vida, para o proveito que dela fazem, para a doença e para escolher a funerária.

    A ‘esperança’ de vida tem aumentado pelas simples acções da Saúde Pública tomadas no início do Século XIX (não foram da autoria do cão de água).
    Ruas largas (o bacilo da tuberculose, num escarro, morre com um banho de sol), águas tratadas com germicidas (aquedutos só transportam água), redes de esgotos (acabou-se o ‘lá vai água’; o sr costa resolveu acabar com a equipa de manutenção dos esgotos em Lisboa e, daí, as cheias).
    Muito menos importantes foram os antibióticos e muitas sínteses moleculares. A maioria dos fármacos correntes são variações sintéticas de moléculas que existem na Natureza. Muito mais importância têm tido as vacinas e os soros contra tétano, ofídios, etc.
    Trabalho pensado em muitos, entre os quais realço, em Portugal, Ricardo Jorge e Curry Cabral, que levaram a Saúde Pública a sério.

    E, para terminar, por hoje, Ana Catarina lembra-me a definição do ‘ bom português’ nos anos 1950-60, aprendida com os meus colegas de Campo de Ourique (Pedro Nunes); é aquele que bebe uma garrafa de tinto às refeições, é do benfica e dá porrada na mulher.

    Até sempre.

  14. Caro carapeto,
    Independentemente de isso tudo ser verdade, a questão é:
    Tenho Liberdade de fazer o que eu quiser ou não?

    É que ou vivemos numa sociedade livre, ou vivemos numa sociedade onde todos os aspectos da nossa vida devem ser controlados pelos “especialistas” – e isso tem inúmeras consequências no dia a dia e proibirem-me ou encarecerem o sal até será o menor dos meus problemas…

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