José Manuel Moura sobre Pedrógão

No Expresso desta semana:
Pedrogão - José Manuel Moura

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12 thoughts on “José Manuel Moura sobre Pedrógão

  1. 1,2,3…44, ANTES e ALÉM
    A parte mais cómica começou muito antes, mas não deixa de ser marcante o momento em que um país deixa subir ao segundo cargo da república um gajo que se está cag@ndo para ela.
    Tão fácil como ter um presidente pirralho que não sai do recreio da primária a brincar às escondidas.
    Não bebe um leite qualquer mas engole mesmo engasgado o mais turvo e falsificado governo.
    Antes, agora como depois, presente envenenado de longa duração. Quando cheirou que também estava a arder veio à rua refrescar o penteado, protagonizando ensaio tão hipócrita que faria corar de vergonha o mais seco dos eucaliptos.
    Armadilhados estamos por dois especialistas credenciados, o do choque e o chocado.
    Resta a duvida se serão gémeos inseparáveis (mal colados), ou se mais que inimigos são (bem colados) irmãos manhosos.
    Melhor dito, dois presentes envenenados.
    Com gente que Costa escolheu e apadrinhou, pertencente ao seu bornal de fieis incondicionais.
    O pastor continua a não ser responsabilizado por um rebanho que andou a obedecer ao seu assobiar.
    Martelo demolidor à obra quando o que faz falta é a remoção de escombros de abafada implosão.
    Em sonâmbulo levanta e deita até houve um largo momento em que Marcelo se deu ao desplante de mandar calar os críticos madrugadores.
    Marcelo ainda não reparou?
    Ou será que a exemplo da tragédia dos incêndios só vai acordar quando já toda a gente viu?
    Isto é um assalto Sr. Presidente, em vez de mãos ao ar murro na mesa.
    “Voluntários não são amadores”, alguém disse com todas as letras. o que pode ser entendido como recado a todos os profissionais incompetentes da politica.
    Os que tem andado a regar o lamaçal são pelo menos tão culpados.

  2. Tiro ao Alvo

    Hoje não é possível testar a afirmação do técnico José Moura, de que seria possível controlar o fogo em Pedrogão, se houvesse uma intervenção correcta durante as primeiras três horas; O que é possível constatar é que o primeiro responsável da protecção civil (leia-se protecção dos civis), no conselho de Pedrogão, é o seu presidente da Câmara que, ao que agora se sabe, pouco ou nada fez nesse período de tempo, que, todavia, foi aproveitado por ele para fazer campanha eleitoral com vista à sua reeleição, desta feita em representação do PS e não do PSD, Partido que abandonou sem dar grandes explicações.
    Será que o senhor presidente Valdemar Alves sentirá alguns remorsos? Ou será que se considera isento de culpas pela morte dos seus munícipes e dos outros, não sentindo, por isso, qualquer peso na consciência?
    O sorriso com que constantemente se apresenta, parece confirmar a segunda hipótese.

  3. JP-A

    “Jorge Gomes terá tido forte interferência na escolha dos comandantes distritais, cuja equipa foi nomeada quase na totalidade dois meses antes do incêndio de Pedrógão. Muitos têm ligações ao Partido Socialista e pouca prática no combate a incêndios de grandes dimensões.”
    (SOL)

    Se isto não é nepotismo, parece.

  4. JP-A

    “A somar ao travão dos vários pedidos de reforço de meios, não foram poucas as vezes que, segundo comandantes da Proteção Civil, o ex-secretário de Estado interferiu na ação daquela entidade durante o combate às chamas. Vários comandantes da Proteção Civil ouvidos pelo SOL dizem que o ex-secretário de Estado fez uma «politização em toda a estrutura operacional», como foi o caso da escolha de 20 dos 36 comandantes distritais três meses antes da fase Charlie e que «condicionou a atividade» da ANPC.”
    (SOL)

  5. JP-A

    “Muitos têm ligações… ao PS. É o caso do segundo comandante distrital de Leiria, Mário Cerol, que é licenciado em Direito e, segundo o seu despacho de nomeação, a «experiência mais relevante», foi ter sido advogado e comandante dos bombeiros de Alcobaça. Cerol – que durante horas assumiu o combate às chamas de Pedrógão sem experiência de fogos florestais de grande dimensão – foi mandatário do PS à Câmara de Alcobaça, em 2009.”
    (SOL)

    Rebobine-se agora para a pergunta do CDS ao PM no parlamento à data dos eventos de Pedrógão Grande sobre quem comandava as operações, e as respostas do PM, sempre muito esclarecidas e esclarecedoras.

    Mais dívida record.
    Mais farmácias.
    Mais hospitais.
    Mais 2600 mortos em lista de espera.

  6. Mario Figueiredo

    E as contratações dos ditos “boys” são aliás feitas sob contractos de trabalho favoráveis. É o que permite, por exemplo, que em tempos de governação à direita se faça oposição interna via os próprios organismos do estado. Não se trata apenas de dar emprego aos “nossos camaradas”. Trata-se também de os pôr a trabalhar quando for preciso criticar a acção governativa do outro.

    2/3 de governação socialista desde o 25 de Abril, é o que dá. A constante venezuelização de um país, que nenhum socialista consegue resistir for força da sua própria ideologia.

  7. Jorge Gomes e um apaniguado do Armando vara. Estavam a espera de quê ? Que fosse competente? Estes gajos são uns jagunços que a laia de um equivalente aos 2,9 do tempo do 44 se vão perpetuando no poder. A fatura desta situação já deve estar no correio e será certamente paga pelos mesmos, agora 110 mortos nos incêndios é que eram dispensáveis.

  8. Pingback: Bombeiros exigem comando próprio – O Insurgente

  9. Fernando Noronha

    Ainda nos lembramos do Caramulo em 2013… Era José Moura o comandante nacional. Mas parece que ele já se esqueceu.

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