Pergunta (sobre os Incêndios)

fogo131Com o número de vítimas do pior dia de incêndios do ano a subir novamente (para 45) tanto tempo depois dos incêndios, o que acham do total de Pedrógão ter ficado politicamente definitivamente fechado 2 dias depois da tragédia, com tantos feridos e pessoas em locais de difícil acesso?

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7 thoughts on “Pergunta (sobre os Incêndios)

  1. JP-A

    Há dias um presidente de câmara dizia que havia mais mortos porque contabilizava 12 e não 10 no concelho, explicando que foram dali para o instituto de medicina legal, que é quem faz as autópsias todas, mas que não fornece os números, e quem os fornece é a proteção civil que não tem acesso aos dados do instituto. Se isto não é um país de loucos!

  2. Lembram-se de a seguir aos incêndios de Pedrogão. haver free lancers que contaram SEMPRE mais mortos dos que os indicados pelo Governo?
    Eis a resposta no comentário anterior.

  3. Stalenin

    A V. sede de ver mais gente morta é incrível. Para V.Exas tudo vale para provar que o Governo falhou, e quantos mais mortos, melhor.
    Não lhes chegou o V. Querido Líder andar a clamar que havia quem se tivesse suicidado por falta de apoio? Não aprendem nada?
    Ganhem vergonha!

    STALENIN

  4. Em Pedrogão houve atropelamentos a pessoas que fgiam do fogo. Foram contailizadas como vitimas de trânsito.

    Eu pergunto se o pessoal que se mandou pelas janelas do WTC em 2001 eram suicidas ou vitimas do ataque terrorista.

  5. Como escrevi no blog Será que os anjos têm sexo?: O número de vítimas mortais do incêndio de Pedrógão Grande foi definitivamente fixado em 64, número que parece aceite por todos. As dúvidas que foram levantadas na altura não mais foram ouvidas. O assunto parece pacífico, apesar de na altura se terem publicado algumas contagens muito superiores, até com nomes dos alegados falecidos. A explicação de que aquele número representava exclusivamente as vítimas directas serviu para calar todos os que duvidavam do número. Uma vítima que morreu de um acidente de viação ao tentar fugir do fogo foi por vezes apontada como a 65.ª vítima mortal, mas depressa se voltou ao número 64, talvez considerando que tal acidente não foi consequência directa. Nunca foi esclarecido que nomes estavam erradamente nas listas alternativas. Alguém declarou que havia nomes repetidos. Talvez houvesse. Mas a questão nunca ficou bem esclarecida. Admito que o número de mortos directos seja 64. Mas admitir não significa ter a certeza.

    Acontece que agora, na sequência dos incêndios de 15 de Outubro, o número de mortos declarado tem sido actualizado ao longo dos dias incluindo os falecimentos nos hospitais dos feridos internados. Ora em Junho, em Pedrógão e cercanias, houve 254 feridos, dos quais 7 graves. Não houve qualquer notícia sobre evolução do estado dos feridos ou ocorrência de altas hospitalares (nem de baixas), a não ser que no início de Julho havia ainda 19 pessoas hospitalizadas e no dia 1 de Setembro ainda 6. Será de admitir que dos restantes 248 feridos hospitalizados nenhum faleceu? Se foi assim, é de lamentar que as boas notícias da sua reabilitação não tenha sido noticiada nem divulgado o grau de recuperação. De qualquer modo não se compreende a dualidade de critérios de considerar apenas vítimas mortais directas num caso e a totalidade no outro.

  6. Stalenin,
    Mais uma vez você não compreende o que está aqui em causa.
    O que nós desejaríamos é que as pessoas estivessem todas vivas: sou duma aldeia que arde muitas vezes (no concelho de Ponte de Lima, onde desta vez felizmente não houve problemas de maior) e por isso este assunto até me diz mais do que muitos outros.

    O que está aqui em causa é que, se fosse noutro país, haveria uma lista oficial, daqui a algum tempo haveria um monumento às vítimas, e estas seriam lembradas, honradas e dignificadas. Pelo contrário, no país da geringonça, são escondidas debaixo do tapete, esquecidas e humilhadas.

    Pela minha parte, tudo farei para as relembrar e respeitar.
    Lamento que você aprecie técnicas soviéticas e as tente apagar das fotografias oficiais. E nem vou falar do seu querido Jerónimo: quem me merece comentário aqui é você. Ganhe vergonha!

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