José Sócrates e o PS: Recordar É Viver

27 de Março de 2011. Dias antes de Portugal pedir ajuda internacional à Troika (no dia 06 de Abril de 2011), José Sócrates era eleito secretário-geral do PS com 93,3% –  noventa e três vírgula três por cento – dos votos no congresso do partido (fonte).

Uns meses mais tarde, nas eleições legislativas que tiveram lugar a 05 de Junho de 2011, já depois do pedido de ajuda internacional, o PS então liderado por José Sócrates obteve 28,06% dos votos. Vale a pena parar e reflectir por um momento, em como é que cerca de 1 em cada 3 eleitores votaram na mesma pessoa que praticamente duplicou a dívida pública entre  2005 e 2011 (em percentagem do PIB) e que deixou Portugal à beira da bancarrota (ou como disse o então Ministro das Finanças Teixeira dos Santos,  com dinheiro apenas para efectuar pagamentos até Maio de 2011 – fonte).

Abaixo, alguns vídeos recomendados para o dia de hoje.

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8 thoughts on “José Sócrates e o PS: Recordar É Viver

  1. JP-A

    Tiro o chapéu a José Gomes Ferreira, que acaba de falar na SIC da atenção que é necessário dar à nomeação do novo PGR por este governo socialista e referiu expressamente Pinto Monteiro e Noronha do Nascimento. Sobre o filósofo, Júdice diz que “este homem não é normal”. De repente parece que toda a gente começou a ler o que o Correio da Manhã anda a mostar há anos sob ameaça. E vai mais longe o Gomes Ferreira: este regime dificilmente terá mudado alguma coisa. Ninguém vê nada. Ninguém sabe de nada. Toda a gente come ou espera comer um dia, ou dar de comer aos seus. Ninguém reparou que em 2007 sócrates já fazia ameaças pela TV e que por algum motivo passou mais tarde a animal feroz declarado rico de propriedades e volfrâmio em publicações que lhe fizeram o triste frete ao mesmo tempo que era pobrezinho e cliente de empréstimos da CGD confessados na TV.

    Sócrates é um produto refinado da casa PS, dos Costas, dos Césares, dos Galambas, dos Varas e de todos os que falavam muito mas ficaram calados. Entretanto, certamente não por acaso, o Costa Concordia já não mostra os dentes e está com cara de poucos amigos.

  2. André Miguel

    Somos um povo ingorante, cheio de analfabetos funcionais. Estupidificados há mais de um século, domesticados desde há 40 anos e espoliados desde sempre, bestas de carga há demasiado tempo, sobram forças aos inconformados apenas para fugir da pocilga. Os que ficam, expoliam os que não podem ou não conseguem fugir. Um dia vão-se f@der, que esta merda não pode durar sempre.

  3. O povo tem memória curta e bolsos fundos – quer dizer, tem memória curta e espera ardentemente que os filhos e netos tenham bolsos fundos.
    Quando os jornalistas tratavam a peste por “caro engenheiro” lá sabiam do que falavam – podia não ser engenheiro, mas era caro.
    Agora temos o caríssimo António Costa com memória parcial, nem se recorda de ter sido ministro daquele governo.
    Essa gente dorme melhor que eu, que ando sempre preocupado em pagar as contas…deles.

  4. Recordar que 70% do governo actual veio dalí, e o povo aplaude. Que hei-de fazer? Sinto-me derrotado pela estupidez, ou assumo que sou estupido ou emigro, lguém tem alguma ideia? Um restaurante tuga no Japão, ou uma exploração agricola em Kobbe?

  5. A BEM DA HIGIENE E DA VERDADE
    O histórico de Costa por ações e contradições deve ser denunciado e exposto publicamente.
    Que não vos doam as mãos para continuar uma série que revele totalmente a nu a qualidade perversa deste nada recomendável personagem.
    Casos pessoais e politicos de que a comunicação social amiga tem feito sepulcral silêncio.
    Desde as chaves guardadas da associação de estudantes, até ao método rasteiro de assalto ao poder, passando entre outras pela Casa Pia, pela recusa não muito distante em engendrar a formação de governos no parlamento que mais tarde veio a praticar miseravelmente com jogo sujo preparatório no segredo de caves bafientas.
    O agradecimento antecipado ao “O Insurgente” se puder continuar a expor a verdade documentada sobre um impostor despudoradamente execrável.

  6. “José Sócrates é um grande líder e um bom primeiro.ministro” dixit António Costa

    A acreditar, ao menos uma vez, nas palavras do número dois é natural concluir que, o número 2, sabia de tudo o que o “grande líder” andava a fazer.

    Pelo menos, até hoje, ainda não ouvi nenhuma declaração sua a dizer que “o grande líder” o embarretou.

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