“The case for colonialism”: assim vai a liberdade académica no Ocidente…

The case for colonialism

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This Viewpoint essay has been withdrawn at the request of the academic journal editor, and in agreement with the author of the essay. Following a number of complaints, Taylor & Francis conducted a thorough investigation into the peer review process on this article. Whilst this clearly demonstrated the essay had undergone double-blind peer review, in line with the journal’s editorial policy, the journal editor has subsequently received serious and credible threats of personal violence. These threats are linked to the publication of this essay. As the publisher, we must take this seriously. Taylor & Francis has a strong and supportive duty of care to all our academic editorial teams, and this is why we are withdrawing this essay.

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10 thoughts on ““The case for colonialism”: assim vai a liberdade académica no Ocidente…

  1. o colonialismo é uma força civilizadora, é apenas a expansão natural de uma civilização, o “colonialismo” existe desde a Grécia antiga, quando as cidade estado estabeleciam colónias em outras paragens como válvula de escape a uma crescente pressão
    se fosse ao contrário, se fossem civilizações africanas ou americanas ou asiáticas a atingir esta pressão para se expandirem – teriam colonizado a europa
    no futuro vamos colonizar outros planetas.
    “colonizar” não é por si um conceito negativo. é neutro. é a progressão natural de uma civilização.

  2. E não querendo ser muito mauzinho – olhem para as ex-colónias europeias em África – estão basicamente a viver nas ruínas de uma civilização superior, aceitando agora de bom grado agora serem “colonizados” pela China. Claro que expressar qualquer uma destas opiniões em público é um suicídio social, mas é a verdade.

  3. Mario Figueiredo

    O meu único consolo é que fui educado noutros tempos quando a liberdade de expressão e pensamento tinha um outro sentido e eram quase uma obrigação, mais do que um direito. Já não serei portanto afectado pelo condicionamento intelectual que teve o seu início nos EUA e que está a começar a devastar a juventude europeia. Apenas sofro pelas minhas filhas e pelos filhas delas.

    E olhem que eu nasci nos tempos da détente. Em plena guerra fria quando ainda se invadiam países e as figuras de proa da política mundial eram preciosidades como Breznhev, Nixon, Allende, Kosygin, Kissinger e Pol Pot. Fui para a escola dois anos antes do 25 de Abril. E todo o meu percurso académico — todos os seus 20 anos — foram sempre junto de amigos e inimigos. Debates para aqui e para ali. Tudo valia. Até discutir Mein Kampf em religião e moral.

    Estávamos em Portugal.

  4. P.S. Quando é que tiram a Maria João Marques aqui da caixa do twitter? A senhora tem a cabeça comida pelo marxismo mas ainda não se apercebeu, escreve com cada bacorada que até mete pena.

  5. Euro2cent

    Isso do colonialismo são os colonos que vão para a Suécia, Alemanha, etc, fazer aquilo que os nativos não querem?

    (Como ter filhos, outro dia vinha num jornal inglês uma somali com sete em Estocolmo a queixar-se.)

  6. Sim caro EURO2CENT, a Suécia, essa grande potência colonial, apenas está a pagar pelo mal que fez… lol…
    se amanhã fosse despejar 1 milhão de europeus num país qualquer do costume seria um escândalo
    mas despejar 1 milhão por aqui é bom e saudável
    :^)

  7. lucklucky

    Não é a liberdade académica é a Liberdade.

    Mas com o Jornalismo Marxista (e não só) a proteger a violência da Esquerda nos EUA, UK etc não se pode esperar que se saiba…

  8. o artigo em questão encontra-se aqui,

    https://legalinsurrection.com/wp-content/uploads/2017/09/The-Case-for-Colonialism-Third-World-Quarterly-Bruce-Gilley.pdf

    contém várias pérolas, eg.:
    “Western colonialism was, as a general rule, both objectively beneficial and subjectively legitimate in most of the places where it was found, using realistic measures of those concepts.” diga isso aos nativos de Cuba… pois não existem!

    “A second way is to recolonise some areas. Western countries should be encouraged to hold power in specific governance areas (public finances, say, or criminal justice) in order to jump-start enduring reforms in weak states.”, será que Portugal devia ser colonizado???

    tendo em conta os métodos normals usados durante a colonização ocidental, parece-me benéfico e até subjectivamente legítimo desatar à chapada ao autor e editores de tal artigo!

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