O dia em que Merkel voltou a ganhar mas a política alemã mudou

Caso se confirmem as exit polls, com a AfD a ascender a terceiro partido na Alemanha e com mais de metade da votação do histórico SPD, o sistema partidário alemão mudou hoje de forma significativa e essa mudança dificilmente deixará de ter impacto na política (interna e externa) da Alemanha: German elections 2017 live: Exit poll predicts victory for Angela Merkel and major gains for AfD

Angela Merkel secured a decisive election victory on Sunday, according to exit polls, while the far-right AfD made major gains in a significant shake-up of the German political establishment.

Alternative fur Deutschland (Afd) won 13.5 per cent of the vote according to the exit poll, meaning it is the first far-right party to enter the German parliament for more than a half a century.

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14 thoughts on “O dia em que Merkel voltou a ganhar mas a política alemã mudou

  1. joaquim

    A invasão islâmica vai continuar. Dentro em breve a sra merkle vai imitar o gov. feminista da suécia e proibir a entrada de homens alemães nos festivais de música, ao mesmo tempo que convida os machos islâmicos a virem viver para a Alemanha.

  2. O problema continua, os islâmicos engrandeceram a AfD, o Brexit derivou disso, a Hungria, Polónia e outros mais disfarçados viraram nacionalstas. Cuidado com a Itália, Eles são loucos.

  3. A. R

    A AfD exprime a revolta dos alemães: roubados, violados, assaltados, perseguidos por delito de opinião, com habitação a preços insuportáveis, criminalidade e mais impostos para pagar e sustentar uma maioria de oportunistas parasitas disfarçados de refugiados.

    Se não fosse o tudo valer para denegrir a AfD seriam a 2º força. Os dinamarqueses já perceberam o problema mas demasiado tarde.

  4. A. R

    “La policía nada puede hacer. Llegará, firmará el acta, pero todos nosotros no tenemos el mismo dinero. ¿Qué castigo vamos a recibir? ¿Enviarnos a casa? No nos llevarán. No sabéis de dónde venimos. Pegamos a sus mujeres, empujamos, escupimos”. Discurso de um “refugiado” como muitos outros!!

  5. lucklucky

    E olhem para a desastrosa política energética “verde” Alemã.
    Como sempre apoiada por todos os jornalistas, com os preços sem pararem de subir agora alguns já fazem de conta que nada têm que ver com o monstro que criaram.

    E já agora qual foi a ultima vez que um jornalista português empregou a expressão “extrema esquerda”?

  6. Euro2cent

    A culpa disto tudo é do Brecht. Julgou que estava a mangar quando escreveu que o governo devia dissolver o povo e eleger outro ( http://restolhando.blogspot.pt/2011/02/bertolt-brecht-solucao.html ).

    Os nossos donos arrebitaram as orelhas e trataram de fazer exactamente isso mesmo. Nos EUA já está feito, tirando o espernear fútil com o Trump a segurar os descontentes dentro da tenda, e na Europa … parece que também.

    Habituem-se, como dizem os ratos.

  7. Luís Lavoura

    A política alemã mudou, o sistema político não necessariamente. Nada nos diz que a AfD não volte a desaparecer na eleição de daqui a 4 anos. Ou então, que por essa altura não seja já substancialmente diferente do que é hoje – a AfD já teve diversas encarnações (e líderes) desde que surgiu.

  8. Luís Lavoura

    Não deixa de ser curioso reparar que a AfD tem uma “liderança bicéfala” similar à do Bloco de Esquerda de há uns anos, que na altura tantas críticas e chalaças mereceu cá em Portugal. As lideranças bicéfalas (com uma mulher jovem e um homem idoso, em ambos os casos) pelos vistos não são assim tão más…

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